História Me and You, Forever. - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines, Mabel Pines, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines
Tags Ford, Gravity Falls, Misterios, Pines Family, Stan, Stan X Ford, Stancest
Exibições 81
Palavras 1.881
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olha eu aqui de novo! :D
Não tenho muito o que falar...qualquer erro me avisem, por favor!

Capítulo 3 - Coisas acontecem...


      _New Jersey, 10 anos depois_

Um novo dia, um novo começo. A vida dos dois gêmeos foi agitada, depois que entraram no ensino médio. De vez ou outra, conseguiam trabalhar em seu barco, para finalmente saírem pelo mundo. Se é que isso vai acontecer.

Bem, como eu já disse, e não canso de dizer: O futuro ainda não mostrou seu pior. E as coisas mudam. 

Stanford e Stanley se encontram nesse exato momento, indo para o novo colégio. Stan dirigia calmo e sereno, não muito animado. Ford estava ansioso, e com medo, a vida toda implicaram com seus seis dedos, o ensino médio pode ser o novo ponto para a humilhação. 

-Ei, 'ta tudo bem?-Stan pergunta ao irmão, percebendo as evidências de seu desespero.

-Ah, sim. Só estou pensando.-Respondeu, olhando fixamente para a janela, observando a paisagem passando rapidamente.-Afinal, não é todo dia que de repente, estamos com 17 e á caminho de uma escola nova, com gente nova...apelidos novos.

Stanley o olhou tristemente, sabia de tudo que Ford passou quando eram mais novos. Existia um grupo de garotos retardados, sem nada pra fazer da vida, atormentavam outros meninos, principalmente Stanford. Stan lembra que sempre tentavam o defender, mesmo levando bronca de seus pais. 

-Olha, não há motivo pra você ficar assim, eu ainda estou aqui, não é? Seja lá o que acontecer, vou estar lá pra te proteger.-Stan termina a frase dando um leve soco no ombro de Ford.

-Heh, obrigado Lee. É, talvez...talvez não seja tão ruim.-Ford sorriu, um pouco melhor.-Mas eu ainda estou com medo.

-Yeesh, parece que chegamos. Segura as pontas aí.-O Pines tenta ser cauteloso, mas essa não é a palavra que define Stan Pines. 

Acidentalmente, ele bate em um carro á frente, e consegue estacionar muito errado na vaga. 

-Oh não, Stan. 

-Heheh, deve ter sido nada demais...

-Sim sim, pelo fato de você quase atropelar um pedestre?

-Pffft, ele que ficou na frente, deveria ser mais atento.-Stan faz uma cara emburrada, parecendo uma criança, o que faz Ford deixar escapar uma risada. Acha muito fofo o jeito infantil de seu irmão, corou com o pensamento, balançando a cabeça para espanta-lo. 

-É...vamos entrando, não é mesmo?-Ford disse rapidamente, suando um pouco pela multidão de gente que entrava na escola.

Stan segurou seu ombro, lhe dando um sorriso acolhedor. Stanford suspirou pesadamente, mas retribuiu.

                       ****

Dias se passaram, Ford ficava cada vez mais acostumado com o ambiente escolar, enquanto Stanley só arrumava encrenca. O desempenho do Pines mais velho ia aumentando, recebeu vários prêmios no colégio, o que serviu de orgulho para sua família.

Stan agora, terminou com sua namorada, Carla McCorkle, por causa de um Hippie qualquer.  Ford não tinha tanta sorte na vida amorosa, se preocupava em conseguir estudar o bastante para passar de ano, ele e seu recente único amigo Fiddleford McGucket, um aluno muito dedicado, com certa experiência em fazer computadores.

                    ****

-Tudo bem alunos, vou explicar a nossa nova matéria novamente, porque parece que certos alunos não entenderam muito bem.-A professora exclama á todos, o que mais pareceu uma indireta.

-Argh, que beleza.-Stan resmunga, revirando os olhos, recebendo um olhar reprovador da professora.

-Pois bem, Sr.Pines. Quer pelo menos prestar atenção na aula, uma vez sequer?

-Não 'to afim, sabe? 

-Oras, mais uma de suas gracinhas, e você vai pra diretoria! Continuando, a matemática vai ser de muita utilidade para o futuro de vocês, e...

-Se alguém aqui tiver futuro com essas suas baboseiras.-Mais uma vez, Stan interrompe a maior, Ford acena não com a cabeça, gesticulando para ele parar.

-JÁ CHEGA! Stanley Pines, para a sala do diretor, imediatamente!-Exausta pela atitude do aluno, Stephane manda o delinqüente.-Sem reclamações! Vamos, agora!

O Pines bufa, se levantando para ir á direção pela décima vez desta semana. Stanford olha tristemente para o irmão, pensando em alguma coisa que poderia ajudar.

