História Meia-Noite: marcados pelas sombras. (Interativa) - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ben Barnes, Camarilla, Interativa, Lá Sombra, Mistério, Romance, Trilogia, Vampiros
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Palavras 2.792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi vampiros.
Estou postando capitulo novo nesse domingo porque provavelmente nessa segunda eu não terei tempo para postar. O que significa que estarei atualizando a Fic uma vez na semana!

Mas obrigada pelos comentários do cap anterior, vocês são demais e me parecem realmente empolgados com a história. Vejo vocês lá nas Notas Finais, boa leitura...

Capítulo 3 - Chapter 2.


Fanfic / Fanfiction Meia-Noite: marcados pelas sombras. (Interativa) - Capítulo 3 - Chapter 2.

 

Mesmo fazendo séculos, os próprios vampiros questionavam o porquê dos mortais continuarem na cidade, de não terem os traídos ou de não terem feito como os fanáticos e queimado a todos. MidNight Falls ainda era viva, e graças ao mortais que mantinham o seu calor e toda a áurea humana, tornava tudo ali mais real e normal. Não era como se tivesse vampiros que pudessem fazê-los mal a qualquer momento. A maneira como ambas raças andavam lado a lado sem expressar indiferença alguma chegava a ser assustador, embora causasse uma pequena ilusão de que se aqueles podiam aceitar, o resto da humanidade também não se importaria.

Por mais que a pequena cidade já existisse há séculos e fosse subordinada aos vampiros, suas barracas foram destruídas pelos membros da Camarilla que tornaram MidNight Falls um lugar planejado e cheio de simbolismo. Fazendo da praça o centro da cidade, onde todas as outras casas a acercavam e todas as ruas levavam a ela. E mesmo com as cores e casas tipicamente românias, ali era o lar do vampirismo, entre as árvores e a fama literária dada a cidade vizinha, Transilvânia, que tirava propositalmente o foco de onde existiam os dominadores da noite.

A feira de boas-vindas realizada na praça estava mais movimentada do que as anteriores. Como era início de setembro, e o verão tinha de ser acompanhado de fortes tempestades, àquela hora da noite o clima abafado alertava de que dias chuvosos se aproximavam. Até lá, as cores vivas fazia parecer sempre verão. As barracas se espalhavam por todo canto enquanto exibiam belas luzes tornando a cidade mais brilhante. Embora a festa fosse dedicada aos alunos, humanos não viam problema em se misturar, o que deixara Vicent um pouco perplexo.

— Quer dizer que posso sair mordendo quem eu quiser? – perguntou a Shane que andava ao seu lado.

— Sim. E depois ser torturado até se arrepender pelo seu ato irresponsável.

— Achei que tivéssemos a liberdade para isso. – Vicent franziu o cenho e então ambos pararam.

Shane o encarou por uns segundos e depois se aproximou de uma barraca e comprou um saco de pipoca. Fez sinal com a cabeça para Vicent se aproximar. Ele pagou a compra e encarou a pulseira de prata na bela moça que o atendera, apesar de não ser de seu jeito, sorriu forçadamente e puxou assunto.

— Pronta pra doar sangue feito louca?

A mortal deu de ombros.

— Preciso fazer a minha parte.

— É claro. Tenha uma boa noite.

Os dois amigos voltaram a andar e Shane passou o saco de pipoca para Vicent, não iria comer aquilo, mas o loiro passou a comer como se fosse lhe satisfazer.

— Pera. Sei que os humanos doam sangue, mas o que ela quis dizer com “preciso fazer a minha parte”? O que ganham com isso?

O moreno sorriu. Apesar de não ter paciência para explicações que ele sabia que a Real Blood teria a precaução em ensinar aos novatos, quis saborear o momento que era saber algo a qual seu amigo estava louco por resposta. Mas também não o mataria de curiosidade.

Tiveram de desacelerar os passos.

— Questões políticas. Você viu a pulseira de prata no pulso daquela garota? – Vicent balançou a cabeça e Shane prosseguiu. – Significa que ela é uma doadora fiel aos bancos de sangue. O motorista que me trouxe tinha uma de ouro, ou seja, ele não doa uma gota de sangue aos vampiros, mas recebe proteção da Camarilla pelos seus serviços com a nossa raça. Se mexer com um que a possui, você será morto. É como um seguro de vida.

— E onde entra a política nisso?

— Na nossa convivência. Os mortais nos dão o que precisamos, e a Camarilla os dá o que eles querem. Mas é claro que há uma subordinação sobre o representante de MidNight Falls, somos mais poderosos e os nossos “representantes” tiram proveito disso. – Shane fez aspas com os dedos.

— Mas eles podem nos entregar ao mundo.

