História Medo de amar - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Outlaw Queen, Outlawqueen, Regina Mills, Robin Hood
Visualizações 146
Palavras 3.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, amadas! Consegui terminar isso aqui. Queria dizer que estou muito animada com os comentários, significa muito pra mim.

Espero que gostem desse capítulo. Leiam as notas finais, porque vou esclarecer algumas dúvidas que possam surgir!

Obs: Essa garotinha linda da capa é a atriz Lorena Queiroz, nossa Valentina.

Capítulo 5 - Penas


Fanfic / Fanfiction Medo de amar - Capítulo 5 - Penas

Urgente? O que um rapaz que só a encontrou umas duas vezes na vida poderia querer com ela de tão urgente e no meio da madrugada?

"Pode falar, sr. Robin. Aconteceu alguma coisa com a Valentina?"

"Por favor, só Robin." ele respira fundo e continua "A Valentina estava um pouco mal quando eu tive que sair e eu fiquei meio receoso de deixá-la. Liguei para saber como ela estava e Ruby disse que ela havia melhorado, mas agora recebi uma ligação de que ela está ardendo em febre e não para de chamar por você."

"Por mim?" certo. Ela estava realmente muito surpresa depois dessa.

"Sim, por mim e por você. Eu faria de tudo para ficar ao lado dela agora, Regina, infelizmente não tenho como. Não há voo nenhum que eu posso pegar agora, mas já adiantei minha passagem e amanhã estarei aí. Mas me deixa agoniado que minha filha além de estar doente, esteja sofrendo sentindo minha falta e aparentemente a sua."

"O que eu posso fazer, Robin?" pergunta também se sentindo agoniada pelo que Valentina deveria estar passando.

"Eu preciso que você passe essa noite, bom... O restante dessa noite com ela." ele fala sem rodeios "Eu falo com o motorista e ele a busca onde estiver. Por favor, eu faço o que quiser. Posso lhe dar dinhe..."

"Robin!" interrompe antes que concluísse a frase sentindo-se ofendida. Que tipo de mulher Robin achava que ela? "Eu vou. E não preciso do seu dinheiro. Vou porque eu gosto dela de verdade."

"Tudo bem, me desculpe, é que..."

"Não precisa se desculpar. Posso falar meu endereço?"

"Pode. Claro!"

Ela passa o endereço para ele e em seguida começa a se preparar já que o mesmo lhe garantira que seu motorista estaria em sua porta dentro de meia hora. Ela separa algumas coisinhas que poderiam ser úteis mais tarde e em seguida pega uma agenda com o intuito de escrever um bilhete para que Zelena não se preocupasse ao acordar e não encontrar ninguém ali. Regina deixa o bilhete sobre o travesseiro e desce para a portaria do seu prédio dando de cara com Pierre, motorista da família Locksley, ao chegar lá. Ele fora mesmo rápido.

"Srta. Mills!" ele acena levemente com a cabeça e abre a porta do luxuoso carro.

"Olá, Pierre!" a morena lhe dá um pequeno sorriso e desliza para dentro do automóvel. Assim que o rapaz mais velho toma o seu lugar e dá a partida, ela resolve puxar assunto "O senhor sabe como a Valentina está?"

Ao notar a aflição que a moça carregava na voz, o motorista a encarou por um momento pelo seu retrovisor sentindo-se verdadeiramente surpreso. Ela estava mesmo preocupada com Valentina. Ele trabalha para essa família há anos, antes mesmo dos pequeninos nascerem e ao longo só podia ver que as mulheres se aproximavam deles na intenção de fisgar Robin, o que não dava muito certo. Tudo o que o loiro menos queria era um relacionamento.

"Ma petite Valentina estava manhosa e chorando pedindo pelo pai e pela senhorita." responde por fim.

"Estou tão preocupada." confessa "Nunca me senti assim."

Através do retrovisor, Regina pode ver um sorriso se formar no rosto de Pierre, era o primeiro que ela via o motorista dando.

"Parece que a pequena conquistou seu coração, estou certo?"

"Ela é tão encantadora." sorri "Ela e o Roland. Adoro esses dois mesmo os conhecendo há tão pouco tempo. Eles são incríveis! Não gosto de pensar que estão sofrendo."