-Ahn...Senhorita Peterson! Quer que eu o acompanhe? Afinal, hahah, ele pode se desviar do caminho ou algo assim.-Disse a primeira coisa que lhe veio a mente, sorrindo forçado. 

A mulher arqueou uma sobrancelha, hesitando um pouco.

-Tudo bem..mas estou de olho em vocês.

Ford respirou aliviado, dando uma piscadela para Stan, fazendo-o corar com um sorriso. 

Os dois irmãos saíram da sala, Stanley ficou aliviado por sair daquele inferno.

-Puxa, v-valeu Poindexter. Achei que aquela bruxa iria me jogar uma praga com aqueles olhos...Urgh, não confio naquele olhar.

Ford riu, com toda certeza, Stan era mesmo adorável até com birra. Sem perceber, estava encarando seu irmão tempo demais, admirando seus olhos castanhos. Stan estranhou, estralou os dedos na frente de Stanford, o mesmo acordou de seu transe. 

-Yeesh Sixer, eu sei que sou lindo, mas isso é estranho até pra você.-Zombou, provocando Ford, deixando-o corado.

-Err...n-não é nada, e pare de ser convencido, idiota.-Empurrou levemente seu irmão, ainda corado e um pouco irritado. Stan só sorriu orgulhoso, rindo em seguida.

Finalmente, chegaram na tão "temida" sala do diretor.-Bem, chegamos. Lembre-se, qualquer coisa eu estou aqui, okay?

-'Ta bom, eu vou ficar de boa. -Por dentro, não estava na 'de boa, ter que ver o diretor não era a coisa mais suportável para o Pines. Ford mesmo assim, lhe afagou o cabelo, desejando boa sorte. 

Entrou lentamente no estabelecimento, dando de cara com o homem velho sentado na mesa, lhe observando superiormente.

-Ora ora, você de novo? Humpf, era de se esperar, Sr.Pines.-A voz irritante do diretor, foi uma coisa agonizante para os ouvidos de Stan. 

-Ta ta, foda-se. Só acabe com isso logo.

-Mais um linguajar destes, é suspensão. Sente-se.-O velho ordenou, num tom grave. 

Stanley apenas assentiu, obedecendo-o. Só queria que aquilo acabasse.

-Vou ser direto Pines, eu não gosto nenhum pouquinho de você.

-Uau, novidade. Como eu odiei você ter dito isso.-Disse sarcasticamente, com raiva. Ele sempre soube que o nojento não ia com a cara dele, nem se importava. Odiava tudo nessa escola. Parecia que só Ford prestava ali. Stanford era o único. O único que Stan confiava, e vice-versa.   

-E eu queria muito você sumido da minha vista. Mas já que sua pobre família não aguenta mais essas transferências, vou fazer esse favor para eles. Mais importante, pro seu irmão. 

Stanley sentiu um aperto no coração, como esse vagabundo teve coragem de pega-lo pelo lado pessoal? É muita cara de pau.

-Coitado do seu irmão. Um menino tão talentoso, sendo parente de alguém tão inútil. Você só sabe ser a sombra dele, vive por mentir e ter lixo pra limpar.

O homem caminhou envolta de Stan, com um sorriso maldoso.

-Porque não faz um favor para ele? Apagando-se dessa existência? Seria de grande alívio. Para todos.

Stan tentava suportar, não dava, seu cérebro gritava para ele revidar.

-Estive pensando. Você não vai ser ninguém nesta vida. Um nada. Porque quer continuar resistindo?

Resistência. Foi a palavra que ele nunca abandonava. Ela estava se rebelando contra Stan.

-Você. É. Só. Um. Garotinho. Indefeso. 

Faça algo Stan, saia daí... Volte para Ford.

-Quer que eu repita?-Sussurrou no ouvido de Stan, ainda sorrindo maldosamente.-Hein, garotinho indefeso?

O menor ficava mais e mais irritado, poderia correr dali. Mas seu corpo não obedecia.

-Eu sei de seus desejos Stan...e eu vou cumpri-los primeiro.

Como assim? Não bastava as palavras dolorosas. Precisava ter essa nova brecha.

-Eu de tudo que você sente pelo seu irmão...cuidado, eu posso chegar primeiro. 

Raiva. Ódio. Medo. Precisava sair. Precisava relaxar a mente. 

-Não vejo a hora de tocar naquele frágil corpo...ouvir seus ruídos...vamos ver o estrago que haverá.-Continuava sussurrando. 

Foi a gota da água.

