História Memórias - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lana Parrilla, Once Upon a Time, Sean Maguire
Personagens Cora (Mills), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Visualizações 94
Palavras 3.070
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tchararam! Demorei uma eternidade mas estou aqui para trazer mais um pouquinho de bad para o coração de vocês, brincadeira rs

Não vou dar spoiler aqui dessa vez, sorry not sorry.

Boa leitura e até mais 🌙

Capítulo 8 - Revelação


Fanfic / Fanfiction Memórias - Capítulo 8 - Revelação

Manhã de Domingo

Regina não falou com Robin desde o dia que Roland contou que era filho dele, ela ficou extremamente chateada, algo estava acontecendo e ele nem se deu o trabalho de mencionar. O que o menino quis dizer com assim que ela descobriu do relacionamento dele se afastou? O que aquilo teria a ver com o acidente? Se é que tem algo coerente.

A morena se levantou cedo e saiu para caminhar, com os fones de ouvidos no último volume, Regina andava em passos firmes que aos poucos foi evoluindo para uma pequena corrida, a voz forte e única de Freddie Mercury levava os pensamentos ruins da mulher para longe, mas imediatamente os trazia de volta, a letra de Love Of My Life ressoava no fundo do coração da morena e lhe dava uma paz enorme.

Durante a caminhada, ela avistou Roland com uma mulher ao seu lado, ela se parecia um pouco com o garoto, Mills ficou tentada a ir conversar com a outra morena, mas se controlou e passou direto, fez a volta no parque e voltou para casa, assim que colocou os pés na sala, Robin estava descendo as escadas com Emilie nas costas.

- Bom dia, mamãe! - Emilie escorregou das costas do pai e foi até Regina e pulou em seus braços. - Onde estava? Fui no seu quarto e você não estava.

- Fui dar um passeio para clarear os pensamentos, meu amor. - respondeu a menina. - E você como dormiu?

A menina respondeu animada contando de seu sonho, e as duas foram para a cozinha, Robin por sua vez ficou parado onde estava observando aa duas se distanciando dele, o loiro sabia que havia algo errado, não era normal que Regina não lhe desse ao menos um "bom dia", sem contar que eles não se falavam informalmente tinha dois dias - Não que ele estivesse contando - Por fim, o rapaz foi direto para o escritório para tratar de alguns negócios.

Já na cozinha, Emilie ainda contava o que havia acontecido durante a semana, que sua mãe ainda não sabia, contou de suas novas amigas no ballet e nas aulas de piano, Regina escutava o que a menina dizia, porém não absorvia uma frase sequer. Suas mãos mexiam a colher dentro do café fazia algum tempo, seu olhar estava perdido, em outra dimensão.

- Alô, terra chamando a melhor e mais bonita mamãe do mundo! - a menina estalou os dedos na frente da morena. - Esta tudo bem, mamãe? - a garotinha perguntou preocupada. - Tem dias sem falar com o papai, vocês brigaram?

- Não, esta tudo bem. - esboçou um sorriso amarelo e tomou um gole do café e a menina bufou arrumando seus cabelos. - quer que eu arrume? - propôs e ela aceitou.

Regina soltou os dois prendedores dos cabelos da filha e fez uma trança rápida, colocando novamente o prendedor na ponta para não soltar depois. Emilie virou para sua mãe e lhe deu um abraço forte, de início a morena se assustou, mas segundos depois retribuiu o ato e sem querer deixou uma lágrima escapar, sua filha sentiu a gota pingar em seu ombro e olhou curiosa para a mãe, rapidamente Mills limpou o rosto e deu as costas para a menina.

- Mãe. - Emilie falou com uma vozinha triste. - O que você tem? - perguntou angustiada.

- Nada, Emilie. - falou ríspida e saiu andando.

Assim que saiu da cozinha, Regina foi para o quintal e sentou no balanço da filha, ela nunca esteve tão confusa na vida, seu cérebro dava nós, as coisas pareciam não fazer o menor sentido, uma hora ela sentia a maior segurança do mundo, noutra sentia como um passarinho que caiu do ninho; Robin foi até a cozinha pegar uma caneca de café e viu a menina sozinha olhando para o quintal, logo estranhou e chegou perto de sua filha.

- Ei macaquinha, o que você tem? - perguntou abraçando a pequena.

- A mamãe, ela esta triste com alguma coisa. - revelou chateada. - Mas não quer me contar.

- Tire esse rostinho triste, a mamãe só deve estar cansada. - falou confiante. - Logo ela vem aqui ficar com você.

