História Mayday - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Palavras 6.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Josei, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HII III

Eu queria dizer que mayday está quase entrando em hiatus porque tá... Demais pra mim, to sem tempo, vestibular, etc... mas mesmo assim... Com literalmente 2 pessoas acompanhando, eu tô tentando não ficar de hiatus porque quero finalizar mayday e sinto que parar a história aqui (mesmo que por um tempo) iria tirar tanto a escrita quanto a leitura do ritmo, então... vou continuar. Mas se demorar pra att já sabe certo? Ok é isso ♥

Capítulo 28 - Other side


Sinto o cheiro de Jinhwan tão... Intensamente que alguma coisa em mim desperta. Abro os olhos desejando mais do que qualquer outra coisa seus lençois de seda, ou estar no colchão do quarto onde ele guarda suas coisas mais importantes. Ele... Tinha razão. Eu deveria ter ficado em casa, seguro de mim mesmo e de escolhas estupidas. Porque foi como tentar uma criança com doce e depois ela passar mal com dor de barriga. Exatamente... Só transfere o doce pra luta e a dor... Bem, a dor está por toda parte. Sentir o cheiro de Jinhwan me fez consciente gradativamente, e meu corpo em um reflexo altomático começa a fazer a checagem, como sempre, pra descobrir o tamanho do estrago. E... Dói por toda parte. Não consigo diferenciar onde está ruim de onde está pior, mas não me deixo gemer de dor, porque é suposto que eu deva... aproveitar isso. Porque era isso que eu queria certo? A dor? É isso que vai fazer... O medo ir? Que vai me deixar melhor?

Então vou forçando a me reerguer. Abro os olhos, piscando os pontos vermelhos da minha visão até conseguir focar em alguma coisa. Tem alguma luz ligada, e percebo que não reconheço onde estou. Ótimo. Seguindo... Começo a refletir como vou fazer isso. De uma vez só? Como mergulhar em água fria? Ou lentamente? Quebrando e recolocando meus ossos no lugar? Escolho a primeira opção, porque escuto... Algum barulho vindo de algum lugar e preciso descobrir onde diabo eu estou.

Pulo da cama, urrando de dor no processo, e quase caio de volta se não fosse por Jiyong que surge para me segurar.

—Calma aí campeão...— Ele me repreende, querendo me jogar de volta na cama.

—Não. Tá tudo bem.— Falo tirando suas mãos geladas de mim, percebendo que estou previsivelmente nu.

—Eu te fiz engolir alguns remédios pra dor no caminho. Quer mais?— O outro me oferece como se não tivesse nada de absurdo em eu estar nu, provavelmente no seu quarto, sem saber onde estou. Me sinto vendido... E o pior que foi eu mesmo quem estabeleceu o preço.

—Não.— Recuso e meu corpo estrala, descordando comigo. —Eu não quebrei nada?— Pergunto surpreso.

—Eu te disse... Quebrar seu corpo iria deixar metade do... Combinado faltando.— Ele me diz sujestivo, olhando pro meu corpo.

—Eu precisava ficar nu desse jeito?— Reclamo enquanto começo a andar pelo quarto, que ao contrário do que eu imaginei de G Dragon, é só... um quarto normal, de quem tem muito dinheiro, de quem... Esqueceu de preservar alguma coisa no lugar dos sonhos. Tem só... Bastante vermelho. E é isso.

—Como eu ia te dar banho?— Ele ri me observando mancar.

—Você... Deveria ter me deixado lá, e então hoje eu viria até você.— Falo pensando em Jinhwan.

—E quem... Cuidaria de você? Jinhwan? — Ele advinha sarcástico.

—Ou eu tirava esse seu corpo inerte de lá, ou então hyung iria fazer alguma coisa com Jinhwan idiota. Ele estava lá... Causando tumulto por você.— Ele me conta e me viro pra olhar seu rosto.

—O que aconteceu?— Pergunto desistindo de andar porque dói, voltando a me jogar na cama que parece uma banheira de sangue.

—Você... Aaaah... Junhoe isso seria tão... Divertido se você não ficasse... Preso.— Ele senta perto demais de mim, colocando a mão na minha barriga. Deve ter um hematoma interno ali, porque me contraio inteiro de dor.

—Você estava falando de Jinhwan.— O lembro fechando os olhos, desejando não ter... Suas mãos em mim, tentando não pensar no que ele ainda quer de mim.

—Você só pensa nisso? Primeiramente... A luta. Você pegou pesado demais. Até eu me surpreendi... Quando você gritou, eu soube que era genuíno. Então eu tive que te finalizar. Porque se não iria acabar nós dois no hospital, provavelmente com traumatismo craniano.— Ele fala apesar de estar andando perfeitamente. Abro os olhos de novo pra olhar pro seu... Estado, só agora percebendo que ele tem hematomas e cortes por todo lugar, terminando de colorir seu corpo tatuado. Sorrio pra isso, apesar de não querer me olhar no espelho.