— Ninguém irá acreditar, Vance. Para os mortais coisas reais tem se tornado motivo de piada. – já levemente irritado por aquela ideia, Shane começou a acelerar os passos novamente. – Se disserem que vampiros existem, vão rir da cara deles.

Pela sua fúria em precisar lembrar de que os vampiros acabaram se tornando piada para os mortais, e não motivo para terem medo, acidentalmente Shane esbarra em alguém que também vinha a andar distraída. Para não ter que leva-la ao chão, a segurou fortemente nos ombros. A garota parecia envergonhada enquanto tirava algumas mechas do cabelo que lhe taparam o rosto.

— Me desculpe eu não queria... eu só estava indo comprar mais um churros pra minha amiga...

— Eve. – ele a interrompeu quando tirou a dúvida de que aquela garota de cabelos ruivos era mesmo quem esperava ser. A soltou e afastou-se mais um pouco para vê-la melhor.

— Shane.

Além de vampira, Eve poderia se denominar naquele instante uma árvore pelas raízes presas ao chão, pois foi como ela ficou ao ver finalmente, depois de tanto tempo, Shane, o seu primeiro amor cuja existência a mesma nunca esquecera. Sorriu, mas estava nervosa e pronta para sair correndo. Desde que chegou à instituição e ouviu que Halks havia voltado, sua vontade era de esbarrar em si; o procurou no auditório e nada, mas conseguira esbarrar nele e agora tudo o que mais queria era ser invisível. Não gostava da maneira que ele a olhava. Não, ela amava, mas sentia-se nua.

Piscou várias vezes e buscou por ar. Naquele momento odiou o fato de ainda precisar respirar. Tentou sorrir para mostrar normalidade, mas Shane nunca lhe causou as sensações mais previsíveis. E ela amava isso.

— Quanto tempo. Você está... – ele a analisou de cima a baixo e procurou pelo adjetivo certo sem querer parecer interessado. – Grande.

— Ah, é. Sim. Grande! – ela deu ênfase em “grande”, não era o que esperava, mas também não lhe surpreendia vindo de Shane. – É eu cresci. Eu acho. Você também cresceu. Todos nós crescemos. Um pouco.

Ele concordou sutilmente concordara e afastou-se um pouco.

— Esse é Vicent, meu amigo e colega de quarto também. Ele é novo por aqui. – o mesmo logo mudara de assunto.

Vicent a cumprimentou formalmente beijando com suavidade aquela mão macia sem manter seus olhos distantes das orbes verdes de Eve. Não fazia o tipo galanteador com qualquer mulher, mas podia-se dizer que estava fascinado com a beleza exótica de Eve Patterson; o longo cabelo ruivo natural, a pele alva e com sardas na altura do nariz que ela não tinha vergonha de esconder só deixavam tudo mais lindo em si.

— Ele quis dizer Vance. É um prazer conhecê-la, bela Eve.

A garota sorriu sem jeito.

— Igualmente. – franziu o cenho, mas logo voltou sua atenção para Shane que ainda não tirara os olhos de si, o que era estranho, pois ele nunca olhou por tanto tempo. Não enquanto ela estivesse o olhando também. – Então...

— Que reencontro lindo, família Real Blood! – Axel pareceu ter brotado do chão. – Eu sempre imaginei isso, mas não esperava presenciar. – ele gargalhou e passou um braço pelo ombro de Shane e o outro em Eve.

— Que demais. – Shane ironizou tentando sair daquele aperto.

— Persistência nos leva a conquistas, e Eve, você sabe que sempre apostei tudo em você, né?

— Por que você não vai caçar monstrinhos debaixo da sua cama, Van Helsing? – Eve finalizou o empurrando.

Jason que acompanhava Axel gargalhou, mas logo parou quando o loiro o lançou um olhar mortal. Eles também estavam ali, e juntos até que formavam uma boa dupla em questões de bagunças. Era até incrível em como poucas horas já se entendiam como velhos amigos.

— Não é debaixo da cama que eles vivem, Patterson. – a respondeu levando um empurrão logo em seguida, e não era de Eve.

— Que interessante, Axel. Saí. – era Elle e ela estava a todo vapor e um sorriso de orelha a orelha. – Shane! – pulou nos braços do garoto que rapidamente a tirou de cima de si, mas ela não ligou. – Eu estou tão feliz que você voltou, eu senti a sua falta.

— Hum.

— Acho que você acabou de levar um fora. – Axel sussurrou no pé do ouvido de Elle.

— Merda, Axel. Por que você não vai encher o saco da India? Ela tá bem atrás de você!

— Na verdade eu queria tá bem longe agora. – a garota respondeu.

