História Me apaixonei por um cara - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Apenas Um Show
Personagens Eileen, Margaret, Mordecai, Rigby
Tags Apenas Um Show, By Riiuky, Colegial, Marlen, Morby, Pov Personagem, Yaoi
Exibições 303
Palavras 1.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hello!
Eu ri muito quando estava escrevendo esse capítulo. Não que ele seja engraçado, é que eu sou retardada. Ah, o próximo capítulo será o lemon, mas pode demorar um pouco pra sair, pois é difícil escrever isso.
Enfim, boa leitura e sorry pelos erros! c:

Capítulo 26 - XVI


Fanfic / Fanfiction Me apaixonei por um cara - Capítulo 26 - XVI

× Capítulo 26 — Típica quinta-feira ×

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30/03/2017 • Quinta-feira •

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   Se passaram três semanas desde o ocorrido com Rigby e Don. E nessas três semanas os dois superaram bem o que aconteceu.

   No domingo após tudo aquilo, a tia dele chegou em Lawrence e foi ver como os sobrinhos estavam, ficando horrorizada ao ver as marcas em Rigby e ouvir tudo que David fez com os dois. Depois eles foram até a delegacia e abriram um B.O., logo uma audiência com o juiz foi feita e David foi acusado de agressão a menores, sendo preso.

   Becca conversou com Rigby e Don em relação a vida deles dali pra frente, decidindo que eles continuariam morando em Lawrence, só que em outra casa. Ela mandaria uma pensão mensal para os dois todo mês (uma quantia bem grande, digasse de passagem), o que, segundo ela, não faria nenhuma diferença na vida dela, já que era dona de cinco boates no Maine. Por coincidência – ou não – a casa ao lado da minha estava a venda, e Becca acabou comprando para Rigby e Don.

   Ela conversou comigo também. Disse que não se importava que Rigby namorasse um garoto, contanto que eu fosse um bom rapaz e não ferisse os sentimentos dele. Gostei dela. É tipo uma tia muito descolada que eu nunca tive.

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   Eu caminhava pela calçada naquela típica manhã de quinta-feira, como era primavera estava apenas um vento frio, mas nada muito exagerado. Eu estava com uma camiseta preta com o símbolo do Queen, jeans cinzas e meus amados all-star pretos. Nos meus fones tocava Faint do Linkin Park, o que deixava tudo a minha volta mais legal. Eu geralmente ia com Rigby para o colégio, mas ele disse que tinha que fazer algo e foi mais cedo.

   Chegando naquele inferno, fui direto para a sala da primeira aula, física. Sentei no canto e fiquei lendo meu livro.

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   — Hey! — Ouvi a voz de Margaret depois de certo tempo.

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   Tirei o olhar do livro e ergui a cabeça para vê-la. Margaret estava sentada à mesa na minha frente com seu típico sorriso de felicidade.

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   — E aí! — Falei. — Tá feliz por quê?

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   — Hoje é mais um dia sem a presença de Musculoso e CJ nas nossas vidas. Isso me deixa muito feliz!

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   Mitty havia saido do colégio depois da briga com Rigby, e CJ se mudou para Atlanta com a mãe pouco antes da nossa viagem para Nova York.

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   — Mas isso já faz meses. — Eu disse.

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   — Mesmo assim fico feliz todos os dias! — Ela disse e eu ri. — Mas, mudando de assunto... Vai fazer alguma coisa hoje a tarde?

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   — Não. Por quê?

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   — Minha mãe mandou eu arrumar as caixas que tem no porão. Só que são muitas, tipo muitas pra caralho. Então eu queria que você me ajudasse, já que meus irmãos vão fazer alguma merda por ai. — Explicou.

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   — Hum, okay! — Falei e ela sorriu.

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   — Obrigada, Mordecai! É por isso que eu gosto de você! — Disse e eu ri.

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   Peguei o marca-páginas e coloquei no livro, o fechando em seguida e deixando em cima da mesa. Olhei em volta, vendo a sala já cheia e os dois lugares ao meu lado vazios, olhei no meu relógio de pulso e vi que eram 6h57. Logo, Rigby e Eillen entraram na sala, com ela falando algo com muito entusiasmo e ele sem muito interesse. Os dois nos cumprimentaram e sentaram nos lugares ao meu lado. A Sra. Suzie chegou logo depois, com sua cara de revoltada com a vida, fechou a porta e começou com sua aula de mais de uma hora.

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[...]

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   O dia de aulas tinha acabado, finalmente! Rigby foi direto pra casa e Eillen fez o mesmo, como hoje não teria treino, fui para a casa de Margaret. Eu achava a casa dela muito bonita, – por mais que ela dissesse o contrário –, por causa da decoração do pai dela, uma coisa meio excêntrica. Chegando lá, deixamos nossas mochilas no quarto dela e fomos direto pro porão. Acendi a luz pelo interruptor do lado de fora e entramos naquele lugar cheio de pó e pilhas de caixas.

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   — Realmente são muitas caixas! — Afirmei olhando a sala retangular.

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   — Eu falei. Então, a gente faz duas pilhas. Coisas que prestam ali, e coisas que não prestam aqui. — Explicou.

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   E assim começamos a arrumar aquelas tralhas, deixando a maioria na pilha de imprestáveis. Como Margaret não consegue ficar sem falar a cada dois segundos, ficamos conversando sobre coisas diversas.

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   — Mordecai, você e o Rigby já transaram? — Perguntou depois de um tempo. Quase deixei uma caixa cair das minhas mãos.

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   — N-não! — Respondi. Ela levantou uma sobrancelha.

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   — Mordecai, vocês namoram a quase quatro meses. Não querendo apressar você, mas... Por quê?

