História Meant To Be - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Batman vs Superman: A Origem da Justiça, Mulher Maravilha
Personagens Diana Prince (Mulher Maravilha), Personagens Originais, Steve Trevor
Tags Diana Prince, Mulher Maravilha, Mulher Maravilha Filme, Steve Trevor, Wondertrev
Visualizações 78
Palavras 1.278
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Amores, sinto muito por só estar postando agora! Só tive tempo hoje para escrever, pq tenho os meus estudos...
Enfim, espero que gosto do capítulo novo, que tem novidades!! <3

Capítulo 5 - Capítulo Quatro: Descoberta


Uma semana tinha se passado desde que Diana tinha decidido me ignorar. Acho que ela não tinha gostado de saber que eu estava em seu quarto naquela noite, quando teve um pesadelo. Sabia que ela tinha razão para estar irritada, mas não suporto ter que fingir que estou bem com isso, quando na verdade me importo com o seu bem estar.

De uns tempos para cá, venho sonhando com Diana. Cada sonho mexia comigo e cada vez mais eram aprofundados, era como se tudo aquilo tivesse acontecido de verdade. A única pessoa que eu pude contar sobre isso era Thomas, que ao invés de me zoar, ficou bastante interessado nos meus sonhos realísticos.

A missão que tivemos hoje na Síria tinha terminado do jeito que Amanda Waller queria. Ela tinha conseguido informações valiosas sobre grupos que estavam testando uma fórmula para deixar homens mais fortes do que o Superman. Diana é claro, não tinha participado dessa missão. Ela tinha outros afazeres com a sua outra equipe.

Me pergunto se ela contou para eles o que estava fazendo... Eu sabia que a Argus era o último lugar em que ela queria estar. Diana estava ali porque precisava... Ela tinha outros planos.

Quando finalmente chego em meu apartamento, dou de cara com Thomas sentado em meu sofá como se fosse a coisa mais natural do mundo.

— Como que você entrou aqui?

Ele me olha com um sorriso grande no rosto.

— Estava te esperando amigão.

— Isso não responde a minha pergunta.

Thomas levanta e me entrega uma garrafa de cerveja.

— Hoje tem jogo e sua televisão é melhor do que a minha. – Ele volta a se sentar em meu sofá.

Me sento em uma das minhas poltronas e dou um gole na minha cerveja.

— Que gosto estranho é esse? – pergunto.

Thomas sorri.

— Chegou a hora.

Sinto meus olhos ficarem pesados, meu corpo fica mole e minha respiração fica mais lenta.

— O que você fez? – Consigo dizer, antes de finalmente apagar.

*

Os alemães estavam na minha cola.

Meu avião tinha sido atingido e de alguma maneira, consigo fazê-lo funcionar. Não consigo enxergar nada além da névoa, tudo está escuro. Era como se tudo conspirasse para a minha morte.

Continuo seguindo o caminho pela a escuridão, até que sou surpreendido pela luz. E uma ilha.

Uma ilha no meio do nada!

Perco o controle do meu avião, que decide me abandonar e cair nesse mar tão azul quanto esse céu.

Tento me soltar, mas estou preso e afundando.

Prendo a minha respiração antes que eu afunde. Tento inutilmente me soltar, mas não adianta.

Eu vou morrer...

Aos poucos perco a minha consciência e meus olhos se fecham.

Sinto uma brisa suave em minha pela e minha respiração voltou ao normal.

Estou vivo?

Abro os meus olhos e uma linda mulher me encara maravilhada e um pouco desconfiada.

— Você é um homem? – ela me pergunta.

Ela sorri extasiada.

Que diabos estava acontecendo?

Sinto alguém bater em minhas bochechas com força e sou obrigado a acordar do meu sonho.

Abro os meus olhos e Diana estava me encarando com a expressão preocupada, tão diferente da expressão que ela tinha em meu sonho.

— Steve, você está bem? – Essa era a primeira vez que me chamava pelo meu primeiro nome e de alguma maneira fez com que meu coração batesse descompensado no peito.

— Onde eu estou? – pergunto, desnorteado.

— Em seu apartamento.

Me levanto do sofá lentamente para ter certeza de que estou bem. Olho ao meu redor e não tem nenhum vestígio de que Thomas esteve aqui e me drogou. O relógio marca que  já é tarde da noite.