—Você... Gostou disso certo?— Ele fala com a voz aveludada, e tenho certeza que ele está tão chapado como... Sempre.

—Jiyong eu não vou fazer nada até você me contar que porra aconteceu.— Bato sua mão que quer chegar no meu membro.

—Resumidamente então... Jinhwan  não entendeu que eu estava te apagando temporariamente pra impedir que você nos apagasse por mais tempo. Ele meio que surtou quando te viu lá... dormindo. E hyung não gostou disso, mas ele estava louco sabe? Nunca vi Jinhwan tão... Vivo. Ele estava quase carregando seu corpo sozinho, falando que não iria me deixar machucá-lo mais. E Jin Hyeon bateu nele. Então achei melhor me retirar, levando você, porque o conheço o suficiente pra saber que se ele visse mais do que... Vocês tem, ele iria querer fazer que você não acordasse mais.— Jiyong me fala sério e meu coração aperta, pensando que eu prometi pra Jinhwan que não iria mais... Morrer, mas que fiz mesmo assim. Queria tanto... Tanto estar com ele.

—Eu preciso ir vê-lo.— Suspiro, mesmo sabendo que isso não é possível.

—Não vai dar certo. Vocês dois. Simplesmente não vai dar. Então... Fica aqui de uma vez, comigo... Eu posso te dar tantas coisas, eu posso te dar tudo. Você vai ver que depois de um dia comigo... Não tem como voltar.— Ele me fala, se inclinando pra beijar meu hematona, e olho pra ele chocado, como as pessoas não entendem... Como ele não entende que isso, todo o dinheiro e todo o controle que ele acha que tem não é o que o faz permanecer vivo, nem mesmo inteiro. O que faz isso é completamente o oposto. E eu já sabia disso. Mas fui burro demais pra saber até depois, fui tentado como Jiwon disse que eu seria, e agora, agora só espero que as consequências disso não seja eu perder Jinhwan, porque aí o inferno vai parecer confortável comparado ao que vou me reduzir, porque sentir dor não prova nada como achei que faria. Só me faz querer... Mais dor e é esse o perigo. Porque procurei me autodestruir a vida inteira, nunca tendo coragem o suficiente pra fazer, e agora que eu fiz, meu corpo está até meio dormente, como se já estivesse esperando por mais. Não devia...

—Como você consegue conviver com isso?— Pergunto baixo pra ele, querendo compreender.

—Isso o que?— Ele finge que não entende mas eu sei que ele sabe do que estou falando.

—Você mesmo. Esse... Outro lado. Só piora. Intensifica o que já era insuportável.—

—Este é o ponto. Ter tanto disso... Que se torna precioso. E você cuida bem de coisas preciosas. Preserva pra sempre ter.— Jiwon me diz e paro pra pensar sobre isso, mas ainda assim alguma coisa parece... Vaga. Não é tão simples assim, você paga um preço pra... Preservar isso. Eu vejo Jinhwan pagar com o que não tem, só pra preservar seu violino. Não é tão simples, o preço... É alto demais.

 

 

*

É sabendo disso que começo minhas 24hrs com Jiyong. Porque não posso desistir delas, porque tem uma conta no meu nome com mais dinheiro do que vou saber como gastar, me sentindo... Estático, porque parece que estou deixando alguma coisa em troca importante, uma que eu não vou poder repor.

            Aceito seus remédios e vou tomar um banho frio, passando tanto tempo quanto me permito debaixo do jato frio, me sentindo perdido de mim mesmo. Só quero... Ir pra casa, pra Jinhwan. Quero ir falar pra ele que eu descobri que o único jeito de sobreviver é parar de deixar que as coisas que te fazem mal dominar você. Isso é diferente de fugir, isso é se escolher. Eu entendo agora. Eu quero me escolher, quero ir pra longe de tudo e descobrir as coisas do jeito certo, por mim mesmo. E ele... Ele mais do que todo mundo precisa disso. Precisa se permitir ir. Visto alguma das roupas de Jiyong, mas ao contrário das de Jinhwan não parecem... Confortáveis. E não só isso, o toque de Jiyong. Eu... Ele quer isso de mim, transar comigo, mas não sei honestamente se vou conseguir.

O descubro na sala com um controle na mão que faz televisões brotarem das paredes e caixas de som e luzes. Minha cabeça volta a latejar enquanto ele me aponta a geladeira, e vou buscar uma cerveja só pra conseguir... Respirar. Fico algum tempo pensando em enfiar minha cabeça no lugar vazio das duas cervejas que peguei pra mim, uma em cada mão, mas a música... Me irrita. É rock antigo. U2 talvez? Rolling Stones? Só...

—Dá pra você desligar isso?— Pergunto colocando uma das garrafas geladas na testa enquanto sugo da outra.

—Isso é uma festa June. Para de ser tão... Chato.— O outro suspira, pulando nos sofás vindo até mim, me oferecendo seu copo de whiskey onde jogo um pouco de cerveja dentro e bebo.