Shane tossiu e cutucou Vicent para segui-lo.

— Me desculpem, mas dessa novela eu não vou participar. – o moreno disse ao grupo desastroso a qual sempre evitou. No entanto logo foi parado.

— Cuidado! – uma voz masculina gritou, mas não foi o suficiente.

Foi tão rápido que nem eles conseguiram acompanhar com os olhos e a agilidade de super reflexo o homem correndo, mas viram India sendo levada ao chão e rapidamente recebendo ajuda de Axel enquanto o que gritara se aproximava para oferecer ajuda.

— Droga! Eu deveria ter avisado antes, mas não fazia ideia de que ele ia passar praticamente por cima de você.

— Sério? – ela soou irônica.

— Seja mais gentil, India. – falou Axel.

— Vá se foder, Axel. Não foi você que caiu na frente da cidade toda!

— Na verdade, ele a derrubou então não há com o que se envergonhar. – Jason analisou fazendo a garota se irritar mais ainda.

— Dá no mesmo e quem é você?

— Jason.

Axel virou os olhos e India saiu de perto. Ele só não entendia o porquê dela ter ficado tão irritada após terem flertado. Era de sua consciência que eles estavam doidões e talvez fosse só algo momentâneo, mas desde então India não tem sido mais a mesma quando perto de Axel.

Para esquecer um pouco até a parte chata que era ser ignorado por uma garota que costumava ser sua amiga, Axel voltou-se para o novato.

— Foi mal por isso, cara. Como se chama?

— Dorian.

— Oh. Então, Dorian Gray. – Axel fez a analogia a qual Dorian estava sempre pronto para ouvir. – Obrigado por querer ajudar. Mas mulheres são estranhas então considere a grosseria dessa garota como uma forma de agradecimento.

— Ah, tudo bem. Eu não me importo. – ele deu de ombros e logo se sentira estranho estando ali. – Ok, então... eu preciso ir.

— Vá pela sombra. – acenou enquanto Dorian se afastava.

— Qual era o problema daquele maluco hein? – Elle questionou enquanto apoiava India.

— Eve!

A ruiva olhou para trás ao reconhecer a fina voz de Mag. Ela corria em sua direção e parecia estar assustada. Quando parou, disparou nas palavras.

— Eu fui assaltada o cara pegou a minha bolsa ele saiu correndo nessa direção e não consegui alcança-lo porque demorei pra entender o que estava acontecendo por que diabos ele me assaltou?

— Que droga, Mag! – sua colega exclamara.

— Queria saber qual era o problema dele? – Shane perguntou a Elle e tomou uma decisão sem pensar duas vezes depois de ver o nervosismo da garota nova. – Essa festa tá um tédio mesmo.

Ninguém havia entendido o comentário de Shane até vê-lo correr na mesma direção que o homem pegara. O grupo deixado para trás se olharam e tomaram a mesma decisão, aliás, um pouco de emoção no primeiro dia nunca era de mais. Eles iram fazer mesmo aquilo? No momento houve pensamentos aleatórios, mas a minoria sempre costumava seguia a massa.

Desviando das pessoas e cortando caminho entre as barracas, os oito vampiros começaram a pegar velocidade assim que o fluxo de pessoas ia diminuindo. Eles seguiam Shane, que por conta dos sentidos aguçados conseguia sentir o rastro de medo que o mortal havia deixado. A hiper velocidade os deixaram próximos à floresta em menos de dois minutos, e em todos esses anos de transformação, assim como a maioria, Shane estava pondo pela primeira vez fora dos campos da Real Blood sua agilidade em ação.

À medida que entravam na floresta, densa e que já era tomada pela neblina da noite; a pouco a luz do luar invadia aquele espaço, e por sorte, enxergar no escuro não era problema para o grupo. Diferente para o mortal.

Subitamente Shane desacelerou e antes de todos alcançarem-no, o vampiro já o tinha pelo pescoço. Seus olhos amarelados brilharam no escuro e o homem começou a tremer, mas parecia louco quando deu risadas.

— Vocês não podem me machucar. Serão punidos por isso.

— Então hoje é seu dia de azar, porque eu não ligo em ser punido. – Shane proferiu entre os dentes trincados.

— Relaxa, Shane. – Vicent se aproximou tentando controlar o amigo que apertou seus dedos mais ainda envolta do pescoço magro daquele homem.

— É, Shane. Relaxa aí. – ele riu já rouco. – É só uma maldita bolsa.

— Mas não é sua! – disse Eve arrancando a bolsa das mãos sujas daquele mortal. – Larga ele, Shane. Não se suje com isso.

