História Medo de amar. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Totalmente Demais
Tags Gerlili, Totalmentedemais
Exibições 111
Palavras 672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Álcool, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Medo de amar.3


Medo de amar:
Era sexta-feira, dia da viagem para Angra. Optaram por ir em apenas um carro, porque não tiraria o conforto de ninguém e seria mais viável. Lili agradeceu mentalmente quando André disse que Germano ia no branco do passageiro com ele. Após cerca de uma hora e meia de viagem decidem fazer uma breve parada para fazer uso dos sanitários e uma alimentação.
— Pra mim, um suco de laranja e para Lili, um de maracujá. – Germano direciona-se ao balconista da lanchonete.
— Ei, quem disse que quero suco de maracujá?
— Você só toma suco de maracujá, deixa de marra, só quis ser gentil.
— Obrigada! – diz contrariada.
— Olha que milagre, amor: Lili e Germano não estão brigando.
— Pois é, André, agora eu acredito em milagres. – concluí Flávia.
— Então pombinho, podemos ir? – Questiona André
— Para de graça, cara. Vamos logo! – após a fala de Germano todos voltam para o carro e seguem viagem.
Mais tarde, todos já haviam se instalado nos devidos quartos. Decidiram ir a praia que não era muito longe da casa em que estavam, o que permitia ir caminhando. Mais afrente, Flávia e André andavam com as mãos entrelaçadas. Pouco tempo em que estavam na orla, André e Germano juntaram-se a um grupo de meninos que estavam jogando vôlei enquanto Lili e Flávia se protegiam do sol escaldante em um guarda-sol e conversavam sobre os mais variados assuntos. Quando o jogo chegou ao fim, André comemorou a vitória juntamente com Germano, e neste momento, surgiram algumas meninas que foram cumprimentar todos do time vencedor. Flávia ficou muito enciumada e tirou o namorado do meio. Lili por sua vez, se sentiu incomodada, mas não obteve reação diante da cena.
— Germano se deu bem. – disse André ao sentar-se do lado de Lili.
— Quem não ia se dar bem era você se continuasse lá. – retrucou Flávia.
Alguns minutos mais tarde o casal resolve adentrar o mar e Liliane aproveita para passar mais protetor por toda extensão de seu corpo, para proteger-se mais formalmente do sol.
— Me empresta um pouco do seu protetor? – a voz grossa a fez assustar-se, mas logo percebeu de quem se tratava.
— Você não traz protetor, Germano?
— Esqueci na mochila que ficou.
— Toma. – entregou-lhe o produto e adiante, tentou passar o mesmo nas costas.
— Deixa que eu passo pra você, Lili.
— Não precisa, obrigada!
— Garota, para de ser teimosa, você nunca vai conseguir sozinha.
— Para de me chamar de garota, quantas vezes eu já disse que odeio? Você ama me provocar.
— E você ama ser provocada!
— Vai passar ou não?
Habilidosamente, Germano tocou na mão de Liliane, transferindo o produto para sua. Começou a espelhar pelo ombro e aproveitou para massagear, o que fez a garota suspirar. Suas mãos percorriam toda extensão das costas de Lili e em pouco tempo já havia espalhado por toda região. Em troca de favores, a jovem fez o mesmo com o rapaz.
Tarde da noite, Flávia e André sobem para o quarto, não esperaram o filme acabar, com a desculpa de estarem cansados, mas os amigos sabiam que eles queriam namorar, por isso retiraram-se. O filme finda-se.
— Não vai subir?
— Estou sem sono.
— Eu também. – ri.
— Lili, hoje você se revelou uma pessoa legal lá na orla, baixou a guarda.
— Porque você não me irritou. Você também se mostrou outra pessoa.
— Acho que é a primeira vez que nos falamos sem nos ofender. – ambos riem.
— Prefiro assim.
— Eu também. Mas me conta, porque você veio transferido de SP? Boa coisa não deve ter feito.
— Você sempre pensa mal de mim. Vim depois do falecimento do meu pai, minha mãe não quis continuar lá.
— Aí, me desculpe.
— Não tem problema, não tinha como você saber.
A conversa começou a fluir e só pararam de conversar quando pegaram no sono, ali no sofá mesmo.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...