Ele me assiste entornar o copo, parecendo... Satisfeito. Isso me faz querer parar de beber, mas não é uma... opção. Não agora.

—Quer alguma coisa mais... Forte?— Ele pega um saquinho do bolso, cocaína, e recuso enquanto abro a outra garrafa. Ficamos em silêncio, ouvindo sobre a imortalidade de ser jovem, e a aleatoriedade do amor, e quão rápido o tempo passa. Eu sei de todas essas coisas. Fico olhando para as cortinas escuras, imaginando se o dia está claro ou cinzento.

—O que vamos fazer o dia inteiro?— Pergunto pra ele depois de ter ido buscar várias garrafas de cerveja e já ter bebido metade.

—Transar.– O outro me lembra simplesmente, ficando subtamente quieto depois de aspirar o pó, parecendo distante.

—Você me quer mesmo sabendo que eu amo outro?— Tento uma ultima vez, porque conforme vou bebendo, mais... Real fica, o que vou fazer com ele, meu coração pesando a cada gole. Jinhwan... Ele se sentiu assim com Zeus? Ele não ficou com mais ninguém desde que ficamos oficialmente juntos e... É só fodido sabe? Como se eu tivesse me vingando. Mas não é isso.

—Isso não faz diferença.— G Dragon diz pegando a garrafa da minha mão.

—Faz pra mim.— Digo ao mesmo tempo que ele parece se cansar de... Esperar, e senta montado nas minhas pernas.

—Fecha os olhos.— Ele manda e engulo em seco, olhando para os seus olhos dilatados, pensando se preciso de um pouco disso também. Ele revira os olhos, se curvando para a mesa de centro, pegando a garrafa de Jack Daniels e puxando minha boca, me fazendo engolir tanto que engasgo. Limpo a boca com as costas da mão, obedecendo seu comando, e sou empurrado pra encostar a cabeça nas costas do sofá.

—Você está aí... Remoendo sobre as coisas que já aconteceram, perdendo tempo mais uma vez... Não percebe que esse é seu maior inimigo? Sua consciência? Você gostou tanto ontem June... Quando se permitiu... Tem tanta... Violência correndo pela sua corrente sanguínea que você não pode ignorar. E isso... Você ama isso. Mais do que sabe como amar qualquer outra coisa. E sabe como eu sei? Porque sou exatamente igual.— Ele fala cada vez mais perto da minha boca, me fazendo sentir seu hálito de whiskey e abro os olhos, resultando em um tapa forte na minha cara inchada, abrindo o corte dos meus lábios. Meu corpo esquenta para... Revidar, minhas mãos voando para perto, quase o tocando. Ele sorri com tanto deleite que seus olhos fecham, então ele se inclina para lamber o sangue, me beijando com força. Não respondo como ele quer, então ele puxa meu cabelo, começando a rebolar no meu colo, enfiando a língua dentro da minha boca de tal forma que não tenho opção a não ser... Responder.

—Você quer tanto isso que nem... Respira.— Ele chia mordendo meu lábio machucado. Me faz lembrar de Ye Eun, e toda a brutalidade que ela tanto gostava enquanto transavamos, e me faz lembrar dos toques suaves de Jinhwan, em como eu aprendi que gostava assim, em como conhecé-lo mudou tudo. Entro em modo automático com Jiyong, decidindo... Acelerar isso. Seguro suas coxas, o fazendo se precionar mais contra meu corpo, onde ele responde prontamente, mas mesmo assim... Não tá funcionando. Não tô ficando duro.

—Para.— Ele comanda me empurrando com força, me fazendo bater a cabeça.

—Para de pensar, de se esforçar pra não querer. Deixa seu corpo... Agir. Foi por isso que eu paguei.— Jiyong fala duro, parecendo decepcionado comigo. Então ele se afasta, pra sentar na ponta das minhas pernas, pra se dar espaço pra me dar... Um soco. Bem no olho, estourando a porra da maça do meu rosto de novo. Mesmo já estando fodido... Isso me faz pensar em Yunhyeong, esse sim vai ficar triste com essa situação. Espero que ele tenha... Acolido Jinhwan. Ele é meu unico amigo, então só posso contar com ele.

Entendo que a unica forma de conseguir... Ser liberado por Jiyong é fazer isso certo, porque ele não quer sexo, não só isso pelo menos. Ele quer mais... Despertar essa... Raiva em mim, a mesma que sentia antes e se o tivesse conhecido ao invés de Jinhwan então eu seria... O que ele quer agora. Então respiro fundo, deixando meu sangue esquentar, porque meu gatilho em relação a isso parece mais aguçado agora, o içando para sair de cima de mim. Não o quero montado, não o quero do jeito que faço com Jinhwan. Ele não parece se importar, desde que eu comece a responder seus toques. Não sou... Hipócrita. Ele não é só bonito como... Entende, como tem essa... Chama, que me faz lembrar de mim mesmo quando estava pronto pra carbonizar, com toda a liberdade ou pelo menos o que eu achava que significa. E uma parte de mim... Quer experimentar isso. Mesmo sabendo melhor.

