História Me acostumei a te dizer muitas coisas duras - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Exibições 123
Palavras 4.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi genti❤
Primeiro... Geeenteee que MV foi aquele??? Blood Sweat Tears é muito perfeitoo💕 Sem falar do álbum inteiro amo todas as músicas sem excessão. Os meninos estão espetaculares não tem como não amar cada um.😍😍❤
Agora sobre o Capítulo... Esse capítulo vai falar mais do passado da personagem. Lembrando, quando eu comecei a fic eles estavam com o visual de fire ein. Espero que gostem. Desculpem os erros e boa leitura<3

Capítulo 18 - Visão do Taehyung


Fanfic / Fanfiction Me acostumei a te dizer muitas coisas duras - Capítulo 18 - Visão do Taehyung

Dois meses se passaram depois daquele susto na loja de conveniência. Foi tudo muito assustador, ver o rosto dela de medo e ver lágrimas caindo, enquanto ela estava sendo agarrada a força. Uma raiva descomunal tomou conta do meu corpo. Quando dei por mim, eu estava socando aquele desgraçado, eu tinha plena consciência que ele estava desacordado e sangrando. Se Hoseok-hyung não tivesse me tirado de cima dele, eu juro que o mataria. O ocorrido não saiu em sites da internet, TV, ou jornal, eu até pensei que a polícia bateria na nossa porta, mas nada aconteceu.

Eu sempre a vou deixar e buscar no trabalho. Quando não posso ir, eu pesso ao motorista que vá no meu lugar. Eu sei, o trabalho dela é perto de sua casa, mas o medo de aquilo acontecer de novo me atormenta. Ela não gostou muito da ideia, mas logo se rendeu, ela sabia que nós tínhamos a razão. Eu fiquei um pouco mais aliviado, mas a preocupação só vai embora Quando ela está entre os meus braços, dormindo.

Parece que ela está me evitando, há duas semanas que eu tento falar com ela. Eu já mandei SMS, telefonei, mandei e-mail, eu já fiz tudo que eu podia para falar com ela. Eu até tentei ir na casa dela, mas todos diziam que ela devia estar querendo um tempo sozinha e que eu era grudento de mais.

Eu agora estou sentado numa poltrona na Big Hit, com o celular na mão esperando algum sinal de vida dela. Eu não consigo conter a ansiedade, meu pé ia de encontro ao chão incontáveis vezes.

-Dá pra você parar com esse tic nervoso? -*Namjoon

-Nam eu já volto. -*Eu

-Onde você vai? Nós temos ensaio. -*Namjoon

-Eu não demoro. -*Eu

Sai em disparada para a saída. Sem querer bati em alguém.

-Ei pra onde você vai? A gente vai ensaiar. -*Suga

-Eu preciso sair, já volto. -*Eu

Sai da empresa e fui em passos largos até a lanchonete em que Hyun trabalha. Entrei, olhei em volta e não a vi. Me aproximei do balcão e agradeci por não ser o Jonas e sim o Sr. Daniel.

- Oi garoto,vai fazer algum pedido? -*Sr Daniel

-Sim, ham... Um suco de laranja natural. -*Eu

Ele se virou e foi fazer o suco. Eu não queria nada na verdade, pelo menos assim vou poder conversar com ele. Ele voltou com o suco e me deu.

-Obrigado. Sr. Daniel a... Hyun veio hoje? -*Eu

-Não. -*Sr Daniel

-Ela tirou o dia de folga? Porque a folga dela é daqui a dois dias. -*Eu

-Ta bom, pelo o que eu vejo você se preocupa com ela. Vem até deixar e buscar ela todos os dias. Bom por onde eu começo... ela deve ter te conta do que o pai dela morreu. -*Sr Daniel

-Sim. -*Eu

Na verdade foi o Jin que me disse...

