História Maybe Friends - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 2.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ OLÁ OLÁ! Boa leitura!

Capítulo 3 - I have all time of world.


Fanfic / Fanfiction Maybe Friends - Capítulo 3 - I have all time of world.

— Agora esse filho da mãe me paga. -sussurrei para mim mesma enquanto ia em direção à mesa. 

— Ué, não fez o pedido? -o Shawn me olha enquanto me sento. 

— Acabou o Cheddar. Preferi não pedir. -sorri falso. 

— Sério? -Respondo o Gilinsky balançando a cabeça positivamente. — Mancada acabar os ingredientes. -ele volta a comer. 

— Super mancada! -o Logan me encara enquanto come. 

— Quer o meu? Eu posso aguentar até outro pedido chegar -o Shawn diz. 

— Eu... Eu quero, quero sim! -desvio meu olhar do Logan. 

— Que estranho acabar justamente o queijo mais pedido -o kendall diz. 

— Pois é, também achei estranho. -disse enquanto pegava o lanche do Shawn. 

Por incrível que pareça, o lanche não tinha tomate, muito menos katchup. O otário trocou. 

Não foi hoje, mas eu ainda pego esse Logan de jeito. 

... 

— Alguém mais vai querer sorvete? -o Gilinsky disse. 

— Não -o Logan responde com uma cara de cu. 

— Aí mano eu tô cansado, vou lá não...  

— Cansado de quê Mendes? Você nem andou. 

— Meu filho você tá pensando o quê? Eu não nasci pra andar não, sou princesa. 

— PRINCESA -não aguentei e comecei a rir com o Logan e o Kendall. 

— Faz o seguinte, vão vocês dois e a gente vai pra casa. -o Kendall pra mim e para o Gilinsky. 

— Pode ser? -o Jack me olha. 

— Claro! -respondo. 

Os meninos se viraram e foram em direção ao carro que se eu não me engano é do Nash, e eu e o Gilinsky fomos andando em frente até a sorveteria. 

Não demorou muito e chegamos até uma sorveteria, era bem grande e parecia ter inúmeros sabores. E é, tinha inúmeros sabores. Pegamos ambos sorvetes de açaí e logo nos sentamos em uma mesa. 

— Mano, quando eu via suas fotos eu te achava mó metida... 

— Normal, todo mundo acha isso. -sorri enquanto levava uma colher na boca. 

— Você é muito linda, não só nas fotos mas pessoalmente também -ele sorri. 

— Porra... Valeu! -Caralho, é a segunda vez que ele me fala isso hoje.  

— "Primeiramente, não é porra... É esperma" -ele imita o kendall. 

— QUE BOSTA! -começo a rir. — Jamais vou esquecer isso... Ele é sempre assim? 

— As vezes ele quer bancar a mãezona, sabe? -ele ri. — Porém nem sempre dá certo. 

— Percebi -rio. 

— Mas então... tá gostando da cidade? 

— Olha, nessas totais... Cinco horas que estou aqui... É, eu tô gostando sim! -ri. 

— Vai estudar na mesma escola que a gente?  

— Suponho que sim, mas meu pai ainda não me disse nada sobre... 

— Ah sim. Terça-feira ele foi na escola conversar com o Dr.Truman. Pode ser que ele tenha conversado sobre a sua matrícula. Mas enfim, não sei. 

— É, pode ser... Mas me fala, a escola é legal? 

— Tirando as regras é sim 

— Regras -reviro meus olhos e logo ele ri. 

— Você conhece o Shawn há quanto tempo? 

— Nossa, desde que eu me entendo por gente... Nossos avôs eram sócios, daí eu conheci o Cam e o Nash. 

— O Nash... Ainda não reencontrou ele, né? 

— Nem quero. 

— Ué, por quê? 

— Longa história... 

— Tenho todo tempo do mundo. -ele olha nos meus olhos e sorri. 

Eu não sei o que esse garoto tem, mas ele conseguiu mexer comigo.  

— Digamos que ele tenha me proporcionado um peso enorme.  

— Tá, espera... Deixa eu tentar decifrar esse enigma. -ele passa a mão bagunçando o cabelo e logo faz uma cara pensante. — Na verdade se você quiser dá outra dica, eu aceito... -ele diz, rio e sem pensar duas vezes faço um "sinal" de chifre com os dedos. — Ele, ele te chifrou?  