Então caio por cima dele com força, sem me preocupar se vai machucar ou não, atacando seu pescoço para desviar dos seus lábios enquanto me livro das minhas próprias roupas, dando sinal pra ele fazer o mesmo. Jiyong assiste meu rosto atentamente, procurando por alguma coisa, mas não deixo transparecer nada.

—Isso é só o começo.— Ele me alerta antes de me puxar de volta, enfiando a língua na minha boca enquanto nossos corpos nus se esfregam. Já faz... tempo desde que transo com outra pessoa que não seja Jinhwan, e é... Descordenado e caótico, sem ritmo. Desço com a boca pelo seu corpo, mordendo por cima de hematomas, sugando seus mamilos com força... Ele só geme em resposta, me dando não só liberdade para ser bruto, como incentivo. Admiro suas tatuagens, pensando em onde eles as conseguiu. Que lugares foi confiando na força dos próprios pulsos e nada mais. Chego no seu membro e ele está tão... Excitado que parece ter tomado algum estimulante, e mesmo jorrando pré-gozo, cuspo em cima, sentando nos meus calcanhares para punhetá-lo ao mesmo tempo que abro suas pernas no sofá espaçoso. Tanto que a ponta dos seus pés apoiam no sofá enquanto ele geme abertamente, querendo se fazer ser ouvido enquanto o masturbo com as duas mãos, melando os dedos para penetrá-lo, o fazendo se contorcer por mais. Faço isso assistindo seu rosto que parece... Lívido, me fazendo aumentar o ritmo até quase o fazer gozar, e então parar, o estocando com três dedos e fazendo a mesma coisa.

—Junhoe...— Ele chama necessitado, sua respiração quebrando em lugares estranhos. Quando ele percebe que não vou deixá-lo gozar nem de um jeito nem de outro, levanta, me empurrando para colocar a cabeça entre minhas pernas na minha agora meia bomba, me sugando instantaneamente. Jiyong é bom nisso, e antes de qualquer coisa meu corpo vai reagindo, me deixando duro o suficiente. Ele pula pro chão, puxando minhas pernas pra ficar sentado, e começa a foder a própria boca com tanta brutalidade que ele próprio engasga, me fazendo sufocar um gemido de nervoso, tendo que segurar sua cabeça pra manter um ritmo. Meu quadril começa a estocar sua boca também, e sinto as veias do meu pau pulsarem, avisando que estou próximo de gozar. Puxo meu pau da sua boca porque apesar de ser... Bom não quero desperdiçar estar duro assim sem meter nele. Porque é por isso que estamos fazendo isso.

—Goza na minha cara.— Ele chia quando seguro meu pau pra longe da sua boca, principalmente quando ele mordisca minha glande.

—Chupa.— Suspiro entrecortado enquanto meu corpo começa a ser envolvido em... Prazer, me sentindo culpado por estar fazendo isso, fechando os olhos logo em seguida, quando sinto o orgasmo me atingir pra não... Estar consciente.

Jiyong engole toda a porra, me sugando até a ultima gota, me arrancando gemidos. Quando ele acaba, volto a abrir os olhos em tempo de o ver espalhando pó na minha glande e me chupando com cocaína. Fico... surpreso enquanto sua língua me lambe, como se fosse um pirulito e o puxo de volta, porque estou... Sensível demais depois de gozar pra isso.

 

 

—Quer?— Ele me oferece e só faço que não com a cabeça. Preciso fazer isso consciente, pra entender sobe mim mesmo, porque estou com outro mesmo tendo Jinhwan. E isso não é certo. Seja o que eu fizer, não vai ser culpa de nada, só minha.

Mas Jiyong ignora meu desejo, me enganando enquanto segura meu queixo, despejando bebida, e então antes que eu consiga fechar a boca, joga pó dentro. Engulo porque... É isso que ele quer, e entendo sobre Jinhwan estar sempre chapado quando faz... Isso. Talvez não é ele quem quer, e sim a outra pessoa. Deito o ignorando depois disso, pra sentir... O efeito. Jiyong senta do meu lado, sei disso porque sinto sua lateral colada da minha, e depois de um tempo começo a sentir sons de masturbação, e abro os olhos pra olhar pra ele que me assiste... Relaxar em substâncias quimicas, pegando minha mão e levando ao seu pescoço para o enforçar. Faço isso usando força, e ele se masturba até esquinchar porra, me fazendo soltar seu pescoço.

 

Sua mão melada volta a brincar com meu pau, que inacreditavelmente se exitou vendo ele ficar praticamente roxo sem respirar, e vou voltando a ficar duro.

—Seu irmão...— Ele começa e olho nos seus olhos em um pedido silencioso.

—Não.— Verbalizo, segurando sua mão pra fazê-lo bater mais rápido.