-Bem é... Sempre nesse mês, ela se tranca em casa e não fala com ninguém. -*Sr Daniel

-Por que ela faria isso? -*Eu

-Acho que você não sabe dessa parte... O pai dela morreu no dia do aniversário dela de oito anos. Desde esse dia ela não comemora o aniversário. Depois que ela veio trabalhar aqui, eu tentei conversar com ela sobre o assunto, mas ela sempre fugia do assunto e eu forçar em a falar. -*Sr Daniel

-Eu realmente não sabia. -*Eu

Eu fiquei perplexo com o que ele disse. Meu celular me fez despertar dos meus pensamentos. Eu havia recebido uma mensagem do Yoongi-hyung me pedindo para voltar para a Big Hit.

-Sr. Daniel obrigado. -*Eu

Deixei o dinheiro no balcão e voltei para a empresa. Todos estavam me esperando na sala de ensaios. A música começou, eu tentava ao máximo me concentrar na coreografia. Mas essa já era a décima vez que eu errava, eu estava frustrado e minha cabeça estava a mil. Falei para os hyungs que eu irei para casa mais cedo e que era para eles continuarem sem mim. Cheguei em casa, tomei um banho, vesti uma roupa, deitei em minha cama e adormeci. Acordei com o som das vozes dos hyungs. Comecei a lembrar da Hyun, da voz dela ecoando pela casa. Eu preciso ajudar ela, Eu me sinto um completo inútil ficando aqui parado. Levantei da cama, passei pelos hyungs e antes de sair, Jin me chama a atenção.

-Onde vai? -*Jin

-Vou na casa da Hyun ela está precisando de mim hyung. -*Eu

Me virei e antes de girar a maçaneta da porta, Suga me impede.

-Como você sabe que ela está precisando de alguém? -*Suga

-Eu fui até a lanchonete, o Sr. Daniel me disse que ela está em casa trancada. -*Eu

-Mas por que? -*Namjoon

-É o mês do aniversário dela. -*Eu

-Então... -*Suga

-O pai dela morreu no dia do seu aniversário. Desde então ela não comemora, só chora a perda do pai. -*Eu

-Eu não acredito. -*Jin

-É por isso que eu quero ir na casa dela, para ao menos tentar confortar pela. Eu preciso ir. -*Eu

-Não Tae... -*Jin

-O quê? -*Eu

-Mais do que nunca ela precisa de espaço. Ela precisa ficar sozinha. Não vá. -*Jin

-Mas eu... Ela precisa... -*Eu

No fundo eu sabia que ele tinha razão, sentei no sofá e coloquei meu rosto entre as mãos. Deixei como estava, não coloquei o pé para fora de casa.
Cinco dias haviam se passado e a minha aflição só aumentou, eu não aguentava mais, fui na falar com Jin-hyung, ele estava fazendo o café da manhã.

-Hyung eu não aguento mais esperar. Meus cabelos de laranjas estão ficando brancos de tanta preocupação. -*Eu

-Eu também estou preocupado. Chame o restante dos meninos, nós vamos para a casa dela agora. -*Jin

Fiz o que ele havia pedido e peguei as chaves do carro. Em alguns minutos nós todos estávamos na casa dela. Subimos a escada e chegamos a segunda porta. Comecei a bater na porta a chamando, girei a maçaneta mas estava trancada. Todos começaram a chama-lá e a bater na porta mas sem resultado. Tive uma idéia. Pedi a todos para se afastarem, tomei distância e corri em direção a porta jogando meu corpo sobre a mesma. Não funcionou, na segunda tentativa a porta foi ao chão e nós entramos. Cada um foi para um cômodo a procurar. Depois de alguns minutos sem sucesso eu já estava enlouquecendo.

-Algum de vocês conseguiu? -*Eu

-Ela não está aqui. Nós já procuramos em todos os lugares, sala, quarto, cozinha, varanda... -*Jungkook

Cozinha? Claro! Caminhei em passos largos até a dispensa, girei a maçaneta mas estava trancada. Dei um chute com toda a minha força na porta e a mesma abriu. Entrei, estava um pouco escuro mas eu conseguia ver por causa da Luz da cozinha. Olhei mais e a encontrei desacordada. A peguei no colo a colocando no sofá. Olhei bem para o seu rosto, ela estava dormindo tranquilamente mas seus olhos estavam inchados, ela deve ter chorado até pegar no sono. Me ajoelhei ao lado do sofá e a acordei. Ela abriu os olhos lentamente.

