História Me perdoa? - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Alfa Taehyung, Alfa! Jungkook, Hopev, Ômega Hoseok, Para Vhoqe, Seoktae, Taeseok, Vhope
Visualizações 278
Palavras 2.800
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse é oficialmente o último capítulo, mas o próximo será um bônus com um final alternativo. *---*

Capítulo 17 - O fim da dor


Fanfic / Fanfiction Me perdoa? - Capítulo 17 - O fim da dor

HoSeok sentia que estava faltando alguma coisa, sentia como se uma perna, um braço ou até mesmo a sua cabeça estivesse fora do lugar. Estranho, era como se seu corpo estivesse em um lugar diferente de sua mente e aquilo estava lhe causando um leve desespero, tanto que ele estava com medo de abrir seus olhos. E aquilo lhe causava uma sensação deveras aterrorizante, tinha receio de quando olhasse para si realmente faltasse algo, mas infelizmente se faltasse, ele tinha de arcar com as consequencias aceitando tudo e não culpando ninguém por isso. E por esse motivo que ele respirou fundo, mesmo que fosse doloroso esse ato e aos poucos abria seus olhos.

 

E quando o fez notou apenas que estava em um local, que supos ser o hospital, por ser branco e por poder ouvir o baraulho de máquinas e o gotejar de algo, além de uma ardencia em seu pulso. Estava sim em um hospital e por isso mesmo que ele fez algo até bobo. Ele conferiu a si mesmo. Olhou lentamente os dedos de suas mãos, mecheu seus pés, conferiu se tudo estava ali. Respirou e inspirou, seu pulmão estava ali, tocou o seu peito e sentiu seu coração. Pensou em um tipo de comida e notou que seu cérebro estava funcionando. Suas costas não doiam e ele fez menção de se levantar, doeu, mas conseguiu, tornou a se deitar aliviado de ainda ter coluna, verificou que estavas com uma sonda e que sua urina saiu por ela, seus rins e bexiga estavam funcionando. Depois olhou por baixo dos lençóis e nada estava fora do lugar, então o que era? O que exatamente poderia ser.

 

O que estava faltando? Ele nem ao menos se dava conta. Por isso ficou um tempo parado, repassando pouco a pouco tudo o que acontecera. Se recordando de tudo o que estava lhe cusando dor e de tudo o que ele passara ao lado de Kim TaeHyung. E não entendia, mas o dia em que completaram dez meses de namoro lhe veio a mente, assim como a vontade de chorar. Lembrou-se dos beijos e dos dias felizes, assim como da pressão que TaeHyung lhe fazia, aquela velha prissão sem muros. Lembrou-se de Jimin, do sequestro, do acidente, da sua iniciativa de querer uma liberdade que não era sua. Se recordou de tudo aos poucos. E então que ele notou o que estava faltando.

 

Ele estava vivo e consequentemente TaeHyung também deveria estar e fora sso que lhe pesou naquele momento. Taehyung! Ele sabia que ele estava vivo, mas não o sentia. Não sentia a sua aura e nem muito menos o seu cheiro. Não conseguia sugar as emoções dele para dentro de si e nem muito menos registrar sua localização. Não conseguia prever alguns de seus pensamentos ou saber se ele estava com dor ou não. Aonde estava TaeHyung? – era isso em que ele pensava. – O que teria acontecido para que ele não pudesse sentir o outro. E então, veio em sua mente a única possibilidade. A única forma de separar um alfa do seu ômega – sendo ele almas gêmeas – e que não fosse pela morte. O repouso absoluto de uma das almas.

 

Naquele instante ele entendeu. TaeHyung deveria estar em coma. Só podia ser aquilo, não havia outra explicação. E aos poucos a ficha ia caindo e ele olhava mais uma vez para seu corpo. Pouco arranhoes, nada quebrado, nada fora do lugar e nem muito menos faltando. Apenas uma coisa, uma coisa não estava no lugar. Ele não sentia mais sua marca latejar e não sentia mais o Kim. Quis chorar e assim o fez. Chorou por TaeHyung e por tudo o que passaram. Chorou e gemeu de dor ao pensar que o outro estava do jeito que estava e ainda mais chorou por achar que a culpa era sua. Chorou por sua existência e chorou pela dele. Chorou pela possibilidade de nunca mais o sentir e mesmo que ele fosse o pior consigo, ainda sim não podia deixar de amá-lo. Estava escrito em sua alma e dentro do mais profundo do seu ser. Ele chorou, gritou, suas lamúrias ecoaram por todo o hospital. Enfermeiras vieram e lhe sedaram. E assim ele dormiu, mas sabendo que ele sim acordaria, já TaeHyung não.