— É, chifrou! Com a ex do Shawn, só pra ficar mais claro. -debocho. 

— Caralho, que filho da puta!  

— Eu diria cafajeste, escroto, ridículo, imundo e por aí se vai... -disse e logo rimos. 

— Mas tipo, você gostava dele?  

— Nossa, demais... Eu era apaixonadérrima por ele, sabe tipo... Achava que ele era meu príncipe encantado. Se bem que ele tava mais pra sapo desencantado mas okay.  

— Você é bem mais legal do que eu imaginava -ele disse enquanto ria. Caraca, que sorriso. 

— Você também é bem legal -sorrio. 

— Sou mesmo. Toma cuidado tá? É muito fácil se apaixonar por mim. -ele faz uma pose metida. 

— Tarde demais... Já me apaixonei. -fiz um sinal de "chega" com os braços. 

— Mas já? Aff, nem joguei meu charme.  

— Seu sorriso já é o seu charme. 

— Olha que assim quem vai se apaixonar sou eu hein! -ele disse e logo rimos. 

Estávamos rindo tanto que as pessoas nos olhavam com uma cara de tipo: "Qual é a graça?".  

Mesmo que estivéssemos só zoando, eu realmente havia gostado dele. E se ele pedisse pra me foder naquele momento eu abriria as pernas sem pensar duas vezes. OPA, MENTIRA TÁ! 

Terminamos de tomar o sorvete naquele clima descontraído e gostoso, já havia descobrido uma ótima companhia pra zoar comigo. Eu podia ver o começo de uma bela amizade... Ou o começo de uma paixão não correspondida. 

... 

Sábado 07:00pm. 

Eu estava bem de boa, no meu terceiro sono triunfal quando ouço alguém abrir a maldita porta que eu havia trancado ontem a noite. 

— Katherine Bass, a moleza acabou! tá na hora de levantar. -ouço uma voz conhecida, AH NÃO PAI. — Katherine eu estou falando com você! -finjo estar dormindo. — Katherine! -ele se senta na beira da cama e massageia meu cabelo. Continua que eu mereço tratamento vip mesmo. — Kath... -ele começa a fazer cócegas em meu pescoço, AH MANO, SE FODER. 

— Quê que foi? -abro os olhos e me sento na cama. 

— A moleza acabou! Agora vamos ter aquela conversa que devíamos ter tido desde ontem. 

— Tô com sono. -resmungo. 

— Não me interessa. Seus ouvidos estão bons e isso é o que vale. 

— Com sono eu não consigo raciocinar ooo espertão. 

— Não preciso que você raciocine, só preciso que você me entenda. 

— Grosso! 

— Rebelde!  

— Já posso voltar pro Canadá?  

— Piadinha sem graça a essa hora eu não aguento. 

— Eu quem devia dizer isso, Sr."A moleza acabou". 

— Katherine só fique quieta e me escute! Para de agir como uma adolescente em crise porque tá ridículo! -ele me encara. 

— Você sabe que eu odeio isso -o encaro. 

— Sei e sei também que se você agir da forma que agiu lá aqui, as coisas vão ser bem diferentes. Eu vou ser um bom pai, vou zoar com você, vou fazer tudo que pais normais fazem. Mas quando você pisar na bola, eu vou estourar a bola e não vou exitar em deixar o estouro fazer barulho!  

— "Eu vou ser um bom pai" falar isso depois de dez anos é fácil, né?  

— Okay! -ele ri debochado. — Vai se fazer a vítima agora? vai dizer que eu te abandonei nesses dez anos em que me separei da sua mãe? vai dizer que algum ano eu deixei de te visitar ou de te dar tudo do bom e do melhor? vai dizer que eu te deserdei ou algo do tipo? 

— Eu tô pouco me lixando pro teu dinheiro, se situa querido! 

— Não vem com esses linguajar pro meu lado por que se tem uma coisa que eu não sou é seu colega. Sou seu pai, coloca isso na sua cabeça. 

— Eu não tô te entendendo, ontem tava todo carinhoso e pah... Hoje acordou com a macaca? Quê que foi? An?  

— FOI ISSO! -ele tira o celular do bolso e me mostra um vídeo.  

Caralho, Alguém vai morrer. 

— É fake!  

— Fake Katherine? Eu posso não ser hacker como você mas tenho inteligêcia suficiente pra saber que esse vídeo não é fake! 

— Sério? u a u.  

— Não vai dizer nada? 