- Então por que ela estava chorando? - continuou e Robin franziu o cenho. - Você sempre disse que quando a gente chora é porque tem alguma errada. A mamãe estava com os olhos cheios de lágrimas, papai. - disse angustiada e o loiro a abraçou.

- Vou conversar com ela daqui a pouco, que tal ir brincar um pouco? - sugeriu. - Comprei algumas tintas ontem, deixei lá no seu cantinho, faz um desenho muito bonito para sua mãe, ela vai se sentir muito melhor. - continuou tentando tirar a preocupação da menina. - Você confia no papai? - indagou e Emilie concordou. - Então, vou resolver isto, pode ir tranquila.

Assim que Emilie subiu para o seu quarto, Robin foi ate onde a morena estava e a abraçou por detrás, ela olhou para cima e limpou o rosto.

- O que você quer? - disse ríspida e Robin franziu o cenho.

- Eu sei que tem alguma coisa de errado, então pode falar. - fez com que ela levantasse e os dois foram para a sala. - Me conte, o que te perturba?

- Várias coisas, estou muito confusa. - falou respirando fundo e se jogou no sofá. - Minha mente está uma bagunça só. - disse e o marido a abraçou.

- Vai melhorar. - ele disse acariciando os cabelos da esposa. - Estou aqui, nossa filha está aqui, inclusive ela ficou muito preocupada. - contou e Regina mordeu o lábio.

- Robin, por que não contou que você tinha um filho? - disparou.

- Não achei que tinha tanta importância. Roland quase não fica aqui, passa maior parte do tempo na casa da mãe. - explicou e Regina fez uma careta.

- Porque não seria importante? - se ajeitou no sofá e olhou diretamente para ele. - Eu gostaria bastante de saber o que eu não me lembro mais, você não imagina o quanto me chateou.

- Me perdoe, eu realmente não queria lhe deixar assim. - segurou sua mão. - Amor, o que acha de formalizar nosso casamento? Houve um empecilho no passado, mas tenho certeza que o mundo esta girando a nosso favor. - mudou de assunto e Regina bufou.

- Depois falamos disso. - disse meio grossa e levantou. - Mas está perdoado. - olhou para ele ainda de mau humor. - Vou visitar minha mãe, estou com saudades.

- Vai levar Emilie? - perguntou preocupado e ela assentiu. - Ok, se divirta. - foi ate a mulher e deu um selinho. - Você fica um amor irritada. - apertou sua cintura e Regina esboçou um sorriso.

- Uhum… - falou saindo de perto do rapaz e subiu as escadas.

Regina chegou na frente da casa de sua mãe e Cora já estava parada no portão aguardando a filha, Emilie por sua vez ficou tímida ao ver a avó, mas a senhora levou a pequena para dentro e lhe ofereceu sua sobremesa favorita e a timidez desapareceu, dando lugar a Emilie que todos conhecem e amam.

- Então meu anjo, como estão as coisas? - Mills perguntou para a filha e a morena bufou. - Lá vem bomba… - falou cruzando as pernas.

- Mamãe, estou muito confusa. - começou e Cora franziu o cenho. - Essa semana eu descobri que Robin tem um filho, e o menino disse que assim que eu descobri, terminei com Robin. O que exatamente eu descobri? E por que Robin não me contou antes. - falou exausta.

- Bom, o que Roland disse é verdade. - respondeu. - Já que seu amado marido não conta as coisas completas para você, deixe que eu conto. - rolou os olhos e Regina assentiu.

" 07 de Novembro de 2012 - Horas antes do acidente

O casal havia se movido para uma casa maior por conta da filha, o apartamento que eles viviam não cabia tantas coisas que a pequena Emilie tinha, então decidiram mudar para um lugar maior; as coisas ainda estavam se ajeitando, mas Regina estava mais do que feliz, Robin havia saído para fazer alguma coisa mas não contou nada para Mills, então que estava lá era Cora, mãe dela, para ajudar a morena com Emilie que não parava quieta um minuto sequer, depois que aprendeu a andar tudo era novidade e muito divertido, porém Regina precisava trabalhar e não estava dando conta da correria de sua loirinha pela casa.

- Mãe, cadê a Emilie? - Regina perguntou saindo do escritório e Cora estava sentada no sofá olhando uma revista de fofocas.

- Ela estava ali… - apontou para o tapete. - Oh Deus! - levantou rapido e as duas saíram a procura da menina.