 

 

 

 

– Hyung. – JungKook acariciava seus fios com todo o cuidado, desde o momento do acidente até agora era ele quem estava ao seu lado. Só havia saido por um momento e por pouco tempo e nesses poucos minutos aquilo ocorrera. – Tudo bem agora. Va ficar tudo bem. – dissia em um sussurro enquanto o Jung dizia que sim. Mesmo que no fundo ele estivesse se culpando.

– Por culpa minha ele está assim não é? Ele me protegeu, não foi? – havia um nó em sua garganta e ele quase não conseguia formular as palavras.

– Não se culpe por isso hyung. – o Jeon dizia. – Sabe que nada e nem ninguém iria conseguir pará-lo. – confessou. – Uma hora ou outra ele acabaria consigo ou com você. – disse com um pesar na voz.

– Por isso que eu queira ir antes. – confessou e o alfa mais novo balancou sua cabeça em tom de negação.

– Você não podia fazer isso hyung, não podia se sacrificar por ele. – respirou fundo. – Sorte a sua que o carro não vinha tão veloz assim e que por coincidência Jin hyung, NamJoon hyung e eu viamos no carro atrás deste. Eu juro que achei que fosse morrer quando te vi ensanguentado naquele chão, mas felizmente aquele sangue não era seu. – continuou. – Me desculpe se eu pareco um tanto quanto indelicado e se não estou sendo mais do que um egoista que te ama, mas você não merece morrer, assim como não tem que se culpar pelos atos de Kim TaeHyung. Vocês estavam ligados pela alma, mas isso não quer dizer que era você quem o controlava. Ele agia, pensava por si mesmo. E era não mais do que um ser doente e conturbado, que não amava nem a si mesmo e no fundo nunca saberia o que era amar de verdade. – JungKook procurou nos olhos alheios alguma recusa de suas palavras, mas não encontrando, continuou. – Você fez o que pode, você lhe deu o que pode. Você o amou mais do que a si mesmo, tanto que quis abandonar esse mundo para que o mesmo não sofresse por causa dele, você queria pagar pelos pecados dele e isso nunca vai ser certo, assim como o destino fez com que isso naõ acontecesse. Você não errou em ter amado, mas ele errou em não saber amar. Era uma alma doente no final das contas. Como uma fruta podre no meio de várias sadias. Uma hora ou outra ele contaminaria a todas, mas estas não tinham culpa de estarem perto desta. Foi uma coincidência e não castigo. E é assim que eu penso de vocês dois. Mas se você, ainda assim, acha que foi um castigo, pense que está liberto dele e agora eu esrtarei aqui. Vou te amar por toda a vida e mostrar que você naõ estará mais sozinho. Um amor de verdade, sem amarras e sem culpas, sem medos e nem brigas. Apenas amar por amar e querer por querer. É só me deixar entrar.

 

 

[…]

 

 

– Tem certeza de que quer fazer isso? Tenho a plena certeza de que não precisa. – SeokJin dizia para o irmão enquanto lhe passava mais um travesseiro, já que este estava acomodando melhor Taehyung na sua cama.

– Claro que sim, além do que o Kook não se incomoda e bem, Jimin vem me ajudar a cuidar dele. Na realidade, assim que ele sair do trabalho ele vai me ajudar a cuidar dele. – dizia o Jung enquanto dava um leve sorriso para o mais velho, este que apenas assentia sem dizer mais nada. Não havai o que dizer.

 

Kim Taehyung estava em coma profundo e sem qualquer previsão de quando fosse acordar. E assim ele não podia mais ficar no hospital, já que não havia mais nada para se fazer naquele caso, apenas levá-lo para casa e esperar que ele um dia acordasse, mas enquanto isso eram requeridos alguns cuidados. Como por exemplo, era necessário saber manipular as sondas que o alimentavam, assim como era necessário limpá-lo caso defecasse ou urinasse. Bem como era preciso mové-lo – pelo menos – de seis em seis horas para que ele não ficassem com as juntas adormecidas e duras ou contraisse escárias de contáto.

