História Mayor Seductor - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~LaissJiu

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Romance
Exibições 39
Palavras 984
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU VOLTEII!

Gente, novamente peço desculpas por aquele cap ta.
Serio, eu amo a minha marida, sei q sou irresistível, porém, sou comprometida.
Bjs no kokoro

Capítulo 9 - This is the sadness baby, meet her.


Eu caminho até a cadeira onde ele estava sentado, eu cutuco seu ombro e ele leva um susto.
-Huh... Hui? -Eu sento na cadeira ao lado e dou um sorriso. -Que bom que veio!
-Saudades? -Eu digo e ele ri, aquele sorriso que é uma das poucas coisas que me faziam bem.
-Poxa... Você nem faz ideia. -Eu rio e ele também, um clima meio sem-graça se forma no ar.
-Então... Está gostando da festa?
-Estava sem graça. Eu só vim porque me chefe insistiu em todos os funcionários virem. -Ele disse, deixando em ênfase a palavra "estava".
-Tá afim de beber algo? -Ele disse e eu lembro do que o Jin havia dito, "sem beber, Hui Jan. Senão haverá consequências".
-Huh, não obrigada. Eu o bebo. -Ele me olha assustado.
-Oh sim. Entendo. -A pista de dança estava animadíssima, e para quebrar o clima, eu acabei propondo de irmos dançar, apesar de eu saber pouquíssimo desse quesito.
-Claro! -Nós chegamos na pista e dançamos o final de uma música super animada, depois, por pedido de alguém, começou a tocar Gangsta da Kehlani. Ele me puxou pela cintura, eu meio assustada pego em seu ombro. Ele me guia assustadoramente bem, seus movimentos suaves nos deixavam em destaque na pista. Ele deixou nossos rostos a centímetros de distância, sua mão em um determinado minuto chegaram na minha bunda, ele apertou e eu quase dei um pulinho. A tensão no momento estava aumentando, quando a música acaba eu me separo dele, totalmente constrangida pelo momento.
-Eu... Eu preciso de ar. -Eu saio correndo da pista de dança, e vejo Jin sentado em uma mesa, totalmente perdido em seus pensamentos.
      Eu sento na mesa e ele se assusta, preso em seus devaneios, nem deve ter reparado na minha dança com o Tae.
-Onde é que a senhorita estava? -Ele pergunta seriamente segurando na extensão de uma taça de vinho.
-Dançando. -Solto uma risadinha baixa, não havia mentido pra ele. Só omiti partes.
-Hm... Interessante. -Ele bebe um gole da bebida, eu percebo que seus olhos não disgrudavam de uma moça que estava vestida em um vestido vermelho, tão mais tão colado, que parecia que ia rasgar. Ela retribuia os olhares com a mesma sensualidade, só o dele dava tesão, o dela era nojenta. Como o da puta que ele estava comendo naquele fatídico dia.
-Tsc, sínico. -Eu digo pra mim mesma atraindo a atenção de Jin, que me olha como se eu não tivesse reparado em nada.
-Como assim? -Ele diz me olhando com uma expressão de dúvida.
-Você acha que eu não reparei você comendo aquela vadia com os olhos. -Digo contornando a borda do seu copo de vinho.
-Olha o jeito que você fala comigo, Hui Jan. -Ele diz cerrando os punhos.
-Foda-se o que você acha. Não está demais eu te pegar comendo uma vadia em casa e ainda pretende comer outra na minha frente. -Ele bate os punhos na mesa atraindo alguns olhares curisosos da multidão.
-Repete. -Ele diz.
-F-O-D-A-S-E. -Eu soletro e ele agarra me braço, o machucando.
-Se eu quiser comer ela eu como, bem na sua frente. E ainda gemo o nome dela tão alto, que essa festa inteira ouviria.
-Você é um canalha mesmo. Nem liga pros meus sentimentos. Vai lá, come ela. Aproveita e pega AIDS. -Ele aperta mais ainda o meu braço.
-Quer saber? Cansei dessa festa. Vamos embora. Cansei das suas graçinhas por hoje. Espera nós chegarmos, querida. Você vai sofrer. Guarde minhas palavras.
(...)
O trajeto foi dominado por silêncio, ele não olhava nem na minha cara. Parecia que eu havia o deixado mesmo com raiva. Chegando em casa ele me arrastou até seu quarto pelo braço, eu me debatia, mas pelo visto, não iria dar certo.
-Tira a roupa.
-Jin, pensa no que estás fazendo, eu...
-Tira a roupa. -Ele diz numa entonação totalmente fria. Não era o mesmo Seokjin. Ele estava diferente. Eu abaixo o zíper com dificuldade, mas não consigo o tirar por completo e Jin tira com tanta força, que ele quebra. E ele acaba tendo que rasgar o vestido. Ele me faz ficar ajoelhada em frente a cama, apoiando meus braços em cima dela. Eu não vejo nada apenas sinto ele amarrando a gravata em meus pulsos, e provavelmente retirando o cinto. Fudeu.
-Peça desculpas. -Ele diz mas eu permaneço quieta, sem dizer absolutamente nada. -Vou ter que repetir? PEÇA DESCULPAS! -Ele dá uma cintada no meu lombo, me fazendo tremer.
-D-Desculpa. -Eu digo chorando muito, molhando os edredons.
Ele passa o cinto por toda as minhas costas, me fazendo arfar.
-Repita a 1° regra de uma submissa. -Ele diz retirando o cinto de minhas costas.
-Não desrespeitar meu senhor. -Ele dá uma risada fria, e depois me dá uma cintada tão forte, que eu acho que sangrou.
-Repete. Alto.
-NÃO DESRESPEITAR MEU SENHOR. -Eu digo e ele dá mais uma, mais outra, e mais outra. Ele ia dando uma sequência de chicotadas, me fazendo enterrar a cara no colchão, pra não fazer barulho. Ele repetiu até que eu não aguentei e caí. Ele desamarrou meus pulsos, e quando ia dizer algo, eu saí correndo para o meu quarto, trancando a porta. Eu não tomo banho nem nada, só me jogo na cama e começo a chorar. Eu desabei, chorei tanto que começei a soluçar, mas não ia sair para beber água, eu não ia sair daqui nem tão cedo.
(...)
Eu acordo com batidas na minha porta, eram batidas leves então não deve ser o Jin.
-Meu amor, sou eu. A senhora Tanako. Pode abrir. - A sra Tanako era a governanta da casa. Ela me recebeu bem nesses últimos dias.
Eu abro a porta e ela entra com um kit de primeiros socorros e uma bandeija de café.
-Meu Deus! Você está toda machucada...
-Eu sei sra Tanako. Eu sei...
-Essa é a tristeza minha querida. Conheça-a.



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