"Você pretende ter filhos, Srta. Mills?"

"Algum dia, sim. Por quê?" estranha a pergunta.

"Uma pequena curiosidade apenas. Pelo carinho e a preocupação que tem com os pequenos, tenho absoluta certeza de que será uma excelente mãe."





>>>





Ao entrar na residência dos Locksley, Regina ficou admirada com a decoração que a casa possuía. Os cômodos tinha um design clássico inglês em uma mistura perfeita entre o antigo e o moderno. Ela subia a escada atrás de Pierre prestando atenção nos mínimos detalhes por onde passava, ela sempre fora observadora, desde muito pequena.

O motorista parou em frente à uma porta e Regina soube que era o quarto de Valentina, pois na porta havia seu nome escrito em dourado juntamente com uma lua e pequenas estrelas dando um toque mais fofo ainda.

“Ruby?” Pierre chama pela babá após dar duas batidinhas na porta e abri-la. “A senhorita Mills está aqui.” ele dá espaço e a morena entra no quarto.

“Com licença!”

“Regina?” fica surpresa ao pôr os olhos dela “Não acredito que o Robin fez isso.”

Ruby se levanta da poltrona ao lado da cama de Valentina e vai cumprimentar a moça.

“Você não sabia que eu viria?” questiona confusa.

“Robin pediu pelo seu número, pra mim ele iria falar com você amanhã e não acordá-la no meio da madrugada. Robin é impossível, passou de todos os limites.”

“Ruby!” Regina nega com a cabeça esboçando um sorriso doce “Ele só queria o bem estar da filha. Não foi incômodo algum pra mim.”

Regina olha pra cama e vê Valentina enrolada no edredom com seus cabelos loiros espalhados pelo travesseiro, apesar de doente, seu semblante estava sereno e transmitia uma paz incrível pra bailarina.

“Como ela está?” quis saber.

“Melhor. Graças a Deus! A febre abaixou e ela finalmente conseguiu dormir.”

“Que bom!” suspira aliviada “Eu posso ficar aqui com ela?”

“Claro que pode!” sorri “Pode dormir na cama com ela se quiser, tem espaço de sobra, imagina a felicidade dela ao acordar e dar de cara com você.”

“Acho que será a mesma que a minha.”

“Bom, o banheiro fica aqui em frente, se você quiser trocar por uma roupa mais confortável.”

“Depois, vou ficar com ela um pouco.” Ruby e Pierre se entreolham, a morena não percebia, mas estava agindo como mãe “Pode descansar, Ruby. Deve ter ficado o dia todo ao lado dela, do Roland, pode ficar sossegada que eu cuido dela.”

“Tudo bem, mas qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, meu quarto fica no final do corredor, na penúltimo porta. Você saberá qual é.”

“Ok!”

“Você está com fome? Precisa de algo?” Pierre pergunta.

“Estou bem, obrigada!”

“Então eu vou indo... Já sabe, qualquer coisa...”

“Eu chamo você.” conclui.

Elas sorriem e se despedem.

Ao se ver sozinha no quarto, Regina tira as sapatilhas e as deixa em um canto, com todo cuidado do mundo ela se aproxima da cama onde a pequena Valentina dormia e se junta a ela. A mais velha sorri observando todos os traços da garotinha que mais parecia um anjo. Sem resistir, ela começou a acariciar o rosto da pequena sentindo algo muito grande crescer dentro dela.

“Ai meu Deus!” exclamou sabendo o quão surreal era toda aquela situação que estava vivenciando nos últimos dia. Onde, em algum momento da sua vida, imaginou estar onde estava agora? “Fica bem logo, meu anjinho, não gosto de te ver assim.” deposita um beijo demorado no rosto dela.





>>>






A dançarina acordou em um susto, demorou um pouco até reconhecer o lugar onde estava, até que bateu olhos naquela pequena. Poderia dizer que seu dia se iluminou ali. Não entendia como alguém não poderia gostar dela ou do Roland, eles eram as crianças mais amáveis que já cruzaram o caminho de Regina.

“Ei dorminhoca, vamos acordar?” Regina diz quando vê Valentina se mexendo “Tina...” catuca a barriguinha dela.

A menina coça os olhinhos e em seguida os abre.

“Bom dia!” sorri daquela carinha toda amassada.

