História Me Apaixonei Pela Usurpadora. - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Akitoki Houjou, Ayame, Inu no Taishou, Inuyasha, Jaken, Kagome, Kagura, Kouga, Miroku, Naraku, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Youkai Satori
Exibições 235
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi amores <3
Boa leitura.

Capítulo 15 - Amor intenso.


Fanfic / Fanfiction Me Apaixonei Pela Usurpadora. - Capítulo 15 - Amor intenso.

Sesshoumaru On

Após o almoço, segui de novo para a fábrica. Porém, aquele sentimento de culpa, não me deixava em paz.

Assim que entrei em minha sala, vejo Kagura sentada, em minha mesa e, provocantemente, me mostrava suas pernas.

-O que faz aqui, Kagura?__Passei por ela e me sentei, sem lhe dá atenção.

Kagura: Ora! Só quis saber, como estava meu priminho querido.__Se levantou e veio ate mim, me dando um selinho.

-Kagura! Não faça mais isso.__A repreendi.

Kagura: Ai, como você esta estressado. Sempre nos cumprimentamos desta forma.__Revirou os olhos.

-Quero que fique claro que, eu não quero mais esse tipo de cumprimento. Você sabe que sou casado.__Fitava-a sério.

Kagura: Chato! Todo esse estresse, é por que sua amada esposa está deixando você sem sexo, é?__Passou a mão em meu peito__Sabe que estou aqui para lhe tirar do tédio.__Levou sua boca ate o meu ouvido.__Farei tudo, o que você quiser.__Disse provocante e chupou  meu lóbulo.

-Kagura! Se você veio aqui, pra falar asneiras, quero que vá embora. Estou lotado de coisa para resolver.__Peguei suas mãos e retirei do meu corpo, fazendo-a se afastar rapidamente de mim.

Kagura: Ai, que grosso!__Bufou.__Acho que vou voltar pra França, pois vejo que você nunca vai deixar essa mulherzinha sem sal.__Seu rosto demostrava uma leve careta de insatisfação.

-Isso!! Volte, é o melhor que você faz. E, quero que saiba que, nunca deixarei minha esposa sem "sal", pra ficar com você.

Kagura: Humf!! Você não sabe o que está perdendo...__Suspirou.__Então, adeus! Vou embora, amanhã mesmo.__Beijou meu rosto.__Mas, se ela lhe deixar, saiba que eu o espero de braços abertos.__Sorriu maliciosa e me deu um abraço forte.

-Se ela me deixar... Coisa que acho bem impossível de acontecer; talvez eu te procure.

Kagura: Convencido.

Minha prima me deu as costas, e saiu rebolando, me deixando finalmente, a sós.

Graças a deus que ela irá embora. Ela sabe que eu amo minha mulher, então por que fica me tentando, sabendo que nunca me renderei a ela? Se eu fosse um fraco, talvez já tivesse caído na sua lábia.

Kagura é bonita, mas não é o meu tipo. Confesso que, na adolescência, houve alguns envolvimentos entre nos dois, mas nada além de beijos.

As horas foram se passando e, quando acabei o expediente, segui para casa.

Entrei, e me deslumbrei com minha Rina, sentada no jardim, com as crianças.

Estava linda como sempre.

Segui de encontro até eles e, quando as crianças me viram, correram em minha direção. Peguei Shynari no colo e o Shynomaru pegou em minha mão.

-Oi, amor.__Beijei levemente, os lábios da minha esposa.

-Oi, querido.__Vejo um grande sorriso em seus lábios.

 Agora vejo que, ela voltou a ser a mesma Rina de antes.

-Vamos entrar? Vou tomar um banho para jantarmos.

-Claro querido.

Entramos um ao lado outro.

Entreguei Shynomaru e a Shynari para a babá, e em seguida subi mais a Rina para o quarto.

-Você esta bem, amor?__Rina me perguntou, enquanto sentava na cama.

-Estou. Mas, porque da pergunta?

-Parece pensativo.

-Não é nada, só estou cansado.__Peguei uma toalha.

-Se você diz, eu acredito.__Sorriu meiga para mim.

Já volto.__Dei um selinho nela e fui em direção ao banheiro.

Assim que entrei, retirei minha roupa e, me direcionei para o boxe.

Senti os músculos relaxarem em baixo da água morna.

Passei uma de minhas mãos, entre os cabelos, tentando me esquecer da culpa que, não me deixava em paz, porém, me sobressaltei quando senti um corpo, me abraçar por trás.

-R-Rina... O-O que faz aqui?__Pergunto surpreso.

-Vim tomar banho com você.__Sussurrou no meu ouvido.

-Amor...__Ela ficou de frente pra mim, e me abraçou novamente.

-Não posso?__Perguntou com a cabeça encostada em meu peito.

-Claro que pode amor.__Circulei sua cintura.

-Amor, você não está mais pensando naquilo, né?

-Rina... Eu estou me sentindo um canalha, eu machuquei você...__Suspirei.

-Sesshoumaru, pare de pensar isso. Você não é nenhum canalha.__Enlaçou meu pescoço.__Eu te amo.

Olhávamo-nos penetrantemente.

Aqueles olhos chocolates me hipnotizavam.

-Vou esquecer de vez sobre o que ocorreu, prometo.__Apertei seu corpo, ainda mais contra o meu.

-Sesshoumaru..__Me chamou manhosa.

-Hum?

-Quero que me ame de novo...__Falou corada.

-Tem certeza, amor?__Estava inseguro, por isso perguntei.

-Tenho. Eu quero senti-lo de novo.

-E, se, eu machuca-la de...__Fui interrompido.

