História Medical Love - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time, Orphan Black, Supergirl
Personagens Alex Danvers, Cosima Niehaus, Dra. Delphine Cormier, Emma Swan, Kara Zor-El (Supergirl), Regina Mills (Rainha Malvada), Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Cophine, Cosima, Delphine, Drama Médico, Emma, Kara, Lena, Regina, Supercorp, Swanqueen
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Palavras 2.928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii, amores! Então, infelizmente eu não pude escrever pra vocês nas minhas férias, porque eu não as tive. Meu pai esteve bem doente e se recuperou só agora, ele saiu do hospital hoje. O caso dele e os sintomas são bem parecidos com o paciente que a Regina e a Emma vão ter nesse capítulo e no seguinte! Espero que gostem, mais uma vez, me desculpem!

Alguns conceitos médicos importantes:

Angioplastia: cirurgia utilizada para desobstruir vasos deformados, estreitados ou dilatado.

Stent:é colocado na angioplastia através de um cateter pela virilha ou braço geralmente. É uma espécie de tubo com perfurações que evita a obstrução do vaso.

Coronária: vaso sanguíneo do coração.

Capítulo 7 - Capítulo 7- Você fez isso por mim?


Drogas. Qual o verdadeiro efeito delas no nosso organismo? O que a nicotina, a anfetamina, o ópio, o álcool e a maconha têm em comum? Simples: eles mudam a ordem normal com que tudo devia acontecer, e, acima de tudo, elas viciam. Céus, e como viciam. Essa dependência pode ser química ou psicológica e, nesse caso, a sua mente se convence de que precisa daquilo mais do que qualquer outra coisa. Será?

Alguns dizem que o mundo das drogas é um caminho sem volta, mas eu acredito que existem várias outras “drogas” que, em excesso, são uma obsessão enorme e não causam uma morte de overdose como a maioria das citadas acima: um trabalho que você ama, uma pessoa pela qual você nutre um sentimento muito profundo, um hábito que pratica com frequência... Todas essas coisas podem te levar a loucura tão facilmente quanto e, acredite, são muito mais difíceis de largar.

Eu considero que o meu grande vício seja a medicina. Ela é muito mais que alguns comprimidos, muito mais que uma onda que te faz sentir um pouco melhor. Ela me faz me sentir como uma Deusa, que pode andar numa linha tênue entre a vida e a morte e tomar decisões que afetam diretamente o destino das pessoas. Mas, como toda linha tênue, respeito é pouco pra se ter com uma profissão como a minha.

O ar parecia fugir dos meus pulmões enquanto eu entrava no elevador, completamente vazio, ao lado da Dra. Regina Mills. A mulher que bagunçou a minha vida toda nos últimos dias. Essa não era uma daquelas situações em que se pode sentar e refletir sobre o que está acontecendo na sua vida, porque não tinha explicação. Eu só sei que eu mudei, comecei com os analgésicos e as anfetaminas, me tornei fria, excluindo os meus sentimentos.  Fui brilhante por um lado, sendo aquela nerdzinha com as melhores notas da turma e que não socializa com quase ninguém exceto pessoas parecidas com ela.

Mas agora eu me sentia humana, eu acabara de dizer, quando conversei com a Dra. Black, que queria largar essa vida, que queria voltar a realmente voltar a sentir as coisas, ser uma pessoa melhor e uma médica melhor com os meus pacientes. E Regina era a pessoa que tinha despertado tudo isso, seja me fazendo sofrer e enxergar o que estava bem na minha frente ou sendo gentil e me mostrando que havia uma saída. Um beijo na bochecha, um maldito “Bom dia, Dra. Swan”  e eu já estava perdida nos meus devaneios dessa maneira.

- Regina...- eu exclamei, quase sem ar, ao lado dela no elevador.

- Emma, eu te chamei de Dra. Swan, eu esperava que pudéssemos manter a formalidade no ambiente de trabalho. Está bem?- ela destacou, com uma voz rouca. Já mencionei que a voz dela é algo muito interessante e enigmática? Assim como ela eu suponho, porque tudo o que eu achei saber sobre a famosa Dra. Mills era uma mentira, porque eu conhecia uma figura dela, uma carreira, e não uma pessoa.

- Certo, Dra. Mills. Eu só queria agradecer novamente por ontem, como a Emma, e em seguida agradecer pela oportunidade de hoje como Dra. Swan.- parabéns, Emma Swan. Acho que essa é a primeira frase certa que você fala em muito tempo.

- Não precisa agradecer. Eu mantenho o que eu disse no seu primeiro dia, só espero que me surpreenda, da maneira que for...- Regina se aproximou do meu ouvido para falar, e a última frase saiu pausada. Se eu já estava sem respirar, agora eu não conseguiria nem mesmo tentar. A porta do elevador abriu-se e numa fração de segundo eu vi sua silhueta diante de mim, mas infelizmente eu não podia me dar o luxo de observá-la, então fiz uma força enorme para acompanha-la lado a lado.