A dupla saiu olhando em todos os cantos possíveis e impossíveis da casa, e para variar Emilie não estava em nenhum deles. Regina se preocupou imediatamente quando viu o portão de saída entre aberto, a morena saiu correndo para fora da casa e encontrou Emilie no colo de um rapaz conhecido: Leopold.

- Acho que alguém quer dar um passeio. - o homem falou e Regina sorriu.

- Obrigada. - carregou a filha e a menina riu da cara feia da mãe. - Que feio Emilie, quer me matar?

- Mimi ama mamãe. - falou a sua maneira e olhou para Leopold. - Pôdo viu Mimi e trouxe eu pra casa. - continuou.

- Ainda bem! - Mills disse aliviada. - Onde ela estava? - falou com o homem.

- Quase virando a esquina, e foi ela quem me trouxe até aqui. - comentou. - Vim fazer uma visita.

- Venha, entre. - abriu o portão e os três entraram na casa.

Cora não se aguentou assim que viu Leopold, ela já adorava o rapaz e faz questão de lembrar a filha de que ele é um melhor partido que Robin, mas a morena nunca deu muita importância; Mills pegou a neta no colo e desapareceu na casa.

- O que te traz a pequena e chata Storybrooke? - Regina brincou. - Certamente não é o café.

- Você. - soltou sincero e a morena ficou sem graça. - Eu sei que você disse que não quer nada comigo, mas eu sinto sua falta, aquela semana em Seattle foi fantástica. - continuou e Regina sorriu. - Regina, eu não sei o que lhe fez mudar de idéia do nada, mas espero que com isso a faça lembrar o que tivemos. - disse e a beijou de supetão, Cora estava na cozinha olhando tudo e vibrou com a atitude do rapaz.

- Por que fez isso? - Regina o afastou. - Eu já disse que o que aconteceu em Seattle não ia se repetir. - Levantou. - Leopold, por favor entenda, eu estou noiva do pai da minha filha, e isso não vai mudar. - disse firme.

- Mas Regina. - ele tentou falar mas ela já caminhava para a porta e abriu a mesma. - Então é isso, vai me trocar?

- Nós nunca tivemos nada sério, eu nunca disse que iria para frente, eu amo o pai da Emilie. Não você. Eu lhe tenho como amigo, e fim. - ela disse mais uma vez. - Agora se me der licença, não temos mais nada para falar. - apontou para fora e o homem levantou do sofá.

- Isso não vai ficar assim. - olhou nos olhos da moça e saiu soltando fogo pelas ventas.

Regina soltou o ar que prendia em seus pulmões e voltou para o seu escritório, de onde não saiu até Emilie pedir para ficar com ela. Então a morena pegou a pequena e sentou com um livro de histórias no sofá, enquanto ela lia as estrofes, a menina apontava para cada desenho no livro.

- Bôleta mami? - apontou para um borboleta que enfeitava o livro.

- Sim, uma borboleta, é linda não é? - perguntou e Emilie assentiu. - Olha aqui o macaquinho, filha. - apontou para o mamífero sorridente

- Caquinho! - falou imitando o sorriso do macaco. - Mami Bôleta, Mimi Caquinha. - falou e virou a folha. - Papai leãozinho. - Emilie falou e as duas ouviram o barulho de uma câmera.

- Papai! - a menina falou assim que olhou para onde vinha o barulho. - Mimi caquinha e mami Bôleta. - pegou o livro onde haviam as ilustrações. - E papai leãozinho. - apontou para o animal.

- Então o leãozinho vai pegar a borboletinha e a macaquinha. - falou deixando a pasta no chão e foi atrás da menina que gritou enquanto corria para se esconder do pai. - Eu vou morder essa macaquinha. - pegou a filha e fez cócegas em sua barriga.

- Cóe mami! - Emilie falou e Regina levantou do sofá e saiu andando rápido para longe.

Robin deixou a menina no sofá e foi atrás da morena e ela deixou ser capturada e o rapaz a beijou lentamente, separando somente quando o ar se fez necessário. Cora apareceu na sala e fuzilou o casal com os olhos e pegou suas coisas.

- Filha, já estou indo. - falou vestindo seu casaco. - Seu pai deve estar voltando para casa e preciso voltar a tempo para fazer o jantar. - deu um beijo na testa de Emilie que ainda estava concentrada no livro com os animais e foi se despedir da filha com um beijo na bochecha. - Robin. - falou ríspida e foi embora.

- Sua mãe me odeia. - ele falou acariciando o rosto da namorada.