-Sh! Amor, não pense nisso.__Falou com o dedo indicador nos meus lábios.

-Tudo bem, então. Se você quer, quem sou eu pra recusar?__Sorri malicioso e a suspendi, fazendo-a enlaçar suas pernas, em minha cintura.

Começamos a nos beijar. Era um beijo lento, onde nossas línguas se chocavam, me causando arrepios.

Meu membro, já se encontrava completamente duro.

-Ahn!__Ela gemeu, quando apertei sua cintura, fazendo-a sentir minha dureza, roçar entre suas nádegas.

-Te amo muito.__Sussurrei contra seus lábios.

-Eu também te amo, amor. Te amo muito.

Fechei a válvula do chuveiro, e segui com ela ate a cama.

Deitei-a na cama, ficando por cima do seu frágil corpo, e suas pernas continuavam enlaçadas, em minha cintura. Voltamos a nos beijar com um beijo ainda mais intenso.

Desci meus beijos para seu pescoço e passei a chupa-lo.

Minhas mãos apertavam suas coxas, enquanto as suas unhas apertavam as minhas costas.

Esfregávamos intimidade com intimidade, como se estivéssemos fazendo amor.

-Amor...__Gemeu manhosa.__Me faça... Sua...__Sua voz saía falha.

Rina repousou as pernas, na cama e foi onde direcionei meu membro, para sua entrada, e a penetrei delicadamente.

-Você me enlouquece, Rina.__Sentia a excitação tomar conta do meu corpo.

-Hum....__Ela gemeu novamente.

-Tudo bem, amor?__Perguntei ofegante e preocupado, achando que havia machucado ela.

-Estou... Continua amor... Isso é tão bom!__Sorri empolgado.

Me enterrei completamente dentro dela e, seu corpo arqueou, contra o meu.

-Ahhh...__Vejo-a morder os lábios.

Comecei a me movimentar lentamente, enquanto sentia nossos corpos queimar arduamente, do mais puro desejo e prazer que, estávamos sentindo e, proporcionando um ao outro.

-Amor... Mais rápido...__Me pediu suplicante.

-Tem... Certeza?__Perguntei, enquanto me movimentava.

-Te-tenho... Por favor...

Levantei suas mãos, para cima da sua cabeça e, passei a aumentar os movimentos.

-A-Ahhhh... Se-Sesshoumaru!__Que instigante ouvir meu nome sair da sua boca.

-hum!__Gemi rouco.

Gemíamos de acordo com o ritmo, do nosso ato de amor. Ficava completamente louco, tendo-a ali, completamente exposta e, vulnerável somente para mim.

-Amor! Mais! Quero mais...__Seu corpo se contorcia de prazer, por debaixo do meu.

Fui aumentando a intensidade do ato, fazendo-a gemer ainda mais alto e, isso me deixava completamente cheio de tesão.

Seus gemidos, ao pé do meu ouvido, me alucinavam.

Os minutos foram se passando...

Senti sua intimidade se contrair entorno do meu membro; o apertando e me fazendo gemer em seu ouvido. Com mais algumas estocadas fortes e fundas, ela gozou, gemendo meu nome e, logo, em seguida, me derramei intensamente, dentro dela, gemendo seu nome também.

Deitei minha cabeça em seu pescoço, estava completamente exausto.

Essa mulher saber esgotar as minhas energias.

-Sente-se bem?__Perguntei ofegante e suado, com a cabeça em seu pescoço.

-Maravilhosamente bem...__Me respondeu ofegante.

Fiquei dentro dela, enquanto recuperávamos o folego.

Minutos depois, me retirei de dentro dela, e nos cobri com o lençol, mas continuei por cima dela.

-Acho que só falta, nós dois pro jantar.__Ela disse, enquanto acariciava meu rosto.

-Podemos comer depois.__Depositei um beijo em seu pescoço.

Mas... Sobressaltamos, quando ouvimos a porta do quarto, se abrir.

Satori: AH!! M-Me d-desculpe.__Falou minha mãe.__Estávamos esperando vocês dois, para o jantar.__Disse, se virando de costas.

-Já vamos, mãe__Falei envergonhado.

Satori: D-Desculpe... M-Mas... A-A porta estava aberta e...

-Sem problemas, senhora Satori.__Respondeu Rina, supor corada.

Minha mãe saiu.

-Ai que vergonha, amor....__Colocou as mãos no rosto vermelho, pela vergonha e, em seguida escondeu o rosto em meu peito.

-Pensei que você tivesse trancado a porta.

-E-E-Eu...__Não a deixei falar, e a calei com um beijo.

-Não tem problema, assim ela aprende a bater da próxima vez.__Selei nossos lábios de novo.

-Não vou descer...__Falou corada.

-Ué! Por que não?__Arqueei a sobrancelha.

-Estou morrendo de vergonha.

-Você vai descer sim...__Me levante de cima dela.__Ou, eu mesmo a levo.__Falei a pegando no colo.__Do jeito que está aqui.__Sorri.

-Não!! Vamos nos vestir, então.

-Assim que eu gosto... Você nunca foi de sentir vergonha.__Digo sem pensar.

Nos vestimos e, logo seguimos para a sala do jantar. Rina estava muito vermelha pelo ocorrido, e quando olhávamos para a minha mãe, ficávamos envergonhados.

Jantamos todos em silencio, mas às vezes, minha mãe soltava algumas gargalhadas, fazendo-nos ficar sem graça, enquanto os outros que estavam à mesa, ficavam cada vez mais confusos.

Depois que acabamos, subimos para o quarto. Rina subiu rapidamente, pois estava morta de vergonha.

Sesshoumaru Off


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Bye. Sem previsões.


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