-Tae? -*Hyun

A abracei o mais forte que consegui.

-Tae eu preciso respirar. -*Hyun
-Sai de cima dela Taehyung! -*Jimin

Eu nem havia percebido que eu estava por cima dela. Sai de cima e me sentei ao seu lado.

-Ok noona você vai nos contar o por quê que você estava trancada na dispensa? -*Jungkook

-Eu não sei se vocês me entenderiam. -*Hyun

-Vamos Hyun, fale de uma vez. E diga a verdade. -*Suga

-Bom é, eu estava me castigando por uma coisa que eu fiz. Essa dispensa me assusta e é isso que mais me atrai. -*Hyun

-Você está louca? -*Jimin

-Não Jimin, Eu estou perfeitamente bem, tirando o fato que hoje foi o dia que meu pai morreu e eu estou mal... -*Hyun

-Por que você não nos conta? -*Namjoon

Ela abraçou os joelhos e começou a falar.

-No dia do meu aniversário de oito anos, a minha mãe havia saído para comprar os ingredientes do bolo que ela iria fazer para mim. Ficamos eu e o meu pai em casa. Nós escutamos alguém tentar abrir a porta, tínhamos a certeza que não era minha mãe, se fosse, ela teria aberto a porta com a sua chave. Meu pai me pediu para entrar na dispensa, eu assim fiz. Eu não vi direito o que estava acontecendo, só vi o meu pai lutando com um homem. Esse homem estava com uma faca, meu pai tentava ao máximo desviar das investidas do homem, mas ele acabou... Sendo esfaqueado. -*Hyun

Vi lágrimas caindo pelo rosto dela, senti um aperto no coração por ver ela daquele jeito.

-Quando eu vi meu pai ser esfaqueado e cair morto, eu praticamente perdi o chão. Eu olhei a minha volta e achei o faqueiro de prata da minha mãe. Peguei a maior faca que tinha. O homem estava de costas para mim, abri a porta lentamente para não ter barulho. Cheguei perto dele e cravei a faca em suas costas. Ele se contorcia de dor, retirei a faca e cravei em sua carne outra vez, e de novo e de novo. Aquilo por algum motivo me satisfazia. Depois que eu parei de esfaqueá-lo, eu percebi que meu corpo estaca coberto pelo sangue dele. Eu paralisei e comecei a chorar. Eu me aproximei do corpo do meu pai e o abracei, eu continuava chorando, até que eu desmaiei. Acordei em uma maca de hospital, no quarto havia um homem que eu não conhecia, ele se apresentou como delegado. Ele me pediu para contar toda a história e eu contei. Ele depois de ouvir tudo, agradeceu e saiu do quarto. Ele conversava com minha mãe, eu conseguia o escutar bem. Ele disse que eu tive um forte surto por ver meu pai morto, nenhuma criança em sã consciência faria algo assim e ele deixaria o ocorrido passar. -*Hyun

Ela respirou fundo e nos olhou. Todos nós estávamos pasmos com a história.

-Hyun eu sinto muito, eu não deveria ter feito você lembrar dessa história. -*Namjoon

-Tudo bem Nam, você não sabia agora vocês poderiam ir embora? Eu quero voltar para a dispensa. -*Hyun

Ela se levantou dando as costas para nós, e antes dela conseguir dar um passo, o Yoongi-hyung a segura pelo braço a fazendo voltar.

-Não você não vai voltar para aquela dispensa! Você quer voltar para lá para se torturar é isso? -*Suga

-Não eu... -*Hyun

-Quieta você não vai falar nada. -*Suga

Pelo visto o Yoongi-hyung vai dar uma lição de moral na Hyun, ele está irritado e não vai medir as palavras para fazer isso. O hyung não se irrita fácil, e nem costuma nos dar lição de moral. Ele deixa isso para Jin e Namjoon. Mas quando merecemos ele não mede esforços.

