História Memórias de um Passado (Reescrita) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Merope Gaunt, Tom Riddle Jr., Tom Riddle Sr.
Tags Merope, Tom, Voldemort
Exibições 15
Palavras 2.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aqui com um novo capitulo, ainda similar a versão original mas ja com subtis diferenças :3
Continuara conforme se expressem nesse sentido
<3 enjoy it !

Capítulo 2 - Fairy Tale?


Finalmente tinha começado,o seu reinado estava no início mas já era um começo promissor.

O novo Regulamento em Hogwarts , estava pronto a ser implementado nesse ano lectivo que vinha .

No Ministério da Magia, estava indo igualmente tudo encaminhado, os sangues ruins, que sujavam a sociedade estavam sendo dizimados, devagar e lentamente.

 Trouxas já estavam, tendo consciência da Magia e estavam aprendendo a temer-lhes, e eles estariam em breve no lugar que mereciam. O lugar onde seu adorado pai estava debaixo da terra e ganhando poeira nos ossos.

Ao lembrar-se de seu nojento pai, ele recordara-se das memórias, pegando a sacola que usara para trazê-las ,retiro -as que lhe diziam respeito tanto ao seu nojento pai como a sua mãe. Uma coisa era ter uma memória por outra, natural estudar seu inimigo.

Mas o velho tinha demasiadas memórias, que não era normal, tinha muitas com datas especificas e dias específicos, como se fosse essencial ele guardar cada pedaço que ali estava minuciosamente.

Ele estivera perscrutando a sua vida, com certeza saberia o nome dos meus pais e teria tentado saber a respeito deles, mas havia ali memórias que não eram só dele, que tinha a etiqueta com seu nome, haviam as memórias, que só podiam ser as próprias memórias dos seus pais. Deles mesmos. Não de outras pessoas que os conheceram.

Que eles teriam depositado naqueles frascos? Mas sua mãe era uma coisa, ela era feiticeira tinha conhecimento da penseira, e ainda assim estranho, sua família da parte da sua mãe era pobre, não teria dinheiro para penseira nem para frascos de memória.

Algo ali não encaixava, era suspeito demais, ainda mais seu pai, isso não fazia sentido nenhum, ele era um trouxa imundo. Como poderia ter memórias para uma penseira?

 Mais ele remexia, menos sentido ia fazendo. Se ele havia largado sua mãe porque descobriu que ela era bruxa, como teria memórias para uma penseira?

E olha que quando andara em Hogwarts tentara saber tudo sobre eles. E agora surgia isto, porque o velho nunca falou sobre isso.Qual era sua ideia? Será que do tumulo ele não poderia deixa-lo em paz! Argh! Ainda bem que estava morto.

Precisava ver estas memórias, sua curiosidade era algo colossal.

Elas estavam divididas por datas, pegara na primeira que tinha data mais antiga, do seu pai. Como ele tinha memórias retiradas para um frasco de memória? Isso exigia o uso da varinha. Nâo fazia sentido. Cada vez que pensava mais, mais perguntas vinham na sua cabeça.

Com um toque de varinha, fizera levitar a penseira que tinha em seus aposentos, vira o frasco que dizia: “Tom R.Riddle , 12/05/1912”, abrira um frasco e despejara o conteúdo dentro da penseira, que começa com uns fios pretos deslocando-se em espiral até algo que perdera seu fim, colocara minha cabeça dentro e começo vendo imagens se formando, as pulsações em seu peito começaram estranhamente aceleradas.

 

” Eu caio dentro da memória, estava ao lado de um garoto, que era …minha cópia quando era mais novo, aquele devia de ser meu pai com uns oito anos, pelo que depreendia da pequenez. Como odiava ser igual a ele.

Ele corria em direção dos campos perto do cemitério que compunha –se no horizonte, ele havia parado diante de um casebre que ele reconhecia como ninguém.

– Tom…onde você vai…não vai para ai…- Olhei para o lado, um pouco mais longe, uma menina de belos cabelos loiros, com um belo vestido compridos cheio de folhos rosa, tinha cara aborrecida e chateada. Garota Muggle, com mania de perfeição, só podia. Nojenta, fora a única palavra que se formara na minha mente.- É a casa desses esquisitos…não vai…

– Não seja assim Cecília…eu não vou ali…vai para casa já vou ter com você …- Respondera meu pai, aquela nojenta garota vai para mansão dos Riddle, ele vai andando na direcção do casebre da família de minha mãe que estava diferente do que a minha vaga memória recordava. Arranjado com ar habitável, por detrás ,estava um descampado coberto de flores campestres, mas que ele fazia ali perto? Isso estava ficando entediante.

