História Me Apaixonei pelo meu Sequestrador(NamJin) - Capítulo 51


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Got7
Personagens G-Dragon, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Namjin, Sequestro
Visualizações 361
Palavras 1.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 51 - O som da morte!


Fanfic / Fanfiction Me Apaixonei pelo meu Sequestrador(NamJin) - Capítulo 51 - O som da morte!

No capítulo anterior:

-Deu o que?-Perguntei histérico e corri até ela.

-Positivo!-Ela afirmou e eu peguei o teste da mão dela.

Entrei em choque


Olhei o teste e estava negativo.

Respirei fundo e a olhei.

-Quase me matou do coração! -Gritei.

Fiquei extremamente aliviado que era apenas um teste que Lu fez comigo.

-Quem não deve não teme! -Falou Lu cruzando os braços.

-Eu não devo nada. -Eu disse com cara de criança mimada.

-Então porque quase "morreu" do coração. -Falou Lu e fez ênfase com as mãos.

-Foi só uma expressão Lu! -Falei indo ao banheiro para jogar aquele teste no lixo.

-Uma expressão que deixou claro muita coisa... -Comentou.

Dei de ombros.

Lavei as mãos e me olhei no espelho. Um leve sorriso apareceu e finalmente fui almoçar.

Estava comendo enquanto Lu mais me encarava do que comia.

-O que foi? -Perguntei.

-Por que não me contou? -Exclamou Lu.

-Contei o que? -Me fiz de desentendido.

-Sobre você e o Namjoon já terem... Você sabe! -Disse Lu e eu neguei.

-Não fizemos na... -Lu me interrompeu.

-Eu te conheço! Não adianta mentir... -Lembrou Lu e eu soltei um suspiro.

-Nos amamos! -Afirmei.

-Eu sei. -Concordou. -Mas, infelizmente esse amor todo pode gerar uma criança indesejada no momento. -Explicou.

Concordei.

-Eu sei, só fizemos uma vez. -Expliquei.

Quando eu ia levar uma garfada para a boca.

-Aquela noite da festa do pijama né? -Perguntou Lu.

A olhei surpreso e apoiei o garfo no prato.

-Como você sabe? -Perguntei confessando.

Ela riu.

-Seokjin eu cuido de você desde que tinha cinco anos... Aprendi a ligar os fatos! -Explicou Lu e jogou uma piscadela para mim.

Eu ri.

-Você é pior do que eu... Fica ai fingindo que não sabe de nada enquanto sabe de tudo! -Comentei totalmente abismado.

Ela negou com a cabeça.

-Você não perguntou se eu sabia... Enquanto você, mente para as pessoas a sua volta sem pensar nas consequenciais! -Falou Lu dando lição de moral.

Revirei os olhos.

-Eu minto exatamente por pensar nas consequências! -Informei.

-Sei! -Comentou Lu e voltou a comer.

Eu não minto tanto assim, na verdade, quando digo isso estou mentido a mim mesmo... Ah, mas são mentiras em prol de algo que eu acredito. -Pensei enquanto acabava de almoçar.

Me sentei no sofá após escovar os dentes.

-Lu vamos! -Falei mexendo no celular.

-Já estou indo! -Gritou do banheiro.

-Ok! -Exclamei e aproveitei para tirar uma foto no celular para postar.

Saímos de casa e Lu me levou para a empresa.

-Eu volto ás dezoito horas! -Disse Lu enquanto eu sai do carro.

-Ok! Até mais tarde. -Falei e fechei a porta do carro.

Cumprimentei as recepcionistas e subi pelo elevador para minha sala.

Assim que me sentei e liguei o notebook.

Minha mãe começou a me ligar pelo Skype.

Atendi.

-Oi mãe! -Falei me esticando na cadeira.

-Oi querido! Eu preciso que você resolva um assunto urgente, alguém imprimiu uma nota fiscal com a data errada e é de um dos maiores compradores! Preciso que você peça ajuda da Alice para resolver isso. -Falou e eu concordei com a cabeça e então ela desligou.

Fiz caras e bocas de raiva antes de pegar o telefone.

Liguei para sala de Alice e pedi para que ela viesse até minha sala.

Alice com um cabelo curto e super estiloso e sua roupa totalmente vermelha vibrante entrou na minha sala com um enorme sorriso.

-Olá! -Falou.