“Gina? Eu tô sonhando?” pergunta com a voz rouca e Regina dá uma risada.

“Não, meu bem. Eu estou aqui, de verdade.”

“Como você chegou aqui? Quando?” ela desperta totalmente e fica de joelhos no colchão.

“Calma!” dá risada “O Pierre foi me buscar em casa de madrugada.”

“Você dormiu aqui?”

“Uhum.”

“Por que não me acordou?” cruza os braços.

“Porque a senhorita tinha acabado de ficar melhorzinha e estava dormindo tão bonitinha...” se senta de frente pra ela “Aliás, está se sentindo melhor?”

“Eu tô. Vamos brincar? Eu vou chamar o Land.” já ia se levantar, mas Regina a segurou.

“Nada disso.” põe a mão na testa e no rosto dela pra conferir a temperatura “Você ainda está febril. Primeiro um banho gelado, escovar os dentes, tomar café e depois a gente brinca, poder ser?”

“Banho gelado?” faz careta enquanto Regina se levanta.

“Sim, pra refrescar o corpo.”

“Aonde você vai?”

“Vou chamar a Ruby, não saia daí.”

Regina saiu do quarto e seguiu até o final do corredor parando na porta que Ruby tinha indicado e logo percebeu o porquê dela ter falado que saberia qual seria seu quarto, pois tinha um quadro da chapeuzinho vermelho pendurado na porta. Ela sorriu e deu algumas batidinhas meio hesitante na porta com medo de estar incomodando Ruby.

“Regina?” ela ouve a voz no começo do corredor.

“Nossa! Caiu da cama?”

“Quase isso.” sorri “Estou acostumada a acordar cedo, desci para providenciar nosso café da manhã. Valentina já acordou?”

“Acordou sim, e parece que se sente melhor, só está um pouco febril, um banho gelado e acho que ela fica 100%.”

“Já te disseram que você leva jeito com crianças?” pergunta botando a mão na maçaneta do quarto de Valentina.

“Já sim.” responde sorrindo e então elas entram no quarto.

“Bom dia, chapeuzinho!” Valentina cumprimenta a babá toda feliz enquanto pulava na cama.

“Bom dia, meu anjinho! Que energia é essa? Gostou da surpresa?”

“Eu amei! Gina, você podia dormir aqui sempre.” fala fazendo as outras duas ri.

“Vamos tomar banho, macaquinha!” Ruby pega a menina no colo “Regina, se você quiser tomar um banho também, tem um banheiro aqui na frente.”

“Oh, sim! Estou precisando mesmo, obrigada!”

Regina pega suas coisas e se desloca para o banheiro que lhe foi indicado. Ela toma um rápido banho relaxante e coloca um vestido rosa chá estampado com várias penas e nos pés uma sapatilha confortável, ela penteia os seus longos fios de cabelo e decide deixá-lo solto para secar. A mulher voltou para o quarto de Valentina que já  estava vestida e com uma escova nas mãos.

“Penteia meu cabelo, Gina?”

“Ela está definitivamente me trocando por você.” Ruby cruza os braços.

“Não seja, boba!” senta-se na cama e Valentina fica entre as pernas dela “O Roland já acordou?”

“Já, ele acorda bem cedo e fica vendo televisão.”

“Ele sabe que tia Gina está aqui?”

“Ainda não.”

“Vamos fazer uma surpresa? Ele vai adorar!” a pequena pede sorridente.

“Claro!” Regina concorda.

Ela termina de pentear e prender o cabelo de Valentina, para que pudessem descer.

Roland estava na sala distraído com um desenho que passava na grande tela da tevê e nem se deu conta das duas figuras que se aproximavam sorrateiramente do sofá que ele estava jogado, Regina olhou para Valentina e colocou o dedo indicador sobre os lábios pedindo para que ela fizesse silêncio, a pequena concordou e elas se aproximaram mais ainda e então caíram no sofá abraçando Roland.

“Olha quem tá aqui, Land.”

“Tia Regina?” ele a fitou surpreso e então abraçou a morena de volta.

“Oi, anjinho! Dormiu bem?” acariciou os cachos do menino encantada com sua beleza, aliás, todos daquela família eram incrivelmente lindos. Sentiu seu rosto queimar levemente quando a imagem de Robin invadiu sua mente.