-Você tem noção da idiotice que está fazendo Hyun? Se punir por ter matado o assassinato do seu pai não é certo! Você fez um favor para todos, se você não o matasse, ele provavelmente te mataria. Se torturar por isso é extremamente errado! -*Suga

-Não Yoongi eu... -*Hyun

-Eu já disse para você ficar quieta. Você já se olhou no espelho Hyun? Você está magra! Eu aposto que você não está se alimentando direito. Você tem noção do que é não consegui dormir, preocupado com uma pessoa que sequer liga para dar notícias?! -*Suga

-Desculpe. -*Hyun

Ela falou chorosa, eu não a culpo de chorar, o hyung é sempre severo com suas lições. Jin se ajoelhou ao lado dela.

-Você precisa ir ao médico, vamos? -*Jin

-Não omma! -*Hyun

Ela colocou suas pernas por cima das minhas, deitou-se é virou de costas para nós.

-A você vai sim! -*Suga

Ele a segurou no colo, a colocando no ombro.

-Yoongi me solta! Me ajuda algum de vocês! Tae! Jimin! Hobi! Jungkook! -*Hyun

-Esqueça Hyun, nenhum deles vai te ajudar. -*Suga

-Ei por que minha porta está no chão?! -*Hyun

-Longa história noona. -*Jungkook

Ele a colocou sentada na poltrona do carro, ela não parava de se mexer para fugir, o hyung colocou o cinto nela.

-Já chega Hyun! Pare de agir como uma criança! -*Suga

-Mas Suga, médico quer dizer agulhas e eu as odeio! -*Hyun

Ela começou s chorar realmente como uma criança.

-Não se preocupe, não vai ter nenhuma agulha. -*Suga

-Promete? -*Hyun

-Prometo. -*Suga

Ele a abraçou. Eu gosto de como os hyungs se importam com a Hyun, quando eles se abraçam, eu sinto vontade de leva-la para longe de tudo e de todos só para tê-la só para mim. Sentei ao lado dela, a puxei para mais perto, fazendo sua cabeça descansar em meu ombro, enquanto eu fazia carinho em seu rosto. Em alguns minutos chegamos ao consultório médico, nos sentamos nas cadeiras de espera. Jin foi falar com a moça da recepção. Como sempre aparecemos nesse consultório para consultas de rotina, não foi difícil para ele marcar uma consulta para ela. Em vinte minutos o médico apareceu.

-Ryu Hyun? -*Médico

-Sou eu. -*Hyun

-Me acompanhe por favor. -*Médico

-Posso levar algum acompanhante? -*Hyun

-Claro mas só um. -*Médico

-Jin você poderia... -*Hyun

-É claro que sim! -*Jin

Os dois seguiram o médico saindo do meu campo de visão. Vários minutos se passaram, por que tanta demora? Mal terminei meu pensamento, vejo os dois vindo na nossa direção, ela estava estranhamente vermelha.

-E então? -*Eu

-Ela está bem, só precisa comer alguma coisa. -*Jin

-Que bom. -*Eu

-Ei noona por que você está com o rosto vermelho? -*Jungkook

-Eu estou com vergonha. -*Hyun

-De nós? -*Jungkook

-Não do médico. Ele me pediu para deitar numa maca, depois que eu deitei, ele... Ele levantou... Minha blusa. -*Hyun

-Como é?! Esse médico vai se ver comigo! -*Eu

-Espera Tae! Não foi desse jeito que você está pensando, eu estava lá lembra? Ele pediu para que ela deitasse, para ele fazer um ultra-som nela. -*Jin

-Ultra-som? Você está grávida Hyun? -*Hoseok

-É claro que não seu idiota! -*Eu

-Ultra-sons não servem só para saber da gravidez, ele também servem para ver como o estômago da pessoa está. Eu acho. -*Jin

-A bom que susto. O Até iria quebrar a cara do médico mesmo ele sendo inocente. Hahahahaha. -*Jungkook

-Cala boca idiota. -*Eu

-Vamos embora. -*Hyun

Nos viramos para ir embora e antes que pudéssemos sair, o médico não impediu.

