História Mazy School - Capítulo 2


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Palavras 1.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Luta, Mistério, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpe a demora : / prometo colocar a fic em dia :)

Capítulo 2 - Lembranças de um abandono...-parte 2


Fanfic / Fanfiction Mazy School - Capítulo 2 - Lembranças de um abandono...-parte 2

O resto daquele dia foi em silêncio total, nem uma palavra era dita a não ser as palavras do meu pensamento que não parava de xinga-lo, e de desejar ser tudo resolvido logo. Eu não queria um quarto individual só por causa que era mais difícil manter meu disfarce, mas sim porque eu tinha medo, medo de me aproximar da pessoa que dividiria ele, medo de me tornar dependente, medo de criar laços com ele, medo de tudo isso e principalmente de me apegar  a ele e depois ser abandonada, como daquela vez... Já fui abandonada diversas vezes, primeiro pela minha mãe que apenas de olhar minha cara viu que nós, mãe e filha, não teríamos futuro algum, depois foi minha amiga que depois de eu ajudá-la com diversas coisas de vários tipos, me abandonou dizendo que havia apenas me usado para chegar ao topo, depois foi meu pai que depois de criar laços inseparáveis deixou esse mundo de repente sem se despedir, e por ultimo, Léo, meu supostamente primeiro amor, que depois de me fazer ficar dependente dele, me fez desmoronar com apenas uma palavra e abandonou sem dar nenhuma explicação adequada para aquilo, e com isso deixou essa escola a 2 anos atrás. Simplificando, eu por mais inacreditável que pareça me acostumei a ser jogada fora, ser abandonada por quem eu havia "criado laços". Não só me acostumei com isso como também decide me afastar de todos e tentar viver minha própria vida sem ninguém se meter para acabar com ela depois. Eu estava pensando nisso tudo enquanto olhava para a janela na hora da aula de matemática. 
—Lexya! Preste atenção a aula por gentileza, sim!?- 39 anos, baixo, barrigudo e com um péssimo temperamento, esse era meu professor de matemática, Professor Arno Verus.—Você pode me dizer o resultado dessa equação que eu acabei de explicar por gentileza.-Diz ele com um tom vencedor como se dissesse por trás daquilo:"Quem mandou não prestar atenção na aula, agora eu te peguei, você tá acabada!"
— 3x : 6/8(*três xis dividido por seis oitavos*)-Depois de falar isso o professor fica indignado por eu ter acertado e começa a gaguejar por seu plano não ter dado certo dessa vez.
-O-ok, v-vamos-ele tosse e continua-continuar a aula. Preste atenção Lexya. 
Mesmo estando eu estando de costas dava para ver uns alunos rindo da cara do professor e outros de cara feia para mim. O que mais me surpreendeu foi o Alex que depois que eu respondi ele me olhou e sorriu fazendo legal com o polegar. Eu sei que fiz burrada por ter respondido certo, mas eu não consegui me segurar.
A aula foi lenta e passou se arrastando, mas finalmente acabou e foi hora do almoço. Fui à cantina e peguei meu lanche que era feito separado todos os dias pela ChinLin uma chinesa que trabalhava como cozinheira desde que eu era pequena.
—Aqui pequena, seu almoço.-disse ela sorrindo e me entregado a bandeja.
—Xie Xie Chin Lin-disse:"obrigada Chin Lin" em chinês e vi que ela se alegrou pela consideração pela sua língua nativa.
Subi para um dos telhados do colégio onde eu sempre comia, e me sento em uma mesa de madeira  já arrumada a um tempo para mim por um dos empregados, provavelmente a pedido de Chin Lin como todos os dias. Eu estava desfrutando meu maravilhoso almoço quando uma desafortunada pessoa entra no meu campo de visão, e logo identifiquei aquele ser, era Alex.
—Então vejo que estava aqui.-ele diz se aproximando-Estava te procurando para comermos juntos.
Que que ele tá fazendo aqui? Como ele me achou? E como assim comer juntos? 
—Ah...-eu respondo e abaixo a cabeça. 
Ele se senta do meu lado e comemos sem falar nada. Sempre que ficamos juntos nem mesmo uma palavra é dita, é estranho e eu não sei porque é assim, simplesmente é desse jeito e pronto.
—Lexya não é?-Alex pergunta apontando pra mim é se levantando.
—Hum.-eu murmuro e ele sorri.
—Vamos nos dar bem, já que vamos dividir o quarto e tudo mais.- aquele sorriso me fez me sentir estranha.—Posso te fazer uma pergunta?-eu aceno que sim—Porque você usa essa mascara no rosto?-Então quer dizer que o engraçadinho tava me seguindo porque estava curioso sobre minha máscara?! Ah desgramado, e eu achando que...Esquece. Eu me levanto e ele puxa meu braço. Fudeu. —Isso é pano? Isso é um casaco? Então...-antes dele terminar de falar eu me solto dele e saiu correndo.
Droga, ele percebeu que eu não sou gorda, o que eu faço? Já sei, tenho que falar para a FDP (vulgo Marta), ela vai ficar com medo de me descobrirem e vai mudar ele de quarto. Eu saiu correndo até diretoria e lembro que ninguém pode me ver aí eu me escondo no banheiro e espero até não ter ninguém olhando e invado a diretoria.
—Você tá louca em mandar um garoto dividir um quarto comigo? HEIN?!-eu grito e tiro a máscara a jogando no chão.
-Se acalme.-diz a vaca (vulgo Marta, de novo)- É melhor assim, pois ninguém vai suspeitar de você certo?!
—Errado. Ele já tá desconfiando.-ela faz careta-Mude ele de quarto! 
—Não!-diz ela firme-Esqueceu que quem manda em você sou eu? Até sua formatura você tem que me obedecer se não...-ela dá uma pausa e sorri maldosa.
Fico sem palavras, afinal esse é meu acordo com ela, eu a obedeço e ele me diz onde tá meu pai. Apanho minha máscara e saiu da sala enquanto coloco a mesma.
 
POV Alex
—Ela parece ser gente boa, essa tal de Lexya, mas porque será que o braço dela tava fofo, será que aquilo era um casaco? Mas porque ela se passaria de gorda? Ela é bem complicada.-eu estava falando sozinho quando vejo alguém sai da sala da diretora batendo porta e tudo, parecia estar com raiva, ela trazia algo na mão, parecia uma máscara...Lexya! 
Por um pequeno estante eu vi seu rosto. Olhos negros, nariz bem feito, cílios grandes, boca...perfeita... QUE DIABOS EU TO PENSANDO!! Eu saiu correndo atrevas da Lexya e sigo ela até o dormitório. Ela entra no nosso quarto e bate a porta com força, e com isso a porta não fecha e fica entre aberta sem ela perceber. Eu olho pela brecha e escuto ela dizer":—O que diabos a vaca da Marta tá pensando?" Ela respira fundo"—Não Lexya, você tem que aguentar, falta só um ano e tudo acaba." Ela se vira de costas e tira o casaco (sabia que aquilo não era o braço dela) e tira uma blusa e outro casaco, depois ela solta o cabelo e tira a mascara.
 O corpo dela era uma escultura, bem cuidado como de um manequim, o cabelo dela era um cinza branco (parecia ter sido pintado a pouco tempo) meio enrolado. 
—Uau...você é linda...-eu deixo escapar e rapidamente coloco a mão na boca.
Ela se assusta, coloca a máscara rápido e pula pela janela e sai correndo pelo jardim. 
***Algumas horas antes***
POV Lexya 
Desde sempre gostei de observar as pessoas, não de estar no meio delas. 


Notas Finais


Até o próximo:)


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