História Me desafie (Castiel) (Terminada) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Professora Delanay, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Romance
Exibições 658
Palavras 1.155
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Visual Novel
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - "Foi mal"


Levantei-me da cama, assim que ouvi me chamar.

Desci as escadas e fui até a porta.

Quando a abri, vi Lysandre. De fato, de um jeito diferente. Mais feliz.

- Oi. - Falei sorrindo, e dando espaço para que ele entrasse.

- Olá, Carter. Castiel virá um pouco mais tarde... Você já deve imaginar.

- Sim. - Fechei a porta. - Vai acabar ficando tudo para nós.

- Exatamente... - Falou rindo. - Podemos começar?

Começamos então trabalho, mas por surpresa Castiel chegou bem no começo e nos ajudou.

Assim que terminamos começamos a conversar sobre assuntos aleatórios. Eu e Lysandre, claro.

- Sim. Castiel estava super animado com o jogo amanhã. Por que não a chama? - Perguntou Lysandre olhando para Castiel.

- Não fale como se eu não estivesse aqui. - Disse ele, visivelmente irritado. - Convide-a. Não me importa se vai ou não.

- Não. Você se importa. - Murmurou Lysandre rindo.

Eu ainda estou aqui...

- Então, vamos ou não ver um filme? - Perguntei, me ajeitando no sofá.

- Claro. Qual? - Lysandre perguntou pegando uma almofada. Castiel bufou e se aconchegou bem afastado de mim, apesar de estarmos no mesmo sofá. Ele tem medo? Eu não mordo, ou mordo? Haha

- Que tal terror? - Perguntei. - Quero ver Invocação do mal dois.

- Você não viu? - Perguntou Castiel, mais animado. Neguei com a cabeça e um sorriso se formou. - É muito foda.

- Então, será esse. - Disse Lysandre, por fim.

Vimos o filme. Na verdade, mais conversamos do que assistimos.

E quando eles saíram, eu notei que não me divertia assim a um bom tempo.

(...)

- Não, pai. - Falei, me sentando à mesa com ele e minha avó.

- Ela não vai, Gerald. Magina de ela vai largar seu namorado emburrado. - Disse vovó, rindo como sempre.

- Vó! Ele não é meu namorado. É só um idiota que veio fazer o trabalho comigo. - Respondi, comendo mais um pedaço do meu pudim.

- Namorado? - Disse meu pai, se engasgando com o café.

- É só paranóia da vó, pai. - Falei.

- Espero que sim. Já que não vai, cancelarei a passagem. Mas me prometa que irá com nós na próxima. - Meu pai falou, e eu assenti.

Estávamos falando sobre a viagem de família para uma cidade do interior. Mas dessa vez eu não quis ir. O jogo de Lysandre seria nessa mesma semana.

Terminei de jantar, dei um beijo na bochecha de meu pai e um abraço na minha avó.

Corri para o meu quarto, tomei um banho, escovei os dentes e coloquei meu pijama que não passava de uma velha camisa de banda e um calção jeans que eu já devia ter posto fora ainda em Chicago.

Me joguei em minha cama tirando o celular do carregador, afim de ver minhas mensagens mas recebi uma ligação.

- Lembrou que tem filha?

- Lembrou que tem mãe? - Rimos.

Eu e minha mãe éramos assim. Combinamos de não nos magoamos fácil. Entendo por meu pai a deixou, ela era muito nova.

- Como esta gatinha? - Revirei os olhos.

- Bem... Mais ou menos. Você sabe, aqui são proibidos palavrões e estou cansada de me conter. Qual é, tenho que pular a janela para ir a festas.

- O careta do seu pai e suas manias. - Disse ela, e mesmo pela linha pude sentir seu sorriso. De fato, ela ainda amava meu pai.

Contei a ela sobre Alexy, Rosalya, Lysandre e Castiel. Conversamos por um bom tempo, até ela ter de ir. Seu carro havia chegado.

Sinto falta do Carlos, nosso motorista. Mas como amigo.

Finalmente, pude ver minhas mensagens.

"Amiga, preciso te contar muita coisa! Deixa seu lado rebelde de lado e me liga por favor? Afina você não me atende né." ~ Rosalya

"Coisa, estou voltando para casa. Espero que não tenha entrado no meu quarto." ~ Daniel

Finalmente meu irmão estava voltando. Relaxa maninho, não entrei no seu quarto. Ainda.

"Talía, pode por favor levar o trabalho amanhã? Eu levaria mas o esqueci em sua casa. Pode ver se meu casaco também está aí?" ~ Lysandre

Esse povo não vive sem mim.

Desloquei as luzes do quarto e do banheiro, e me deitei. Deixei o celular ao meu lado quando vi o visor brilhar.

O peguei, só por pira curiosidade.

"Venha ver o jogo." ~Castiel

(...)

- Lysandre? Achei que te veria jogando. - Perguntei, colocando as mãos no bolso.

- Não levo jeito. Na verdade, eu basicamente os treino.

Eu sorri com sua resposta, é bem difícil mesmo imaginar Lysandre com toda sua delicadeza em um jogo de futebol.

O jogo iria começar, e nesse momento começou a ventar. A toca do meu casado cinza caiu, e percebi que Lysandre ia a colocar de volta, mas pensou melhor e desistiu se despedindo e indo até o seu lugar.

Vi Castiel com o uniforme, e não imaginei que ele ficasse tão lindo de preto e branco, as cores da escola.

Fui até a arquibancada e me sentei. Durante o jogo, mesmo não entendendo muita coisa eu gritava de raiva quando o time de Dake marcava gol, e comemorava quando o de Castiel, que me encarou várias vezes, marcava.

As meninas que estavam sentadas - longe de mim - saiam e voltavam do jogo no qual não prestavam atenção, já que para elas o celular era mais importante.

Assim que o jogo acabou, fui para o meio do gramado afim de parabenizar Castiel pela vitória. Mas vi que várias meninas se aproximaram e não quis incomoda-lo. Mesmo assim estava feliz.

Comecei a andar em direção a fora do gramado. Mas Dakota me parou.

- Hey, gata. Que tal irmos comemorar? - Pôs as mãos em minha cintura.

- Sua derrota? - Perguntei rindo, tentando afastar suas mãos e consegui.

- Você é muito difícil garota. - Disse ele, me acompanhado e rindo.

- Eu não sou difícil, você que é fácil.

- Qual é? - Se aproximou, novamente pondo as mãos em minha cintura. - Mereço meu prêmio de consolação.

Eu olhei de relance para Castiel, uma garota estava quase em cima dele.

Eu não sei explicar o por que mas uma raiva incontrolável tomou conta de mim e eu acabei deixando Dake e suas mãos.

E ele sorriu vitorioso se aproximando ainda mais.

Quando íamos nos beijar, e eu já podia sentir sua respiração, fui bruscamente puxada para trás.

Porra. Esse beijo não vai sair?

- O que caralhos você está fazendo? - Perguntei a Castiel, o vendo segurar meu pulso.

Ele só deu um sorriso ameaçador, que eu nunca havia visto antes, e me abraçou por trás fazendo Dakota ficar confuso.

- Não toque na Carter. - Disse Castiel.

- Qual é, mano? Talía estava comemorando comigo. - Disse Dakota, rindo.

- Comemorando sua derrota? Foi mal, mas ela vai comemorar com o vencedor.



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