-Hyun espere! -*Médico

-Algum problema doutor? -*Jin

-Sim, eu cometi um erro por favor me desculpem. Eu esqueci de perguntar se você já tomou a vacina dos vinte anos. Ela é importante. Você tomou? -*Médico

-Sim! -*Hyun

-Não! -*Suga

-Sim ou não? -*Médico

-Não, ela mente. -*Suga

-Para a sua sorte nos temos a vacina no consultório Hyun. Me acompanhe por favor. -*Médico

Ela estava paralisada olhando para o médico, do nada ela começou a correr. Ela não disse que não gostava de agulhas? Ah não! Corri atrás dela, mas ela já havia saído do meu campo de visão, onde ela pode estar? Pensei um pouco, depois de ver a placa de banheiro feminino me veio uma idéia, pode ser o lugar mais previsível e talvez ela não esteja lá, mas eu preciso tentar. Passei pela porta, e como não ouvi nenhum grito, deduzi que estava tudo bem. Estava tudo quieto, muito quieto, ouço um barulho. Ela está aqui. Tranco a porta e olho cuidadosamente cada boxer. Só faltava um, ela está nesse. Abri a porta devagar e a vi. Pela estava sentada na tampa do vaso segurando os joelhos.

-No banheiro Hyun sério? Você poderia ter sido mais criativa. -*Eu

-Eu esqueci que você não se importa em entrar no banheiro feminino. Tae eu não vou, por favor mão. Injeção quer dizer sangue, não por favor. -*Hyun

Ela estava muito nervosa, como acalma-la? Claro! A peguei no colo, a colocando na bancada da pia, me coloquei entre suas pernas.

-O que está fazendo? -*Hyun

-Shhh... -*Eu

Coloquei a mão em sua bochecha, a fazendo deslizar até seu cabelo, comecei a fazer carinho ali mesmo, ela fechou os olhos. Distribuí beijos por todo o seu pescoço, a sua respiração voltou ao normal, só seus batimentos que estavam mais acelerados que o normal.

-Espera, e se alguém entrar aqui? -*Hyun

-Não se preocupe, eu tranquei a porta. -*Eu

-Que errado e se alguém precisar vi e aqui urgentemente? -*Hyun

-A culpa é toda sua. -*Eu

-Que mentira Taehyung! -*Hyun

A puxei bruscamente contra meu corpo.

-Dá pra você calar a boca e deixar eu te beijar? -*Eu

Ela não falou nada, só me olhou intensamente, eu entendi aquilo como um convite. A beijei, e a velocidade dos batimentos cardíacos dela aumentaram novamente. Eu estava com tanta saudade desde lábios, eu os sugava com vontade, ela em protesto, apertou meus ombros. Nossas línguas se encontrando, isso é realmente bom. Estou viciado no beijo dela. Ouvimos batidas na porta e eu bufei alto. A desci da bancada e abri a porta, era Maya a recepcionista.

-Sr. Taehyung? -*Maya

-Maya! -*Eu

-O que está fazendo no banheiro feminino senhor? -*Maya

-Capturando uma fugitiva. -*Eu

Dei espaço para ela ver a Hyun.

-Eu vou indo Maya. -*Eu

-Até mais Sr. Taehyung. -*Maya

Eu e a Hyun saímos do banheiro, nós estávamos andando pelo corredor, olhei para ela e ela parecia cabisbaixa.

