História Megalomania - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Original, Suspense, Terror
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Palavras 828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Prólogo.


 O vídeo na TV começa a passar, mostrando o rosto de um garoto de vinte anos, loiro e com a expressão nervosa no rosto, olhando para os cantos como se estivesse procurando por algo.

— Vou repetir novamente a pergunta: você sabe o que levou Nathan a se matar? — Perguntou o investigador, arrumando a câmera na direção da pessoa interrogada.

— Eu não sei, não era muito próximo dele — Respondeu o garoto, mexendo os dedos inquietamente na mesa — Sabe mesmo sendo o meu irmão eu não tinha muita intimidade com ele.

Com a informação do garoto o homem anotou alguma coisa em seu pequeno caderno, demorando um pouco para terminar de escrever e então o deixou de lado, voltando a sua atenção ao rapaz.

— Não eram muito próximos? Por qual motivo? Por ele ser o seu meio irmão ou porque ele tinha depressão?

— Eu não sei bem, talvez os dois... — Respondeu, desviando o olhar para qualquer outro canto da sala — Na verdade, era por que ele era meio... Estranho.

Essa informação deixou o investigador, no mínimo, curioso. Pegando novamente o seu caderno e anotando mais alguma coisa, dessa vez demorando um pouco mais para voltar a sua atenção ao rapaz, formando um silencio desconfortável na sala. Tirando o som que o lápis fazia ao rabiscando o papel nenhum dos dois trocaram nenhuma uma palavra até o investigador terminar de escrever e voltar novamente com as perguntas.

— Curioso... — Comentou — E por qual motivo você o considerava estranho?

— Bem... — Começou a dizer — Ele atraia coisas estranhas, eu não sei explicar, uma coisa mais...

— Sobrenatural? — Completou o investigador, o garoto voltou o seu olhar para ele e então confirmou com a cabeça. O investigador, no entanto, apenas concluiu aquilo como se fosse uma desculpa do rapaz para sair logo do interrogatório — Sr. Graey, esse não é um teatro para contar as suas historias, queremos fatos, não mentiras criadas pela imaginação fértil de adolescentes.

 — Eu estou dizendo a verdade! — Protestou, levantando subitamente da cadeira, chegando a surpreender o investigador por alguns segundos que, por puro reflexo, também se levantou — Ele não era uma pessoa normal! Ele até conseguiu convencer o próprio namorado a se matar para virem atrás de mim!

— Se acalme, Sr. Graey — Ordenou o investigador, forçando o garoto a se sentar novamente na cadeira — O caso do garoto Scott é completamente diferente desse e, analisando a diferença do tempo entre um suicídio e outro, não tem como Nathan ter convencido o Scott a se matar, tampouco ir atrás do Sr. Graey.

— Como pode saber?! — Perguntou eufórico — Ele está em todos os lugares, está me perseguindo e quer me ver morto. Ele não vai parar de me caçar até que se vingue de todos que não impediram o Nathan de cometer suicídio, ele, ele está... Oh, Deus, não, não, não. Aqui não, por favor...— A expressão no rosto do garoto se tornou de preocupado e nervoso para uma de terror em poucos segundos, começando a ter um ataque de pânico, gritando e se afastando rapidamente para trás como se estivesse tentando fugir de algo. Logo depois o investigador, junto a alguns policiais, foi em direção ao garoto na intenção de conte-lo de seu ataque.

Nesse momento o vídeo para de funcionar e começa a produzir apenas estática por alguns segundos. Depois disso a imagem volta novamente, porém, não mostrava o garoto, nem a sala do interrogatório, nem mesmo nenhum dos homens que apareceram na frente da câmera. Em vez disso era um quarto escuro com apenas uma lâmpada iluminando o cômodo e, espalhados pelo canto do quarto, havia três adolescentes amarrados e com sacos cobrindo o rosto. Ao centro do vídeo, tinha um rapaz, aproximadamente entre dezoito e vinte anos, com uma máscara sangrenta de coelho branco cobrindo-lhe o rosto. Em uma das mãos segurava um bastão velho com a ponta coberta de sangue, aparentemente tinha sido usado para atordoar alguns dos jovens ao fundo do vídeo.

O garoto se aproximou lentamente da câmera em silencio, o único som ouvido era os das pessoas atrás do vídeo, pedindo por ajuda. Logo a imagem delas não era mais visível, pois o rosto coberto com a máscara cercava completamente a visão da câmera.

Com uma risada baixa, mas sádica, o homem começa a falar:

— Estão vendo isso?... — Começou a dizer em uma voz grossa, forçada, mas também com um tom sádico e extremamente cruel — Isso, minhas presas, são o que vocês vão sofrer por terem acabado comigo, por terem acabado com nós, mas não se preocupem, não sou tão cruel — Riu friamente, se divertindo como se aquilo fosse uma simples brincadeira — Eu vou dar três segundos para todos escaparem. Começando agora: um...

E então o vídeo encerra, mostrando a tela em estática novamente e, dois segundos de silencio depois, o sangue de algum inocente é jorrado, gritos de medo ecoam pelo quarto escuro e pessoas começam a serem mortas enquanto outras fogem para terem a chance de salvarem a própria vida.

O jogo finalmente começou.



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