História Me Ache! - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Buttonhoseok, Hopev, Menção Jihope, Seoktae, Taeseok, Top!taehyung, Vampiro!au, Vhope
Visualizações 111
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Vai custar um preço.


Fanfic / Fanfiction Me Ache! - Capítulo 3 - Vai custar um preço.

As lendas contavam coisas precisas demais, não deixando para trás absolutamente nada. E por meio delas que não se deixava de supor e de ser sabido sobre os vampiros, seres estes que eram mais do que conhecidos por todos os lugares em todo o mundo. Lendas vivas que contavam muito, mas que ao mesmo tempo não abasteciam as pessoas com a garantia de que fossem reais ou não. Assim que eram encaradas, apenas lendas, uns diziam. Fruto da imaginação das pessoas, outros completavam. Mas ninguém nunca pode explicar de onde elas vieram e porque estão assim existentes até os dias de hoje.  

 
 

Quem criou? Como criou? Com base em que? De que forma? De onde saiu e como foi parar nos ouvidos alheios? Como se espalhou e quem foi o primeiro? Eram perguntas e mais perguntas que rondavam a psique humana e ao mesmo tempo que eram relevadas com o maior desprezo. Ninguém se sabe ao certo e muito ainda tendem a dizer que são apenas fruto de uma imaginação sedenta. Mas se isto é real, porque muitos acreditam? Porque pessoas tendem a alimentar esses contos com seus mais profundos desejos e anseios? Lhes dando um crédito que não é merecido? Perguntas demais, respostas de menos.  

 
 

Essas questões pincelavam a mente de Kim TaeHyung, este que nunca imaginou que seu tão amado hobby fosse levar a uma descoberta tão inacreditável. Uma descoberta que o fez acreditar naquela velha frase que sua mãe dizia a ele quando era criança “ A curiosidade matou o gato”. E nesse momento ele se sentia um gato curioso que rondava uma casa abandonada com a ânsia de estar dentro dela e poder encontrar algo de novo. E bem... ele encontrou. Era novo sim, era algo completamente diferente do que achou e ainda mais, era sua perdição.  

 
 

 
 

TaeHyung não conseguia se mover, sentia que estava paralisado, mas podia escutar absolutamente tudo. Seu corpo estava entorpecido, mas a conciência ainda estava ali, mais do que intacta, estava puramente em alerta e isso o deixou ainda mais preocupado. Pensou em mil e uma coisas, como por exemplo se estava em coma o tempo todo e aquilo não havia passado de um sonho estúpido e se fosse ele riria até o amanhecer depois de acordar, isso se ele acordasse. O que era algo que havia lhe passado pela mente. Quis rir de si mesmo. Mas ao mesmo tempo queria apenas poder se mexer.  

Aos poucos uma leve agonia lhe tomava a mente e ele queria poder acabar com aquilo, era enfadonho e sentia um pouco de suor lhe tomar uma das têmporas. O que lhe agoniou um pouco mais. Teve vontade de gritar e chamar por sua mãe, mas se lembrou que nem esta estava em casa. Casa... então se lembrou de uma pergunta que nem ao menos fez questão de fazer. Ele estava em casa? Aonde mesmo ele estava? Se concentrou naquele pequeno detalhe e notou que estava em casa sim, isso ao sentir o cheiro do perfume predileto de seu irmão.  

Perfume esse que ele havia quebrado sem querer em um dos carpetes da casa e que nunca mais abandonara o local, por mais lavado e relevado que fosse. Então era isso. Estava no seu lar. Menos mal, pensou, pelo menos não seria morto em um local desconhecido, já que essa possibilidade também lhe rondava a mente. E o tempo ia se passando e ele se preencheu com agonia. Não se mover e ouvir passos era triste, dava-lhe a sensação de angústia e de fragilidade. Pensou em tudo, tudo mesmo para se distrair, mas nada lhe vinha a mente. E quando estava perdendo suas esperanças ouvira uma voz.  

 
 

– Está realmente certo de que quer isso hyung? – a voz era conhecida, lembrou-se daquele rapaz que anteriormente fora mencionado como Jimin, estremeceu de leve, não sabendo dizer se era de raiva ou de medo. Eram vampiros – se não estivesse louco – e poderiam ser perigosos. 

– Você não tem o humano cativo, Jimin, porque eu não poderia ter um pra mim? Sabe que estou a anos e mais anos procurando um. – o som da voz do seu vizinho ecoava por sua mente. Ouvi-lo falar ainda era o seu passa tempo predileto. E por mais que estivesse em um suporto perigo não se importou em se deliciar com a voz dele. 

– Mas ele é muito novinho. Pretende prender uma pessoa dessa idade a você? – o outro ainda continuava e TaeHyung se questionava aos poucos se queria sim, se sentir preso ao Jung. Por ele não havia sequer o menor problema. Mas porque mesmo pensava isso? Nem ele sabia, não pensava direito naquele momento e não entendia as consequências de estar preso ao outro “ para sempre”? Pensou nesse possibilidade. 

– Me perdoe, mas quem é você para me questionar isso Jimin? Por acaso Kim NamJoon não é o humano que está preso a você ? Ele não tinha apenas dezessete anos quando o encontrou e o tornou cativo seu? – o rapaz se calou. Era uma verdade na qual não poderia fugir, mas que, por algum motivo não estava entrando em acordo com a situação. – Se é ciúmes que está sentindo é só me dizer. – o Jung completou e logo TaeHyung sentiu algo pesar ao seu lado da cama. O coração acelerou e o cheiro bom do seu vizinho lhe tomou as narinas. 

– Não é isso HoSeok  hyung. – Jimin fez um breve silêncio, mas o outro não lhe respondeu e ele tornou a falar. – É que eu tenho medo de que você goste demais desse humano assim como gostou do anterior e acabe se machucando. – dizia baixinho enquanto o outro passou a tocar com as pontas dos dedos os fios da franja do Kim. Este que sentia que poderia enfartar a qualquer momento, o que lhe fazia sentir-se um idiota. Seu coração estava pulsando tão forte e sua respiração tão desregulada que fizera com que o Jung notasse que o garoto estava já com sua consciência “acordada”. 

– Eu não cometeria os mesmos erros. – HoSeok dizia enquanto fazia um carinho terno no Kim. 

– Ele tentou te matar hyung. – Jimin dizia com um pouco de pesar na voz e aquilo despertou algo em TaeHyung. Alguém havia tentado matar o Jung? Porque? No fundo não eram nem as causas que lhe preocupavam, mas sim uma tentativa de assassinato a um ser a quem ele dedicava sua devoção. Aquilo lhe rondava a mente o distraindo do carinho feito em seus cabelos e posteriormente em sua fronte. Ele estava preocupado, vampiros eram imortais ou não? O que poderia matá-los? Vasculhou sua mente em busca de todas as coisas que as lendas diziam e se lembrou do sol. Uma ameaça em potencial. 

– Chame NamJoon para cá. Quero que ele explique os termos para ele e que explique como tudo funciona. – disse ao ignorar o que Jimin dizia. 

– Tudo bem, vou chamar e ele vai estar aqui em menos de vinte minutos, já que ele mora a duas quadras. – o outro murmurou aparentemente descontente. 

– Obrigado Jimin. – o de cabelos descoloridos disse, mas não obteve sua resposta. Então este se voltara para o corpo adormecido. – Estarei esperando por sua resposta querido. Depois disso quero que Me Ache!. – e fora a última coisa que TaeHyung ouvira antes de entrar em dormência total e cair em um sono muito profundo.


Notas Finais


Teorias?


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