— Quer que eu diga o quê? "NOSSA PAI, EU ME ARREPENDO MUITO, DESCULPINHA."? 

— Não acredito que a sua mãe te transformou nesse monstro.  

— Buuu! -faço um "gesto" de susto. 

— O négocio vai ser o seguinte Katherine... Ou você muda, ou eu te mando pra um colégio interno. 

— Eu tenho 17 anos, me poupe! Daqui há menos de um ano eu não vou mais precisar de você pra nada. Acorda!  

— Eu não tô acreditando que minha filha se tornou esse tipo de pessoa. 

— AH CLARO! PORQUE COM O EXEMPLO DE PAI QUE EU TENHO EU ME TORNARIA UMA NERD GÊNIA DAS PORRAS TODAS, NÃO É MESMO? Eu sei que você foi muito pior que eu na adolescência. Você e o tio Nate... Quem ia com 16 anos pra boates só pra transar com prostitutas mesmo? an? QUEM COM 18 ANOS FEZ O PAI INVESTIR EM UMA BOATE SÓ PRA TRANSAR, HEIN? QUEM? EU?  

Não sei onde eu estava com a cabeça quando resolvi afrontar meu pai. Derrepente eu só ouvi o estralo e uma leve ardência no meu rosto. Respirei fundo e coloquei minha mão na face esquerda. 

— VOCÊ ME RESPEITE KATHERINE. SE A SUA MÃE NÃO TE DEU EDUCAÇÃO EM DEZ ANOS, EU VOU TE DAR AGORA. Eu posso ter sido um adolescente explorador, queria descobrir o mundo e me dei mal. MAS EU NUNCA, EU NUNCA CHEGUEI PERTO DE NENHUM TIPO DE DROGA! E SE EU SOUBER QUE VOCÊ SE ENVOLVEU COM ISSO DE NOVO, EU SOU CAPAZ ATÉ DE TE MATAR KATHERINE. MAS ISSO, EU NÃO ADMITO! NÃO MESMO! 

Exitei em falar algo e abaixei minha cabeça. Acho que ele pensou que eu estivesse chorando. Mas ele estava muito enganado se pensou isso. Acho que a última vez que chorei foi quando fui traída e eu jurei nunca mas chorar. Só ouvi o barulho da porta batendo. Parecia que ia quebrar. Escroto? eu diria sem cérebro. 

O vídeo é um vídeo que eu fiz com o Jake e a Ceci. Nós estávamos na escola, era uma peça sobre as drogas e o que elas causam, uma forma de conscientizar os jovens. Estávamos no ensaio e então eu peguei o narguile com a fumaça que estávamos usando para simulação e coloquei na boca, logo o jake filmou e agora eu me ferrei.  

O problema do meu pai é que ele não sabe escutar, quando eu disse que era fake, não estava mentindo. Mas eu já até acostumei, a final tudo é culpa da Katherine. Desde sempre.  

Só sei que esse tapa vai custar caro pra ele, ah se vai. 

... 

Depois de tomar um belo banho, fiz um rabo de cavalo no cabelo, vesti um moletom e resolvi descer. Estava fazendo muito frio, tipo muito mesmo! 

— Bom dia! -disse sem olhar quem estava na sala. 

— Bom dia querida, tá com fome? -levantei minha cabeça e avistei a Kammy. 

— Não, obrigado. -tentei sorrir. 

— Bom, os meninos estão na sala de jantar, que fica ao lado da cozinha. Se você quiser ir pra lá... Fique à vontade. -ela sorri e logo sobe as escadas. 

— Okay! -fui em direção a tal sala de jantar... 

Eu acho que jamais vou me acostumar com essa "casa".  

— A melhor parte foi o Logan se lamentando por ter perdido, vou guardar a cara dele de perdedor pra sempre! -ecutei as risadas do Gilinsky. 

— Primeira aposta que ele perde, vai ficar pra a história. 

Se o meu pai quer que eu me oprima. Ele vai ter o contrário. 

— Alguém disse aposta? -me sento em  frente ao Gilinsky. 

— Olha ela! -o Kendall diz. 

— Iae esperma! -o Gilinsky sorri. 

— Olha, ele aprendeu! -digo e retribuo o sorriso do Gilinsky 

— Bom dia pra você também -olho pro Logan e o mesmo me ignora. Qual problema desse garoto? 

— Nem liga, ele tá mal humorado porque eu ganhei a aposta e 50 dólares.  

