História Medo Bobo - Gerlili - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Totalmente Demais
Tags Gerlili
Visualizações 80
Palavras 2.694
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Provavelmente terá erros pois não foi revisado
LEIAM AS NOTAS FINAIS É IMPORTANTE
Boa Leitura

Capítulo 11 - Final- Parte 2 (Fim)


{Ah, esse tom de voz eu reconheço/ Mistura de medo e desejo}

01 Novembro

Liliane desperta um pouco desconfortável sua cabeça parecia esta pesada. Ao levantar-se passou as mãos de baixo dos travesseiros e pegou o seu celular, havia duas mensagens: Fabinho e Thalles. Pensou em não abri-las, mas não conteve a curiosidade.
           "Não estarei no café, fui encontrar meu pai no aeroporto -Fabinho"
           "Estou adorando sua companhia, você é incrível. Nosso almoço ainda está de pé? -Thalles"
Ao ler a mensagem do homem Lili revira os olhos nem ela sabia o porque estava ele, talvez carência, medo de estar sozinha talvez. A dona da Bastille larga o celular e vai para o banheiro, toma um banho faz sua higiene matinal e retorna a pegar o aparelho. Após o banho a mulher estava realmente acordada e ao ler a mensagem de Fábio seu coração acelerou, então quer dizer que ele estava vindo? A loira morde o lábio uma sensação estranha a consumiu, era algo bom e ruim ao mesmo tempo, ela o conhecia de uma forma extraordinária tinha certeza de qual seria sua primeira parada. Precisava fazer uma ligação!
(...)
Liliane desceu apressada as escadas, ela mal percebe a presença de Euzébia esperando-a para o café. -Bom dia dona Lili_ fez uma pausa para analisar a mulher   -Está lindíssima!_ Lili sorri envergonhada
-Obrigada... Não vou ficar para o café, estou de saída.
-Volta para o almoço?
-Não sei, preciso ir na empresa ver algumas coisas com o Zé Pedro._ela falava com um sorriso indecifrável. -Não faço ideia de que horas volto.
-Com o Zé Pedro?_ disse debochada
-Sim._ A senhorinha sorriu de forma sutil, sabia o porque estava indo.

XXX
-Paai!!_o garoto abriu os braços esperando o pai
-Ai meu filho. _ Germano já diz em meio ao abraço, ficaram em silêncio por um tempo apenas curtindo aquele abraço que fazia falta para os dois.
-Mais que saudade!

(...)

{Tanto amor guardado tanto tempo/ A gente se prendendo à toa/ Por conta de outra pessoa/ Só da pra saber se acontecer}
Fábio dirigia e conversava com o mais velho, eles ouvia a música Poema do Cazuza que tocava em quando cruzavam as avenidas caóticas do Rio de Janeiro. Ambos riam eram tantos assuntos para acertar, era tanta saudade.
-Eu nem acredito que o senhor esta aqui!_Fabio estava realmente feliz com a chegada do pai
-Não poderia deixar de vir ao casamento da Carolina_ele solta uma gargalhada anasalada -Eu vivi para ver isso.
-Quem diria!
-Pois é,mas como está a Bastille?
-No início deu muito trabalho porque eu ficava muito enrolado porém o Zé Pedro e os outros me ajudaram bastante... Não sou tão bom quando o senhor, mas acho que estou melhorando a cada dia. _Germano sorri orgulho
-É assim mesmo ninguém conseguiria do dia para noite entrar nos eixos com a Bastille, eu por exemplo demorei anos para aprender e entender de verdade as necessidades daquela empresa, demora mas quando você pegar o jeito vai adorar aquilo.
-E a nova empresa que está trabalhando?
-Também fiquei um pouco confuso no começo, mas a adaptação foi rápida. _ele não mostrou muito entusiasmo
-Sente saudades de trabalhar com o gênio aqui né!_Germano revira os olhos e os dois soltam uma gargalhada
-Eu sinto falta de TODOS daquela empresa, até da Dn. Marta acredita?_Germano sorri novamente mas Fabinho fica sério
-Acho que o senhor deveria voltar. Tenho certeza que a minha mãe não veria problema em vê-lo regendo a empresa novamente.
-Vai muito além disso Fabio, eu e sua mãe não somos o tipo de pessoa que mesmo separados pode ficar juntos. Não da certo, nunca deu.
-Não concordo. _protestou
-Não quero falar desse assunto!
-Tá, quero saber da Catherine. Por que não veio?
-É uma longa história, mas irei resumir...Não estamos mas juntos._Fabio ficou um pouco desapontado
-Que pena._ele fez uma pousa e continuou -Ela parecia ser uma boa pessoa.
-E era.