-Algum problema? -*Eu

-Posso fazer duas perguntas? -*Hyun

-Até três se você quiser. -*Eu

-Por que ela te chamou de senhor? E você sempre entrou em banheiros femininos? Se disser que sim, está explicado o porquê que você entra. -*Hyun

-Bom ham, a primeira pergunta: Ela me chama de senhor, porque é dessa forma que ela trata as pessoas que vêem aqui. E a segunda pergunta: Eu nunca entrei em banheiros femininos, entrei por sua causa. Mas porquê que você está me perguntando essas coisas? -*Eu

-É que... Depois que eu vi você e a Maya se olhando, eu imaginei que... A deixa pra lá! -*Hyun

-Hyun me fala. -*Eu

-Não é nada. -*Hyun

-Não vem com essa! Me conta logo! -*Eu

-Você já levou ela pra aquele banheiro não foi? Claro que sim, vocês dois parecem ser tão próximos... -*Hyun

-É claro que não! Que história é essa? Eu não a levei para canto algum, nós só parecemos próximos. Eu faço isso com todo mundo, geralmente as pessoas ficam tensas quando falam comigo por eu ser um cantor, então eu falo com todos o mais próximo possível para não se sentirem mal. -*Eu

Ela permaneceu em silêncio, o que fez pensar tudo isso? Levantei o queixo dela para olhar bem em seus olhos.

-Eu nunca beijei alguém no banheiro se você quer saber. Exceto por você. E só você. -*Eu

Lhe dei um selinho.

-Tae alguém pode nos ver. -*Hyun

Ela não gostava de beijar em público, ela sente vergonha. Então sempre que saímos juntos, eu procuro algum local bem reservado e tomo os seus lábios.

-Ei quer voltar para o banheiro? -*Eu

-O quê? Não! -*Hyun

-Se não quiser que eu te beije aqui, você vai ter que aceitar voltar para o banheiro. -*Eu

-Eu não vou para lugar nenhum! -*Hyun

-Você que escolheu assim. -*Eu

A puxei pela cintura e antes que eu pudesse a beijar, ela vira o rosto.

-Aqui não, por favor. -*Hyun

-Ahh! Ta bem. Mas antes... -*Eu

Lhe dei um longo selinho, sugando um pouco seus lábios.

-Vamos. -*Eu

Chegamos perto dos hyungs.

-Finalmente! -*Suga

-Pela sua boca vermelha Hyun, o Tae te convenceu certo? -*Jimin

-Não! -*Hyun

-Claro que eu te convenci! Vamos doutor eu vou acompanhar ela. -*Eu

Segurei na mão dela e nós acompanhamos o doutor. Nós entramos em uma sala, a Hyun sentou na cama que havia lá. O doutor pegou a seringa e ela apertou forte a minha mão. Antes do doutor injetar a injeção, eu a beijei. A tensão dela foi toda embora, ela não apertava mais a minha mão, ela só segurava. Quando paramos o beijo, eu olhei em volta, o médico não estava mais na sala.

-Ele foi embora? -*Hyun

-Ao que parece sim. Mas ele injetou a injeção em você, olha seu braço. -*Eu

-É mesmo eu nem senti. -*Hyun

-Viu não foi tão ruim assim. -*Eu

Me coloquei entre suas pernas segurando sua cintura.

-Agora que estamos sozinhos, podemos nos beijar certo? -*Eu

-Certo. -*Hyun

Ela sorriu, colocando os braços em volta do meu pescoço. Ela é tão linda, eu tive sorte de encontra-lá. Nos beijamos calmamente, eu passava as mãos por seus cabelos, rosto, pescoço, cintura, coxas. Estava tudo muito bom, mas eu senti que precisava melhorar. A deitei na cama e subi em cima dela. Ela ficou assustada, mas quando eu a beijei calmente, ela se entregou por completo no beijo. Eu sugava cada vez mais os seus lábios, eu os desejava tanto. Eu estava passando os dedos delicadamente pela pele dela, a mesma arrepiava com tal ato. Levantei em pouco sua blusa na altura de seu umbigo, ela baixou sua blusa novamente na mesma hora.