 

E era necessário que ele passasse por um processo de fisioterapia para que fosse evitado atrofia muscular, fora o banho dele que era diferenciado e os cremes e talcos, para que ele não ficasse com a pele seca e nem houvesse nenhuma assadura. Todos eram cuidados que não podiam caber a somente uma pessoa e por isso Jimin, JungKook e HoSeok quem reversavam no cuidado do alfa. E era um ato que, para SeokJin, era mais do que louvável, já que o Jung mais novo passara a morar com o seu alfa, JungKook e este aceitou levar o corpo dormente do Kim para morar com eles.

 

Claro que eles haviam providenciado uma pequena casinha para o Kim. Esta que ficava ao lado da manção principal dos Jeon, mas que era quase que do tamanho da casa onde HoSeok e Taehyung moravam e que – agora – serviria de morada para Park Jimin, já que este estava cuidando de TaeHyung quase que vinte e quatro horas por dia, só saia de perto do amigo quando estava trabalhando e nesse periodo HoSeok quem cuidava do Kim. Era engraçado para o alfa mais velho pensar que o dom do perdão era mesmo incrivél.

 

HoSeok não somente desculpara o Kim, como recebia ajuda de seu namorado para cuidar dele. JungKook fazia isso sem qualquer remorço e nem muito menos de mal grato. Sempre era ele e o ruivo quem banhavam TaeHyung, coisa que Jimn não fazia, isso por ser algo que o casal gostava de fazer. Casal este que não brigava e nem muito menos prendia um ao outro. JungKook tinha seus amigos e amigas, assim como HoSeok estava começando a ter. E um que eles tinham em comum era Jimin. Este que se jogaria em frente a um carro por aqueles dois.

 

A denuncia contra o mesmo nem ao menos fora efetivada e ele fora perdoado pelas famílias e quase que “adotado” por elas. Principalmente o Jung, este se sentia mais do que grato e mesmo achando que o alfa mais novo começasse a nutrir uma paixão por si o via como um amigo valioso. Sua ajuda era sempre bem vinda e eles sempre conversavam sobre tudo, saiam as vezes, junto a JungKook, este que sentia ciumes de Jimin, fazendo com que o Jung sempre risse quando dizia que achava que o alfa queria o seu corpo nu. Eram dias tranquilos, tanto que chegavam a assustar.

 

 

– Já faz mais de um ano desde que isso tudo aconteceu e eu ainda não me acostumei. – Jin dizia enquanto ajudava o irmão a levantar um pouco o corpo de Taehyung, apenas para por mais um travesseiro em baixo de suas pernas, tinha todo o cuidado do mundo com ele e queria evitar cãibras, ainda mais por estas não serem facilmente detectadas. Queria tudo perfeito.

– Passou bem rápido, não é? – o Jung sorriu, mesmo que seu corpo estivesse queimando por dentro, estava entrando no cio e nem por isso havia parado de cuidar do alfa em coma.

 

Cios estes que ele passava com JungKook, já que ele era um alfa lúpus assim como ele. Os dois não somente faziam sexo em forma humana, mas também na forma de lobo, satisfazendo o corpo humano e a alma lupina. Era bom para os dois e o Jung não sentia nada de ruim, já que a metade de sua alma estava dormente no corpo de Taehyung, sempre era como se faltasse um pedaço, mas ele não sentia como se não pudesse sentir prazer ou dar prazer. Era cômodo e ele sempre se sentia bem assim. Quem sofria era Jimin, já que o cheiro do ômega o deixava louco e el só podia se masturbar pensando nele e nada mais.

 

– Muito, aliás. Eu tenho de ir. Namjoon está me esperando sabe? – HoSeok fez que sim e deixou um beijo casto na bochecha do irmão, que lhe puxou e lhe abraçou com todo cuidado. – Eu te amo Seok. E estarei sempre aqui se precisar de mim.

– Eu também te amo muito hyung. – sorriram e depois de mais um caloroso abraço o alfa se despediu. HoSeok arrumou melhor o ex e depois deixou um selar em sua testa. – Boa noite Tae. Até depois. – assim saiu do quarto, sentindo a sensação de dever cumprido.