XXX
Ao chegar no estacionamento ela abre a bolsa e procura seu grande aliado, depois de vasculhar por um tempo o acha. Se ver naquele espelho pequeno foi um grande alívio, ela observava a cada detalhe sua face estava quase natural, tinha poucos vestígios de maquiagem era apenas um delineado, um blush coral e um batom nude, seus cabelos estavam presos em um coque bem despojado com várias mechas soltas, a empresária decidiu vestir um vestido preto de tecido bem levinho que batia um palmo acide de seus joelhos.Ao sair do carro Lili começou a se arrepender, agiu de forma impulsiva, oque ela estava pensando? Fazendo? Deixando-se levar por sentimentos que deveriam ser sufocados. Pensou em dar meia volta pegar seu carro, correr para casa, se trancar em seu quarto e ficar ali sozinha como era de costume, tarde de demais. Quando começava uma coisa não podia deixar pela metade, além disso, faria bem ver como estava o andamento da empresa, fazia tempo que ela não frequentava aquele lugar. Assim que a mulher chegou foi muito bem recebida por todos, logo se dirigiu a sala de Zé Pedro. Seus planos já tinham mudado,se antes ela pretendia demorar agora seus planos era entrar e sair para não encontra-lo. Estava arrependida.
-Bom dia Dn Lili! É um prazer vê-la aqui._diz ele lhe estendendo a mão.
-O prazer é todo meu.

(...)
-Bom foi um grande desafio fechar negócios com os Japoneses, confesso. Porém batalhamos muito e conseguimos._ fala o marido de Dorinha tentando não se gabar.
-Que bom, confio em vocês, sei que sempre fazem o melhor para empresa. Mas alguma novidade?
-Bom, o senhor Ger..._Ja imaginando oque ele iria falar ela intervem                                                                                                                         -Sobre a empresa!_Zé Pedro fica um pouco sem graça e sorri tentando retomar a compostura
-Foi só isso que aconteceu mesmo.
-Sendo assim, já vou indo!_ ela estava um pouco nervosa.
Ele franze a testa -Já?_ela faz que sim com a cabeça
-Bom, tendo qualquer novidade mantenho a senhora informada. Foi um prazer revê-la_Zé Pedro estende a mão e após cumprimentar-la a acompanha até a porta.

...
Liliane dava passas largos tentado sair rápido daquele local, e seu plano foi quase que infalível se não encontrasse Dona Marta, a ex secretaria de Germano. Após uma breve conversa a senhora a deixa ir, ela volta a executar o plano. Passos longos e rápidos, longos e rápidos, longos e rápidos. Parecia estar em uma esteira, andava, andava e nunca chegava ao seu destino. Respiração ofegante, coração disparado, testa úmida. A mulher esperava o elevador, ela estava em estado de pânico "droga droga, oque eu tô fazendo aqui " a garganta estava seca precisava de um copo bem grandes de água. A porta se abre e a mesma entra, "só mais um pouco! Aguenta!Controle-se" ela repetia essas palavras para si mesma, estava sentindo uma náusea terrível. "NÃO ESTAVA PRONTA"! "Não tinha se curado"." Agiu por impulso". "BURRA!". "Respira". "BURRA!". 'Respira".

{Eu pensei que só 'tava alimentando/ Uma loucura da minha cabeça/ Mas quando ouvi sua voz respirei aliviado}

Nessa de lidar com com seus pensamentos hostis, respirar, caminhar e manter a pose Lili vira o pé direito no estacionamento fazendo com que seu salto se quebre "Só o que me faltava" pensa ela, por sorte já estava perto de seu carro. Liliane se abaixa e esfrega o tornozelo aliviando a dor, abre a porta do carro e se senta no banco do motorista para dar uma olhada no sapato. Ouviu um barulho de carro e logo em seguida portas batendo porém não deu a mínima, mesmo sento preto simples (ela tinhas vários outros parecidos) era seu sapato favorito e estava partido.A mulher estava tão focada que mal pode vê-los se aproximando.
-Mãe...?
"AAAAAH NÃO!"
Liliane levanta a cabeça torcendo para que Fábio estivesse sozinho. Falhou. Lá estava ele ao lado do filho, com blusa de cola polo azul e jeans escuro, tinha emagrecido um pouco porém o resto continuava exatamente igual.
Ela sorriu muito sem graça. -Oque está fazendo aqui?_ele a observa sem sapato e franze a testa. -Está tudo bem?
Germano a olhava firme nos olhos, não falava, continua a parado como uma estátua.
-Eu..Não... Sim. Érr_ ela pausa e tenta se concentrar -não foi nada,acabei tropeçando e quebrei esta porcaria._disse se referindo ao sapato, esfregou novamente o tornozelo

