História Memórias de um Anjo Imperfeito (Hiatus) - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Anjos Caídos, Demonios, Religiosidade, Shounen Ai, Yaoi
Exibições 24
Palavras 914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Eu já revisei, mas se tiver algum erro me desculpe!
Na próxima semana só terá um capítulo, pois na próxima semana estarei com novos projetos de fanfics (fanfics de hora de aventura e apenas um show!) E também estarei ocupada com outras fanfics minhas. Espero que vocês entendam! ^^
Esse capítulo está sendo narrado por um personagem novo!
<3 eu espero que vocês gostem!
Boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 3: Pequeno demônio prazeroso


Fanfic / Fanfiction Memórias de um Anjo Imperfeito (Hiatus) - Capítulo 4 - Capítulo 3: Pequeno demônio prazeroso

Capítulo 3: Pequeno demônio prazeroso

***

A dor o consumia, uma dor amarga. A dor do pecado, se lembra claramente daquele dia, aquele dia que foi enganado, era tão ingênuo! Tão puro!

Sua vida era perfeita, agora só lhe restava o inferno, e parecia que nem mesmo o inferno te aceitava, parecia que até os mais ruins pecadores eram descartados para fora.

Você queria esquecer seu próprio nome, esquecer o significado de estar sem suas assas, o significado do pecado.

Você era um pecador, sem sombra de dúvidas, você havia estrupado sangue de seu próprio sangue, você havia sido obrigado a fazer isso, mas mesmo assim, você tinha sentindo prazer, e você se condenava por isso, você havia estrupado pessoas tão ingênuas, quase igual à você, mas você não era mais puro, não era mais ingênuo.

Agora você era um pecador.

O mal corrompia aquelas ruas, e você era descartado como um simples brinquedo.

Seu único trabalho era morrer, e talvez era isso que você queria, morrer.

Você era um caído, um em muitos, não era especial, não era o mais puro, era só o mais pecador.

O pecado corria em suas veias e você se sentia impuro, odiava aquele sangue que, agora, corria em suas veias.

Odiava-se assima de tudo, odiava-se por ser tão ingênuo, odiava-se por te acreditado nele.

Um pequeno demônio, pequeno mas que cometia muitos pecados, você acreditou nele, você se apaixonou por ele, e ele te retribuiu, mas não dá forma que você queria, foi de uma forma diferente, aquele demônio era ciumento e queria você só com ele, ele era egoísta, e te fez pagar um pecado.

Te fez ser um pecador só para ficar com ele, mas o demônio não tinha à noção que você era um anjo tão meticuloso e hipócrita, você se tornou o anjo mais pecador daquele inferno.

E você tinha aquele demônio na palma da mão.

Aquele demônio era o mais pequeno, o que tinha a aparência mais "pura", mas nunca julgue algo pela capa, por dentro ele era um total egoísta.

Mas, isso não importava agora.

Você ainda era completamente apaixonado por aquele pequeno demônio e ele sábia disso.
Por isso se odiava, odiava a maneira como você dizia um "Eu te amo", sem nenhuma vergonha na cara, odiava amar aquele demônio, se culpava por ter acreditado nele, mas... Já era tarde demais para saber quem tinha à culpa.

Você sabia que à culpa era sua... Sabia muito bem disso.

Agora era sua culpa por estarem tendo aquilo, ele estava por cima de você, ele ainda estava com uma blusa, mas a parte de baixo estava toda descoberta, e você, você estava sem nenhuma roupa, praticamente.

Ele cavalgava no seu pênis, e você o ajudava colocando às maos entorno da cintura dele, ele gemia, gemia muito.

Você soltava poucos suspiros, mas estava tendo um prazer imenso.

Você se perguntava pela décima vez, como havia parado ali?

Naquele pequeno apartamento barato, você não estava se aguentando mais e o atacou, claro ele não fugiu, já estava esperando, você só aparecia ali quando estava aflito e precisava tirar um pouco dos seus pensamentos.

Você estava perto do seu ápice e ele estava perto do segundo.

Você o tira de cima e o joga na cama, ainda penetrando ele, você o estoca com toda a sua força, o fazendo, praticamente, gritar de prazer.

- Óscar! - Ele gemia, no seu ouvido.

Você sussurrava safadezas no ouvido dele, e ele se contorcia.

Você chega ao seu ápice, derramando seu líquido no interior dele, ele o abraça e te coloca para se deitar em cima dele.

A cama de solteiro, mal cabia vocês, você tira-se de dentro dele e o ouve gemer em reprovação.

- Vamos mais uma vez! - Ele te pedi.

- Já é a terceira. - Você fala se sentando ao pé da cama.

- Eu não ligo, são poucas às vezes que tenho a chance de fazer isso com você. - Ele fala abraçando você por trás.

- Fazia meses que eu não te via, fazia meses que não tínhamos isso. Por isso eu quero aproveitar enquanto você está preocupado. - Ele fala, você senti a tristeza na voz dele.

- Você fica com todos de dia, mas é na noite em que você chama o meu nome. - Ele sussurra.

Você tira os braços dele da sua cintura e se levanta.

Vai em direção ao banheiro, pretendia tomar um banho gelado para recobrar as forças.

- Posso tomar banho com você?! - Ele pergunta manhoso.

Você suspira.

- A casa é sua, então sim, pode. - Ele sorri.

Ele estendo os braços para você, se ajoelhando na cama.

- Não consigo levantar. - Ele diz e você se aproxima, o pegando no colo, e ele abraça, com as pernas, sua cintura, e os braços o seu pescoço. Ele te encarava, ele se aproxima minimamente, e você o beija.

Ele sabia como te deixar excitado com simples movimentos, e era isso que, as vezes, você temia.

Segue em direção ao banheiro.

O prensa na parede, e volta a beija-lo.

Iriam ter sexo no banheiro, e se dependesse dele iriam ter sexo em todos os cantos da casa.

É claro, você adoraria.

Sua mente já estava mais relaxada, e o caos já havia passado era sempre assim, quando você estava com ele seu corpo relaxava sua mente melhorava e você se sentia extasiado, extasiado de uma forma ótima e maravilhosa, da melhor forma possível!


Notas Finais


A capa não está das melhores, mas eu espero que, pelo menos, o capítulo tenha ficado bom!
^^ comentem o que acharam e até à próxima semana!
Desculpe qualquer erro ortográfico!
Até sei lá que dia! :3


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