História Memórias de um Anjo Imperfeito (Hiatus) - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Anjos Caídos, Demonios, Religiosidade, Shounen Ai, Yaoi
Exibições 20
Palavras 1.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi gente! Eu estou revisando a história inteira em outro site e logo passarei para cá, esse capítulo já está todo revisado.
Eu espero que vocês gostem, e obrigada a ser humaninha que comentou no capítulo anterior! ^^
O outro capítulo já está pronto só postarei assim que o próximo dele estiver pronto, não se acostume nessa sequência de postagens, só estou postando rápido porque faz três dias que eu to de atestado <3 melhor semana!
Eu espero que vocês gostem, e que não tenha ficado confuso!
Tenha uma boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 2: Assas caídas


Fanfic / Fanfiction Memórias de um Anjo Imperfeito (Hiatus) - Capítulo 3 - Capítulo 2: Assas caídas

Capítulo 2: Assas feridas

Segundo capítulo...


***


Vários homens passavam por ali, e assobiavam para as prostitutas e dançarinas que dançavam agarradas as pilastras.

Ele estava conversando com um homem, que parecia importante. Eles estavam querendo um tempo sozinhos, você sabia que ele veio reclamar sobre a prostituta daquele estabelecimento. Aquele deveria ser o dono daquele estabelecimento,que na sua opinião era asqueroso.

Você havia lido uma placa, que neste estabelecimento só haviam anjos "trabalhando", por isso ele veio reclamar, a 'sua' prostituta era um demônio em pele de anjo.

O que era completamente estranho!

Muitas mulheres estavam desnudas por ali, e a maioria dos homens eram demônios, eles olhavam para você com malícia.

Ele sai do pequeno quarto, vindo em sua direção, os demônios que estavam olhando para você pararam imediatamente quando perceberam que você estava com ele.

— Não deveria ter trago você. Isto é um estabelecimento imundo para você. - Ele pega na sua mão, entrelaçando seus dedos. Era algo anormal para ele fazer isso.

Ele olhava sempre para trás e para os lados, quando via alguém te encarando, ele parecia sair do sério.

Você evitava olhar para os lados, sabendo que estava sendo encarado.

Você já tinha vindo ali, se lembra disso.

Já trabalhou ali, e você se amaldiçoava em lembrar desta época.

Quando havia caído, estava sem casa, sem comida, estava sozinho.
Ainda não conhecia Paelen, então sua única alternativa era agarrar o primeiro emprego que visse, e esse era o emprego. Você não gostou da ideia de início, mas... Era sua única opção, trabalhar ali ou morrer de fome, claro morrer era mais simples, mas você se negava à morrer naquele inferno, literalmente.

Você fora agredido e quase estrupado, tinha muitas lembranças ruins.

Mas a única boa era que tinha conhecido Paelen perto dali, foi no dia que quase te estruparam, foi um dia inesquecível, e ótimo, claro, tinha conhecido a pessoa que mudou seu modo de vida.

Gostava da vida que estava tendo agora.

Ele te puxou para fora dali, indo em direção a uma limousine branca.

Você senta no banco do passageiro e ele entra ao seu lado no do motorista.

Prometo não te trazer mais aqui, sei que isso te traz lembranças horríveis. - Ele te conhecia muito bem, ao ponto de saber que você estava chateado.

Não se preocupe. - Você fala se encolhendo, juntando minimamente suas pernas.

Não precisa ficar assim, lembre-se de alguns momentos bons. Eu te conheci ali, lembra? Não é um momento bom?! - Ele pergunta ainda prestando atenção nas ruas.

Sim, tem razão. - Você fala, quase como um sussurro. Prestando atenção na estrada, já decorada, mas que parecia muito boa para sair daquela conversa desconfortável.

A cidade era um caos, vários demônios vagando por aí, brigas entre eles, você conseguia ver alguns caídos.
Mas, era algo muito raro ver um caído sem um demônio ao lado, ou esse caído seria estrupado ou estaria pagando pela proteção do demônio.

Você repara em um, um caído andava sozinho palas ruas, estava com uma garrafa de uma bebida verde, e uma de suas assas sangrava, era algo normal, quando algum anjo caia suas assas não aguentavam aquilo, todas as asas de anjos eram de cores claras, mas quando caiam suas asas caia também, e nascia outra, com uma cor muito mais escura, como a sua que era negra. Ou a assa caia ou ela mudava de cor, o que era muito mais doloroso, sua assa tinha caído, mas era bem melhor do que ela ter mudado de cor, já que o processo era lento e também doloroso, era muito melhor o processo de arrancar fora.

Era uma dor horrível!

Você ainda sentia as consequências de ter arrancado suas assas fora, outras nasciam, claro, mas quando nasciam aquela luxação ficava nas suas costas, e você ficava em estado febril, além de muitas faltas de ar.

Vocês chegam na mansão, uma chuva estava para cair, como o inferno era diferente, a chuva era vermelha ou negra, o "sol" era vermelho sangue e a "lua" era negra e transmitia uma luz negra, quase como uma neblina.

Não havia mais nenhuma casa ali, ou mansão. Aquela era a única, você não entendia isso.

Entram na grande mansão.

As empregadas domésticas/anjos andavam por todo o lado, claro, a demônia havia feito uma bagunça enorme, pelo menos seu quarto continuava intacto e sem nenhuma mancha.

Você se senta no sofá e ele senta em uma poltrona, quase como um trono.

Passado alguns minutos ele manda às empregadas irem embora, já que haviam terminado de limpar toda a bagunça.

Você segue em direção ao seu quarto, quando à última empregada passou pela porta da mansão.

Ele seguia você, você para na entrada do quarto.

O que quer? - Você pergunta entrando no quarto, e sentando na sua cama.

— Eu te quero. - Ele fala, manhoso. Se sentando ao seu lado.

Hoje não, por favor. Não estou com cabeça pra isso. - Você queria, e queria muito. Mas, estava se sentindo horrível, aquele lugar o havia afetado.

Ele te abraça de lado.

Eu já falei, esqueça aquele lugar, você não faz mais parte dele, isso que importa! - Ele continuava abraçado à você.

Eu sei, só que... São lembranças horríveis. - Você fala soluçando, ameaçando chorar.

Ele ergue seu rosto, lágrimas já caiam de seu olhos, ele lhe encara. E te beija.

Um beijo com luxúria, mas ainda sim com outro sentimento misturado.

Um sentimento bom...

Você não sabia o que era aquilo no seu peito.

Não sabia o que era aquele estranho batimento de seu coração, sua respiração descompassada.

Suas mãos suando, você coloca seus braços envolta do pescoço dele, retribuindo ainda mais o beijo.

Você sentia estar sendo olhado, fechou os olhos, sabia que ele ainda te encarava.

O ar acaba, e vocês afastam minimamente suas bocas, você o encarava e ele te encarava.

Não tinha dito que não estava com cabeça para isso? - Ele fala com aquela ignorância na voz, você solta o pescoço dele e ele se afasta indo em direção à saída do quarto, fechando a porta, te deixando sozinho.

Sozinho com a respiração descompassada e o coração à mil, mãos suadas e a boca ainda entreaberta, buscando ar rapidamente.

"Ele era mau...", esse foi seu último pensamento até pegar no sono.


Notas Finais


Ficou bom? ;u; comenta, por favor ( Olha o desespero desse bixu)
Eu espero que vocês tenham gostado, não sei quando eu posto o próximo! Amanhã?! Talvez! °^°
Até sei lá que dia pessoas!


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