O homem cruza os braços em cima do peito e cerra os dentes -Tem certeza que esta tudo bem?_ele se abaixa junto a ela e toca em seu tornozelo. Naquele momento, todo o nervosismo ou falta de ar se foram, seu corpo havia relaxado de uma forma inexplicável parecia que o peso que estava sobre suas costas tinha sido removido, a mão dele estava gelada a ponto de dar um leve choque ao encostar na pele dela. Era uma sensação boa.
-É. Esta tudo bem mesmo._ele se levanta -Bom, sendo assim eu vou entrar.
- Pode ir pai, depois eu vou.
Germano se fira e antes de começar a caminhar diz de forma fria -Tchau Liliane.
-Tchau Germano_ela responde quase em um sussurro
-Eu também já vou indo, Euzebia esta a minha espera. _Lili tirou o outro sapato e em seguida sorriu pro filho -Vai lá vai, matar essa saudade que eu sei que você está sentindo._ Fabio sorriu de volta

XX 10 Novembro XX

Após o "incidente" na empresa Germano e Lili não voltaram a se ver, porém aquele encontro fez com que ambos refletissem muito sobre tudo que lhes aconteceu em todo esse tempo. O homem estava seguro que tomou a decisão certa indo em bora já Liliane não... A mulher passava noites em claro tentando enterder todas aquelas dúvidas e medos que pairavam sobre ela, Thales estava alí, era um cara legal tentando conquista-la a qualquer custo mas não a satifazia faltava algo, alguem.

O dia do casamento de Carolina e Arthur havia chegado, a dona da Bastilhe para a sua surpresa recebeu um convite só não estava com vontade de ir. Lili se encontrava sentada perto da piscina sozinha. Tanatava achar uma forma de relaxar  porém essa tarefa se tornou um pouco mais complicada quando percebeu a presença de Fábio. O rapaz se aproximou e beijou sua cabeça. 

-Achei que já estaria se arrumando para o casamento.

-Eu não sei se vou._ela respondeu com um sorriso amarelo

-Porque não iria?_ele se sentaou ao lado da mãe 

-Não estou muito animada para isso, meu filho._o mais novo franze a testa 

-Mas.. mãe...

Ela sorriu -Vai se arrumar. Vou ficar bem quietinha aqui meu amor.

Fábio envolve a mãe em seus braços e a aperta contra si -Eu te amo muito!

-Eu também.

(...)

Algumas horas mais tarde

Germano já estava devidamente vestido, como de custume ele havia se arrumado rápido. Dá uma última olhada no espelho, tinha algo de errado com ele. Se sentia inseguro e não fazia ideia do porque, sua garganta estava seca, a mão tremula. Ignorando todos esse sinais empresário pega as chaves do carro e segue para o local informado no convite...

XXX

A mulher loira se encontrava agora deitada em sua cama conversando com Thales, mesmo que ele não fosse exatamente oque ela queria era uma compania e era oque precisava naquele momento.

"Ok, eu esqueci do almoço"

...

"Eu bão quero me envolver com ninguém... Pelo menos agora não Tha..."_a mulher dividia a atenção entre o telefone e o Iped

...

"Eu sei mas,,,"_Liliane que antes passava as publicações sem dar importância agora observa uma imagem que lhe chamau muita atenção "-Só um munito Thales, depois eu te ligo" _ela desliga o telefone e volta ver a imagem.

Estava escrita a seguinte frase "Levanta e segue em frente.Não por ser forte, e sim pelo contrário: Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio em seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Mas esforce-se para que em sua maioria seja de alegria."_ Foi neste exato momento que Liliane entendeu tudo, seus olhos pareciam saltar para fora, a respiraçãp descompassada, estava alí bem na sua frente. Como pode chegar a este ponto? A dona da Bastilhe deu um pulo da cama, calçou um sapato qualquer, pegou sua bolsa e a chave do carro e saiu. Precisava tomar as redias de sua vida novamente.

