História MegaMaga - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter
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Palavras 1.231
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Famí­lia, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Era uma vez



Era mais um dia comum para a Sra López. A mulher alta de cabelos loiros muito longos, olhos da cor do dia mais ensolarado do verão e rosto quase todo desenhado pelos anjos estava lendo um livro, quase tirando um cochilo no sofá vinho da sala de estar. Teria dormido se no momento onde começou a estreitar os olhos não tivesse sido interrompido por batidas severas na porta. 
- Ministra? 
A bruxa ficou perplexa com a presença da melhor amiga de Harry Potter bem ali, na sua frente.
- Bom dia, você deve ser a mãe da senhorita Scarlet Helena López, Rita.
Estendeu a mão para a presente no momento com um sorriso leve.
- Prazer, sou eu. Ah, onde estão meus modos? A senhora pode entrar.
- Pode me chamar de Hermione, não gosto dessa formalidade toda.
As duas se sentaram no sofá. A dona da casa foi a cozinha, ainda sem acreditar em quem estava em sua residência, apanhou um chá de bordo que praparou para mais tarde e serviu a moça, na sua xícara mais cara. Um silêncio mortal regiu longos cinco minutos. A Sra Granger-Weasley tomou um gole da bebida gelada, repirou fundo e falou:
- Bem, ando olhando o rastreador da sua filha, e fiquei extremamente... intrigada. Ela conseguiu em uma semana, ler a mente de 4 pessoas  diferentes, queimar o braço de um garoto, atear fogo em um arbusto...
- Hermione, nada disso foi proposital, e não foi só isso que veio acontecendo desde o aniversário de 13 anos dela. Ela conseguiu voar sem ajuda de nada. Não foi muito longe, aconteceu no quarto de visitas...
- Mais algo?
Rita fora interrompida por Hermione, que a essa altura, já possuia uma expressão facial de que algo estava se esclarecendo.
- Quebrou uma mesa em um ataque de raiva que teve. 
- Bem, a senhora deve conhecer o caso de Elizabeth White...
- Desculpe, mais não conheço. História da magia nunca foi meu ponto forte.
- Elizabeth White foi uma bruxa londrina que nasceu a muito tempo atrás. Ela tinha uma condição genética rara, seus avós maternos eram um metaformago e uma veela, e os paternos, uma trouxa que trabalhava em uma fábrica radiotiva e um lobsiomem puro-sangue. A combinação genética que a mulher carregava foi vista apenas nela em toda a história, nós a nomeamos de Megamaga. Por que? Beth conseguia dominar os feitiços sem a varinha, ler a mente das pessoas sem aulas de adivinhação, se tornar forte em picos de adrenalina, voar, controlar o fogo e a temperatura corporal. Parece familiar?
As moças olharam uma nos olhos da outra, como se tentassem conversar com o olhar.
- Onde quer chegar? 
Disse a mãe de Scarlet, em um tom sério, preocupado demais com o seu bebê.
- Ontem, o chefe de execução de leis da magia, Harry Potter, reparou o comportamento de sua filha, e me mostrou tudo isso. Analisei os papéis e vi que possuia muitos sinais mágicos mais nada que pudesse ser considerado magia proposital para infragir alguma lei. Porém eram registrados com frequência.
- Onde quer chegar?
Dessa vez fez a pergunta em um tom de voz mais alto e intimidador.
- Isso nunca foi registrado desde o caso de Elizabeth White. E a senhorita López teve os mesmos indícios mágicos que ela. Achamos que sua filha é a segunda  Megamaga que já se teve notícia.
- Você e o senhor Potter são bons com ciências trouxas, viu?
- E que nós estudavamos com eles antes de Hogwarts. Harry era um aluno razoável e eu, a melhor da turma. Lembro de 4 ou 5 assuntos da escolinha trouxa.
As bruxas supiraram simultaneamente.
- O que faço?
A expressão séria de Rita (que começou a andar em circulos em volta da mesa de centro) foi substituída por uma de preocupação. A face ficou meio roxa, os lábios rosados se mexiam sem emimitir nenhum som. 
- Quero convidar Scarlet para passar as férias comigo para poder estudar sua garota. Se ela for realmente isto, pode ser uma arma em mãos erradas e presisa aprender a controlar os poderes. Creio que tenho a qualificação o suficiente para ajuda-la.
- Tudo bem. Contamos para ela sobre tudo? 
- Chame a garota.

Hermione ficou sozinha na sala, até a mulher que conversava surgiu das escadas de ferro em forma de espiral acompanhada de uma menina de aproximadamente 13 anos, de cabelos mel que tinham luzes cada vez mais claras nas pontas, curtos (na altura dos ombros), ondulados e cheios. 
Tinha o mesmo rosto perfeito da mãe, tirando os olhos esmeralda, algumas espinhas, as sombrancelhas arqueadas e estruturadas, algumas sardas da cor do pólen bem desfarçadas enfeitando o topo das bochechas, passando em cima do nariz desenhado a mão, a deixando mais bela ainda.
- Olá Srta López, prazer, Hermione Granger-Weasley. Sente aqui no meu lado, por favor.
De novo, uma ausência de som que durou incontáveis minutos foi feita. A mulher de cabelos castanhos montados virou-se para a pessoa mais nova dali e puxou o assunto:
- Conhece Elizabeth White?
- Não, não quero saber e... MENTIRA! Conta tudo moça!
Hermione presisou falar toda a história para a garota sem omitir uma informação sequer. Outro período de silêncio foi feito após a explicação, mais dessa vez, Scarlet o matara com uma enxurrada de palavras ditas em bom som:
- Então, vou passar minhas férias ministra da magia, para ser estudada porque a senhora acha que eu sou megamaga e por isso eu venho causando incidentes bem desconfortáveis nas últimas, sei lá,168 horas?
- Apenas se quiser. Sua mãe deixou.
- CLARO QUE SIM! 
- Obrigada pela atenção meninas. Amanhã estarei aqui ás 6 da manhã, sem atraso.
A mulher se retirou e logo foi audível um craque, provavelmente da aparatação feita por ela.
Depois do momento, cada uma voltou a fazer o que fazia antes da conversa, tentando fingir que nada acabara de acontecer, exceto por Scarlet. A menina voltara ao seu quarto no pavimento superior da casa, todavia em vez de voltar a ler o melhor livro trouxa que já vira, resolveu pegar um caderninho de capa velha e surrada que estava em cima da escrivaninha recém-comprada. Escreveu algumas coisas e caiu em um sono profundo com direito até de ronco. Acordou com uma mão a balançando.
- Filha...
- Deixa eu dormir...
- Querida, precisamos conversar.
A garota se ajeitou e virou a cadeira para a cama, onde a sua mãe estava. 
- Sobre a Hermione?
- Não. É sobre isto aqui.
Então Rita retirou do decote das vestes uma medalhinha de ouro puro em forma de coração e quando se abria o pingente, aperecia dentro a foto dela.
- Eu ganhei da minha avó quando completei 13 anos. Não achava um bom momento para te dar e agora, bem... Toma.
- Eu não posso...
- Estou mandando, tome. E depois que colocar pense em um momento e abra-o.
A menina pegou com as mãos tremendo o colar e colocou nela. Logo abriu o pingente e ali estava uma foto nítida do dia em que quebrou o braço, e não, a garotinha estava com um baita sorriso, porque seu pai dera o melhor sorvete de chocolate do mundo a ela. Deveria ter uns 7 ou 8 anos.
- Massa mamãe, obrigada.
- De nada, Lety.
Apenas a Sra. López podia chamar a filha assim 



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