—Eu falei com ele daquela vez. A que estava com Jiwon. Ele é... Diferente do que imaginei que seria. Mas faz sentido vendo você... Sendo assim. Ele gostou de me conhecer também, e me disse que você não gostaria de mim quando soubesse sobre eu ser G Dragon e bla bla blá. Ele estava certo?— O outro pergunta me desestabilizando do meu equilíbrio precário, e não... Posso falar de Chanwoo, não agora. Eu vou sair correndo de perto dele e nunca mais voltar se fizer.

—Estava.— Dito duro, substituindo sua mão pela minha, me estimulando pra fazer isso se uma vez.

—Isso é bom sabe... Gosto de você por isso.— O outro comenta pulando do sofá, saindo do meu campo de visão. Paro de me tocar pensando a cada segundo em me levantar e o anunciar que não posso fazer isso. Não consigo...

 

—Ele volta com um lança perfume, parecendo estar confortável com a situação, e com o fato de estarmos nus, mesmo nós não sendo intímos e nem estar com tesão pra isso.

—Você ainda não quer fazer isso não é?— Ele vê minha expressão de desconforto.

—Se eu não tivesse Jinhwan eu... Deus Jiyong você sabe que é... Tudo que o inferno tem de melhor a oferecer, e ambos sabemos que eu vou parar lá, provavelmente ainda mais rápido que você. Mas...— Coço a cabeça agoniado, porque quando concordei lutar, concordei em fazer isso também, e acabei de gozar na sua boca. Mas...

—Junhoe querido...— Ele imita Yunhyeong falando, e suspiro cansado da minha própria existência. —Você viu Jinhwan com Zeus?— Ele me pergunta parecendo só... Curioso.

—Vi. Ele transou com ele. Mas... Não significa que eu posso fazer o mesmo.— Passo a mão pelo cabelo, me sentindo sufocado. Está todo mundo esperando eu surtar por causa disso. Mas não vou. Não vou gritar aos quatro ventos porque isso só vai fazer Jinhwan se afastar. E não posso perdê-lo.

—Você fazia isso com seu irmão também? Fingia que tava tudo bem?— Ele volta a falar de Chanwoo e quero... Gritar.

—Mas que porra cara!— Esbravejo pra ele, porque é essa a reação que ele espera. —Só... Me deixa... Ser. Me deixa escolher e fazer a porra que eu quiser, me deixa... Ser livre.— Grito quebrado, mais pra mim mesmo do que pra ele.

—Você precisa... Transar comigo certo? Então vamos fazer isso de uma vez. Mas me deixa voltar pra Jinhwan em paz. Porque ele é tudo de bom que um dia vai existir na minha vida. E não posso... Não vou perdê-lo. Você entende isso? E Chanwoo... Você me disse que esse outro lado ia me fornecer alguma espécie de... força. E eu preciso merecé-lo de volta. Então... Cadê? O que mais preciso fazer?— Lágrimas caem dos meus olhos cansados e me permito chorar um pouco, porque foram... coisas demais, e nunca estive tão fora de mim mesmo, e o pior... Nunca estive sozinho, sem Chanwoo, sem Jinhwan, sem ninguém... Eu não sei o que fazer, não sei como. Só sei que... Preciso. E isso está me sufocando.

—Se veste. Vamos sair.— Ele dita ignorando minhas lágrimas, me fazendo lembrar do tom de Chanwoo enquanto assumia meu caos. Bato no meu próprio rosto pra me fazer raciocinar, porque não sei mais o que estou fazendo. Só quero... Que isso acabe logo, porque fugir é tudo que sei fazer, e não estou fugindo agora. Não sei o que estou fazendo exatamente, e o que Jiyong ganha com isso, mas não estou fugindo de mim mesmo, e é isso que eu preciso... Aprender.

 

*

Jiyong me leva para um galpão, que ao contrário do que se espera não parece abandonado. Ele abre para me mostrar uma... Academia de luta. Box talvez? Com ringues e armários e punching bags pendurados. Não tem ninguém, mas é como se tivesse.

O mais velho grita inspirando o cheiro de suor velho e mofo do lugar, parecendo querer anuncar sua chegada. Ele abre os braços, jogando o cabelo pra trás, e independente de qualquer coisa... Sinto sua paixão. Pelos ringues, por lutar... E amar alguma coisa assim, mesmo que isso te destrua, ainda é meio... Admirável.

—Jiwon ama esse lugar.— Ele me conta enquanto o sigo alguns passos atrás em silêncio.

—Parece ser... Um refúgio.— Comento mais pra mim mesmo do que pra ele.

—É um santuário. A nós mesmos... em libertação. Ele se entregou para o primeiro cara pressionado contra essas cordas.— Jiyong me dá... informação demais, principalmente porque não consegui... Não ser atraído pelo octógomo enorme centralizado. Meu coração pega um ritmo, me lembrando o que já é inesquecível.

—Espero que tenha sido bom pra ele.— Comento me afastando, o que o faz rir da minha cara.

