História Me Ame SENPAI!! - Capítulo 3


Escrita por: ~, ~FujoshiGirl e ~Im_a_usagi

Postado
Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Personagens Afuro Terumi (Aphrodi), Atsuya Fubuki, Endou Mamoru, Fideo Ardena, Fudou Akio, Fuyuka Kudou, Genda "Genou" Koujirou, Haruna Otonashi, Hijikata Raiden, Ichinose Kazuya, Kabeyama Heigorou, Kazemaru Ichirouta, Kia Hiroto, Kidou Yuuto, Kogure Yuuya, Midorikawa Ryuuji, Nagumo Haruya (Burn), Natsumi Endo, Personagens Originais, Shirou Fubuki, Shuuya Goenji, Someoka Ryuugo, Suzuno Fuusuke, Tachimukai Yuuki, Tsunami Jousuke, Utsunomiya Toramaru
Tags Midorikawa X Hiroto, Suzuno X Nagumo
Exibições 27
Palavras 1.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Me superei no título!

Boa leitura Tortinhas de Morango.

Capítulo 3 - O Ser Sem Nome Tem Nome


→Fubuki←

— Err... Você poderia me dizer o seu nome? Até agora eu não sei qual é… — Ela pareceu um pouco surpresa, e abaixou a cabeça, eu logo ouvi um murmuro.— Desculpe, o que disse?

— Meu nome é Cherry… — Ela começou a fitar o chão. — Cherry Pinborough, mas eu não gosto muito desse nome. — Ela parecia um pouco triste, mais uma das minhas fraquezas, não gosto de ver nenhuma garota triste.

“Fala logo que garotas são sua fraqueza, Shirou.”

— Eu gosto do nome Cherry. — Eu estava calmo por fora, mas por dentro, eu queria dizer: NÃO FICA TRISTE, POR FAVOR! NÃO SEI O QUE FAZER QUANDO UMA GAROTA TÁ TRISTE!

“Dá chocolate, ué.”

Nunca pensei nisso…

— Sério?! — Eu acenei positivamente com a cabeça, e logo ela estava me abraçando de novo.

— Olha que fofos! — Uma voz me fez olhar para todos os lados, encontrando Hiroto com um sorriso meigo vindo até nós, tropeçando um pouco por culpa da saia que estava vestindo –que era cor ciano, uma cor que combina com ele.–, e ficou nos olhando como se fôssemos bichinhos de pelúcia.

— Hiroto? Como você veio parar aqui? — Perguntei um pouco confuso, o Hiroto sempre chega atrasado já que a casa dele é lá nos cafundó do universo.

— Estamos na Raimon, estavam tão ocupados se agarrando que nem perceberam. — Midorikawa falou brotando do chão.

— Na... Não era isso que estávamos fazendo! — Falei um pouco envergonhado.

“Mas, bem que poderia fazer!”

Calada!

— A ocasião faz o ladrão. — Midorikawa falou um de seus provérbios.

— Que ladrão? — Cherry falou um pouco perdida, e apertando mais o abraço, sim, ela está me abraçando até agora!

— É um provérbio. — Hiroto falou abraçando o Midorikawa.

“Outro que nunca vai sair de um abraço…”

— O que é um provérbio? — Ela falou sorrindo.

— Bem-

Midorikawa foi interrompido pelo sinal que indicava o começo das aulas.

— Vamos, daqui a pouco a nossa professora chega, e você sabe que hoje a Dibelurdes vai até a nossa sala, pra escolher o novo escravo, ela é um demônio! — Hiroto falou, mais pro Mido-kun do que pra todos.

— Todos temos uma professora demônio, eu tinha uma na escola de balé que... A ESCOLA! EU TO ATRASADA! TCHAU SHIROU-SENPAI, TCHAU PESSOAS LEGAIS QUE EU ESQUECI O NOME! — Ela falou se soltando de mim, e correndo –supostamente– pra Diamond.

— É melhor nós entrarmos logo, vamos Mido-kun, você também Fubuki-kun. — Midorikawa falou entrando na escola, com Hiroto ainda o abraçando –não sei como eles entraram daquele jeito, mas entraram–.

