História Melhor do que fazer amor - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Sexo
Visualizações 70
Palavras 632
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

MELHOR DO QUE FAZER AMOR

Capítulo Único

~*~

 

Descalçou o tênis com ajuda dos pés, arremessou as meias, tirou a calça, depois a blusa, soltou o sutiã e, por último, a calcinha. Entrou no banheiro e caminhou sobre o piso gelado, largou todos os anéis sobre a bancada e desfrutou de um duradouro banho quente.

Voltou para quarto e, ainda despida, observou as curvas do corpo em frente ao espelho. Vestiu uma calcinha básica que não a satisfez, trocou por uma preta mais sexy, um tanto transparente, sobrepôs um jeans apertado e saiu.

Chegou ao bar, quase um boteco, no início da noite. Sentou-se com algumas amigas e, antes mesmo de cumprimentá-las, recebeu em sua mesa uma porção de cerveja, servida por um garçom apressado. Entre um gole e outro de álcool, ela conversou sobre vários assuntos, fez gestos, gargalhou e, enquanto, sorria por causa de alguma palhaçada, me viu na mesa ao lado e deixou claro que eu chamei sua atenção.

Foi recíproco.

Ela levantou e se aproximou da calçada para tomar um ar, mexendo no celular para disfarçar, e eu me aproximei. As amigas entenderam o recado e permanecerem sentadas, meus amigos também. Perguntei o nome, elogiei com sinceridade o sorriso e, aos poucos, estávamos cada vez mais envolvidos.

Segurei em seu braço e ela se arrepiou. A troca de olhares revelava sincronicidade. Continuamos conversando e quando eu a beijei, era próximo da meia noite e o bar estava fechando, então a convidei para fazer algo e ela, sem hesitar, aceitou.

O desejo dela não era viver um conto de fada. Hoje ela só queria ser devorada.

Quando a porta, vagarosamente, isolou aquele quarto de motel, senti o seu coração disparando. Deixou a vergonha do lado de fora e, com os olhos, requisitou submissão. Agarrei seu quadril com força, prensado contra a parede e senti sua respiração ofegante.

Comecei a beijar o seu pescoço e ela retribuiu enfiando a mão por baixo da minha cueca, me acariciando num movimento constante, para cima e para baixo. Arrancou minha camisa, beijou meu peito com os lábios bem molhados, depois a barriga.

Desceu mais um pouco e ficou de joelhos, tirou minha cueca boxer e a jogou para longe, continuou passando a língua, bem devagar, apreciando o gosto, depois beijou, engoliu e chupou com vontade, olhando nos meus olhos.

Concentrado para não gozar, empunhei seu cabelo e a coloquei sobre a cama. Arremessei sua blusa num canto e arranquei sua calça com entusiasmo. Coloquei a mão sob a calcinha dela, acariciando com o dedo do meio, sem penetrar. Ela se contorcia. Aí, então, enfiei um dedo, depois dois. Ela gemeu alto. Tirei a mão e lambi os dedos, apreciando o gosto dela.

Olhei nos seus olhos, dei leves mordidas na nuca enquanto apertava os seios com firmeza e fui beijando desde a boca até a barriga. Passava os lábios por suas coxas e o corpo dela tremia, abrindo as pernas, cada vez mais, como se implorasse por uma chupada e eu atendi ao pedido retirando sua calcinha umedecida por suor e prazer. Sem medo, enfiei a cara, a língua, depois, a deixei de bruços e penetrei fundo.

Ela agradecia com sinceros gemidos e eu aumentava o ritmo. Dei um tapa na sua bunda com força, apertei e, amortecida pelo álcool, ela exigia mais. Continuei batendo, apertando, enfiando, até que, nossos corpos tremeram em êxtase.

Entrou no banheiro, caminhou sobre a ponta dos pés em direção ao box de vidro e tomou uma ducha morna. Retornou ao quarto despida, com o rímel borrado e ainda recuperando o fôlego pós-gozo, vestiu sua calcinha preta, um tanto transparente, sobrepôs um jeans apertado, me deu um beijo de adeus e, sorrindo, saiu com a sensação de que, às vezes, foder pode ser tão bom quanto fazer amor.


Notas Finais


Bjs da Lover


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