Droga.

— Eu recebi uma ligação de Thomas e vim direto para cá. – Diana anda até a entrada para pegar sua bolsa.

— Por que você veio? – pergunto curioso.

Ela não me olha.

— Tenho que ir embora.

Ela abre a porta, mas eu me apresso para puxá-la para trás e impedi-la de ir. Estou sendo tomado pelas minhas emoções e por aquele sonho.

Diana me encara e eu não consigo decifrar o que está pensando. Puxo ela para mais perto de mim, até que seu corpo fique colado ao meu.

— Steve... – Ela olha para o chão.

— Essa é a segunda vez que me chama pelo meu nome.

Ela me olha.

— Estamos muito perto um do outro.

Observo sua boca, antes de olhar em seus olhos.

— E isso é ruim? – pergunto.

— Não.

E então ela se aproxima rapidamente e rouba um beijo meu. Fico desnorteado por alguns segundos antes de retribuir. Diana passa os braços em volta do meu pescoço e cola mais o seu corpo ao meu. Seu cheiro era tão maravilhoso e de alguma forma era familiar para mim. Sua boca estava sedenta pela minha, do mesmo modo que eu estava sedento por ela.

Nos afastamos relutantemente, eu com um sorriso no rosto e ela com os olhos cheios de lágrima.

— O que aconteceu? – pergunto preocupado.

— Nada...

— Diana, você não é uma boa mentirosa.

Ela ri.

— Já me disseram isso antes.

— Eu tenho que te falar uma coisa.

Tenho que dizer como me sinto em relação a ela. Meu disfarce tinha acabado nesse momento, assim que nos beijamos. Não quero mais ter que fingir que não a amo. Tentei negar por durante muito tempo, mas acho que a amei desde o primeiro momento que a vi.

— Não diga nada Steve...

— Mas eu quero.

Diana tenta se afastar, mas eu não deixo.

— Eu te...

— Desculpa interromper o casal, mas tem alguém vindo para separá-los de novo. – Ouço uma voz familiar me interromper.

Olho para o lado e Thomas está de pé, com a expressão mais natural do mundo.

— O que você ainda está fazendo aqui? – pergunto.

— Que jeito mais feio de tratar a pessoa que tentou ao máximo unir esse casal.

Diana olha para mim sem entender.

— Thomas, estamos no meio de uma coisa aqui – digo.

— Eu sei. Mas nesse exato momento Amanda mandou pessoas te capturarem e você tem que fugir.

— Por que Amanda está vindo atrás do Steve? – Diana pergunta em um tom de voz sério.

— Por sua causa. – Thomas aponta para ela.

Diana olha para mim assustada.

— Eles sabem – ela diz.

— Sabem o que? – pergunto.

— Que você se parece com ele – ela fala.

— Ele está bem ao seu lado, só que reencarnado – Thomas fala.

Diana olha para ele.

— Como isso é possível?

— Digamos que... – Thomas se aproxima de nós e em instantes depois, seu corpo vira uma linda mulher. — Eu dei uma ajudinha...

— Mas que porra... – Olho assustado.

Diana fica em minha frente.

— Eu sou Perséfone e sou uma grande fã sua Diana.

— Alguém pode me explicar o que está acontecendo? – pergunto irritado, por não estar entendendo nada.

— Steven, os sonhos que você anda tendo sobre Diana são memórias da sua vida passada. Vocês dois foram amantes e terminaram a Primeira Grande Guerra, mas você morreu e Diana ficou. Durante cem anos, ela vagou por esse mundo sofrendo pela sua perda, mas eu consegui fazer com que você reencarnasse.

— De acordo com os dados, ele tem algum parentesco com o antigo Steve. – Diana se afasta de mim ao falar.

Olho para ela confuso e sem ainda entender nada.

— Será que vocês poderiam me contar algo que fizesse algum sentido? – pergunto para as duas.

— Steve Trevor, você está destinado a ficar ao lado de Diana, vocês são almas gêmeas.

Perséfone sorri.

Pelo menos eu tinha gostado dessa última parte.


Notas Finais


E ai gente? O que acharam? Altas emoções!


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