- Dra. Mills, você não mencionou qual procedimento eu irei te auxiliar.- comentei, tentando aliviar um pouco a minha pressão e manter-me firme.

- Na verdade, quem vai te auxiliar sou eu, Dra. Swan. Você vai fazer uma angioplastia hoje e eu serei a supervisora. - Ela estava falando sério? Eu ia fazer uma cirurgia solo? Mas a minha felicidade durou pouco quando ela mencionou a angioplastia, que é basicamente um procedimento de “encanador” como chamamos: utilizado para desobstruir artérias cheinhas de gorduras carregadas por colesterol LDL, sejam essas vindas de doces, fast foods, sódio ou o que for.

- Com todo o respeito, Dra. Mills, mas esse não é um procedimento que absolutamente qualquer residente, cirurgião ou não, pode fazer?- eu indaguei.

- Que bom que sabe quem você é, Dra. Swan. Uma residente.- novamente, ela falou pausadamente, frisando muito bem o efeito que desejava e me deixando com uma vergonha enorme.- Colocar um stent numa angioplastia, além de ser muito específico e realizado apenas por cirurgiões, o que você ainda não é, pode evitar um infarto. Pode evitar, acima de tudo, que tenhamos que submeter o paciente a uma cirurgia de alto risco e pode evitar também a morte. Agora, sei que você acha muito legal a arte de cortar, mas esse é o seu ponto de partida para ser uma verdadeira cirurgiã.

- Desculpa... O que eu queria dizer, na verdade, é obrigada.- eu disse, completamente sem jeito e encabulada. Regina conseguia ter esse efeito sobre mim. Tornar-me... Submissa.- Pode me apresentar o caso?

- Você agradece demais, Dra. Swan. Devia agir mais.- ok, agora eu não estava entendendo mais nada. O profissional estava realmente se sobrepondo naquele momento? Eu acho que não. Mas não posso negar que eu estava iludida, porque tudo o que ela tinha feito era me ajudar e me levar para casa. Nada mais do que isso.- O paciente é o Sr. Anthony Gold, 62 anos, hipertenso e suspeita de estenose arterial devido a diversas dores no peito. Já possui, funcionando normalmente, dois stents pérvios: um na coronária direita, que causou um infarto há um ano e outro na coronária esquerda em seu ramo marginal. E, ao que parece, ele também foi o arquiteto que projetou o shopping que eu frequento.

Depois de tratar do August, eu comecei a prestar atenção no histórico dos pacientes. Eu tentava descobrir sobre o temperamento deles e as situações pelas quais passavam, e não somente a doença ou problema que eles tinham. É como se eu entrasse no quarto do Sr. Gold e dissesse: “olá, Sr. Artéria Entupida. Vamos colocar uma rede pra evitar o acúmulo de gorduras e você vai ficar bem”. Mas não era só isso. Gold já havia passado pelo procedimento duas outras vezes, uma em estado de urgência, como a Dra. Mills mencionou, e outra posteriormente. E, se não realizássemos o procedimento novamente e descobríssemos a causa das estenoses, ele iria continuar tendo esse problema.

- Certo. A estenose deve ser no ramo intermediário da coronária esquerda...- indaguei, folheando o prontuário e conhecendo mais sobre o caso. O Sr. Gold, além de diversos problemas cardiológicos, devia sofrer um stress enorme no trabalho e a sua pressão alta não devia ajudar muito nesse quesito.

- Correto, Dra. Swan. A primeira parte do caso será leva-lo para o exame de cateterismo e confirmar as nossas suspeitas e, em seguida...- tive que pausar a fala da Dra. Mills e falar das minhas preocupações.

- Antes da angioplastia, eu gostaria de conversar com ele na presença de um psicólogo ou psiquiatra do hospital, a Dra. Black se possível. Ele sendo hipertenso e tendo dado baixa aqui no hospital há pouco tempo com o mesmo problema é preocupante, ele teve estar passando por uma situação muito complicada.

- Eu digo isso pouquíssimas vezes, mas você está correta novamente e me surpreendeu. Sim, o nosso trabalho é curá-lo e isso não se resume tão somente a parte clínica, devemos procurar todos os meios de auxiliá-lo. Vou contatar a Dra. Black.- eu pude jurar que tinha visto um sorriso no canto do rosto da Regina e a minha vontade de sorrir era enorme, e foi o que eu fiz. Eu me sentia orgulhosa, e, pelo jeito, ela também.