— Gostei das marias-chiquinhas, Fubuki-kun. — Hiroto falou sorrindo e apertando mais o abraço.

— E eu gostei da saia. — Falei na tentativa de irritá-lo.

— Obrigado, comprei ontem. — Ele falou dando um sorriso gentil.

— Hiroto, o abraço tá legal, mas, tem como me largar, pra eu poder trocar os sapatos? — Mido-kun falou, ele parecia estar um pouco roxo.

— Não. — Hiroto falou deitando sua cabeça no ombro do Mido-kun.

“Falei que ele não iria sair do abraço.”

Pois é. Você não parece ser  tão irritante quanto antes.

“Aliás, quando VOCÊ vai abraçar a Cherry, e dar um beijo nela?”

Deixa pra lá…

(…)

— Um homem estava caminhando por uma floresta, sua cabeça estava uma completa confusão, quando se depara com três portas: uma trancada, uma entreaberta, e outra aberta. Se estivesse no lugar dele, qual porta escolheria? — Eli-sensei falou apontando para Kazemaru.

— A porta fechada. — Kazemaru respondeu sem nem pensar.

— E você, Fuusuke? — Ela falou dando um sorriso meigo.

— Fechada. — Frio como sempre.

— Haruya? — Ela direcionou seus olhos á Nagumo que estava participando de uma guerra de bola de papel.

— TOMA ESSA! — Ele pareceu ver que Eli-sensei estava olhando pra ele. — Quer dizer... Presente Eli-sensei.

— Tolo! Ela quer saber sua opinião sobre as portas! — Suzuno falou com um olhar de tédio –eu acho– e sua voz gélida de sempre.

— Que portas? — Ele falou com uma mistura de confusão e tédio.

Suzuno iria falar alguma coisa porém foi interrompido pela professora.

— Pode deixar que eu explico, sr. Fuusuke. Há três portas: uma fechada, outra entreaberta, e outra aberta, qual você escolhe abrir? — Eli-sensei falou cruzando os braços e o olhando com um olhar paciente.

— Atá, essa é fácil, á… Aberta! É á certa não é? — Ele parecia um pouco inseguro quanto a sua resposta.

— Não á certo ou errado nesse teste. — Ela explicou calma. — E você sr. Fubuki?

Me surpreendi com ela perguntando a mim, ela normalmente pergunta apenas 3 pessoas, e explica o motivo do teste.

— Bem, a porta entreaberta. — Ela acenou positivamente com a cabeça.

— ESSA ERA A RESPOSTA CERTA? — Nagumo gritou se levantando da cadeira.

— Não. Tem. Resposta. Certa. — Suzuno falou com um tom de irritação na voz, e Nagumo logo se sentou

Eli-sensei deu um pequena risadinha, enquanto todos tentávamos entender o motivo do riso.

— Eli-sensei, o que tem dentro das portas? — Midorikawa falou com Hiroto ainda o abraçando.

“Ele realmente nunca vai sair do abraço.”

— Simples-

Ela foi cortada pelo sinal, que indicava que era hora da Dibelurdes entrar na sala, e escolher um garoto pra ser seu escravo pelo resto do mês.

— Oi, amorzinhos. — Dibelurdes falou entrando na sala e se sentando na mesa, ela quase quebrou, mas vamos esquecer esse detalhe.

— DIBELURDES SUA LINDA, MARAVILHOSA!! — Algumas pessoas da turma falaram pra não ter que ser seu escravo pro resto do mês.

— Miga, amei teu batom. — Aki falou fingindo que gosta dela.

— Obrigada, ele é Matte. — Ela falou levantando e fazendo pose. — Agora, qual de vocês terá á grande honra de ficar um mês comigo?! — Ela falou e eu me escondi debaixo da mesa. — Que  tal você? — Ela apontou pro Mido-kun.

“Já perdi á conta de quantas vezes você falou Midorikawa, e Mido-kun!”

— Não, obrigada, estou muito bem aqui! — Ruuji-kun falou com tom de pavor na voz.

— Não seja tímido! — Ela falou indo até onde Midorikawa estava sentado e arrastando até a porta, e o Hiroto foi junto.

“Nossa, que grude!”

Pois é!

