História Me descubra - Capítulo 5


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, One Direction
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Zayn Malik
Tags Bissexual, Camila Cabello, Camren, Camren Jaurello, Fifth Harmony, Gay, Homossexual, Larry, Lauren Jauregui, Lésbica, Orange, Psicopata, Psiquiatra, Romance, Serial Killer, Sociopata, Yuri
Visualizações 303
Palavras 1.848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mores, como tinha demorado para postar tentei compensar fazendo um capítulo até que grandinho 😊 Boa leitura meus amores lindos ❤

Capítulo 5 - Você tem sentimentos


Fanfic / Fanfiction Me descubra - Capítulo 5 - Você tem sentimentos

 Lauren não me respondeu apenas riu vitoriosa, colou nossos corpos mais ainda e colocou sua cabeça na curva do meu pescoço me fazendo sentir sua respiração quente bater na minha pele um pouco gélida, o que era maravilhoso, mas me arrepiava por inteira.

Quando eu acordei, Lauren ainda dormia então corri para minha sala, coloquei meu jaleco branco e fiz um coque bagunçado, preciso ir para casa me vestir, mas ninguém pode saber que fiquei aqui à noite, e principalmente que fiquei com a Lauren Jauregui.

— Dra. Cabello — falou Liam ao me ver.

— Dr. Payne.

— Aonde vai essa hora? — perguntou erguendo a sobrancelha depois de encarar seu relógio de pulso.

— Tenho que resolver alguns assuntos — respondi séria.

— Okay, boa sorte, voltará hoje?

— Sim, daqui a pouco estou aí.

— Está bem, preciso de você para falar com a Jauregui.

— Vou voltar o mais rápido.

Saí dali e fui até meu carro. Fui para minha casa trocar de roupa e depois passar no Starbucks para comprar alguns cafés. Retornei para a clínica e fui direto para o quarto de Lauren.

— Eu trouxe isso — disse entregando para ela um dos cafés.

— Meu preferido, como acertou? — perguntou.

— Apenas sorte, agora tome logo isso e suma com esse copo porque daqui a pouco o Liam estará aqui — ela apenas assentiu e eu caminhei até a porta. — Não fale sobre ontem, em hipótese alguma — avisei saindo.

Fui para minha sala e não demorou para que o Dr. Payne batesse na porta, suspirei aliviada por ele não ter vindo mais cedo.

— Café? — perguntou ele.

— Eu trouxe para você — falei empurrando um deles para frente na mesa, Liam é facilmente manipulado e adora bajulação.

— Obrigado — disse pegando o latte. — Como está a pesquisa com a Lauren, já sabe de algo novo? — perguntou bebericando a bebida. — Gelado — largou em cima da mesa enquanto torcia o nariz.

— Ela se dá bem com crianças — falei sem pensar.

— Como sabe? — perguntou intrigado.

Eu não podia contar que ela havia salvado uma garotinha na noite passada… MERDA! Eu entreguei o jogo, vou ter que inventar alguma desculpa rápida e convincente, mas minha preocupação também é se o Liam quiser avaliar o físico dela, pois vai ver os machucados e eu não posso deixar isso acontecer, não posso mesmo, isso seria o fim da minha carreira ou pior, não veria mais a Lauren.

— Enquanto estava interrogando ela, senti que tem muito apego por crianças — respondi.

— Hum… O problema dela é com homens — ele riu fraco. — A gente podia a matar, pena que o governo não deixa.

— Liam, querer a matar não te faz melhor ela, na verdade, o faz um "psicopata" — fiz aspas.

— É diferente, ela mata sem razão e eu teria motivo para a matar, mas isso não importa, pois não farei isso, não vejo minhas mãos sujas de sangue, e aliás, ela é um ótimo objeto para estudo.

— Ela não é uma ferramenta ou um objeto para estudo, é um SER HUMANO — esbravejei me levantando e batendo com as duas mãos na mesma, ele deu um leve passo para trás assustado pela minha atitude, eu deveria ter me controlado, mas não consigo com ele a tratando assim.

