História Memórias - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Pokémon
Personagens Bianca, Black, Cheren, Hugh, Nate, Natural Harmonia Gropius "N", Rosa, White
Exibições 38
Palavras 1.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá
Prestem atenção nos detalhes, quem manja de BW vai se ligar em vários deles :v
Boa leitura

Capítulo 6 - Capítulo 5 - A tempestade


Fanfic / Fanfiction Memórias - Capítulo 6 - Capítulo 5 - A tempestade

As gotas de chuva não paravam de jorrar do céu. Já fazia dois dias. Porém ela estava cada vez pior, os pingos estavam mais grossos, e o barulho já estava ficando chato. Os trovões chegaram um dia depois.

Essa chuva não era um problema para mim, eu gosto dela para dormir e ler. Bom, mudando um pouco de assunto, quando as aulas de sexta já haviam acabado, voltei para meu quarto correndo, para não me molhar.

Quando morava em Nuvema, sempre que voltava das aulas comia alguma coisa e tomava um banho. Aqui não é diferente, porém digamos que houve uma coisa bem incomum quando eu fiz minhas atividades de rotina.

Após eu me alimentar, fui tomar uma ducha rápida. Até aí tudo bem, mas após eu me secar e escovar os dentes, a privada começou a fazer barulhos estranhos. Curiosamente, abri-a para dar uma olhada, e me deparo com a água alta prestes a cair ao chão.

Visto-me o mais rápido que consigo, sai do banheiro com o cabelo meio ainda meio molhado e vejo que Cheren está carregando seu colchão.

Olho para ele com uma cara confusa, e pergunto:

— O que está acontecendo?

— Bianca me mandou uma mensagem dizendo que estão fazendo os alunos irem para escola. Pegue seu colchão. — respondeu ele.

Embora ainda estivesse confuso, fiz o que ele mandou. Além do colchão, obviamente também levo o travesseiro e uma coberta. Ponho-os no meio do colchão, e o dobro.

Eu e Cheren corremos para chegar até o prédio da escola. Felizmente nosso dormitório não fica tão longe assim de lá. No caminho em si, havia muitas poças. O colchão foi molhado, mas ainda dava para dormir nele.

Havia uma grande fila já no corredor principal do colégio. Deduzi que o mesmo levava até o refeitório. Alguns professores apareciam nas portas a cada cinco segundos com alunos que pegaram corona nos guarda-chuvas.

A luz já estava em primeira fase, não duvidaria se a mesma caísse em breve. Eu havia acertado o lance do reformatório, pois a longa fila levou a mim e a Cheren até lá.

Na porta, observei a grande quantidade de colchões espalhados pelo chão. Uma questão chega até minha mente, e acho que a única pessoa que pode me responder isso talvez seja um professor.

— Ei, por que tudo isso? — pergunto.

— Bom, não sei se você vai entender, mas lá vamos nós. Os canos do esgoto estão abertos. — ele suspira. — O lago inunda, e toda a água do solo está subindo para os canos.

Para falar a verdade, não entendi muita coisa, mas sorriu como se realmente tivesse sacado. Entro no reformatório, e olho para os lados a procura de White.

Não demorou muito tempo para acha-las, afinal White estava usando um calção de dormir bem chamativo, e Bianca em si, acenava para nós feito uma louca.

Logo após de eu e Cheren termos locado nossos colchões no chão, um professor começou a passar de aluno em aluno com um caixa na mãe, e entregando uma sacola plástica para cada um.

Quando você abria-os, se deparava com: Um lenço umedecido, uma maça, uma barra de cereais, e um iogurte natural. White logo se pronunciou:

— Lenço umedecido? Que merda eu vou fazer com isso? — disse ela.

— Foram doações. Façam o que quiserem com isso. — disse o homem que havia nos entregado os produtos.

Após o homem sair de vista, Cheren logo comentou sobre o resto:

— Perceberam que eles nos deram coisas saudáveis? — comentou ele.

— Que nada. — disse White.

Minutos depois, a luz caiu de vez. Alguns alunos entraram em pânico, tinham medo do escuro. Os mesmos ganharam lanternas, White aproveitou para tentar ganhar uma também, mas falhou.

— Se Rosa estivesse aqui, conseguiria ganhar uma lanterna. — disse a loira, na lata.

— Mas ela não está. — falou White, friamente.

Eu confuso, perguntei alguma coisa:

— Ela tinha medo de escuro?

— Não, não é isso. Ela era uma ótima atriz. — comentou o garoto de óculos.

— Por que nós não mudamos de assunto? — perguntou a garota com o cabelo prezo. — Black, eu estava lendo seu caderninho, e é verdade que seu primeiro beijo foi com uma garota de cabelo rosa? — pergunta ela.

— Ah, foi sim. — digo. Embora meu primeiro beijo seja apenas mais uma de minhas lembranças esquecidas, lembro-me de ter lido isso, e gosto de acreditar nessa.