XXX

Carolina estava linda naquele vestido branco, Arthur sorria radiante como já era de se esperar. Foi uma cerimônia rápida com poucos convidados, Todos já participavam da "festa" proproamente dita, Germano os observava na pista de dança. O tempo chuvoso não interferia em nada. Germno ainda estava incomodado, sentia um aperto no peito que o fazia se sentir sufocado. Ele decide ir para fora do salão de festas para tomar um ar. Após sair do ambiente "tumutuado" ele avista uma pessoa bem distante encostada em seu carro em meio aquela chuva. Aquilo o deixou intrigado e o fez tomar a decisão de ir até lá mesmo sem nenhum tipo de proteção. A cada passo dado seu coração apertava mais, a sensação de ángustia também, Aquelas gotas grosas e gelatdas de chuva mulhavam o seu terno mas ele não se importava. reconheceu a pessoa, na verdade nunca conseguiria esquecer aqueles olhos, mesmo se estivessem como naquele momento, assustados, avermelhados, com uma maquiagem borrada.

-Oque você esta fazendo aqui Lili?_ela já estava completamente molhada e aparentava sentir frio

-Eu precisava falar com você!

-E por que não entrou? Vem vamos sair dessa chuva._ele tenta segura-la pelo braço mais ela o impede

-Não! Eu estava sem coragem mais por favor deixe-me falar. Precisamos conversar sobre nós dois!_ela diz quase em um sussuro 

Germano presiona o maquicilar -Acho que agora já é tarde de mais Liliane._o homem se vira de costas pronto para sair 

-Então deixa só eu falar. Por favor Germano!

Germano pensa por um tempo mas acaba cedendo.E então ela começa -Eu nunca sonhei com um amor desse de conto de fada, só queria algo real. E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz _ela fez uma pausa, era um pouco dificil falar com aquela chuva caindo sobre seu rosto -Você escolheu me trair e eu escolhi não perdoar. 

-Olha se veio aqui para me julgar novamente por isso estav perdendo seu tempo... Eu já sei o quanto sou errado não preciso de você o tempo todo me lembrando disso._Germano retruca 

-Não me interrompa por favor_Leili pede e retorna a falar -Eu li em algum uma vez que encontramos a felicidade em lugares inesperados._ enquanto ela falava Germano prestava atenção em cada detalhe, cada palabra dita -O universo é esquisito. As vezes, dá um jeito de garantir que estejamos exatamente onde devamos estar..._ela se aproxima dele -Você é o meu lugar, estou em paz quando o meu lar é os teus braços._aquilo estava sendo muito confuso para Germano  ele permanecia calado, seu coração estava acelerado -Você errou mas mudou, eu fui orgulhosa a ponto de jogar tudo fora por causa de uma mágoa idiota!

-Lili..._ele tenta falar mas ela não deixa 

-Germano... Por favor. Me perdoa, me escolhe, me ame.

Germano se aproxima e a beija, ele havia esperado muito tempo para tê-la de volta. Mesmo com toda a chuva,  com o fato dos dois estarem completamente mulhados, mesmo com o frio e o solêncio daquele ambiente seus corpos estavam quentes, parecia que uma sinfonia musical inteira tocava para eles. Era como se o tempo não tivesse passado. Ali não se encontravam mais as mágoas e nem as traições, muito menos os medos e as inseguranças. Estava ali apenas um homem e uma mulher prontos para escrever um nova história juntos.

Os doi se afastaram e sorriram. Liliane pega as chaves do carro de Germano e faz sinal para que ele entre vá para o carona

-Onde vamos?_ele pergunta curioso 

-Vamos para casa, onde você nunca deveria ter saido!

Liliane sorri para Germano e liga o carro dando partida, o destino? A felicidade!

{E na hora que eu te beijei/ Foi melhor do que eu imaginei
Se eu soubesse tinha feito antes/ No fundo sempre fomos bons amantes/ É o fim daquele medo bobo}

 


Notas Finais


Chegamos ao fim, quando eu comecei a história não imaginava que """tanta""" gente ia ler e gostar. Eu fiquei realmente feliz com a resposta de vocês e eu sempre serei muito grata por isso porque, me desculpe pela demora desse capitulo é que eu estava realmente sem ideias. Bom os fãs de Grey's Anatomy (como eu) irão perceber varias referências como o:"pick me choose me love me" e as frases "E até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz“, “Encontramos a felicidade em lugares inesperados. O universo é esquisito. As vezes, dá um jeito de garantir que estejamos exatamente onde devamos estar.” precisei adaptar para se encaixar na história e acho que deu certo. Chegou a hora de nos despedirmos. Espero que não seja por muito tempo, até a próxima!
Oque achara,?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...