“Sim!” sorriu mostrando suas adoráveis covinhas.

“E o que está assistindo?” olha pra tevê.

“Robin Hood.”

“É o desenho favorito dele.” Valentina comenta.

“Eu adoro!”

“Jura?” pergunta com os olhinhos brilhando.

“Sim, podemos marcar de ver juntos qualquer dia.” pisca um olho.

“E eu?” cruza os braços sentindo ciúmes da proximidade entre os dois.

“Você também, princesa!” acaricia os fios loiros da pequena fazendo-a sorrir lindamente.

A manhã passa voando para os três que brincavam no fundo da casa, com eles Regina voltou a ser criança, brincando de diversas coisas que nem fazia mais ideia de como brincar. Fazia tempo que ela não se permitia se divertir tanto, e agradecia aqueles dois por despertar algo tão bom e intenso dentro dela. A morena não sabia o que era, mas era gostoso.

“Regina?” Ruby chama a dançarina que segurava um arco e flecha de brinquedo do Roland “Seu telefone. Estava tocando sem parar.”

Regina pede licença às crianças e vai até onde a babá estava segurando seu celular, assim que o pega fica assustada com a quantidade de mensagens e chamadas não atendidas.

“Droga!” pragueja.

“Aconteceu alguma coisa? Algo grave?”

“Se você considera despertar a fúria da sua melhor amiga algo grave, considere feito.” as duas dão risada “Depois eu falo com ela.” bloqueia o celular.

“Você vai ficar para o almoço né? Roland e Valentina vão adorar.”

“Eu fico, mas terei que ir embora logo depois, tenho milhares de coisas pra resolver.”

“Eu entendo, e peço desculpas por estarmos tomando seu tempo.”

“Não é nada, Ruby. Estou aqui porque eu adoro essas crianças!”

“Eu vejo isso.” sorri com sinceridade “Valentina e Roland, lavar as mãos! Já!” ordena e na mesma hora os dois passam correndo por elas.

“Quer ajuda com a mesa?”

“Não precisa, já estão colocando.”

“Tudo bem então!”





>>>





“Fica Gina, por favor!”

Desde o almoço Valentina tentava convencer Regina a ficar mais um pouco, e se fosse por ela, ficava mesmo, mas tinha que fazer milhares de coisas para a academia e não podia mais adiar. E ainda tinha que dar uma bela de uma explicação para Zelena por ter deixado-a dormindo sozinha e sumido no meio da madrugada.

“Eu realmente não posso, anjo! Se dependesse de mim, eu ficava.” brinca com os cabelos dá mais nova “Nos vemos segunda, se você chegar mais cedo, podemos ficar um tempinho juntas.”

“Eu não quero outra professora.” seus olhos enchem de lágrimas.

“Por que não? A Belle é muito boa, você vai adorá-la.”

“Mas você é a melhor balairina que eu conheço.”

“Bailarina.” corrige gentilmente “E ao longo da sua vida você conhecerá muitas e muitas bailarinas e sua ideia sobre mim, mudará rapidinho.”

“Duvido.” faz bico e Regina sorri.

“Certo, marrentinha!” dá alguns beijos na bochecha dela e se levanta “Preciso pegar as minhas coisas.” ia se virar quando um barulho na porta chama a atenção de todos, Roland nem espera abrir para poder sair correndo em direção à mesma.

“Papai!” ele grita e então Robin aparece.

Ele estava mais lindo ainda, com um visual mais despojado, sem todo aquele terno dando um ar sério em sua aparência. Ele usava uma calça jeans, uma blusa social branca com a mangas dobradas até o cotovelo e alguns botões abertos, o cabelo estava um tanto desalinhado, deixando-o incrivelmente mais jovem. Regina prendeu a respiração diante de tanta beleza, seria sempre assim quando o encontrasse? Porque se fosse, ela estava encrencada.

O loiro pega o filho no colo e distribuí beijos por todo seu rosto.

“Como está o meu campeão?” bagunça o cabelo dele, colocando-o no chão em seguida.

“Eu estou bem, papai!”

“E a minha princesa?” ele pega Valentina no colo e a beija bastante apertado “Você está melhor?”

“Estou! Tia Gina ficou comigo o tempo todo.”

