História Medicine - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Haechan, Jaehyun, Johnny, Mark, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Dojae, Dotae, Jaeyong
Visualizações 29
Palavras 1.608
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu sei que eu demorei, e de novo, desculpa <3
Espero que gostem, eu amo escrever essa fanfic, Boa leitura.

Capítulo 2 - A madman, a doctor and a good bad boy.


Doyoung acordara com o sol nascendo, havia esquecido-se de abaixar o banco e acabou dormindo sentado, o que estava por agora o causando terríveis dores nas costas, olhou para o lado vendo o loiro dormir tranquilamente, lembrou-se do dia anterior que havia adormecido enquanto conversava com Jaehyun, tinha prometido que o levaria até a clinica psicológica onde trabalhava, então resolveu olhar o celular para olhar as horas e ligar para o amigo japonês que havia desaparecido em meio as pessoas do bar.

“05:45”

Havia dormido boas horas, mais do que normalmente dormia quando passava as noites dirigindo com Yuta a procura de novos locais para visitar, Doyoung era o tipo de pessoa que achava dormir não tão bom, as pessoas passavam em media vinte anos dormindo se olhassem pelo lado da expectativa de vida, e para o garoto de cabelos roxos poder viver todos esses vinte anos longe de uma cama, se aventurando realmente, não em seus próprios sonhos.

Espreguiçou-se e mandou uma mensagem para Yuta perguntando aonde estava e se estava muito longe do local de onde o coreano estava, ele não duvidava que em alguns desses dias o amigo poderia parar em Las Vegas, o ligaria falando que não sabia como havia chegado lá ou o porquê e então Doyoung iria rir e diria para que o japonês fosse procurar seu amigo americano Johnny, riu dos próprios pensamentos e guardou o celular olhando para o lado e vendo Jaehyun o encarando.

 

- Hm... Bom Dia Yoonoh. – Doyoung disse o olhando com uma sobrancelha arqueada, o loiro parecia um tanto quanto confuso, o que o levava a pensar que ele podia estar embriagado na noite passada, mesmo que não parecesse.

- Bom dia? – o outro disse e olhou em volta tentando assimilar onde estava e porquê estava ali com o de cabelos roxos. – Ah, Doyoung, certo?

- Certo, estava bêbado ontem?

- Não, apenas acordei um pouco confuso, ora, é preciso bem mais do que apenas duas garrafas de Soju para me derrubar. – disse um pouco convencido e Doyoung se perguntou o porquê de bebida orgulhar tanto algumas pessoas.

- Ah sim, então... Que horas precisa estar na clinica psiquiátrica? – Jaehyun sorriu aliviado, Doyoung cumpriria o que havia dito e ele não teria que esperar horas por um daqueles ônibus de viajem que paravam a cada ponto.

- Preciso estar lá as dez da manhã, mas provavelmente ainda é cedo, obrigada por ser tão legal, é difícil achar alguém assim... Principalmente em um bar para motoqueiros. – o loiro riu. – Hey, eles vendem café da manhã, será que já está aberto? De dia este aquele lugar parece bem mais... Amigável? – dessa vez aquele que ria era Doyoung.

- Provavelmente abre as sete como a maioria dos lugares, mas não há mal em checar. – o mais velho abriu a porta do Bel Air 1957, se deparando com um frio matinal do Outono coreano, seus dedos que estavam quentes levaram um ‘’choque térmico’’ ao encostar-se à fria superfície do carro. – As arvores daqui não ajudam o tempo a ficar quente....

- Realmente, acho que acordamos cedo demais até pro sol começar a esquentar, mas sabe o que dizem, quanto mais cedo você acorda, mais aproveita a vida. – Jaehyun disse tentando ser otimista mesmo estando sem casaco em prováveis 18°c.

- Onde está você céu azul radiante de Outono? – Doyoung disse dramaticamente fazendo o mais novo soltar um riso. – Eu poderia ser ator, não acha? – o outro riu ainda mais. – Isto é um monologo dramático, não uma comedia, aish.

- Aigoo, você é engraçado. – disse ao passar pela porta do local. – Viu? Está aberto, vazio e amigável. – O de cabelos roxos sorriu ao observar o lugar mais atentamente, o que no dia anterior estava lotado, agora estava com poucas pessoas, as mesas encostadas nas paredes reluzentes e poltronas de cor vermelha pareciam um filme nos olhos do jovem.

 - Uau, eu deveria vir aqui mais vezes de dia.

- Certamente. – sentaram-se em uma das mesas onde pediram apenas uma tijela de Kimbap com um pouco de suco.

 

 

Taeyong acordava com o barulho do toque matutino, todos da clinica deveriam acordar para tomar seus respectivos remédios e a refeição da manhã, o Lee levantou da cama de lençóis brancos, colocando as mãos no cabelo bagunçado para que o ajeita-se, o barulho do toque da clinica era alto, e se havia algo que Taeyong passara a odiar eram barulhos altos, ser acordado todo dia com uma sirene de incêndio estava começando a ser normal, mas também a irritá-lo, espreguiçou-se e se levantou, colocando os pés descalços no chão, respirou fundo assim que o barulho cessou e as portas do quarto se abriram, sorriu pequeno ao ver a parede azul clara do corredor e levantou-se indo direto ao local onde serviam comida, Taeyong não gostava de chamar o local de refeitório, refeitórios o lembravam de sua escola, e a clinica era de longe um lugar feliz como seu colégio.