Ao mesmo tempo, ouvimos um tumulto no final do corredor e algumas enfermeiras dirigindo-se ao quarto 285. Regina folheou o prontuário e minhas suspeitas foram confirmadas: aquele era o quarto de Anthony Gold, o nosso paciente. Ela correu em disparada, com aquele êxtase por salvar mais uma vida e eu a segui com o mesmo objetivo. Essa era a minha chance, o caso em que eu poderia me redimir e dar início a uma nova etapa na minha carreira médica.

Granny veio correndo em nossa direção. Eu ia ter que me acostumar com os “conselhos” dela já que parecia que ela era o braço direito da Regina em meio as enfermeiras.

- Dra. Mills, sei que nem conheceram o paciente ainda, mas tenho que ser rápida porque ele está bem alterado. Ele trocou de plano recentemente, que está no período de carência. Não autorizam nada além de exames de rotina.- ela disse.

- O caso dele é grave e ele não pode se alterar dessa maneira. Obrigada pelas informações, enfermeira Granny, mas eu e a Dra. Swan precisamos acalmá-lo rápido para conseguir o consentimento para o cateterismo de forma particular.

Dentro do quarto, um jovem que parecia ser o filho do paciente segurava o pai a medida que este investia contra uma enfermeira e gritava em um tom bem alto. Gold estava realmente surtando.

- Isso é um absurdo! Eu estou sendo tratado como lixo numa instituição que deveria fazer jus ao seu renome! Estou pagando tudo de forma particular e vocês nem mesmo me colocaram na melhor área do hospital... Já estou aqui há duas horas sofrendo de dores e nenhum médico apareceu!- Ele gritava impaciente.

- Sr. Gold, sou a Dra. Mills e essa é a Dra. Swan. Somos as responsáveis pelo seu caso.- Regina disse em um bom tom e muito profissional. Gold parecia muito alterado e eu não sabia o que fazer. Meu inconsciente me dizia loucamente que eu deveria bipar a Dra. Black para que pudéssemos ter um diagnóstico realmente completo do paciente antes de iniciar qualquer procedimento, ou que alguém se machucasse antes mesmo disso.

- Responsáveis uma ova! Eu vim para o Luthor atrás do atendimento da legendária Dra. Lillian Luthor e é isso que você tem a oferecer, querida?- Gold ficou mais violento e conseguiu se soltar do filho. Ele queria investir contra Regina.- Nem um cachorro de rua deveria ter tratado dessa maneira! Esse hospital é uma máfia, vocês só pensam em dinheiro! Deveriam se envergonhar.

- Dra. Swan, ele está delirando. A Dra. Lillian Luthor faleceu há 5 anos. Isso é mais grave do que eu pensava, bipe a Dra. Cormier ou qualquer pessoa da neuro pra ontem!

Rapidamente, eu bipei a Delphine e a Cosima, além da Fiona porque Gold estava ficando violento, e muito. Depois que o filho e duas enfermeiras não conseguiam mais imobilizá-lo na cama, ele veio em nossa direção.

- Senhor, é melhor se acalmar porque a sua situação é grave. Está correndo um risco enorme e desrespeitando a sua médica e eu não vou permitir isso. Estamos tentando salvar a sua vida aqui.- sabe aquele momento em que você fala uma frase involuntária mas completamente correta? Eu acabara de fazer isso e estava sentindo um puta orgulho de mim mesma. Depois de me dar conta do que eu tinha acabado de falar, percebi também que eu estava entre o paciente e a Regina, protegendo-a com os meus braços.

Mas nem sempre atos de coragem são bem recompensados ou bem vindos. A resposta a minha fala anterior veio em forma de soco, um soco forte pra caramba, e antes que eu pudesse processar tudo novamente eu já estava no chão e minha pálpebra sangrava.

- Diazepam, agora!- a Dra. Mills gritou enquanto a Dra. Black adentrava no quarto, que tomou a frente do tratamento rapidamente para que o paciente se acalmasse e pudéssemos dar continuidade no exame mais tarde. Enquanto isso, eu me vi na mesma situação que aquela na sala da ressonância, com a Regina me ajudando a levantar.

- Você vai precisar de pontos. Vamos voltar pra minha sala.- ela disse enquanto examinava com cuidado o ferimento causado pelo soco.

- Tudo bem, Dra. Mills, alguém no PS pode fazer isso. Nosso paciente precisa de você agora, eu não posso lidar com isso, me desculpa.- retruquei. Eu realmente não tinha o psicológico para aquele caso e eu estava me sentindo uma merda por causa da noite anterior e pelo soco de hoje. Pela primeira vez em muito tempo, eu queria ir para casa porque não me sentia bem. Eu sempre conseguia superar qualquer coisa com os comprimidos, mas eu não podia contar com eles agora.

