História Melodia do Tempo - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Aries, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Macao Conbolt, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Romeo Conbolt, Sting Eucliffe, Virgo, Wendy Marvell
Tags Garota Mimada, Musica, Nalu
Exibições 55
Palavras 3.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


H
E
L
L
O!!!

Bem mais um cap pra vocês♥
Estranhamente não tenho nada pra falar (agora) ?-?

Capítulo 4 - Plano de Erza


Fanfic / Fanfiction Melodia do Tempo - Capítulo 4 - Plano de Erza

Quarto cap – Plano de Erza.

- Mas então pra onde é a sua casa? – Ela me perguntou. – É muito longe?

- É mais ou menos. E é pra lá – Apontei na direção e a menina começou a andar. – Erza! Ta indo aonde? Nós vamos de carro.

- Serio? E você sabe dirigir? – Ela voltou.

- Não, mas tenho um motorista. – Apontei para o homem que estava segurando a porta da limusine.

Eu tive que praticamente empurrar ela pra dentro do carro. Por que ela achava que eu era uma mafiosa pra ter tanto dinheiro assim.

- Krl Lucy! Que porra de carro é esse?- Ela falou quando se sentou no banco, o motorista olhou do seu lugar para ela depois para mim. Deve ter estranhado as palavras dela.

- Só uma coisa Erza, nada de palavrão na minha casa ta bom? Tipo meu pai não gosta dessas coisas. – Ela assentiu.

Entramos na minha casa, e Erza ficou olhando pra todo lado.

- Uau, mas sabe essa rua da sua casa, ela não me é estranha... – Ela pareceu pensar um pouco. – Owhh não me diga que é vizinha do Natsu?

- Sim, desde semana passada, eu acho. – Dei um sorrisinho. – Vou avisar meu pai, pode ficar a vontade.

Fui em direção ao escritório de Jude, bati na porta e nada, bati de novo e sem resposta. Abri a porta e ninguém estava lá. Desci de novo e fiz sinal de espera, para a Erza, e fui em direção a cozinha onde Virgo devia estar. Não entrava muito lá, até já tinha me esquecido como era.

- Virgo! – Gritei. Uma cabeleira rosa veio na minha frente em menos de um segundo. – Onde está meu pai?

- Ele viajou com seus novos sócios, e mandou te avisar que voltara daqui uma semana. – Ela falou. – Ah! – Pareceu se lembrar de uma coisa. – Aqui. – Me entregou uma caixa e um bilhete.

- Deixe no meu quarto depois eu vejo isso. – Mandei e sai, fui ao encontro da Erza. – E então, to curiosa sobre sua idéia. Mas enquanto conta quer conhecer minha casa?

- Claro! – Ela falou empolgada.

- Muito bem, vamos. – Seguimos em direção ao quintal, ele era bem grande e tranqüilo o local perfeito para conversar. – Pode falar.

- Então... Você disse que seu pai era sócio do pai do Natsu, certo? – Assenti, imaginando aonde isso ia dar. – Então isso quer dizer que você e ele são praticamente iguais na questão dinheiro não é.

- É... Eu acho que sim.

- Se lembra que eu disse que o Natsu praticamente controla a gente? – Ela perguntou, e de novo assenti. – Eu e mais umas pessoas chegamos na conclusão de que alguém precisa enfrentar o Natsu, mas nenhum de nós lá tem nem a metade do dinheiro e dos contatos de gangues que o senhor unicórnio tem. – Deu risada por causa do apelidinho do Natsu.

- Mas aonde eu entro nisso?

- Você é meio lerda não é? – Ela deu risada de mim, e eu conclui que eu era mesmo lerda pra essas coisas. – Você vai ser a nossa salvação. – Tossi um pouco e ela deu mais risada. Pedi pra ela explicar melhor essa coisa de “salvação” – Você vai enfrentar o Natsu, tipo, você é tão rica quanto ele, e ele também não pode te machucar ou te chantagear por que você é filha do sócio do pai dele.

Demorei um pouco pra entender as coisas, mas daí caiu a ficha.

- Não, de jeito nenhum! – Neguei, já estávamos de volta dentro de casa subindo para o segundo andar. – Você viu hoje, não sou nem um pouco popular, o Natsu me massacraria em humilhação, e isso ele pode fazer.

