História Melódico - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Tags Exo, Jongin, Kaisoo, Kyungsoo
Exibições 22
Palavras 753
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sim, é a minha primeira fic, então meio que ta me dando um nervoso, mas reuni coragem pra dar as caras e postar alguma coisa, apenas pra que não tenha pensado tanto em vão. Decidi escrever porque sou dessas que não sossega quando surge uma ideia, então aconteça o que acontecer vou tentar chegar no desfecho dessa fic e tal. De qualquer forma, boa leitura :3

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Melódico - Capítulo 1 - Prólogo

"Esse é só o começo do fim da nossa vida
Deixa chegar o sonho
Prepara uma avenida
Que a gente vai passar"

 

 

 

O músico fechou os olhos ao ouvir as fortes batidas na sua porta e os gritos agudos das inquietas vozes  alheias serem abafados pelo a sonoridade de seus fones. Kyungsoo permanecia sentado seu sofá de sua sala enquanto tudo a sua volta desmoronava. Sentia a poeira do ciscos que as longas rachaduras do teto soltavam tornar-se mais intensa. Seja quem chamava pelo compositor do lado de fora de seu apartamento apenas corria risco de perder sua vida, pois Kyungsoo já tinha aceitado isso. Tinha aceitado que aquela era a sua hora, a sua oportunidade. 
  
 

Estava cansado de fugir de si mesmo.


 

Seus móveis mais compridos caiam sobre o chão a medida que o chacoalhar do edifício se mostrava mais forte e sua pele pálida agora via-se suja pelo pó solto pelo concreto. A essa altura já não ouvia mais berros nem batidas na porta, era apenas ele e sua música que distraia seus ouvidos. Foi quando começaram a cair os pedregulhos sobre o piso que um calafrio percorreu sua espinha. Kyungsoo hesitou por um momento pensando seriamente na sua escolha de permanecer naquele lugar. Talvez tenha se equivocado em pensar que aquela seria sua oportunidade  perfeita para deixar de ser quem era, para largar sua vida monótona  e sem sentido.
  

  O moreno não tinha calculado aquele acontecimento, era totalmente inesperado que o prédio em que morava desabasse. Mas já era uma questão de longa data que o prédio de estrutura antiga tivesse aquele fim, assim como Kyungsoo, já era prevista a possível ruína daquele edifício. Os dois apenas esperaram o momento certo para deixar tudo ir ao chão.
 

  A hesitação do músico logo se esvaiu ao abrir uma fresta de seus olhos pra observar pela última vez a foto que segurava. Aquilo não seria um suicídio certo? Kyungsoo não queria dar ideia de parecer fraco, apensar de não ter fugido quando tivera chance. Para ele aquela era a sua hora, estava no lugar certo e na hora certa e ao soltar um suspiro derradeiro aumentou a música de seus fones no máximo voltando a guardar a fotografia no bolso.
 

Do contrário do que parecia ele não havia se cansado de viver, estava apenas seguro de que seria melhor deixar de ser solitário. As pessoas que costumavam criticar a personalidade do compositor, agora teriam motivos para não se referirem mais ao seu nome. Kyungsoo pensou até que, agora estando morto (sim, o pequeno músico já se considerava parte dos escombros que aquele prédio ficaria), teria suas obras musicais reconhecidas ou até adoradas assim como acontecia com muitos artistas após a suas mortes. E isso era o que o músico mais temia. Sempre viu sua música como um jogo da sua cultura particular onde inventava memórias, sensações e paisagens para ele e para quem se atrevesse de ouvir o que criava. Esse jogo não tinha a ver com a fama, para o compositor a fama não era real, sua arte era real, fazendo da fama algo desprovido de seu interesse.
 

 Mas agora que estava à beira do caos não adiantava o desespero. Kyungsoo não queria passar uma postura prostrada e pessimista principalmente na hora de sua morte. Aquele não era nem seu começo nem seu fim, nem um manifesto de sua solidão, era apenas o desabafo que o músico não teve a quem contar. Um desabafo fúnebre.
 

Kyungsoo ouvia o barulho das ruínas mais alto do que gostaria e também pequenos destroços caindo sobre seu corpo. Mas levou em consideração que era apenas um aviso que seus segundos eram curtos.

  Eram, pelo menos tinham tudo para ser, certo?
 

O músico realmente não esperava pelo contato repentino com um corpo alheio. Pensou até que já estivesse morto quando uma figura desconhecida de cabelos loiros segurava seu pequeno corpo arrastando-o para debaixo da mesa. Aquela altura já tinha desistido de manter seus olhos abertos para ver quem era, seja lá quem fosse apenas tinha perdido seu tempo e sabe se lá, sua vida também.
  O barulho reduzia a transparecia dos pensamentos de Kyungsoo, mas ele ainda conseguia sentir aquelas mãos quentes ao seu redor. Será que perdera sua chance de morrer, ou será que seria o culpado de levar uma vida junto com a sua? Pouco se importava.
  Estava agora em meio a um vazio, que assim como sua consciência, levou suas inúmeras questões no imenso espaço escuro e não preenchido que sua mente vagava.
 


Notas Finais


É apenas o prólogo, tudo que eu consegui fazer por enquanto ;-:, mas já estou escrevendo o capítulo um pra dar uma visão melhor da fic.


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