História Me chame de Putaria - Capítulo 4


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Tags Hentai
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello guys! Sentiram saudade?
Se sim, adoro vocês, se não, que se danem.
Bom capítulo!
Kisses💋

Capítulo 4 - Charpter four


Cheguei a uma proximidade que muito consideram perigosa e mordi seu lábio inferior bem de leve, o provocando.
Desci minha mão pelo seu abdômen e brinquei com a barra da camisa, dando um selinho no canto da boca dele.
Passei meus dedos no cabelo dele enquando dava um chupão no pescoço.
Dei um beijo, sugando sua língua e enroscando uma perna no corpo dele.
Por último, sussurrei em seu ouvido, com a voz gemida:
- Se quiser continuar isso, vamos ter que ir para um quarto. Você quer?
Ele pareceu estático, então eu simplesmente disse:
- Concluo que não.
Me soltei dele e dei um sorriso vitorioso para Cíntia(lê-se vadia), que me encarava incrédula.
Nota mental: nunca duvidar da Putaria.
- E-ei, espera!
Ed segurou meu braço.
- O que é?
Sorri pacificamente.
- Podemos conversar? Tipo, no meu apê?
Ele pareceu incomodado ao notar os olhares das meninas sobre nós e eu assenti.
- Acho bom irmos logo. Já está escurecendo e logo a Ana Beatriz vai virar uma arara comigo.
- O.K.
Saímos e eu, só para irritar mesmo, dei um tchauzinho para Cíntia( soletrando: V-A-D-I-A) e subi as escadas.
Assim que entramos ele trancou a porta.
- O que quer conversar?
Perguntei.
- O que... Você fez comigo?
- Em que sentido?
Dei um sorriso malicioso.
- Eu simplesmente não sei explicar, você me deixou quente... Agitado.
- Ah!- dei um risinho- eu te deixei excitado!
Ao notar o que eu tinha acabado de dizer, ele corou, e muito.
Colocou o rosto entre as mãos enquanto eu ria da sua falta de jeito para lidar com o assunto.
- Hey!- disse, puxando o rosto dele para cima- Se você quer ser pegador, tem que lidar com sua excitação de forma mais vantajosa. Você é virgem?
Ele corou mais ainda e eu ri.
- Não acredito! Você NUNCA transou com sua "Lady"?
Ele balançou a cabeça negativamente e respondeu:
- Não. Já tivemos momentos intensos, mas não a esse ponto.
Sorri e falei:
- Vou te ensinar.
Ele ficou com um ponto de interrogação no lugar da cara.
- Ensinar o quê?
Meu sorriso aumentou.
- O básico do sexo: o oral!
Ele abriu a boca e a cobriu imediatamente.
- Você não vai fazer isso.
- Relaxa, por um enquanto, só quem vai atuar sou eu. Oral é minha especialidade. Agora senta no sofá e fica quietinho, ok?
Ele, meio a contragosto, obedeceu.
Andei calmamente até lá e chegando, abracei seu rosto com meu peito, espremendo meus seios nele.
Depois deixei uma alça da minha regata abaixar, e, como eu estava sem sutiã, meu seio esquerdo ficou a mostra.
Pressionei ele contra a boca dele e sussurrei:
- Lambe.
Tímido, ele obedeceu.
Eu tinha total autocontrole, mais tinha que anima-lo, então dava gemidos fracos e manhosos.
- Agora aperta.
Ordenei.
Ele, meio sem jeito, apertou meus seios, me fazendo gemer, dessa vez, não propositalmente.
Sentei, de frente para ele, em seu colo rebolando um pouco enquando ele ainda apertava.
- Certo, vai tirando minha blusa enquanto eu rebolo.
Pressionei mais forte meu corpo contra o dele, e sentia minha blusa curta e fina ser deslizada pelo meu corpo.
Notei que o amiguinho dele já estava acordado, e não ia dormir tão cedo.
- Aperta minha bunda e minhas coxas.
Obediente, trabalho feito.
Tirei a blusa dele.
- Tira meu short.
- Não era um oral?
Ele perguntou.
Olhei fundo em seus olhos.
- Se você quer sua ex namorada de volta, tem que saber seduzir ela, logo, vai te que aprender a transar, ok?
Ele, meio desnorteado, assentiu.
- Ótimo. Então agora, Tira a porra desse short.
Ele obedeceu e meu short caiu no piso de mármore.
Eu, só com a calcinha de renda preta, parei de rebolar e falei:
- Beije e distribua chupões pelo meu pescoço.
Sua cabeça afundou no meu pescoço e vez ou outra, ele me mordia de leve.
Aprende rápido esse aí né?
Fui, de forma habilidosa, tirando seu jeans. Era, acho que a terceira ou quarta vez que eu fazia isso, mas já tinha aprendido.
O volume na boxer era bem maior do que eu tinha imaginado para um garoto de catorze.
Certo, eu também tinha catorze, e ia fazer quinze em breve, mas garoto bem dotado como esse, eu nunca vi, nem meu irmão era tão... Chamativo.
Ainda por cima do tecido, massageei seu membro, agora completamente ereto, escutando gemidos baixos vindos da parte dele.
- É realmente uma pena que você não seja ela.
Ele murmurou.
- Você foderia ela toda, né?
Questionei.
- Nesse momento, nessa situação sim, e muito.
Dei uma risadinha e disse:
- Bom saber, porque, eu estou no lugar dela agora, e se é pra fazer, faça bem feito.
Parei os movimentos e saí do colo dele, indo para outra extremidade do sofá e ficando de quatro.
- É com você agora. Capriche.
Eu também estava excitada, não tanto quanto ele, mas estava.
Minha calcinha, diga-se de passagem que molhada, foi jogada em algum canto da sala por ele.
Empinei minha bunda e vi a boxer dele cair do lado do meu short.
- A-ah!
Gememos simultaneamente na primeira estocada.
- V-voc-cê é...
Ele tentava falar.
- A-apertada?
Tentei adivinhar.
Já tinham me dito isso.
No dia que eu perdi a virgindade me disseram isso.
- Uhum.
Voltou a se concentrar em estocar, e vou dizer, para uma primeira vez, ele sabe transar muito bem.
Eu empinava, a mais a bunda e também me movimentava, fazendo com que fosse mais forte, meus seios balançavam de um lado para o outro e o barulho dos nossos corpos se chocando era audível por todo o cômodo.
Às vezes eram gemidos baixos, outras vezes eram quase gritos.
Ele entrava e saía com facilidade pelo fato de que eu estava, a esse ponto, encharcada, e nossos corpos se batiam de novo.
- M-mais r-r-rápido!
Ele obedeceu, o clima estava absurdamente quente, mas eu estava adorando tudo aquilo.
Minha amiga dizia que aquele que fosse meu namorado teria sorte, porque eu tenho dom para fazer sexo, e, sejamos realistas, homens adoram sexo.
Senti meu corpo contraír e aquecer a um nível horrendo, meu ápice estava chegando e pela frequência dos gemidos do garoto atrás de mim, o dele também.
- Ahn! Ah! Imh! Uh! E- eu vou g-gozar!
Eu não terminei direito a frase e me desfiz.
Minha bunda continuava empinada, mas meu tórax e minha cabeça estavam apoiadas no estofado do sofá. Ele continuava com os movimentos, agora mais rápido por causa do líquido transparente e levemente denso que escorria da minha intimidade.
- N-não o-ouse goz-zar dentro de m-mim!
Avisei.
Logo depois uns três jatos da massa branca e espessa já muito bem conhecida  melaram toda a região das minhas costas.
- Ahnn. Você faz seu trabalho bem.
Ele me elogiou, ofegante e suado, não muito diferente de mim.
- Claro, eu não entro em um jogo para perder.
Falei, já mais recomposta.
- E eu acho que nós dois vamos precisar de um banho, certo?
Ele brincou e eu assenti, indo para o banheiro.
- Eu vou primeiro.

~*~

- Posso saber de quem é essa calcinha?
Perguntei olhando o tecido cor de rosa na minha mão, e vendo ele entrar no quarto com a toalha amarrada na cintura.
- É da Mary.
- Seja lá quem for essa, agora é minha.
Disse, vestindo e pegando uma blusa qualquer dele para vestir, que nem ficou tão grande assim, de forma que deixava a calcinha à mostra.
- Estou descendo para o meu apê. Good night!
Disse e saí.
Assim que atravessei a escada que dava para o terceiro andar vi Ana Beatriz com uma cara séria e Giovanna segurando o riso.
- Você está encrencada.
Minha amiga avisou e riu.
Sorri.
- Foda-se.
Respondi.


Notas Finais




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