—A companhia poderia ter sido... Melhor. Mas ele, assim como Jinhwan tem um tipo. Ou pelo menos tinha.— Ele dita sarcástico, tirando a camiseta branca que estava vestindo. Ele se mexe rígido, mas mesmo assim... Sem dor. Eu estou sem dor. Imagino quando o efeito do remédio acabar, se a dor vai ser amplificada em 100x mais por castigar o que já está machucado, e espero que sim. Mas por enquanto, estar sem dor é bom. Posso fingir que não é permanente.

—Hanbin?— Advinho, porque é óbvio que eles já estiveram envolvidos em um triângulo amoroso ou alguma merda dessas.

—Ele tem pau grande mas é... Rápido demais.— Jiyong confirma, ficando só de box... De novo.

—O que você está fazendo?— Pergunto olhando para os nós esfolados dos meus dedos. Não tinha percebido antes como estão... Feios. Penso no contraste dos dedos de Jinhwan agora, e sua expressão ao olhar... Pra mim.

—Vamos lutar.— Jiwon dita como se fosse óbvio.

—De novo?— Pergunto chocado. Sei que estamos nos mexendo pelas drogas fortes que estamos engolindo, mas forçar o corpo assim... as lesões...

—Quero te fazer sentir uma coisa primeiro. Então... Vamos finalmente transar, porque apesar de eu não estar mais tão afim assim por você ser tão... Você, eu ainda preciso experimentar pra seguir em frente. Então você pode ir, e descobrir que apesar de parecer diferente, o mundo continua a mesma merda. Pra... expandir você precisa se deixar ser fundido. E claramente não está pronto pra isso.— G dragon entra no octógomo vestido só com roupa íntima, sem nem bandagem nos dedos que estão tão fodidos quanto os meus.

—É só isso que você faz?— Pergunto olhando pra ele do lado de fora. —Nunca... Sentiu precisar de mais? De alguma coisa pra equilibrar isso?— Tento mais uma vez entendê-lo e ele aponta pras minhas roupas, parecendo cansado de mim.

—Nem todo mundo têm a mesma sorte de encontrar... Na verdade, nem todo mundo tem a mesma sorte de permanecer com alguém como você acha que vai com Jinhwan.

 

As pessoas tem as próprias merdas pra lidar Junhoe. Ninguém espera por ninguém pra sempre. É por isso que você precisa fazer isso logo e ir. Porque não quero ser responsavel por mais um coração partido.— Ele encosta nas cordas de proteção, olhando pra mim fixamente, me mostrando um vislumbre de toda a sabedoria que ele adquiriu durante todo esse tempo, me mostrando que na verdade ele é consciente e limpo em si mesmo. A forma que ele escolheu pra viver... Depois disso não o apagou e não o justifica. É tão boa como qualquer outra opção. Finalmente entendo isso, e era... Essa a intensão. Achar alguma resposta, alguma coisa que me fizesse encontrar sentido nesse... outro lado. Ontem a noite ele fez parecer como o Oasis, e então durante o dia pensei estar no purgatório, queimando sem consciência, e agora... Ainda estamos na terra, vivos... Mas estar do outro lado, estar do outro lado significa estar consciente do que nos espera, tanto no céu, como no inferno. É encontrar um meio termo e tentar transitar.

Eu sei que não podemos fazer isso por muito tempo, não sem perder coisas importantes no caminho. Soube assim que Ye Eun morreu, sei disso porque mesmo agora não sei se Chanwoo e eu ainda seremos como uma família e isso é o que não me faz... Me entregar, como Jiyong fez, mesmo depois de ter cedido. Porque eu já conhecia um pouco do paraíso, mesmo sem ter consciência, e tinha plena consciência do purgatório. Mas Jinhwan é meu Oásis, e seio suficiente para não transitar, para não... Perdê-lo.

Isso faz... Ser fácil, tirar as roupas, e ir até G Dragon, o cara que mais parece uma visão de mim mesmo de como seria no futuro. Me faz dispensar os socos que ele ainda quer me dar, porque perder o paraíso como ele faz parecer que perdeu amplia a violência, e ele já se controlou demais comigo... Teve paciência. Então o tomo nos meus braços o beijando intensamente e por vontade própria, apoiando sua cintura porque apesar de mais velho ele é menor que eu, o pegando desprevinido com a... Leveza do  beijo, com quase o carinho. Entendo Jiyong o suficiente pra saber como ele na verdade precisa... Disso. Que foi isso que ele viu em mim, e talvez eu o lembre de quem ele perdeu. E... Sei o quanto dói, quase tanto como a morte, e quero aliviá-lo disso, pelo menos um pouco, o suficiente para que talvez não seje tarde demais pra ele como não foi pra mim. É... estranho saber de tudo isso, mas ele é literalmente meu reflexo, tanto que quando fica... calmo demais eu volto com brutalidade, o empurrando contra as cordas com força, pra não assustá-lo.