— SOCORRO!! — Ruuji-kun falou se agarrando na porta, mais logo acabou soltando pela força que Dibelurdes fazia pra ele ir com ela.

O sinal tocou mais uma vez, indicando que era hora do lanche, eu sai do local onde eu estava escondido, eu bati a cabeça, mas vamos esquecer esse detalhe. Fui em direção á porta, tentando imaginar o que o Ruuji-kun, e o Hiroto-kun, devem estar passando nas mãos da Dibelurdes.

— Sr. Fubuki posso falar com você um instante? — Eli-sensei falou, e eu senti toda a calma que eu tinha, se esvaziando, e dando lugar ao nervosismo.

— C-c-claro... — Me virei e vi que ela estava com um olhar sério.

— Não gostaria de sentar? — Estou bem aqui em pé, congelando de medo, obrigada!

— Não...— Eu estou com muito medo.

— Shirou… Eu posso lhe chamar assim? — Eu acenei positivamente com a cabeça.— Eu gostaria de te explicar sobre á porta que escolheu, foi á porta entreaberta, não foi? — Mais uma vez acenei positivamente com a cabeça. — Ela significa: cautela, cuidado, e qualquer outro sinônimo de cautela. Me contaram que você tem uma namorada, antes que pergunte, foi o sr. Kiyama ou Kira, eu realmente não sei qual o sobrenome daquele garoto... Mas enfim, sei que ela apareceu no fim de um jogo, dizendo que você era o Senpai dela, eu meio que, vasculhei todas as redes sociais dela, pois esse tipo de garota é sempre um pouco perigosa, mas ao que parece não tem nada de errado, pode ir, querido. — Ela falou sorrindo, e logo começou a dar risada.— Você ficou bem assustado, não é?! Pode ir, era só pra brincar mesmo.

Eu sai daquela sala o mais rápido possível, eu tenho certeza de que ela não é certa das idéias. No meio do caminho passei pela sala da Dibelurdes, olhei pelo vidro da porta, vendo Midorikawa e Hiroto fazendo massagem nos pés dela.
Sai de lá, e fui em direção ao refeitório, não costumo comer lá, apenas vou pra ficar perto do pessoal, e saber dos dias de treinamento.

(…)

Sai da escola, vendo que estava chovendo, suspirei, e abri o guarda-chuva, começando a andar devagar, eu estou realmente com muito tédio!

— SHIROU-SENPAI! — Olhei para todos os lados, logo vendo a Cherry correndo na minha direção, sem guarda-chuva aliás.

— Oh! Oi, Cherry. — Dei um pequeno sorriso, mas no fundo eu queria dizer: ME TIRA DESSE TÉDIO!

— Oi, como foi o dia sem mim?  — Nossa, que direta.

— Normal, vai ter uma prova semana que vem. — E uma professora te stalkeou.

— Eu posso te ajudar, afinal, já sou do segundo ano. — Ela falou dando um pequeno riso.

— Segundo ano? — Ela não pode ser do segundo ano, olha á altura dela! Tá, que eu sou apenas dois centímetros mais alto, mas... Olha a altura dela, e a aparência!

— Sim, parece que eu acabei de sair do fundamental, não é?! — Ela falou rindo, enquanto eu tentava entender tudo isso.

— Oferece a jaqueta. — Kazemaru sussurrou quando passou por nós.

— O quê? Oh! Toma, não quero que fique resfriada. — Falei pegando a jaqueta e dando pra ela.

Ela ficou sem se mover por alguns instantes, e um sorriso apareceu em seus lábios, ela pegou a jaqueta e vestiu rapidamente.
Ela ficou falando sobre coisas que me fizeram rir bastante, até que infelizmente chegamos na minha casa.

“Infelizmente, né…”

Calada!

Eu iria dar o guarda-chuva pra ela, até ouvir o barulho de uma trovoada, eu obviamente não fiquei com medo, apenas abracei a Cherry muito forte. MAS NÃO FOI MEDO, O.K?!

— T-tem como você… Ficar aqui por um tempo? — Falei e ela acenou positivamente com a cabeça, com um sorriso enorme.


Notas Finais


Eu não postei mais cedo, porque eu achei que já tinha postado, não sei como, mas eu achei... Eu sou bem idiota...


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