- Mas isso a gente concerta, você só foi com a roupa e as coisas erradas. – Ela falou despreocupada.

- Mas eu ainda acho que o Natsu não faria isso, acho que ele só intimida mesmo, ele não merece ser derrubado do seu “trono”.

- Lucy, você ficaria surpresa se eu te contasse toda a historia. – Já havíamos passado por vários locais, só faltava o quarto de hospedes e meu quarto.

- E por que não me conta? – Perguntei curiosa

- Por que é pessoal, desculpe Lucy, mais não posso te contar isso. – Acenei com a cabeça dizendo que tudo bem. E ela continuou. – Mas então, aceita ser a nossa salvação? – Perguntou empolgada. Estávamos na frente do meu quarto.

- Sinceramente eu acho que não conseguiria... – Ela fez aqueles olhinhos de dar dó e não resisti. – Mas se é tão importante pra você eu faço isso.

- Ebaaa! – Ela comemorou.  E logo abri a porta do meu quarto. – Meu Deus Lucy! Que quarto mais... Rosa. – Ela fez cara de nojo. – Rosa, Lucy, serio, tantas cores e você tinha que gostar de rosa?

Dei risada da cara dela depois me sentei na minha cadeira e ela sentou na minha frente.

- Mas então, suponho que não é só você que queira uma pessoa para enfrentar o Natsu, não é? – Perguntei curiosa pra saber quem eram as outras pessoas.

- Sim, não é só eu, sabe as meninas que eu ando?

- Ah, aquelas azuladas e a Lisanna e resto? – Senti enjôo só de lembrar a albina.

- Não! – Ela gritou rápido. – Quer dizer, sim e não, as azuladas e a morena bêbada sim, a Lisvaca e as outras não, só andamos com elas por que o Natsu quer.

- Ahh, sei, qual é o nome delas mesmo?

- A anã azulada é Levy, a azulada peituda Juvia e a morena bêbada Cana. Elas são bem massa, você vai gostar delas.

- Como? Vou conversar com elas? – Perguntei eufórica.

- Claro né, trouxa – Respondeu como se fosse obvio. – Se você vai fazer o plano, o que você já concordou em fazer e não pode mais voltar a atrás, terá que ser popular, ou seja, conversar com elas. Só que popular boa e não metida entendeu? – Fiz que sim com a cabeça.

- Mas como fazer isso? – Perguntei e ela se levantou rápido.

- Primeiro passo: roupa, onde é seu guarda roupa? – Apontei para o mesmo, e ela seguiu na direção. – Mds, seu guarda roupa é arrumado? Eita, primeira vez que vejo isso. – Cheguei mais perto dela. - Mas só tem saia aqui?

- Por que esse é guarda roupa da primavera, cada estação eu renovo. E nessa estação a moda é saia. – Ela revirou os olhos.

- Ok, mas então onde estão os shorts e calças? – Ela perguntou fechando a porta do armário.

- Por aqui. – Segui para uma porta meio escondida no meu quarto e abri ela.

- Krl, menina não quer doar um pouco pra mim? – Entrou olhando pra todos os lados.

- Ah eu tenho mais uns cinco closets só nessa casa, mas voltando aqui estão os shorts e lá as calças. – Mostrei os locais.

Ela acabou me dando uma “aulinha” de como me vestir, e montou uns looks para essa semana – ela leva bastante jeito para isso – depois Virgo entrou com um lanche para a gente.

- Lucy, eu tenho muita confiança neste plano. – Ela falou enquanto comia.

- Mas Erza, eu acho que só roupas não vão fazer as pessoas gostarem de mim. – Falei preocupada.

- Ah sim, segundo passo: comportamento na sala de aula. – Ela tomou o suco de laranja. – Sente nas ultimas carteiras que consegui e tente conversar o Maximo possível. Pode tirar nota alta, mas não fique se gabando por causa disso. Não responda as perguntas que o professores fizerem, não importa o qual fácil seja. Entendeu? – Fiz que sim com a cabeça. – Terceiro passo: modo de falar e agir. Fale mais largado e mais palavrões sabe? Você fala como se fosse uma princesa. – Fiquei imaginando como seria se eu pudesse falar sempre o que quisesse, acho que sempre sairia um palavrão por frase. Acho que na escola poderia fazer isso, não é? – E não ande como se fosse modelo ou rainha, ande mais a vontade. Seja zoeira e tente conversar com todos pra te acharem legal. – Será que andava como rainha? Não tinha percebido. – Quarto passo: Tente pegar o Maximo de garotos possível.