— Quem ela matou também eram seres humanos, mas isso não à impediu de fazer isso.

— Percebeu que está se igualando a uma suposta psicopata? — perguntei indo para a frente de minha mesa.

— Suposta? ELA É — deu ênfase.

— Eu não concordo, vamos a estudar mais e veremos quem estará certo.

— Você está estranha, Dra. Cabello.

— Eu só acredito no melhor das pessoas — pisquei o olho e fui em direção à porta. — Não vem? — o encarei como um afronte que assentiu.

Fomos até o quarto de Lauren, bati algumas vezes na porta e depois entrei junto com Liam.

— Dra. Cabello acha que você tem compaixão por crianças — disse Liam se sentando em uma cadeira perto de Lauren.

— E se eu tiver? — perguntou em tom de deboche.

— Por que tem sensibilidade com crianças e homens adultos não? Você tem sentimentos, é isso, Lauren?

— Quem eu matei, havia um motivo, mas sabe de uma coisa, vocês são tão burros que até agora não descobriram o porque — falou irônica.

— E qual é o "porque"? — fez aspas.

— Estude, olhe bem, abra a mente e veja, está tudo na sua cara.

— Por que simplesmente não me diz?

— Porque você é igual a eles.

— Sou igual a eles porque você quer me matar? É isso?

— Eu me entreguei para essa clínica com um propósito e só vou fugir daqui quando eu conseguir completar ele.

— Você não tem como fugir — Liam mordia a mandíbula fortemente.

— Eu não teria tanta certeza — sorriu sarcástica.

— Vamos, Dra. Cabello — ele disse me puxando pelo braço para fora da sala.

— ENCOSTE NELA ASSIM DE NOVO E EU TE MATO — escutei Lauren gritando assim que a porta foi trancada.

Liam caminhou até sua sala e eu o segui, pois queria satisfações.

— Que tipos de homens a Lauren matava? — perguntei.

— Eu não sei, não sei qual padrão ela usava para isso — respondeu se sentando e suas mãos estavam trêmulas.

— Ela te assusta? — perguntei caminhando em sua direção.

— Sim, e você? Ela não dá medo? Ela parece te proteger — falou enquanto buscava algo em suas gavetas.

Eu tinha medo da Lauren, mas agora não tenho mais tanto medo assim dela, sei que por baixo de tudo aquilo ela é uma boa pessoa, se não fosse, não teria sacrificado sua vida por aquela garotinha na noite anterior.

— Claro que tenho, quem não tem? — menti, pois precisava fazer ele pensar que estava do seu lado.

— Aham, não a deixe te manipular — avisou enquanto puxava uma garrafa de vodka da gaveta. — Ela não é boa, apenas fingi ser — assenti com a cabeça, mesmo discordando. — Se mantenha longe dela, mas eu preciso que você descubra o padrão de homens que ela matava — despejou o líquido transparente em um copo pequeno e tomou em apenas um gole.

— Agora?

— Agora.

— Okay.

Saí da sala de Liam e caminhei direto para o quarto de Lauren, destranquei e abri a porta sem bater.

— Lolo — falei e senti minhas costas doerem ao se chocar com a porta se ferro, Lauren estava com os olhos tomados por uma cor escura e com toda certeza o sangue pulsava forte em suas veias, pois sua respiração era ofegante, mesmo não tendo corrido ou feito algum exercício.

— Liam não pode a machucar, mas eu posso — falou me pressionando contra a parede, percebo que ela gosta disso, provavelmente se sente no controle com suas presas, mas não Lauren, não sou sua presa.

— Me solta — pedi.

— Ou o que?

— Eu avisei para me soltar — disse pegando seu braço e trazendo para trás de sua coluna a fazendo se ajoelhar e gemer de dor. — Eu não sou vuneravel, quer caçar? Arranje a presa certa.