- Está se desculpando pelo quê? Você levou um soco por mim, era pra eu estar sangrando agora, Emma. Eu vou suturá-la e acabou.- Emma? Foi isso mesmo que eu ouvi? Realmente, eu estava muito confusa e a essa altura o pessoal e o profissional já tinham se misturado de uma maneira que não era mais possível separá-los. E aquele ar de superioridade que a Regina tinha era impossível de se contrariar, eu acho que eu até mesmo gostava de ser submissa à ela.

Ela pegou algumas gases na gaveta do quarto do Gold para que eu pressionasse a minha pálpebra e pediu que a enfermeira Granny enviasse um kit de sutura para o consultório dela. Aquilo realmente estava acontecendo, eu tinha levado um soco pela minha suposta atitude corajosa e ia ser suturada no olho e era a Dra. Regina Mills que ia fazê-lo.

Meus pés se mexiam sozinhos e eu não podia senti-los. Na verdade, eu não sentia nada de tão incrédula que eu estava, mas aos poucos pude sentir as mãos dela ao redor da minha cintura assim como no bar. Será que eu estava condenada a me machucar e ser socorrida por uma Dra. Mills brava e autoritária mas, ao mesmo tempo, gentil pelo resto da minha vida? Era quase rotina já que tinha acontecido duas vezes seguidas. Quando eu percebi, estava parada novamente na frente da porta que dizia: “Dra. Regina Mills: cirurgia cardiovascular”

- Sente-se. Vai ser rápido. Sou bem habilidosa com suturas, por isso que fiz questão de fazer eu mesma.- Regina disse, enquanto preparava a anestesia e eu me sentava na poltrona. Ela tinha dado um jeito de colocar aquela armadura novamente, para fingir que não tinha sido gentil e dito “você levou um soco por mim, era pra eu estar sangrando agora, Emma”. E com certeza ela era talentosa em muitas coisas pelo que eu pude perceber. Realmente, nós precisávamos conversar.

- Regina...

- Shhh, não posso ser boa se você ficar se mexendo igual a uma criança.- ela retrucou e eu fiquei imóvel. Senti a picada da agulha e a ardência da anestesia, mas foi rápido e eu devia ter sentido bem mais dor por causa do local. Sabe, habilidades de Regina Mills. Ela tocou delicadamente na área e nos fitamos por alguns minutos. Mesmo que eu só estivesse com um olho bom, eu pude fazê-lo.

- Está dormente? Ou está sentindo alguma coisa?- ela disse, enquanto desviava o olhar e preparava a agulha de sutura e a linha.

- Não sinto nada. Pode começar.- e tão breve que eu disse isso os três pontos de finalizam e pude ir abrindo o olho aos poucos. Mesmo que eu ainda estivesse com a visão um pouco embaçada, eu não pude deixar de encarar o sorriso de canto que a Regina estampava. Eu quis ser bem direta, assim como ela é, e perguntar o que aquilo tinha significado, mas me mantive em silêncio por alguns segundos, até que ela o quebrou.

- Vou ligar para a Dra. Black e saber como anda a situação.- ok, então nós fugiríamos no pessoal e voltaríamos pro profissional por uns instantes.

- Dra. Mills, se o plano dele está em período de carência, temos que realizar o cateterismo e a angioplastia por particular, não é?

- Sim, e eu acho que é por isso que ele está tão alterado. Granny me disse que a administração e o paciente não chegaram a um acordo financeiro. Acho que ele está quebrado...- Regina fez uma pausa, abrindo espaço para que ela mudasse de assunto. Ela não gostava de se meter na vida dos pacientes, ao menos é o que eu pensava...- Dra. Swan, você disse que não estava pronta para isso, que queria desistir. Mas a frase que você acabou de falar me diz o contrário. 

 

Regina me fitou e sorriu com o canto da boca. Era óbvio que eu queria realizar o procedimento, bem como eu queria continuar trabalhando com ela além do "presente" que o Luthor me dara de ser aluna dela no meu primeiro plantão. Mas eu me sentia um lixo, eu estava confusa sem os meus medicamentos e não sabia também o que significava todas essas suposições que uma das cardiologistas mais famosas do país estava fazendo. Mas sabe o vício por adrenalina, pela minha profissão? Era mais forte que tudo isso e crescia a cada dia. Eu queria operar. Eu precisava de mais uma dose da minha droga predileta. 

 

Eu quero operar, Dra. Mills. Agora mais do que nunca.- disse, enquanto ainda nos fitávamos. Eu podia jurar que não havia mais nada ao nosso redor, era um momento um tanto quanto inexplicável e impudor ao mesmo tempo. Eu a admirava, eu me espelhava nela e queria continuar sendo sua aluna e futura colega.


Notas Finais


Gostaram da atitude da Emma? As coisas entre elas estão evoluindo né? Vai ser mais lento, vai ter muita treta ainda e muitas tragedias e glórias no trabalho...


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