- Bom Dia, Ty. – Disse o outro garoto de cabelos pretos que passava pelo corredor, Chittaphon, ou Ten como gostava de ser chamado, era o garoto tailandês que havia sido internado por alguns problemas de depressão ao ser mal aceito pelos pais, o garoto melhorava a cada dia de seus problemas, e mesmo que os outros considerassem Taeyong um “cara ruim e frio” ele estava feliz pelo colega que iria embora e viveria seu tratamento bem longe dos pais.

 - Bom dia Ten. – disse e se dirigiu a fila onde estavam dando os pratos, pegou algumas coisas e sentou em uma das mesas um pouco afastado, eram poucas as vezes que comia junto a alguém, porque por mais que Ten ainda falasse um pouco consigo, os outros ainda preferiam não se aproximar dele.

Afinal quando o próprio hospital psiquiátrico aumenta os seus casos, até ele mesmo ficaria com medo do seu “eu”.

 

 

 

A velha Bel Air de Doyoung andava rápido, bem mais rápido do que Jaehyun pensava que andaria, claro, é o que todos pensariam ao olhar um carro de aparência antiga, mas quando se passa algum tempo aprendendo sobre carros, o de cabelos roxos sabia que poderia fazer um fusca andar tão rápido quanto um carro mais caro, isso porque a lataria nunca iria importar tanto quanto o motor e as outras partes internas do carro, Doyoung até gostava de ligar isso as pessoas, as pessoas poderiam ser bonitas e bem faladas, mas nunca iria importar o que estava por fora se você não a conhecesse de verdade.

Jaehyun se permitiu colocar a cabeça para fora da janela do carro, observando as arvores e a estrada enquanto o vento batia em seu rosto, o mais velho lembrou-se de quando entrou pela primeira vez em seu carro, talvez não fosse a mesma adrenalina de dirigi-lo mas era incrível se sentir em um filme de época.

- Impressionante, não acha? – Doyoung disse um pouco alto para que Jaehyun voltasse para o carro.

- Incrível, consigo até mesmo ouvir alguma musica como Elvis Presley tocando e um óculos escuro com jaquetas de couro. – o loiro riu

- Se é Elvis que quer ouvir. – ligou o radio que imediatamente tocou Gee do Girls Generation, Doyoung riu e mudou para Houng Dog. – Não me julgue, além de gostar de coisas de época, também gosto de kpop, okay? – Yoonoh riu.

- Quem não ouve um girls generation, não é?

Doyoung cantarolava o rock enquanto chegavam a uma estrada que levava a uma grande construção azul e branca, pausou a musica enquanto chegava próximo a um portão junto ao mais novo.

- Sou Jung Yoonoh, da ala três de psiquiatria. – disse a uma câmera, os portões do local se abriram e Doyoung pensou estar em uma mansão, não em um hospital. Estacionou o carro em uma das vagas e saiu se despedindo de Jaehyun.

- Obrigada mesmo Doyoung. – o mais novo sorriu e pegou um papel no bolso. – Tem uma caneta? – sorriu e Doyoung pegou uma caneta no porta-luvas. – Aqui está meu numero see’ya – sorriu e entregou o papel ao de cabelos roxos, entrando no prédio branco.

- Woah... – Doyoung observou o prédio, focando-se a uma janela mais baixa, um garoto o olhava com certa curiosidade, talvez não devesse aproximar-se, mas era sempre bom adquirir conhecimento de pessoas, e nem todos ali iriam tentar matá-lo por nada, não?

Aproximou-se da janela do hospital, olhando para os lados, aparentemente não seria impedido ou realmente não ligavam para uma presença estranha no local, o garoto da janela pareceu rir soprado quando o outro o dirigiu palavra.

- Hm, Olá?

- Você é a primeira pessoa que vê um paciente de um hospital psiquiatra e se aproxima, também é louco? – Doyoung riu baixo.

- Todos somos loucos, mas você parece são demais para estar aqui, visto que não me disse nada desconexo ou tentou me atacar.

- Nem todos os loucos vão tentar te atacar, e cá entre nós – apoiou-se para fora da janela. – Eu realmente não deveria estar aqui. – sorriu

- Serio?

- Qual é, você já viu as coisas que inventam sobre algumas pessoas só pra elas pararem aqui, eu no maximo deveria estar na cadeia. – Doyoung se assustou um pouco. – Calma, é só uma brincadeira, de qualquer forma todos ficam com um pé atrás.

- Ah, bem...

- Alias, eu me chamo Taeyong.

- Doyoung, prazer em conhecê-lo.

 

Haviam vários pacientes, vários andares, mas algo o chamou direto para Lee Taeyong, Ele talvez fosse perigoso, mas quem não era afinal? Até mesmo os sorrisos sinceros do medico psiquiátrico poderiam acabar em loucura, talvez tivesse algo como uma cura? Talvez Taeyong não fosse louco afinal, mas talvez também  transformasse Doyoung em louco.


Notas Finais


Os comentários de vocês no ultimo cap me deixaram muito (Happy_WJSN.Mp3)
OBRIGADA MESMO <33 sintam-se abraçados


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...