- Que? – Perguntei gritando. – Não vou fazer isso.

- Vamos lá Lucy, é só dar uns beijos em uns garotos bonitos nada de esforço. Ah principalmente se for no Sting.

- Quem é esse?

- O inimigo do Natsu, o rosado o odeia, desde criança. Hoje ele não foi pra escola mas acho que amanhã ele vai.  – Eles já se conheciam desde criança? Interessante. – Quinto e ultimo passo: tente ao máximo intimidar o Natsu e a Lisanna, mas só eles, entendeu tudo? – Assimilei um pouco.

- Sim, entendi tudo.

- Ah esqueci, não use salto entendeu? Só tênis. – Assenti. – Ok, agora tenho que ir. Poderia me mostrar a saída, por que sabe, essa casa é meio grande.

- Ah claro. – Levantei e sem querer bati meu joelho na ponta da mesa. – Fdp!

- Ta pegando o jeito em menina. – Erza me “elogiou”

Descemos conversando animadamente e quando abri a porta para Erza sair um rosado com a Wendy estavam na porta.

- É... – Todos nós ficamos nos encarando. – Oi, Natsu e oi Wendy, do que precisam? – Perguntei meio desconfortável.

Antes deles respondera Erza falou.

- Então Lucy, acho que já vou indo. – Ela me deu tchau, e quando passou pelo Natsu, vi os dois brigando internamente, e Natsu estava vencendo. Ela foi embora e eu os convidei para entrar.

- Mamãe mandou a gente vir aqui. – Wendy começou falando. – Pra ver se você não gostaria de ir dormir lá em casa, pois ela achou que você estaria meio sozinha sem seu pai em casa.

- Verdade? – Perguntei quase nem acreditando, primeira vez em ir dormir na casa de outra pessoa, será que não era de mais? Tipo será que não iria incomodar muito?

- Sim, é verdade, até o Romeo vai lá em casa dormir. – Dessa vez o Natsu falou, indiferente.

- Então acho que vou. – Falei animada e Wendy também se animou. – Que horas posso ir?

- Na verdade agora, o Natsu pode te ajudar não é irmãozinho, porque tenho que ir ver o Romeo. – A azulada falou sapeca, saindo praticamente correndo da minha casa, não deixando nem tempo para o rosado reclamar.

- Maldita irmã. – Ele resmungou. Não sei por que mais Erza veio na minha cabeça, e achei melhor começar o plano ali e agora.

- Olha quem fala. – Lancei um olhar frio e comecei a subir as escadas.

- O que quis dizer? – Ele me perguntou me seguindo.

- Você sabe muito bem. – Entrei no quarto e Virgo estava lá. – Me arranje uma mala, por favor, vou dormir na casa dos Dragneel hoje. – A empregada saiu e logo voltou com uma mala, onde eu enviei tudo o que precisava.

- Parece que você e a Erza se divertiram. – Ele olhou para a mesa ainda com comida.

- Você nem faz idéia. – Olhei fria pra ele, lembrando que ele controlava os amigos.

- Nossa você mudou totalmente. Será que é porque o seu querido controlador não está aqui? – Ele perguntou com um sorriso convencido, como sempre, demorei pra entender.

- Talvez. – Apenas respondi isso. – Pegue. – Ordenei ele pegar minha mala de roupa, mas obviamente ele não entendeu. – Vamos você não está aqui para me ajudar? Então ande, me ajude. – Ele revirou os olhos e me obedeceu. Peguei minha mala da escola e quando ia sair Virgo apareceu com o mesmo bilhete e caixa de hoje mais cedo.

- Hime, acho que a senhorita tem que levar isto. – Ela deu a sugestão e a ordenei a colocar na minha mala, o que ela fez e também a avisar Aquarius a minha localização. – Tudo bem, Hime, eu aviso.

E saímos.

A casa dos Dragneel era bem grande, meio igual a minha. Quis ficar no quarto de hospedes, mas Wendy insistiu para eu dormir com ela. O quarto dela, diferente do meu tinha eletrônicos. Não sei bem por que mais aquela casa era bem mais aconchegante do que a minha própria.