-O que você está fazendo? Nós estamos em um consultório médico, você não tem vergonha?! -*Hyun

-Não! Nós estamos sozinhos aqui, eu não tenho motivos para está com vergonha. Onde estávamos? -*Eu

Ouvimos batidas na porta.

-Hyun? Tae? Vocês estão aí? -*Jin

Saí de cima dela e fui abrir a porta.

-Jin! O que foi? -*Eu

-Vocês estavam demorando, eu procurei o médico e ele me disse que vocês estariam aqui. -*Jin

-A Hyun teve uma pequena tontura depois que tomou a vacina, eu pedi que ela deitasse um pouco para ela melhorar. -*Eu

-Entendo. Está melhor Hyun? -*Jin

-Sim. -*Hyun

-Então vamos embora. Nós vamos almoçar. -*Jin

Nós saímos da sala indo de encontro com os hyungs e depois indo embora. Fomos para um restaurante, comemos e fomos para casa.

-Por que vocês não me deixaram em casa? -*Hyun

-Sua porta está quebrada lembra? -*Hoseok

-É mesmo! Como isso, aconteceu?! -*Hyun

-Não olhe para mim, a culpa é toda do Tae! -*Hoseok

-O que você estava pensando? -*Hyun

-Eu estava desesperado ta legal? Eu fiz a primeira coisa que me veio a cabeça. -*Eu

-E é por isso que você irá dormir aqui hoje. Eu já liguei para o carpinteiro, mas ele só poderá concertar sua porta amanhã de manhã. -*Namjoon

-Mas é as minhas roupas? -*Hyun

-Você deixou algumas aqui, não se preocupe. -*Jin

Ela se aproximou do ouvido do Jin.

-Mas e as minhas roupas de baixo, eu preciso delas entende? -*Hyun

Ela cochixou para Jin e eu escutei muito bem.

-Você também deixou umas aqui. -*Jin

-O quê? Quais? -*Hyun

-Duas calcinhas e um sutiã. -*Jin

-Como eu pude esquecer elas assim? -*Hyun

-Na verdade você não as esqueceu, eu as peguei para ocasiões como essa. -*Jin

-Nossa Jin! -*Hyun

Eles pararam de falar e ela foi tomar banho. Alguns minutos depois ela voltou para a sala, conversamos por algum tempo. Anoiteceu, Jungkook do nada da um pulo e cara de que lembrou de algo.

-Hoje não é o seu aniversário Hyun? Você não quer comemorar? -*Jungkook

-Não kookie eu não quero.  Eu não posso comemorar a morte do meu pai. Eu não consigo, não há nada que vá me ajudar a esquecer. -*Hyun

-Esquecer não, mas superar sim. -*Namjoon

-No que você está pensando querido? -*Jin

-Terapia. -*Namjoon

-É uma ótima idéia! O que você acha Hyun? -*Jin

-Vai me ajudar? -*Hyun

-Claro, mas só se você quiser superar tudo o que passou. -*Jin

-Eu quero é muito importante para mim. -*Hyun

-Amanhã mesmo irei falar com o manage sobre o assunto. -*Namjoon

-Obrigado Mon. -*Hyun

-Ta bem. Eu estou com sono Hyun, vai agora comigo ou vai depois? -*Eu

-Vou agora, mas antes Eu preciso trocar de roupa. -*Hyun

-Ok. -*Eu

Fui para o quarto e ela para o banheiro. Juntei as camas, troquei os lençóis e deixe-me na cama a esperando. Escutei os passos dela se aproximando da cama, ela me deu um selinho e deitou-se ao meu lado. Subi em cima dela.

-Pensou que eu tinha esquecido do consultório? -*Eu

-É eu pensei. -*Hyun

Nós dois sorrimos e eu a beijei.

-Por favor não me digam que vocês irão fazer barulhos grotescos? -*Suga

-Você não tem uma música para fazer hyung? -*Eu

-Tenho, mas hoje eu vou dar uma pausa. -*Suga

-Mereço. -*Eu

Dei nela um selinho, sai de cima do seu corpo e a abracei para dormimos.


Notas Finais


:)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...