História Me Apaixonei Por Um Demônio - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - Sequestro


Fanfic / Fanfiction Me Apaixonei Por Um Demônio - Capítulo 9 - Sequestro

-James, eu estou com medo -James olhou pra mim intrigado.- Quase todas as mulheres de 25 anos já desapareceram, eu fui a única que restou...

-Procure ficar calma, Cristina. Eu estou ao seu lado pro que precisar -segurou minha mão sorrindo.

-Que bonitinho, o Mestre vai ficar feliz ao saber que a futura esposinha dele está de mãos dadas com um fedelho qualquer -um garoto ruivo de olhos vermelhos disse com um sorriso sádico.

-"Futura esposa"?! Eu não estou noiva de ninguém -falei sem entender.

-Está sim, acontece que você ainda não sabia -lançou alguma coisa na direção do James e acertou em cheio o lado esquerdo de seu peito deixando um enorme buraco.

-James!! -James caiu morto no chão (seu coração havia sumido).- O que você fez com ele?!

-O matei, não é óbvio? O coração dos humanos é tão bom quando estão aflitos por alguma coisa -respondeu devorando o coração de James.

Sem esperar mais, veio correndo na minha direção e apertou o meu pescoço com força.

-O Mestre vai ficar tão orgulhoso de mim...

Foi tudo o que eu ouvi, pois logo apaguei.

POV's Euronymous.

Assim que a bela donzela desmaiou, a coloquei pendurada no meu ombro. Olhei pro humano caído no chão sem vida e o coloquei no ombro também. Finalmente eu seria tratado com o respeito que mereço, Euronymous se tornará o demônio preferido do Mestre.

-Aqui está ela, Mestre -falei sorrindo a deitando sobre sua mesa.

-Muito bem, Euronymous -me parabenizou observando cada detalhe daquela humana em sua mesa.

-E como brinde, eu trouxe um amigo dela que estava ajudando-a a investigar os desaparecimentos -joguei o corpo dele no chão.

-Fique com ele, o que me interessa é ela -respondeu encantado pela beleza da mulher.

-E o que vai fazer com ela? -perguntei curioso.

-Fazê-la se sentir a rainha do meu Império -respondeu.

Eu apenas revirei os olhos, peguei o humano e saí dali. Quando cheguei no Salão dos Demônios, Lilith, Bast, Naamah e Beelzebuth estavam me esperando anciosos.

-Onde está aquela bela alma humana que você foi buscar pro Mestre? -Lilith perguntou anciosa.

-No escritório do Mestre.

-E esse humano? -Bast perguntou olhando pro tal James.

-Amigo da humana, eu desconfio que eles estavam tendo um caso, por isso o matei -respondi.

-Posso ficar com ele? Pra afiar as minhas unhas -pediu ronronando.

-Nem pensar, eu o encontrei, por isso ele é meu -cruzei os braços e fui pro meu quarto.

No mundo dos demônios, vivemos em um enorme castelo onde o Mestre é tipo o nosso rei, e cada um tem um quarto (todos são do mesmo tamanho, pra não ter briga). Entrei no meu e joguei o tal James no chão, fiquei encarando-o por um tempo tentando decidir o que eu iria fazer. Ouvi baterem na porta.

-Entre -anunciei, a porta se abriu e eu vi a imagem de Kali.- O que você quer aqui, Kali? -perguntei ríspido.

-É que... Eu soube que você capturou uma humana e que... Matou o suposto "amante" dela, e... Eu queria ver... Como os humanos são -disse corada.

Kali era tipo a princesinha do clã dos Demônios, ela tinha 1.050 anos e ninguém se metia com ela, isso porque ela é filha de Shiva, o Destruidor, e todos tem medo dele, por isso ninguém se aproximava de Kali, só eu mesmo porque meu pai era amigo de Shiva.

-Pode ver -me afastei pra que ela pudesse se aproximar e olhar mais de perto o James.

-Incrível como os mortais são tão frágeis, podem morrer do dia pra noite... -comentou fascinada.

-Tem razão, os humanos são tão fracos... -comentei olhando pra ela.

Seus olhos ganharam um brilho diferente, fomos nos aproximando um do outro, nossos lábios ficaram mais perto um do outro, eu já podia sentir nossas respirações se misturando uma à outra.

-Kali, o que está fazendo aqui? -Fenriz perguntou na porta do meu quarto, nos afastamos na mesma hora, pois se Shiva descobrisse que eu "beijei" a Kali, seria capaz de me comer vivo.

-Eu só vim ver o humano que o Euronymous havia capturado -respondeu sorrindo e andou até ele.

-Entendi. Ah, eu vou passear numa floresta aqui perto, quer ir comigo? -perguntou com a mão na cintura dela.

-Claro, estou precisando mesmo respirar um pouco -respondeu e sairam lado a lado.

A Kali era linda, legal, inteligente, poderosa e seus níveis de habilidades eram uma coisa absurda, só tinha um porém: Ela era noiva do Fenriz, filho mais novo de Loki. Quem disse que demônios não tem problemas sentimentais?

POV's Cristina.

Acordei sonolenta, olhei em volta e vi que estava num quarto escuro acorrentada ao chão. Comecei a me debater numa tentativa frustada de me soltar, mas não adiantou. Cansei de fazer esforço e me sentei em posição fetal esperando que alguém entrasse pra me salvar. Ouvi passos se aproximando e fiquei em estado de alerta. A porta se abriu e quem entrou foi o Dennis.

-Dennis!! Ainda bem que você está aqui. Precisa me ajudar -falei enquanto ele se aproximava.

-Eu gostaria de ajudá-la, mas recebi ordens para mantê-la presa aqui -respondeu e se ajoelhou na minha frente.

Algumas velas ali se acenderam e a porta se fechou sozinha. Dennis me mostrou um prato de comida.

-Sebastian está fazendo isso? -ele permaneceu calado.- Dennis, me diga, Sebastian é o responsável por todos esses desaparecimentos? -olhou no fundo dos meus olhos.

-Eu adoraria dizer-lhe a verdade, mas se eu o fazer, morrerei -me deu uma colherada na boca.- E, meu nome é Kurako.

Ficamos em silêncio enquanto ele me alimentava, eu precisava sair dali, mas como eu iria fazer isso que era o problema. Quando terminei de ser alimentada, Kurako limpou a minha boca e o meu vestido pois alguns grãos de comida haviam caido.

-Sinto muito por tudo isso, senhorita Cristina -se desculpou mais uma vez e saiu.

Continua...



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