- Lucy! – Grandinney entrou no quarto de Wendy que estava no banho, enquanto eu ajeitava minha mala. – Que bom que você veio.

- Eu que agradeço dona Dragneel. – Parei o que estava fazendo e começamos a conversar, ela era bem animada, me lembrava um pouquinho minha mãe.

- Mas então, Lucy. O papo ta bom, mas tenho que fazer o jantar. – Ela falou.

- Você que faz o jantar? – Perguntei, um pouco sem pensar.

- Sim, gosto de cozinhar, mas quando não posso tenho empregados que fazem isso por mim. – Ela foi até a porta. – Se precisar de alguma ajuda pode pedir, ok?

Fiz que sim com a cabeça. E ela saiu. Já havia arrumado a mala. E Wendy ainda não havia saído do banho – essa menina demorava no banho, em. – então decidi olhar aquela caixa e o bilhete.

O bilhete estava escrito assim

“Lucy, viajei com meus novos Sócios a Suécia para resolver problemas na empresa. Estou te dando esse aparelho para se houver um problema URGENTE com algo na casa ou na empresa você me contatar. Não sei quando volto.”

Olhei para caixa e a abri, não acreditei no que vi. Era um... CELULAR! Um celular! Fiquei tão animada que comecei a pular.

- Lucy? – Wendy saiu do banheiro já com seu pijama. – O que está fazendo? – Parei de dançar envergonhada.

-É que eu ganhei um celular do meu pai. – Fiquei um pouco vermelha.

- Você não tinha um celular antes!? – Ela perguntou espantada, neguei com a cabeça. – Puts... Você sabe mexer? – Pensei um pouco, e de novo neguei com a cabeça. – Então vou te ensinar, vem cá. – Fui até ela, e ela começou a me explicar um monte de coisa, baixou whats, Snap, Instagram, Twitter e Face. Acho que nunca havia criado uma conta, então ela também teve que criar um email pra mim. Nos divertimos bastantes.

- A mãe mandou avisar que o almoço ta pronto – Natsu entrou no quarto sem nem bater na porta, quando nos viu rindo fechou a cara. Não entendi essa atitude, mas ok.

- Já vamos Natsu. – Wendy falou. – Estou explicando como mexer no celular, para a Lucy. – Ela explicou.

- Tch... Menina burra. – Ele me ofendeu? Serio isso?

- Ata, falou o garoto que namora um leite azedo. – Quando terminei de falar estava de pé com a mão na cintura em um ato de maioridade.  

- Wendy, pra fora! – Ele gritou, e ela estremeceu olhou pra mim e depois saiu correndo.

Ele nem se importou em fechar a porta. Veio até mim como se eu tivesse matado a família dele. Por incrível que pareça não senti medo. Acho que senti raiva por ele tratar sua própria irmã assim. Tudo bem que eu não tratava a minha como uma rainha, mas era por que ela merecia e Wendy não, Wendy era um anjinho.

- Nunca mais fale assim da Lisanna! – Ele gritou apertando meu braço.

- Quem? Não conheço nenhuma Lisanna. – Me fiz de desentendida. – Ah sim, a Lisvaca.

- Cale a boca, vadia! – Ele gritou e me deu um tapa. ELE ME DEU UM TAPA!!

Só sei que caí no chão e quando me levantei o vi com uma mistura de raiva e arrependimento nos olhos.

- Eu vou fazer de tudo pra derrotar você na escola, fazer de tudo pra você virar um lixo naquele inferno. – Gritei.

Ele me olhou com sangue nos olhos e saiu batendo a porta. Suspirei, não acredito que havia enfrentado ele. Mas falando sério, acho que ele é a primeira pessoa que sinto tanta raiva – tirando Michelle. – nem do meu pai eu sentia tanta raiva assim – talvez um pouco.

- Lucy? – Wendy e Romeo entraram no quarto. – Está tudo bem?

- Ta sim Wendy, então vamos jantar? – Perguntei indo até a porta.

- Sim. – Romeo disse animado.

Descemos, e Natsu já estava lá com cara emburrada, Grandinney também já estava comendo.

- Com licença – Disse antes de sentar, como fazia em casa, mas acho que não faziam aquilo ali, pois todos me olharam como se eu fosse louca.

Apenas me sentei, e todos começaram a comer em silêncio, aquilo estava tenso.

