História Medicina do amor - I e II temporada - Capítulo 41


Escrita por: ~

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Categorias Martin Garrix, Taylor Marie Hill
Personagens Martin Garrix, Taylor Hill
Exibições 112
Palavras 780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 41 - O que eu fui fazer? - Por Martin Garrix


Fanfic / Fanfiction Medicina do amor - I e II temporada - Capítulo 41 - O que eu fui fazer? - Por Martin Garrix

Aqueles fotógrafos todos era algo surreal. Bebe estava amando posar ao meu lado. 

Bebe: Você não está se sentindo bem né?

Eu: Claro que não! Eu estou bem Bebe! -Ela deu um sorriso e por um segundo me senti desconfortável.

Lembrei do que havia concordado no contrato de In The Name Of Love.

Tive que beijar ela. 

Assim que terminei vi seu sorriso ficando mais largo. Me senti mal por estar fazendo aquilo. Tudo por causa de uma música para a garota que eu amava muito. Tudo por conta de um contrato.

Bebe: Foi melhor do que imaginava que seria.

Eu: Que bom. -Disse olhando ao redor.

Não vi a Marie desde que ela chegou, ela já devia estar no palco. Olhei pro canto e Louis não estava ali. Já deveria ter saído pra ir entre a multidão e fotografar o palco de longe.

Subi pro palco e escutei minha abertura ser tocada. 

Marie não estava ali. O que estava acontecendo? Ela nunca se atrasa!

De qualquer forma, eu já havia subido. Não podia mais ligar pra ela e perguuntar onde estava.

Comecei a tocar e na metade do show, Bebe me trouxe um copo de bebida que eu não sabia qual era, pois o copo era extremamente escuro. Tudo com gelo.

Bebe: Cerveja.

Eu: Obrigado. -Tomei tudo em uma golada e percebi que aquilo não era cerveja. Eu havia bebido 250 ml de Vodka pura!

Bebe: Bom?

Eu: Muito forte pra uma cerveja não é? Mas obrigado pela vodka! -Voltei minha atenção para as CDJ'S e vi que a próxima música era In The Name Of Love. Olhei pra Bebe e ela sorriu.

Bebe: Nossa vez?

Eu: É.

Bebe: Ótimo.

Eu: Lollapalooza... Essa é minha canção de amor. In The Name Of Love com a Bebe Rexha. 

Soltei os vocais e a galera pirou. As luzes apagaram e voltaram quando Bebe surgiu.

Toquei, ela cantou, a apresentação encerrou e depois de algumas música, o show acabou também.

Eu já havia tomado o terceiro copo de vodka. Me senti tonto e com uma puta dor de cabeça.

Bebe: Tá tudo bem? -Ela apareceu com um cropped branco da adidas, short preto desfiado e tênis. 

Eu: Quem? Eu? -Disse segurando o vômito que foi causado pelas bebidas. -To ótimo!

Me aproximei dela e comecei a rir.Segurei-a pela cintura e dei um beijo enorme com nossas línguas praticamente dançando. Minhas mão desceram pra sua bunda e apertei dando uma risada.

Bebe: Isso não tava no contrato Garrix. 

Eu: Agora tá. 

Bebe: Quer? -Ela colocou um papel abaixo da língua e me ofereceu outro. -Esse doce é de uma fórmula nova. Só pra animar se é que me entende!

Eu: Quer uma trip é? Então vamos! -Peguei o papel e pensei bem antes de colocar aquilo abaixo da língua. Lembrei dos anos loucos que tive dropando papel. E se aquilo voltasse? Ah, era uma fórmula mais leve. Não iria causar nada além de uma trip leve de alegria né? 

Coloquei abaixo da língua e deixei derreter enquanto meus olhos estavam fechados. 

Levei Bebe pro meu carro e chegamos em um outro hotel que ela estava.

Me joguei na cama sem sapatos e ela começou a rebolar pra mim. Bebe se deitou por cima de mim após tirar o tênis e rebolou no meu brinquedinho. 

Comecei a sentir tesão. E comecei a ver luzes coloridas também.

Era o LSD fazendo efeito.

Eu: Tá vendo essas luzes?

Bebe: Rosa, vermelho...

Eu: É. Azul e verde. Estamos na mesma trip gata! 

Bebe: Estamos! -Segurei sua bunda dando um apertão. Tirei aquele cropped e dei de cara com seus seios.

Chupei cada um deles e ela gemeu. Abaixei seu short e ela terminou de tirar. 

Joguei minha calça pro canto e ela tirou minha camiseta arranhando meus ombros.

Comecei a ver outras luzes mais fortes. Algo que parecia ser fogos. Era incrível! 

Senti meu corpo suar frio. O que significava que era o LSD ficando mais forte. Ri ao me sentir com o corpo relaxado. 

Apertei a bunda da Bebe novamente e ela me beijou dando mordidas na minha orelha.

Eu: Já pode voltar com aquela brincadeirinha! -Afastei sua calcinha a abaixei minha cueca.

Ela riu e começou a rebolar com movimentos lentos de vai e vem no meu órgão que já estava duro. 

Gememos e imploramos um ao outro por mais prazer. 

Tudo o que estava rolando ali era prazer.

O prazer da vodka, do papel, do sexo... O prazer reinava ali.

Coloquei ela de quatro e comecei a meter nela.

Bebe: Vai! Vai Martin! Aiii, mais rápido seu gostoso! -Dei um tapa em sua bunda e continuei. Tirei cinco minutos depois ao perceber que iria começar a gozar.

Mesmo assim, continuei chupando seus seios enquanto ela me masturbava.

Cansamos ou o efeito de prazer do LSD havia acabado. Ela se deitou. Fechei os olhos.

Acordei no outro dia e... QUE PORRA EU FIZ?



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