— Mas você pode ser uma ótima presa — falou e eu puxei mais seu braço para trás a fazendo gemer alto de dor.

— Eu quero apenas conversar e a ajudar, se eu a soltar, me deixa fazer isso?

— Sim.

Soltei Lauren que se levantou e ficou me encarando, percebia que seus olhos ardiam em ódio e sua mandíbula estava trincada.

— Relaxa, quero apenas conversar — falei erguendo as mãos na altura de minha cabeça.

— Fala — respondeu seca.

— Primeiro, por que me atacou dessa maneira?

— Você foi falar para o merda do Liam que eu tenho compaixão por crianças, eu sou uma psicopata perfeita, não devo ter sentimentos — caminhou até a cama e se sentou. — Não tinha o direito de falar aquilo.

— Não Lauren, você não é uma total psicopata, talvez nem seja.

— Como sabe? — arqueou a sobrancelha.

— Você tem sentimentos, uma psicopata de verdade nem se importaria com aquela criança.

— Eu só não queria que ela morresse.

— Sim, pois você tem sentimentos, realmente se importo com o bem estar dela, mais do que o próprio, eu acredito que seja uma ótima pessoa, mas preciso saber porque matou aqueles caras.

— Não vou contar, pois não vai fazer diferença — deu de ombros.

— Lauren, eu preciso que confie em mim — me aproximei dela e ajoelhei na sua frente para ficar na mesma altura.

— Confiar por que? Para me trair depois? Isso sempre acontece — respondeu.

— Lolo, me ajuda a te ajudar, criatura sem cérebro.

— Ei, meu QI é mega alto — falou e nós rimos.

— Eu vi na sua ficha — respondi.

— Olha que fiz aquele teste com sono, meu QI é bem mais elevado — se gabou.

— Tá bom, mas se tem todo esse QI altamente elevado vai acreditar em mim, pois eu acredito em você — falei segurando seu rosto.

— E por que eu acreditaria ou confiaria?

— Porque eu quero seu bem, você me mostrou que não é o monstro que todos pensam que é, você só precisa de compreensão e eu vou te dar isso.

— Por quê?

— Acho que gosto de você.

Lauren apenas me olhava sem esboçar reação alguma, mas seu olhar não era mais de ódio e seus olhos se tornaram verdes claros, tão claros quanto um jardim onde fazemos piquinique com a família.

— Vai confiar em mim? — perguntei soltando seu rosto e olhando bem no fundo dos olhos.

Lauren apenas colocou suas mãos em meu pescoço, o que fez com que eu engolisse toda a saliva que havia em minha boca pensando que me estrangularia ali mesmo, mas ela não fez isso, subiu suas mãos delicadas até meu rosto e começou fazer carinho com seu dedo polegar em minhas bochechas.

— Desculpa, eu não faria mal a você, me desculpa, eu não sei o que deu em mim — falava enquanto lágrimas rolavam pelo seu rosto e acariciava minhas bochechas.

— Lolo — achei melhor não falar, apenas agir.

Me ergui um pouco selando nossos lábios, aqueles lábios vermelhos me atraiam tanto, aquela mulher me atraia.

— Não chora — falei ainda com os lábios grudados no dela.

Lauren levou suas mãos até minha nuca e pediu passagem para um beijo passando sua língua no meu lábio inferior, eu não sabia se ela estava apenas me manipulando ou se me queria de verdade, por isso lutei um pouco para não me entregar, mas eu falhei, aquela mulher já me tinha nas suas mãos e quando percebi nossas línguas já estavam entrelaçadas e trabalhando em perfeita sincronia, e cada vez ficava mais intenso.


Notas Finais


Oi minhas bbs camrenzinhas, o que estão achando da fic? Preciso da opinião de vocês, pois ela é feita para vocês e minha iludição pelo otp camren...

Quem quiser ler as minhas fanfic's no Wattpad http://my.w.tt/UiNb/6jZzKiI3yF

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