— E aí? Você ficou todo melecado com a saliva dela? — perguntou à loira.

Bom, eu analiso a pergunta de Bianca. Como não me lembro do meu primeiro beijo, tento lembrar a última pessoa que eu beijei: Minha ex. A primeira vez que a beijei, foi bem normal.

— Não, na verdade foi bem bom. — digo.

— Bom, o primeiro cara que eu beijei me deixou toda molecada. — disse White.

— Sério? Como foi? — perguntei segurando o riso.

— Ele não fechava a boca. Foi a pior coisa do mundo. — diz ela colocando a mão na cabeça, envergonhada. Eu começo a rir — Bom, ao menos ele era bonito.

— Eu só sei que meu primeiro beijo foi o maior tesão. — disse o garoto de óculos, todos riram, menos Bianca, que estava um tanto envergonhada.

— E você Bianca? — embora parecesse saber a resposta, White perguntou a ela.

— Meu primeiro beijo foi com um garoto de óculos, que me largou em seguida. Arrependo-me até hoje. — disse a loira. Era impressão minha, ou isso era uma indireta?

White parecia animada quando fez uma careta e soou um som provocante enquanto olhava para Cheren. Deduzi que realmente era uma indireta para ele.

— Acho que ele não tem culpa, afinal a garota também sumiu logo após. — disse ele.

Ainda fazendo careta, White olha para Bianca com uma cara, “Eu não deixava”.

— Acho que a amiga dela estava passando mal, e ela precisava ajudar. — disse ela.

Botando cada vez mais lenha, White olha para Cheren com uma cara de pato, e fazendo um “sim” com a cabeça.

Antes que o garoto pudesse falar algo, o diretor chama a atenção de todos com um Hyper Voice de um Minccino. Todos olham para ele.

— Caros alunos, como vocês podem ver, por culpa da chuva, estamos todos hoje aqui. Os geradores não estão funcionando, por isso acabamos ficando sem energia. Mas agora, antes de qualquer coisa, vamos impor algumas regras. Não muitas. — ele limpa a garganta e olha para um papel. — Nada de bagunça, poucos banheiros estão funcionando, então há uma fila para eles. E o mais importante, nada de sexo. Se vocês forem pegos fazendo tal atividade sexual, serão expulsos imediatamente. Passar bem.

Nós quatro nos encaramos. E uma pergunta escapa da minha boca.

— Isso é sério? Alguém teria coragem de transar no meio dessa multidão? — indago.

— Bom... — White faz uma pausa para pensar. — Na verdade acho que sim.

Bianca olhou para os lados, como se estivesse bolando alguma coisa. Até que a mesma olha para nós, com os olhos arregalados, como se tivesse acabado de ter uma ideia, e a mesma estivesse entalada na garganta.

— O que houve Bianca? — perguntei.

— Sabe o que isso me lembra? Aqueles filmes de acampamento, onde as pessoas contam histórias, e tudo mais. E sabe outra coisa que eles também fazem? — nós três fazemos um “não” com a cabeça. — Elas cantam! — ela diz como se a resposta fosse obvia, e realmente era.

— É! Porque nós não cantamos? — diz Cheren.

Antes mesmo de respondermos a tal pergunta, Bianca começa a cantar Katy Perry. E sua voz não era desagradável. Cheren começou logo depois da loira. Pessoas que estavam perto de nós também entraram na onda. E mais e mais pessoas. Então quando o refrão chegou praticamente todos já estavam cantando, até mesmo eu e White.

***

Já estavam praticamente todos dormindo, menos eu e White. Nós estávamos conversando sobre os roteiros, de acordo com ela, sua Zorua poderia participar conosco.

— Mudando um pouco de assunto. Eu já terminei de ler seu diário. — disse ela.

Forço um sorriso.

— Deve ser uma merda depois de ter o melhor dia da sua vida, esquecer-se de tudo. — comentou ela.

— E é. — concordo.

— Eu lamento Black. Porém como você disse, você veio para cá para realizar novamente essas lembranças, não é? — falou ela, a mesma parecia um pouco animada.

Depois de pensar um pouco, percebo que ele parecia quer me ajudar com aquilo.

— Ah, White, não precisa... — digo.

— Não! Eu vou te ajudar, estamos juntos nessa. — ela sorri.

Retribuo o sorriso.

— Ok, mas você ainda me deve muitas respostas senhorita White. — digo.

— E irei responder todas, mas tudo com seu tempo.

Ela prende seus dedos sobre os meus. Aquele pequeno toque me deixou seguro, e aliás, muito feliz.


Notas Finais


Eu amei essa art, tentei fazer uma cena fofinha, mas não sei se ficou boa o suficiente e.e
Nos próximos capítulos vai começar a putariaa, se preparem. (E quando eu digo putaria, me refiro a tretas viu.)
Até mais, e não se esqueçam de comentar, por favor!


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