História Me desafie (Castiel) (Terminada) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Professora Delanay, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Romance
Exibições 750
Palavras 770
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - "Prazer"


Caminhei pelos corredores, e enfim achei a sala.

Então, o inferno começou.

Ouvi uns múrmuros altos, então tirei os fones.

— Senhorita Carter! — Gritou a moça. — Não foi informada que não são permitidos fones nas aulas? Tenho certeza de que lhe foi entregado o livro de regras.

— Alguém leu? — Olhei em volta. — Foi mal Delanay...

— Senhora Delanay!

— Achei que senhora fosse pros velhos. Quer dizer, nem minha avó gosta que a chamem assim.

Ela limpou a garganta. — Para a direção, agora.

(...)

Recostei—me na antessala encanrando o ruivo.

— Primeiro dia, e já vai conhecer a direção. — Falou ele rindo.

— E você já a conhece muito bem. — Falei me deitando sobre o colete que tirei.

— Pelo visto vamos nos ver muito.

— Não conte com isso. Farei o possível para te evitar.

— Posso saber o motivo?

— Não. Estou com preguiça de falar e ouvir. Então, cala a boca. — Disse, já fechando os olhos e recolocando meus fones.

(...)

Peguei o pacote de salgadinho e levei até a sala.

Peguei meu celular na mão e fiquei conversando com o garoto de cabelos pratas. Trocamos nossos números no fim da aula.

Mas quando abri o pacote, o salgadinho todo caiu no chão.

— Puta que pariu. — Exclamei, vendo minha avó chegar com uma vassoura.

— Que educação sua mãe te deu, menina!? — Gritou meu pai.

Eu me irritei, ajudei minha avó, peguei meu celular e o encarei.

— A mesma que você. — Falei e subi correndo.

Entrei no meu quarto, e me joguei na cama.

Eu sei, fui eu que errei falando disso. Eu sei muito bem que ele não teve culpa por não ter ficado comigo quando mais nova. Mas ele também sabe que minha mãe nunca me controlou de verdade. Não que eu não deixasse, mas ela não conseguia.

Sempre foi assim. Eu sempre fui assim. Machuco as pessoas sem pensar, mas não me arrependo. Parece que eu nunca vou mudar.

No dia seguinte, foi tudo como sempre. Ele fez uma das coisas que mais me machuca: Estar machucado por mim, e ficar calado.

(Algumas semanas depois...)

Fiz alguns amigos aqui. Alexy, Rosalya, Lysandre, Nathaniel...

Gostei, realmente gostei deles.

Eu não tinha amigos assim em Chicago.

Bom, agora eu conheço realmente cada detalhe da sala da diretora. Aquela velha é um porre mas consigo tirar uma onda com ela.

Coloquei meus fones e me sentei na última classe. Eu precisava pensar um pouco, pensar na proposta que meu pai me fez. Estudar fora, quem sabe. Itália me parece legal.

Nada me prende, em lugar nenhum de forma alguma mesmo.

Olhei para frente, e no outro canto da sala estava o garoto de cabelos vermelhos, aparentemente dormindo e ouvindo música.

Olhei para o outro lado, e vi um garoto de cabelos longos, presos, e loiros se aproximar.

Ele era alto, não era feio, mas também não era tão gato. Usava roupas em tom de laranja e roxo.

— E aí, gata... — Sorriu. — Sozinha?

Olhei para o Castiel. — Aparentemente, sim.

— Que ótimo. — Ele tinha um sorriso maroto em seus lábios e se aproximava cada vez mais. — Faz um tempo que você chegou à escola, não?

— Faz. — Encostei-me à parede.

— Então não lhe chamarei de novata. — Ele disse, umedecendo os lábios. — Você tem fama que beija bem, é verdade?

— Você é bem direto. — Falei, tirando meus fones. — Mas da o fora. Não tô a fim.

Ele se aproximou ainda mais. — Qual é!? Só um. — Ele segurou uma mecha de meu cabelo.

— Já chega Dakota. — Disse Castiel, com uma voz firme, sem abrir os olhos.

— Qual é, mano!? Ce já tem mina demais. Que mal tem deixar a Carter para os amigos?

— Primeiro que ela não é um objeto. Segundo, estou te dando a chance de parar de me encher o saco com o barulho da porra da sua voz irritante e sair por aquela porta com todos os dentes em sua boca. Não a desperdice.

O garoto loiro, Dakota, riu erguendo as mãos em rendição. — Na saída a gente conversa gata. — Sussurrou, antes de sair.

— Nos teus sonhos, Mané. — Murmurei para mim mesma me levantando. Coloquei a mochila em um dos ombros guardando os fones e o celular.

— Você deveria me agradecer. — Disse Castiel, agora ele já estava em minha frente.

— Valeu. Mas eu posso me defender sozinha. — Falei, e tentei passar mas ele colocou um dos braços me impedindo.

— Qualquer garota mataria para estar no seu lugar agora, sendo defendida por mim. — Ele disse erguendo as sobrancelhas com um sorriso maroto.

Eu ri ironicamente. — Bom, eu não sou qualquer garota. Eu sou a Talía Carter, a garota que não cai nos seus jogos e sim os comanda. Prazer.


Notas Finais




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