 

 

 

[…]

 

 

 

 - Oi? – perguntou com uma feição surpresa, largando o pênis do alfa de sua boca com um barulho erótico de se ouvir.

 - Seja bonzinho e se masturbe pro seu hyung. – Jin dizia enquanto fazia com que NamJoon corasse ainda mais. Mas logo viu o mesmo sentar corretamente no banco, de olhos fechado e já fazer o que tinha lhe pedido, levando sua palma até a boxer vermelha retirando seu membro grande e duro do tecido e subir e descer a palma pelo mesmo. Os sons que escapava de sua boca fazia com que o pênis do alfa latejasse mais ainda. Ele já não aguentava mais esperar para estar dentro do seu ômega e só de ter sua voz grave pronunciando seu nome de forma manhosa o deixava ainda mais ansioso e prestes a avançar sobre o outro.

Jin pegou a mão livre de NamJoon e foi colocando três de seus dedos na boca, os chupando e passando a língua por entre os mesmos, da melhor forma que conseguia. O castanho logo em seguida entendeu o porquê daquilo e os levou até sua entrada rosada, inserindo-os de uma vez só, sem pensar. Assim como seu alfa, aquele ômega estava necessitado por aquele momento.

Viu o movimento de seus dedos aumentarem mais e mais e seu membro já estar com todas as veias saltadas, com certeza Kim gozaria a qualquer momento.Não se aguentando, puxou os fios claros de sua nuca, de forma que o dono dos mesmos voltasse a se sentar sobre suas pernas, chocando suas regiões íntimas.NamJoon pegou em suas mãos a base do pênis alheio a guiando para seu ânus e de uma vez só, sentou-se completamente, o esmagando com seu interior. Colou mais ainda seu corpo ao do alfa iniciando um beijo afoito e completamente necessitado pela parte de ambos.


 

Aos poucos, o acastanhado começou com movimentos lentos tendo as mãos do seu alfa segurando sua cintura fortemente para que o ajudasse a subir e descer com mais velocidade.

 - Jinnie, eu te amo tanto, tanto, tanto, tanto... – A cada palavra que dizia, seu corpo descia com mais força de encontro com o membro teso do outro, fazendo seu corpo entrar em um estado de extase puro.

 A atmosfera daquele carro era fervente, sua pele bronzeada brilhava pelo suor que lhe banhava, as mordidas no pescoço do ômega formava a mais bela obra de arte e os sons dos dois se misturavam de modo que as notas que os gemidos alcançavam poderiam servir para como música para qualquer um. O corpo de SeokJin já apresentava espasmos, seus músculos pediam por descanso mas a vontade de se enterrar mais fundo, atingir sua próstata e lhe arrancar pedidos e mais pedidos para que o fodesse, vencia qualquer comando que seu sistema ordenava para que parasse.

 O corpo alto me prendeu em seus braços em um aperto forte mostrando que seu ápice não tardaria a chegar. Mais algumas estocadas e o alfa pode sentir seu líquido viscoso e quente derramar-se entre as suas barrigas coladas e um grito agudo carregado por meu nome preencher o ar do automóvel.

 NamJoon caiu sob mim, exausto e ofegante, deixando claro os sinais do orgasmo que circulava por todo seu corpo, espremendo o membro de seu namorado dentro de si, este que lhe puxou para um beijo, sentindo seus jatos brancos pincelar seu interior e minha porra escorrer por suas pernas, logo se retirando de sua cavidade anal, fazendo com que seu corpo tremesse e o ar lhe faltasse em seus pulmões necessitados de mais oxigênio.

– Te amo Nam, muito, muito. – o alfa dizia em baixo tom enquanto abraçava seu ômega, este que estava feliz, feliz por si e por HoSeok, seu melhor amigo e cunhado. Se sentia pleno e um tanto quanto animado, estavam comemorando um ano de namoro e logo seriam presenteados com um filhote, este que tinha apenas dois meses de vida, mas que já era mais do que amado. E mais, ele estava contente em saber que ele – finalmente – estava livre e que Kim Taehyung não havia conseguido uma boa resposta quando dizia milhares e milhares de vezes: Me Perdoa?


Notas Finais


Alguém surpreso?
Esse perdão lindo, esse Hopekook reinando e um bebê NamJin a caminho >..<


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