-Oi. -Falei e até lancei um enorme sorriso. -Preciso da sua ajuda para resolver uma nota que deu errado... -Eu disse e ela caminhou até mim para me ajudar.

Foi um dia irritante e totalmente difícil na empresa. Os problemas não acabavam e até reunião com fornecedores tivemos. Tive que fechar uma parceria e escolher alguns modelos para a campanha do ano seguinte.

Lu chegou as dezoito horas mas eu ainda estava atolado de trabalho,então pedi para ela voltar mais tarde.

Trabalhei igual gente grande pena que minha mãe só via os defeitos.

Assim que cheguei em casa fui direto para meu quarto tomar um banho e relaxar.Porém logo levantei pois tinha que fazer as lições de casa e estudar para as provas do dia seguinte.

Jantei estudando, pois eu não tinha muito tempo.

Assim que li a última palavra da apostila de Biologia adormeci.

Os dias que se passaram continuaram corridos, eu mal tinha tempo de fazer exercício físico e muito menos de passar horas ao lado de Namjoon. Minha mãe, mudando os planos como sempre, decidiu que eu não iria mais para os E.U.A na sexta porque precisava de mim no Brasil. Jimin estava com fortes enjoos devido a gravidez e como ele não queria contar para ninguém, eu Kim Seokjin tive que acompanhá-lo no médico.

-Qual dos dois está gravido? Perguntou o médico nos olhando.

-Ele né meu filho! -Falei totalmente estressado e com pressa.

Jimin me deu um tapa no braço. Ainda bem que o medico levou na brincadeira e riu.

Na Quinta feira foi o dia mais tranquilo,e então eu consegui pelo menos assistir um filme com Namjoon em um cinema e dar alguns beijos na porta de casa.

-Te amo! -Ele falou antes de me soltar para eu entrar em casa.

Suspirei.

-Te amo!

Um sorriu para o outro e então eu entrei.

-Bem na hora! -Exclamou Lu indo em direção aos quartos.

Eu sorri mordendo os lábios.

Finalmente, um dia no qual eu pude me deitar e dormir feliz.

As semanas seguintes eu passei cuidando da empresa, escutando minha mãe reclamar, ajudando Jimin a esconder a gravidez e passando meus finais de semana tentando conciliar a matéria acumulada e a paixão que eu sentia pelo Namjoon, claro que, uma coisa não competia com a outra e por isso eu e Namjoon sempre estávamos nos beijando,e a matéria estava cada vez mais acumulada.

Meu pai finalmente me ligou e eu fiquei animado, pois estava morrendo de saudades.

-Oi pai! -Falei totalmente feliz, pois minha mãe disse que ele tinha melhorado.

-Oi filho! -Exclamou meu pai com uma voz fraca, de pessoa doente.

Nunca achei que escutar a voz de meu pai seria tão bom.

-Você está bem? -Perguntei já sabendo a resposta.

-Claro que estou! -Mentiu, pois estava nítido em sua voz que estava piorando. -E você como está?

-Estou bem pai! -Falei e suspirei.

Que droga,ele esta mal.

-Saiba que você está fazendo um ótimo trabalho na empresa! -Ele elogiou todo orgulhoso.

-Obrigada pai! -Agradeci.

-Eu te amo querido! -Afirmou.

-Eu também te amo pai! -Falei e uma lágrima escorreu de meu rosto.

Meu pai parou de falar, mas não desligou celular.

-Pai? -Chamei.

A única coisa pude escutar foi aquele barulhinho que todos nós tememos em hospitais. O som que quando soa nos filmes ou na vida real nos causa dor, medo e aflição! O som da morte.

-Pai! -Gritei. -Por favor pai me responde! -Eu implorei pelo telefone e ele não respondeu.

Logo uma gritaria entre enfermeiros e médicos surgiu.

-Não tem mais o que fazer! -Disse alguém.

-Falecido Kim Sook,morte ás quinze horas e dois minutos do dia dez de Outubro de dois mil e dezesseis.

Eu tirei o celular do ouvido e fiquei pasmo e sem reação até que caiu a ficha. Ele estava morto.

Apoiei o braço e a cabeça na mesa do escritório e chorei amargamente como nunca tinha chorado antes.

Meu pai nunca mais vai me responder, nunca mais vai me ligar e nunca mais vai me ver. Doí até a alma só de pensar que nunca mais conversarei com ele durante o café da manhã.

E doí não ter estado com ele durante seus últimos dias de vida.



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