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   Não que essa ideia nunca tenha passado pela minha mente, só que, nunca passou de beijos, mordidas e chupões. Eu tinha vontade, Rigby muito provavelmente tinha também, mas sempre quando estávamos prestes a avançar o nível da coisa eu parava. Eu tinha medo de ir adiante. Medo de machucá-lo, medo de não saber fazer direito, medo de ele não gostar. Em resumo, eu estava inseguro.

   E foi isso que eu disse à ela.

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   — Ah, isso é super normal, Mordo! — Ela disse. — Eu tinha isso com Eillen, daí eu vasculhei o YouTube inteiro, aprendi umas coisas e foi uma noite ótima. — Explicou.

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   — Pera, tem isso no YouTube? — Perguntei.

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   — 'Migo, tem um vídeo chamado "Como dar o cu". — Disse ela. — Mas enfim, o que eu quero te dizer é que, vocês tem que subir um degrau no relacionamento.

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   — Eu sei, eu sei! — Respondi.

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   — Quando nós dois terminarmos de arrumar isso aqui, eu vou ter uma conversa mais detalhada com você sobre isso. — Disse enquanto jogava um boneco esquisito na pilha de imprestável. — Agora ao trabalho!

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[...]

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   Ficamos naquele porão cerca de duas horas até todas as coisas que estavam nas caixas estarem separadas, organizadas nos armários e algumas no lixo. Até achei um tabuleiro Ouija, que Margaret fez questão de me dar, pois ela odeia essas coisas.

   Estávamos no quarto dela, o último do corredor do andar de cima. Os irmãos dela ainda estavam na rua e seus pais no trabalho, então ninguém ouviria uma conversa constrangedora.

   Digamos que Margaret não é uma pessoa que tem vergonha de falar de sexo, diferente de mim, então em boa parte da explicação eu fiquei com o rosto enfiado em almofadas do BTS e EXO.

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   — O mais importante é: deixe rolar naturalmente. Se vocês estiverem se pegando e souberem que vai rolar, deixa rolar. — Disse. — 'Tendeu? — Perguntou depois de explicar.

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   — Sim. — Falei tirando meu rosto das almofadas. — Como você sabe tanto sobre isso?

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   — Como eu já disse: YouTube. — Ela disse simplesmente. — Ah, lembrei de uma coisa!

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   Ela levantou da cama e foi até a cômoda, onde pegou um tubo de alguma coisa na gaveta e jogou pra mim. Peguei o tubo, escrito "Lubrificante". Senti minhas bochechas corarem.

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   — Mas... — Tentei dizer, mas ela me cortou.

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   — Mordecai, confie em mim. Enche de lubrificante, ai não dói. Experiência própria.

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   — Você não usou isso não, né? — Perguntei apontando pro tubo.

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   — Querido, eu comprei isso só pra te dar. Tá lacrado ainda. — Explicou.

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   — Hum, okay! — Falei e joguei o lubrificante na mochila. — Depois dessa conversa extremamente constrangedora, eu vou pra minha casa tomar um banho. Tchau!

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   — Bye, bye! — Ela disse e se jogou em sua cama.

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   Eu acabei de ter uma conversa com a minha melhor amiga em que ela me ensinou a transar. Eu me sinto sujo!

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[...]

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   Eram 18h27, eu estava no meu quarto, deitado na minha cama com meu notebook no colo enquanto terminava de escrever um resumo sobre um livro para a aula de inglês. Eu gostava de fazer resumos, pois me fazia lembrar de tudo o que aconteceu na história.

   Depois de escrever a última frase, salvei o arquivo de texto, fechei o notebook e o deixei em cima do criado-mudo ao lado da cama. Levantei, fui até a cozinha e peguei uma lata de Coca-Cola na geladeira, voltando para o meu quarto em seguida. E para minha surpresa, Rigby estava lá, fuçando a pequena caixa azul onde eu guardava fotos que havia tirado.

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   — Podia ao menos avisar quando vier aqui. — Falei enquanto me sentava ao seu lado no chão.

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   — Pra mim, a janela aberta significa "Entre". — Disse ele enquanto olhava as fotos.

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   Coincidentemente, o quarto de Rigby é de frente para a meu, e pela curta distância (de meio metro) ele costuma entrar na minha casa pela janela.

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   — Por que tantas fotos de coisas aleatórias?

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   — Sei lá! Eu olho e penso: "Aquilo daria uma bela foto", daí tiro. — Expliquei.

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   — Meus Deuses, eu namoro um hippie! — Sussurrou e dei uma pequena cotovelada em seu braço.

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   — Sei que não veio aqui só para olhar minhas fotos. — Falei. Ele devolveu as fotografias para a caixa, a fechando logo em seguida e me encarou.

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   — Eu comprei a décima primeira temporada de Supernatural. Vamos rever? — Perguntou animadamente.

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   — Claro! — Respondi.

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   E assim, passamos cinco horas deitados na minha cama, assistindo Supernatural e comendo frutas (tem que ser saudável pra não morrer jovem). Eu gosto de passar momentos assim com Rig, ficar horas vendo nossa série favorita e depois comentar sobre ela. Na verdade, só o fato de passar horas com ele já me deixa feliz.


Notas Finais


// • Recado: Eu queria que vocês assistissem o vídeo do Felipe Neto sobre o acidente do Chapecoense, mesmo quem não goste dele. Achei a mensagem do vídeo muito importante.
• Link » https://youtu.be/aIEF1XRzQ2o «
• Deixo aqui meus sentimentos! //

Hugs and bye! 💚

• Música 1: If Today Was Your Last Day - Nickelback •
• Música 2: Hero - Nickelback •


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