— Nasceu para lacrar round2. 

— Nasci! -o Gilinsky sorri e fazemos um hi-five. 

— Já estão amiguinhos é? 

— Quando a pessoa é legal, é fácil fazer amizade. -olho torto para o Logan. 

— Indireta a essa hora da manhã não cola, melhore. -o mesmo se levanta. — Eu vou indo, falô?  

— Tchau né 

— Adeus perdedor! -o Gilinsky provoca. 

Ele olhou o Gilinsky com uma cara de tipo "eu ainda te mato" e saiu. 

— Coitado! -assim que eu disse ouvi o barulho da porta batendo. Alguém não aguenta perder. 

— Coitado de mim, ralei pra ganhar aquela porra. 

— Ô CARALHO! -o Kendall resmunga com um pedaço de pão na boca. 

— Eu disse porra? -o Gilinsky olha pra mim. — Eu quis dizer... esperma.  

Não aguento, sempre poco na risada quando ouço isso. 

—Vocês apostaram o quê? -peguei uma banana e descasquei a mesma. 

— Fifa 2017, aquele arrombado disse que ganharia de mim. Mas o rei mostrou a que veio à terra. 

— Gilinsky, já pode parar de se achar a última coca-cola do deserto, okay?  

— Deixa ele se achar mano, quando o ego cair a queda vai ser feia. -sorrio. 

— Que pscicopata, tô com medo de você!  

— Sou um anjo! -rebati ao comentário do Jack. 

— A gente podia sair hoje à noite né? -o Kendall fala "baixo". 

— Balada? -o Gilinsky me olha com um olhar de "vamos se pegar, porra". Não vou mentir... Adoro. 

— Menor de idade aqui, pipipi! -digo e faço o barulho de uma "sirene". 

— Relaxa! O dono da balada é tio de um brother nosso 

— Nate Maloley! -o Kendall complementa. 

— O tal "bandidão"?... Tenho memória boa -sorrio. 

— Não exatamente -o Gilinsky ri. — É que ele tem essa "pinta" mas só bebe mesmo, nunca usou nada e nem meche com nada do tipo... 

— Nós "sempre" vamos lá na balada, é mó de boa... 

— Meu pai não iria deixar, não viram o escândalo dele hoje de manhã?  

— Só ouvi a porta batendo -o Kendall disse. 

— E você acha que o Kendall pede pra ir? -o Gilinsky ri. — Desculpas Kath... Desculpas. 

— Meu amô você está falando com Katherine Bass, abaixa a bola. É que eu pensei que vocês fossem... Sei lá, santos...  

— Queria -o Kendall diz e ri. 

— Não é pecado curtir a vida, é? -o Gilinsky me olha. 

— Já vi que vou me divertir bastante aqui! -sorri. 

— Ah vai! 

— E como vai... -o Gilinsky concorda com o Kendall e morde os lábios levemente. 

O QUE EU ESTOU FAZENDO DA MINHA VIDA? SENHOR! 

... 

Já se passaram algumas horas, o almoço foi um desastre, meu pai mal me olhou e o clima foi terrível. Não vou aguentar isso. 

O meu plano é pedir ele pra eu dormir na casa da Bea, com a desculpa de que nós queremos nos conhecer melhor, conversar etc... A Bea mora com a Molly (se não me engano) o que fica super mais fácil dele deixar. O Kendall já disse que ia dormir na casa da Molly e a Kammy aceitou super de boa. 

A Bea disse que viria aqui pedir meu pai, o que facilita minha vida. MAS duvido muito que ele deixe. 

— KATH, A BEA CHEGOU! -ouço o Kendall gritar e desço. 

— Oi! -sorrio. 

— Oi, então cadê o tio Chuck? -ela pergunta. 

— Tá no escritório! -respondo. 

Na sala havia uma "outra" sala, onde ficava meio que o escritório do meu pai. O escritório caseiro mesmo, suponho. 

— Vou lá -ela sorri e vai em direção a porta. 

— Será que ele vai deixar?  

— Provavelmente não! -respondo o Kendall e me sento no sofá. 

Não demorou muito... Uns quatro minutos se passaram e ela voltou com uma cara nada boa.


Notas Finais


Vocês tem alguma sugestão de shipper para BROMANCE ou quem sabe OTP... Para o Jack G e a Katherine?
Comentem aí! Beijos, fui!


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