- Ok, o que houve? – Grandinney perguntou para todos. – Por que não estão conversando animados como fazem todas as noites? Assim vão deixar nossos convidados desconfortáveis. – Todos olharam um para o outro, mas ninguém falou nada. – Natsu o que você fez?

- O que? Por que eu? – Ele perguntou ofendido.

- Porque, Romeo não faria nada de mal para alguém aqui, Wendy não teria capacidade, - A menina olhou para a mãe ofendida. – Lucy é um anjo, o único que sobra é você.

- Ah é, saiba que seu anjo brigou no primeiro dia de aula. – Ele disse olhando pra mãe, que logo olhou pra mim. Fiquei com uma vontade de falar tudo o que sabia dele – o que não era muita coisa – mas já era o suficiente. Mas sabia que não adiantaria nada entregar ele para a própria mãe, que quase nem me conhecia.

- Verdade Lucy? – Grandinney perguntou. Assenti envergonhada. – Mas por qual razão? – Pensei um pouco, de qualquer jeito ia envolver o Natsu, então resolvi contar a que contei para o diretor, mas quando ia abrir o bico, ela falou antes de mim. – Espera, deixa-me adivinhar. Foi por causa de Lisanna Strauss não foi? – Natsu olhou pra mãe como se fosse atacá-la.

- Uma grande parte, mas como a senhora sabe? – Perguntei curiosa.

- Por favor, nada de senhora Lucy. – Ela riu e eu assenti. – Por que no primeiro dia que essa aí entrou Wendy também arrumou confusão com ela.

Olhei para a azulada e ela sorriu.

- Por azar meu filho tem mal gosto. – Ela olhou para Natsu, que apenas respondeu com seu famoso “Tch...” e saiu da mesa, provavelmente indo ao seu quarto.

Aí todos voltaram a comer, e começaram a conversar animadamente. Depois, tomei banho e eu e Wendy estávamos no quarto, ela mexendo em seu computador sentada e sua cadeira, e eu no colchão que haviam colocado pra mim ali. Perguntei se Wendy tinha o número de Erza, e ela me passou.

Mensagem On

Eu: Erza! Oi, sou eu!

Erza: Eu, quem?

Eu: Eu, Lucy.

Erza: Mas pensava que você era isolada da tecnologia.

Eu: Pseh... Longa historia, amanhã de conto.

Erza: Pelo menos, por aqui a gente conversa melhor, e coloque uma senha neste celular!

Eu: Pode deixar.

Erza: Tudo pronto pra amanhã? Tem que chegar arrasando amanhã.

Eu: Sobre isso...

Erza: Lucy o que você fez?

Eu: Nada! É só que será que posso chegar junto com o Natsu amanhã?

Erza: Claro que não! Isso só iria fazer os outros acharem que você é da laia dele.

Eu: Mas você é da “laia” dele

Erza: Eu sou um caso a parte. Mas pq?

Eu: É que digamos que eu estou dormindo na casa dele.

Erza: OQ?

Eu: Também é uma longa historia.

Erza: Ok, deixa eu pensar...

(tempinho depois)

Erza: Ta, pode chegar com ele na escola, se! Na hora do recreio você sentar no nosso lugar de novo.

Eu: Com todo prazer, eu adorei aquele lugar!

Erza: Otimo, SÓ DESSA VEZ NÃO BRIGUE COMIGO E SIM COM O NATSU, OK?

Eu: Pode deixar comigo. Tchau♥

Erza: Tchau (sem coração, por favor)

Mensagem Off

Depois desativei o celular e Wendy ainda estava no computador.

- Lucy, ta afim de um lanchinho a meia noite? – Wendy ofereceu. Já era meia noite? Nossa nunca tinha ido dormir tão tarde. Concordei com a idéia da azulada e saímos do quarto.

Enquanto passávamos pelo corredor, ouvi socos na parede. Wendy entrou no cômodo correndo. E lá estava um quarto normal de garoto, com Natsu e Romeo, a diferença era que Romeo estava concentrado em sua musica no celular e Natsu socando a parede.

- Uffa! – Wendy suspirou aliviada, e saiu do quarto, sem nenhum dos dois ver nós. Nos dirigimos a cozinha, onde comemos bolachas e sorvete – sim, sorvete a noite. 


Notas Finais




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