Já deu. Aquela conversa passou dos limites. Rapidamente, Stan se levantou, com o sangue fervendo de raiva.-Escuta aqui, seu velhote de merda. Eu sei que já fiz cagada, MAS PORQUE VOCÊ SIMPLESMENTE FALA ISSO DIRETAMENTE PARA MIM? PORQUE NÃO CHAMA MEUS PAIS, E DIZ ISSO NA CARA DELES, HEIN? EU TO POUCO ME FODENDO PELO O QUE VOCÊ PENSA SOBRE MINHA PESSOA, MAS NUNCA...NUNCA COLOQUE MEU IRMÃO NA FRENTE DE MEUS PROBLEMAS PESSOAIS! ELE NÃO TEM CULPA SE EU SOU UM TAPADO, EU SOU O QUE SOU! E NINGUÉM VAI MUDAR ISSO. SEU...PEDÓFILO 

Literalmente, Stan explodiu, deixando algumas lágrimas caírem, limpando rapidamente, para não perder a postura. O diretor olhou com fúria, nunca tinha sido questionado por algum aluno sequer. Mal ele conhecia Stanley, um garoto de personalidade forte, que não deixa ninguém falar nada contra sua família. 

-Suspenso. Por duas semanas.-Falou sem mais nem menos friamente.

Derrotado, o Pines se retirou, furioso. Ford se levantou de uma das cadeiras, que ficavam do lado da porta.

-Então, como foi?-Perguntou curioso, bastou um olhar de Stan, para saber o quanto ele estava péssimo.-Lee...

Por instinto, Ford abraçou fortemente, tentando consolar seu gêmeo. Stan deixou escapar as lágrimas que insistiam cair desde da sua entrada naquela sala.

-Ei, não chore, Lee. Se acalme, eu estou aqui...eu estou aqui.-Ford alisava lentamente os cabelos castanhos de Stan, sentindo sua blusa molhada pelas lágrimas.

-Promete...promete que não vai me abandonar...?-Entre soluços, conseguiu pronunciar Stanley. Depois de uns anos, ele tem se tornado mais sensível que Ford, não sabia nem o motivo, mas preferia desse jeito. Assim, poderia tentar por um sorriso em seu rosto, o mesmo sorriso que lhe aquecia o coração. Sim, Ford poderia ainda ser frágil, mas Stan era carente, precisava de afeto. Ele tem sorte em ter Stanford ao seu lado.

Ford levantou a cabeça, limpou algumas lágrimas das bochechas de Stan, olhando gentilmente para o irmão.

-Prometo.

 

                            ****

-Ford, porque você não sai desses livros?-Stanley pergunta, super entediado, observando seu gêmeo concentrado num livro qualquer de Álgebra.-Eu  e você poderíamos...sei lá, sair. Eu pensei em irmos numa pizzaria hoje á noite. Poderia convidar seu amigo, Fiddlebucket. 

-Stan, eu tenho muitas coisas para fazer. Não posso sair hoje. Talvez outro dia.-Respondeu, voltando seu olhar para o livro. 

-Aaah, qual é? Só hoje, por favor! 

-Lee, deixe-me estudar. 

-Okay então, eu vou apelar.-Stan se aproximava de Ford estranhamente, soltou devagar seu livro. 

Num movimento rápido, Stan pegou Ford na posição em que, ele ficasse igual a de uma criança no cavalinho do pai.

-S-Stanley?! Mas que...!

-Se você não aceitar, eu te derrubo.

-O QUE? Stan! Me larga!-Stanford tentou se debater, falhando miseravelmente.

-Aceita!

-Não!

-Eu te avisei.-Stan devagarinho, começa a cair,  Ford entrou em alerta, tentando se apoiar em algo, o  que deu muito errado.

Os dois deram uma cambalhota, fazendo Stan ficar em cima de Ford, não foi uma posição muito apropriada. 

Estavam tão próximos, com só um movimento, poderiam selar seus lábios. Stan ficava ofegante, junto á um Ford corado. Um desejo insaciável de cumprir os pensamentos do mais velho, era inusitado. Até voltar á realidade.

-Você poderia...s-sair de cima de mi-mim...?

-OPA! C-Claro!-Stan levantou num pulo, constrangido com o que aconteceu. Encarou o chão por um tempo, porém Ford interrompeu seu minuto de silêncio.

-Okay...e-eu saio com você. Só deixe-me ir ao banheiro.-Ford disse, correndo para a porta, se retirando do quarto. 

Meio confuso, Stan se deitou na cama, observando o outro colchão acima dele, onde era o espaço de Ford. 

Lembrou da conversa entre o diretor.

Como ele não percebeu o olhar de peixe morto daquele velhote pra cima de Ford?

Terá que dobrar a guarda, precisava proteger seu irmão, á qualquer custo.

Ninguém nunca disse que, o mundo seria seguro. 

Ou que até a pessoa mais inesperada, poderia saber sobre seus sentimentos.

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Então...gostaram?
Que pensamentos são esses do Ford...? Num sei...ou eu sei...Heheh
OLHA SÓ, PARECE QUE NINGUÉM VAI GOSTAR DO Q EU COLOQUEI ALI!
Mas calma pessoal...nem tudo é o que parece...(mais pra frente, vcs vão entender o que isso quer dizer.)

Bem, até a próxima! Digam se eu estou conseguindo manter o contexto da história!
~beijos purpurinosos


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