História Me Too - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Auto-mutilação, Colegial, Drama, Insegurança, Poesias, Sentimentos, Suícidio, Transexualidade, Yaoi, Yuri
Visualizações 19
Palavras 814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, FemmeSlash, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


oi

Capítulo 17 - Tell me pretty lies


Fanfic / Fanfiction Me Too - Capítulo 17 - Tell me pretty lies

Ele veem a minha direção e me segura pelo pescoço e me aperta cada vez mais, ele da joelhadas em minha barriga, eu não consigo mais ficar com os olhos abertos, fecho os olhos apenas aceitando a morte, ele para de me da joelhadas e suas mãos afrouxaram do meu pescoço, abro os olhos e ele está no chão caído e cheio de sangue em volta, olho ao redor e vejo Bella com a faca que havia lhe entregado suja de sangue.
-Bella -falo em um sussurro, os olhos dela me davam medo, um olhar sedento de sangue. 
-Onde vamos esconder o corpo? -Bella disse com uma calma assustadora.
-Não vamos, vamos deixar ele ai, o sanatório não se importa se acontecer assassinatos, pelo menos se não for um enfermeiro morto -Charles disse consolando a Eliza, ela não se mexia, ela parecia nem estar com a alma naquele corpo - Vamos embora, amanhã provavelmente alguém nos dará essa "triste" noticia -eles saem e eu fico olhando o corpo daquele monstro ou humano.
Os monstros, eles são tão bons, mas por algum motivo eles ficam maus, humanos, são maus por natureza, mas por motivo nenhum eles ficam bons. Um papel saía de sua calça, eu pego o papel e leio:
Me diga que me ama mesmo que seja mentira, eu não me importo, eu nunca vou ser sua paixão, mas afinal... quem se apaixonaria por mim?
Termino de ler e encaro o corpo daquele... monstro?
-Chell vamos logo -Bella entra de novo no banheiro e me puxa pra fora, guardo aquele papel na minha calça. -Chell você me acha psicopata? -ela disse enquanto caminhávamos no corredor escuro.
-Eu te acho um pouco extrema -eu não quero dizer que ela é uma psicopata, eu não sei como ela reage com minha opinião, não que ela seja importante. -Melhor a gente conversar sobre isso amanhã -dou um beijo em sua testa, já aviamos chegado em nossa ala.
-Tudo bem Chell -ela diz e vai a sua cama, todos que não estavam no banheiro dormiam.
  Vou a minha cama, tiro o papel da minha calça e ponho embaixo do colchão, junto com os 2 papéis do meu pai. Me ajeito na cama e finalmente tenho um pouco de paz, meus olham pesam e consigo dormi.
Eu abro os olhos e vejo que estou em uma casa um pouco abandonada, ando um pouco pela casa, eu estou em um corredor e no final dele tem uma escada, eu desço a escadas e dou de cara com um menino chorando, vou até ele.
-PARE DE CHORAR NEM DOEU -olho em direção a voz e dou de cara com um homem idoso, ele estava com o zíper da calça aberta. - Vai me dizer que não gostou? -ele disse e caminhava até a direção do menino novamente, ele se encolhia e chorava mais.
O cenário muda, o menino estava mais crescido, devia ter uns 14 anos, dessa vez ele estava em um quarto.
- CALA A BOCA, MULHER SÓ SERVE PARA SATISFAZER HOMENS E VOCÊ É TÃO INÚLTIL QUE NEM ISSO VOCÊ CONSEGUE FAZER -a voz daquele mesmo homem gritava.
-LARGA ISSO, PARA, POR FAVOR -a voz de uma mulher gritava de volta. -POR FAV- -a voz da mulher é cortada por um barulho de tiro.
Eu olho para o menino e ele estava chorando e se encolhendo cada vez mais, a porta do quarto do menino é aberta e aquele ser desprezível entra no quarto, ele pega o menino pelo braço e o prensa na cama.
-ME ESCUTA AQUI, SE VOCÊ ALGUM DIA OUSAR FALAR O QUE EU FIZ CONTIGO OU COM SUA MÃE VOCÊ IRA SE ARREPENDER ARMAGAMENTE -ele disse cuspindo aquelas palavras no menino. -NÃO SE ILUDA, NINGUÉM NUNCA VAI GOSTAR DE VOCÊ, SE QUISER ALGUMA COISA VOCÊ TERÁ QUE FAZER A FORÇA -cada vez mais ele aperta o menino.
Meu estômago revirava de olhar aquele ser desprezível.
-POLICIA, PARADO ONDE ESTÁ -um policial entra no quarto.
Eu mudo de cenário novamente, eu estava em um beco, e o menino saiu de uma loja que ficava no outro lado da rua, estava de noite, alguém encapuzado para ao seu lado e puxa ao menino até o beco.
-Sentiu a minha falta? - a pessoa tira o capuz e era o homem desprezível, o menino deixa cair suas compras e puxa uma faca de sua cintura.
- Te vejo no inferno -o menino disse e da muitas facadas no homem.
-O que está acontecendo aqui? -alguém diz, olho para trás e vejo um policial.

O cenário muda de novo, estava no estacionamento do sanatório, o menino estava na frente daquela secretária e ele estava acompanhado de policias.
-Ele cometeu um assassinato, mas ele tem trauma de infância, foi abusado sexualmente pelo pai, isso faz ele ficar agressivo, o homem assassinado foi o próprio pai -o policial disse a secretária
 


Notas Finais


eu tava escrevendo o cap e parecia q eu era a favor do estupro, eu só queria dizer que não sou.


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