Mas ele não queria fazer aquilo. Sua intenção nunca foi parar. Apesar de estarem longe da praça, todos estavam assustados com aquela cena. A expulsão de Shane não havia sido à toa, sua impulsividade o cegava e o seu senso de herói não fazia a linha de um mocinho. Seus dedos só apertavam cada vez mais aquele pescoço e o homem já ficava roxo e implorava por ar.

— Pare! – soou uma voz abafada logo perto.

Sua mão lentamente se afrouxou e quando teve a oportunidade, o ladrão o empurrou e saiu correndo em direção de volta a praça os deixando sozinhos. Shane havia parado, mas não porque pareceram pedir, mas pela voz rouca e visivelmente fraca que chamou a atenção do grupo que olhavam para uma única direção. Ainda era possível ouvir. Era possível sentir. E eles sentiam que algo estava muito errado. Aquele poder não lhes restavam duvidas sobre quem poderia ser. Um vampiro extremamente poderoso, mas que estava muito mal.

Adentrando mais ainda a floresta e passando entre os espaços estreitos, eles se aproximaram daquilo. Exatamente de onde vinha o som. E em passos sorrateiros, ficando escondidos, viram uma cena aterrorizante e que mal podiam acreditar estar testemunhando. Pela capa vermelha, não havia duvidas de ser um membro da Camarilla jogado ao chão.

— Pare, por favor. Você terá o que quer, mas me deixe ir.

Sua voz era dolorosa. E a explicação por tal dor estava no seu braço a metros do seu corpo. Sangue pintava aquele pequeno pedaço de terra e o cheiro não era algo que atraísse em geral os vampiros, mas talvez animais mais radicais.

A sua frente, estava o causador daquilo. Mas era impossível vê-lo. Ultrajava uma capa preta com capuz, longas mangas, e uma palavra sequer era proferida de si naquele momento. Mas uma risada seca soou, e lentamente se abaixou pegando-o pela cabeça. Shane se apavorou e uns flashbacks piscaram em sua mente como peças de um quebra-cabeça que era impossível para si montá-lo, embora soubesse que o fogo era a única coisa mais concreta a qual podia distinguir. Não queria ser um herói, mas também não veria aquela cena sem fazer nada; além de testemunhar, poderia ser previsivelmente julgado por não ter concedido ajuda. E sem pensar duas vezes, avançou. Quando chegou mais perto, agachou-se e passou uma rasteira desviada plenamente pelo oponente que em um único salto, conseguira arrancar a cabeça do vampiro mais velho e joga-la longe enquanto o corpo caía duro.

Dando um giro com maestro, Shane foi pego pelos braços, estava preso. Vicente se aproximou e o ajudou dando no adversário um golpe na nuca, mas recebera um murro de volta.

— Caralho essa é a melhor feira de boas-vindas da vida! – Axel gritou quando se meteu no meio chutando a perna do oponente que revidou o pegando pelo pescoço, Axel rapidamente começou a se sentir sufocado, quando Shane o livrou atingindo o outro no braço e depois no estômago.

As quatro garotas correram para cercá-lo juntamente a Jason. Em um círculo, ficaram prontos para começar uma briga. Jay estava apavorado, nunca se metera em uma situação como aquela; poderia simplesmente sair correndo, mas não queria deixar tal impressão logo de imediato. Mag engoliu em seco, mas não daria o braço a torcer, seria capaz de fazer aquilo e não decepcionaria, no entanto, algo mais incomum chamara sua atenção, até então deixá-la petrificada e esquecer de tudo ao seu redor. Ela estava assustada e não conseguia gritar. A massa preta se aproximava como uma nuvem, e de repente a Lua pareceu perder o seu brilho e a noite entrara em um silêncio profundo que nem os grilos eram possível ouvir. E então ela não era mais a única a notar a escuridão que engolia tudo rapidamente.

Em um único salto, o vampiro misterioso sumiu entre as árvores sem olhar para trás, enquanto um grupo de vampiros era consumido pela massa escura e o seu peso. Eles não conseguiam correr e nem lutar contra o desconhecido. Todavia, sentiram a pele queimar, e cegados pela escuridão, caíram e gritaram de dor até tudo se cessar subitamente e voltar ao normal.

 

 

 

 


Notas Finais


É aí onde tudo irá começar. Os marcados pelas sombras...
Me desculpem pela cena 'xoxa' da luta, mas eu não estou acostumada a narrar um nivel avançado de luta como a dos vampiros, embora eles não sejam realmente bons até provarem serem em seu batizado; mas estou estudando mais narração de luta para melhorar!

Quero dizer também que os personagens que ainda não apareceram irão aparecer :p haha. É óbvio demais, mas eu só queria avisar que a cena deles já está em planejamento.

Espero que tenham gostado do capítulo, bjs e até. Sz


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