Então meu corpo reage instintivamente, nos envolvendo em uma nuvem de prazer cego, onde todas as outras coisas ficam do lado de fora enquanto estamos no limbo, estamos em pausa. Parece que estamos lutando, como quando ele monta no meu corpo derrubando nossos corpos no chão, fazendo ecoar gemidos de dor, ou como ficamos duros mas... A seco. O sangue fervendo igual quando lutamos, o corpo vibrando em estática. Jiyong dispensa meus beijos, se concentrando em gemer e me fazer esfregar meu corpo contra o dele, simulando estocá-lo só, nossos membros colidindo de um jeito quase doloroso. O chão é aspero e mesmo suas costas sendo raspadas ele não parece se importar. Ralo o joelho enquanto me livro da minha box, entendendo que pra tirar a dele eu preciso rasgar, e é isso que faço. Pego seu membro pra masturbá-lo porque esqueci da coisa mais importante.

—Você tá limpo?— Pergunto me referindo a estarmos quase transando sem camisinha. Não posso fazer isso com ele sem ter certeza. Não posso ser infectado com alguma coisa sendo que meu corpo literalmente se guarda pra Jinhwan.

—Não deixo ninguém meter em mim se não me mostrar os exames.— Jiyong me replica, e olhando nos seus olhos... Sei que é verdade.

—Mas se você quiser camisinha...— Ele olha em volta, procurando pelas roupas que tirou e aponta para a calça jeans.

—Se você está limpo, então tudo bem.— Recuso voltando a envolvé-lo em um beijo enquanto me massageio para ficar... Pronto. É a vez de Jiyong me surpreender com um beijo lento, e... Deus, como ele consegue mexer a língua ao mesmo tempo que suga a minha pra boca? Fico tão... envolvido que voltamos as preliminares, esfregando nosso corpo um no outro enquanto ele arranha minhas costas com tanta força que sinto os filetes de sangue. E isso... Me excita. Antes de Jinhwan eu literalmente só transava assim, se não fosse forte e quase violento, então eu saia, muitas vezes sem nem gozar. Meu corpo ainda lembra como me fazia sentir, e puxo seus braços pra ficarem içados nas cordas enquanto abro suas pernas, me encaixando na sua entrada que pulsa por mim. Olho primeiro, pra todo seu corpo vulnerável, para suas tatuagens e seus hematomas, para seus olhos. Então miro sua entrada e cuspo, lubrificando o local. Ele geme e seu pau pula, o que me faz apertar sua glande de um jeito que o faz jorrar pré-gozo, onde envolvo seu membro em uma masturbação ritmada.

—Me fode logo pelo amor de Deus.—G Dragon pede e quase sorrio para sua voz... Necessitada, perdendo a calma irritante das suas frases. Atendo seu pedido, forçando de uma vez, entrando até o talo. Ele urra, e não sei se é de dor ou de prazer, mas não dou tempo para ele se acostumar, começando a estocá-lo.

—Apertado.— Elogio surpreso. Ele parece ter fodido seoul inteira e mesmo assim...

Meu corpo não se segura, me fazendo entrar e sair com tudo nele do jeito que bem entende. Porque é... físico. O corpo dele pede e o meu atende. Nem penso muito sobre isso. Só vou bombando, fazendo seu corpo subir e descer, nossos gemidos ecoando pelo lugar vazio, e a... Velocidade me faz chegar ao limite rápido, Jiyong contraindo pra me parar quando me sente inchar.

—Eu quero... Mais.— Ele geme, e percebo que seu cabelo está umido, quase como se estivéssemos suando.

—Levanta.— Dito subitamente então, pensando que em pé vamos durar mais.

Ele entende e se curva contra as cordas, empinando pra mim. Envolvo seu corpo em um meio abraço, passando os braços pelo seu peito e a corda, para me dar apoio. Volto a estocá-lo e estabelecemos um ritmo lento e profundo, o fazendo gemer mais ainda.

—Tão... Bom.— Ele deita a cabeça no meu ombro parecendo domado, e desço um braço para masturbá-lo. Jiyong geme,virando pra literalmente morder meu pescoço e começa a movimentar o quadril comigo, me fazendo voltar a ir rápido, e seu pau começa a vibrar e crescer nos meus dedos.Empurro seu corpo pra ficar mais inclinado contra a proteção e seguro sua cintura para encontrar sua próstata. Ele grita quando acho, e mordo o lábio com força pra não gozar antes ou dentro dele, aumentando o ritmo das minhas mãos.

Jiyong se desfaz em jatos que voam pra fora do ringue alguns segundos depois de me ouvir gemendo pra ele gozar, e o sigo logo depois, mal dando tempo de sair de dentro, esporrando suas nádegas e costas. Continuo guiando seu membro, para prolongar seu prazer, e o silêncio que nos envolve é... Quase completo. Quando ele volta, seu orgasmo parecendo durar mais que geralmente, e talvez seja seu sistema nervoso e as drogas brigando por espaço, seu corpo relaxando como se fosse cair.

Ele se vira pra mim com a expressão séria, como se tivesse feito... Errado.