“Obrigada, Srta. Mills!”

Os olhares se encontram brevemente, pois Regina desvia sentindo algo estranho dentro dela.

“Só Regina, e não precisa agradecer.” sorri acanhada “Preciso subir e pegar minhas coisas.”

“Papai, pede pra ela ficar!”

“Tina, a Regina já conversou com você.” Ruby a repreende e a garota deita a cabeça no ombro de Robin triste com o fato da professora ter que ir embora.

“Licença.” Regina pede subindo rapidamente antes que o seu coração amolecesse e ela resolvesse ficar.

Já tinha ficado mais do que o necessário e tinha um monte de coisa pra fazer, ela não podia ceder toda vez que Valentina quisesse alguma coisa, mesmo querendo. Ela entra no quarto que passara a noite e junta todas as suas coisas, quando tem certeza de que não esqueceu nada, ela se vira para deixar o quarto, mas dá de cara com ele. Robin de Locksley. Eles nunca tinham ficado sozinhos em qualquer lugar antes e isso deixava Regina nervosa. MUITO nervosa.

“Hum... Tudo bem, Robin?”

“Oui!”

Você não é francês.” solta e logo em seguida se arrepende. O que estava pensando?

Britânico.” sorri “Como sabe?”

Seu sotaque.” fala em inglês.

“Right! E você?”

“Americana!”

“Eu vivi grande parte da minha vida nos Estados Unidos até decidir me mudar pra Paris.”

“Eu também, e não sinto falta.”

“Nem eu.” os dois abrem um sorriso e Robin pigarreia antes de mudar de assunto “Regina, eu sou muito grato por ficar ao lado da minha filha quando eu não pude.”

“Eu já disse que não precisa agradecer.”

“Eu me sinto na obrigação de fazer isso, e...” ele olha pra baixo e ela acompanha o seu olhar, percebendo então que ele segurava uma caixinha em sua mão “Eu comprei isso. Não pense que estou tentando comprar você, ou algo do tipo, eu só quero agradecê-la da melhor forma e Valentina disse que você vai amar o presente.”

“Robin...”

“Não vou aceitar um não como resposta. Vire-se, Regina!”

“Oi?”

“É um colar. Você precisar se virar para que eu coloque em você.” esclarece divertido com a confusão dela.

“Hum... Ok!” concorda enquanto ficava de costas pra ele e levanta todo o cabelo dando-lhe livre acesso para que colocasse o tal colar “Mas ainda acho que não precisava disso.”

“Shhh! Já está feito!”

Ele tira o colar da caixinha e se aproxima dela, quando sente a respiração dele bem próxima a sua nuca, Regina se arrepia e pede mentalmente a todos os seres para que ele não percebesse aquilo. Ele termina de colocar o cordão nela e por algum motivo desconhecido ele não se afasta, pelo contrário, ele se aproxima ainda mais inalando um cheiro que nunca havia sentido na vida, mas que não se importaria de sentir todos os dias de sua vida. A bailarina fecha os olhos sentindo a ponta do nariz dele raspar levemente sobre sua pele... O que estava acontecendo?

“Robin?” o chama num sussurro.

“Seu cheiro.” outro arrepio atinge o corpo da mulher “Você têm um cheiro maravilhoso!”

“O quê?” ela se vira lentamente e eles se encaram.

Não Robin, isso não está certo. Pensa o rapaz.

“Me... Me desculpa! Espero que tenha gostado do presente.” fala de forma apressada antes de deixar Regina com um coração pra lá de acelerado, sozinha no quarto.

Ela olha para baixo e toca no pingente do colar. Um sorriso escapa de seus lábios.

“Uma pena.”

 Como ele sabia?


Notas Finais


As partes em itálico na conversa é porque eles estavam falando em inglês.

xxxxxxxxxxxxxxxx

Glossário -

Ma petite: Minha pequena
Oui: Sim
Right: Certo
xxxxxxxxxxxxxxxx

No próximo vamos conhecer um pouco desse Robin e saber o que ele está começando a sentir pela Regina. 💙

E por último gostaria de anunciar que fiz um twitter que é para interagir mais com vocês e deixar vocês por dentro de certas coisas, o user é: @mrsvaughan7
Até a próxima, amadas!


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