- Odeia nada, só tem ciúmes. - falou segurando a mão que ele colocou em seu rosto e deu um beijo, e foi naquele momento que ela sentiu algo frio no dedo anelar dele. - Amor, o que é isso? - se distanciou. - Quem lhe deu essa aliança? - ela disse um pouco alterada.

- Regina. - tentou se aproximar mas ela o afastou. - Deixe me falar. - tirou a aliança de ouro de seu dedo e ela pegou o anel de sua mão

- Marian de Locksley. - ela disse em voz alta. - Você é casado? - falou incrédula e ele permaneceu em silêncio. - Há quanto tempo?

- Dez anos. - falou e Regina se afastou mais ainda, como um animal ferido.

- Vai me dizer que aquele menino que vive com você é o seu filho com ela? - perguntou e sua voz denunciava que estava prestes a chorar e mais uma vez ele ficou calado. - Não… - disse e de repente as lágrimas desceram como cachoeira de seus olhos.

- Amor. - se aproximou mais uma vez e ela deu um tapa estalado em seu rosto e Emilie se assustou, começando a chorar imediatamente. - Posso explicar?

- Então explique! E pelo amor que tem a sua vida não me chame de amor! - disse praticamente gritando. - Porque eu quero muito entender o que eu lhe fiz para me fazer de boba por tanto tempo. - tentou limpar os olhos mas as lagrimas não cessavam.

- Quando eu lhe conheci o casamento estava em crise, descobri um caso dela com o meu melhor amigo...

- Então resolveu dar o troco? - interrompeu mas ele negou.

- Eu quis o divórcio, mas ela não assinou nenhuma das vezes, e eu só não continuei por causa do meu filho, ele ainda é pequeno e estava sofrendo com tudo isso, eu juro Regina, eu amo você, a nossa filha, a nossa vida, não tem mais nada com Marian.

- Então porque ainda usa o anel de casamento? Deixe que eu respondo essa. Por que é um mal caráter, e eu me sinto imunda por ter me envolvido nisso, e ainda realizar seu sonho de ter uma filha. - falou irritada. - Que burra, minha irmã me disse que havia lhe visto com uma mulher recentemente, mas não acreditei, pois para mim você era íntegro. - falou com dor. - Mas vou facilitar as coisas para você, vou embora, e estou levando Emilie comigo. - saiu de sua frente, carregou sua filha e foi para o andar de cima.

Regina chegou ao andar de seu quarto e arrumou suas coisas rapidamente, e em seguida as de Emilie, enquanto colocava as roupas na mala, ela recordava os momentos que teve com Robin, a morena se sentia suja, a pior pessoa que existiu, assim que terminou, Mills trocou suas roupas e as da filha, indo para o andar de baixo, passando por Locksley varias vezes, quando terminou jogou o anel de compromisso na mesinha, carregou a filha e abriu a porta.

- Não faça isso. - Robin segurou seu braço.

- Vou sim, não aguento olhar para sua cara imunda mais um segundo. - soltou o braço e saiu andando; Emilie ainda chorava muito e sua mãe não estava atrás, mas tentava se manter firme. "

- Então foi isso? - Regina perguntou limpando a garganta e Cora assentiu.

- Por isso eu o culpo, alguns minutos depois o seu carro com Emilie estava virado do avesso no meio da estrada e eu lhe perdi por cinco terriveis anos. - confessou. - Filha, você não pode ficar com uma pessoa dessas.

- Mãe. Mas se Robin não causou o acidente, quem era o homem que dirigia o outro carro? - indagou curiosa

- Leopold. - falou triste. - Ele faleceu antes de chegar no hospital. Regina, o que eu quero dizer: Quem garante que ele não esta com a Marian novamente?

- Ninguém, mas eu vou tirar isso a limpo hoje a noite. - disse e levantou do banco que ficava no jardim. - Vamos tirar algumas fotos? Trouxe minha câmera. - tirou a câmera da bolsa e Cora concordou. - Emi, vem aqui! - Regina chamou e a menina apareceu toda lambuzada de chocolate.

Quando Mills voltou para casa no fim da tarde, Emilie dormia no banco de trás do carro, então a morena tirou o cinto da garota e a carregou para fora do carro, abrindo a porta da casa devagar, ela encontrou a mesma mulher de mais cedo sentada no sofá com uma taça de vinho nas mãos e Robin saindo da cozinha com um sorriso de ponta a ponta, que morreu assim que viu Regina.


Notas Finais


Opa queridos! Qual será a reação da nossa Regininha?
me deixem saber
🌙


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