—Vai embora antes que eu te faça ficar.— Ele fala baixo, e isso faz meu coração apertar, porque seus olhos parecem... umidos, e isso... É saudade.

—Ele era...—Toco seu rosto que se fecha em uma expressão de quase dor, e não consigo só dar as costas pra Jiyong.

—Seungri era tudo que eu não vou poder ser pra ele.— O outro deixa escapar o nome do homem, e seu tom me lembra... Amor.

—O outro lado... Jiyong, você pode encontrá-lo aqui também.— Falo pra ele que ri amargo.

—Não é tão simples criança. Nada é tão simples depois que você deixa de ser um adolescente. Então... Vai logo, e faz todas as coisas que eu não fiz, tudo que for necessário pra vencer, pra ter Jinhwan.— Jiyong diz se afastando de mim, indo até suas roupas, como se não tivéssemos acabado de transar, como se ele não estivesse sentindo falta de Seungri, o que parece ser seu eixo. Como se fosse simplesmente seguir em frente, quando na vida, o que vale a pena pelo menos, tem que ser conquistado e mantido a qualquer preço.

—Se eu encontrar algum Seungri por aí... Vou perguntá-lo se o amor deixa de ser amor só porque parece ser... inalcançável demais. Dependendo da resposta então... Vou tentar enviá-lo de volta pra você. Porque eu te devo isso por ir embora agora.— Vou até Jiyong, o roubando um beijo como ele geralmente faz com todo mundo e quando me afasto, ele quase... Sorri.

—Faça isso. Eu te dou até o endereço... E se você o convencer com essa sua filosofia barata, então eu te dou todo o meu dinheiro e até mais... Te dou qualquer coisa...— Ele fala sério olhando pra mim, e isso me faz lembrar de Yunhyeong, porque ambos acreditam que o dinheiro pode comprar uma coisa dessas. Faço que sim pra ele, e penso que depois que as coisas... Tomarem rumo, e meu destino com Chanwoo seja devidamente selado, e Jinhwan e eu encontremos alguma... Saída, então espero que eu possa... Mostrar o outro lado reverso para Jiyong, e o ajudar com Seungri como ele fez comigo e com Chanwoo primeiro, porque foi ele que verdadeiramente o encontrou apesar de tudo. Comigo porque... eu precisava dessa luta. Tanto que nem... Sei ainda o que aconteceu ou o que significa direito, e agora com Jinhwan.

—Bobby me disse que Chanwoo precisa que eu seje melhor do que a maioria, porque é o unico jeito de... O trazer de volta. Então Jiyong, seja... Melhor que a maioria por Seungri também, encontre seu gatilho pra ser forte por si mesmo, e então... Quando você estiver pronto, seja onde diabos eu estiver eu vou voltar e falar com Seungri se você não puder. Você... Tentar pelo menos é o meu preço e meu pagamento.—  Falo saindo do ringue pra vestir minhas roupas, pensando se deveria tomar banho, mas preciso... Ver Jinhwan. E ele vê minha urgência.

—Você precisa falar todas essas coisas pra Jinhwan, e o convencer a correr dalí sem olhar pra trás. Então se você conseguir... Se mostrar pra Jinhwan que a vida tem... Mais então eu vou tentar também.— Jiwong pula já vestido atrás de mim, quase parecendo sóbrio enquanto acende alguma coisa que ele encontrou dentro de um dos armários. Acho que é nicotina, mas é maconha. E então... Jiyong/G Dragon está de volta, parecendo tão... Destruidamente lindo como me pareceu da primeira vez que o conheci, mas mesmo assim... Com alguma coisa diferente, porque somos iguais demais para não sermos marcados um pelo outro.

—Eu te devo uma?— Repito suas palavras e ele traga para se impedir de rir.

—Me deve uma. Lembre-se que é qualquer coisa...— Ele vem até mim para passar fumaça pra mim, e beijá-lo agora parece quase... Natural, e nos sinto ligados de alguma forma. Tanto no caos quanto fora dele. E oficialmente... Oficialmente estou do outro lado também.


Notas Finais


Esse cap... Gente esse cap QUASE NÃO IA. porque abordar essa "semelhança" do Junhoe com o Jiyong... E principalmente o limão deles foi foda. Então FICOU BOM? ( me fala o que vcs achou plmds qualquer coisa a gente cancela e finge que não existiu) mas eu acho que consegui passar tudo o que queria com isso então espero que tenha ficado bom e

POSSO COLOCAR NYONGTORY?!?! não é uma pergunta isso é obviamente uma afirmação do meu momento GENTE deixa eu surtar aqui rapidinho pode me ignorar se quiser mas EU AMO UM OTP e só não faço nyongtory porque não aguento mais fic flopada por estar com o "shipper errado" apesar de nyongtory ter criado o significado de otp e EU TER SIM PROJETOS PRA GRi só... Esperem.
Então É SÓ UM SHADE mas.... É NYONGTORY então espero que tenham sentido o tiro e é isso até o prox (me dá algum amor por isso que eu mereço rsrsrs) ♥♥


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