Olho no seu rosto, estava claramente curioso , eu sigo-o. Ele se esconde atrás de uma árvore, vendo uma garota de longos cabelos acastanhados que tapavam seu rosto, olho na direcção que ele olha.

– Não liga para o Morfin, ele é um bruto…o que vale é que vai para Hogwarts este ano…meu pai vai viajar para aqueles negócios dele, que nos arruínam cada vez mais..– Ela tinha voz muito triste, a menina de longos cabelos castanhos, tinha belos olhos azuis, um vestido verde comprido simples, devia ter uns sete anos ,estava de joelhos no chão, brincava com uma cobra que estava ferida, com sinais de sangue percorrendo a pele escamosa.

Eu olhara com mais atenção e fizera-se luz,  aquela devia ser a minha mãe, eles moravam na mesma vila.

 O idiota do meu pai estava com cara confusa, ele devia de não entender o que a minha mãe falava.

Ela falava ofidioglossia ,por isso, eu entendia que ela falava, mas ele não.

Numa tentativa idiota de tentar entender que ela falava suponho, ele se aproxima de onde ela estava, mas entorse o pé num galho grosso do chão que ele não previra, cai rebolando pela pequena elevação que tinha naquele terreno.

Que idiota! Foi cair, além de imundo, é burro. Sigo mais perto dos dois para puder ouvir.

Minha mãe encarava ele com cara assombrada, olhando aflita em volta, como que com medo que a apanhassem perto dele, abrira a boca e fechara novamente.

Tom estava todo sujo, com cara enojada e estava chateado consigo mesmo.

– Você está bem?

Ele olha para ela, com um olhar feroz. Ela se encolhe apavorada , se levantando com a cobra, olhava para ela como se ela fosse uma espécie de esquisita, aquele olhar me irritava, era o tipo de olhar que me olhavam quando estava no orfanato, simplesmente era demasiado parecido. Se não estivesse morto trouxa imundo, como morreu pelas minhas mãos, ai que mataria se estivesse vivo ainda, mas ele acabara-lhe respondendo.

– Estou…mas você estava falando com a cobra…?

Olho minha mãe, ela estava no mínimo assombrada ainda, como se fosse estranho ele falar com ela, ainda olhando aflita em volta, mordera o lábio inferior do seu lábio que abrira com um pouco de sangue. Abre a boca, fecha de novo como se hesitando em falar, como se tivesse numa batalha com ela mesma. Decide falar, aproximando-se ainda com cautela.

– Você deveria ver seu machucado…está sangrando…

Ele desvia seu olhar para o tornozelo e joelho, estavam sangrando, mas ele não havia-se dado conta. Fizera uma cara de desgosto, deslocara o seu olhar dela e para cobra que estava no colo dela, no seu tom mais arrogante, que eu recordava como se fosse ontem, a raiva subia-me a cada palavra que ele falava, era um ódio incomensuravel por esse trouxa que lhe sujara o sangue.

– Ainda não me falou … como você estava falando com a cobra ?

Ela estava extremamente vermelha, olhava para os lados , com expressão culpada como se tivesse com receio de revelar, fizera um movimento com a sua mão para ele baixar o tom de voz.

– Não fala isso alto…e sim eu estava falando com ela…se bem que…é que você tem a ver com isso…seu sangue ruim…muggle…- Ela tentara usar um tom enojado, mas somente saira um tom tremulo parecido com algo estrangulado.

Arquejo minha sobrancelha, pensava que minha mãe era um tola traidora de sangue, parece que tinha algum juízo ainda naquela época.

– Seu que ?- Ele faz uma cara de confusão, seu rosto estava vermelho e parecia incrivelmente resistente, tentando controlar a dor em seu joelho e tornozelo, ela estava se virando para ir embora.- Espera…- Com a mão aponta para ela, como se de vento se tratasse, ela é projectada rapidamente para trás, caindo perto dele.

A garota olha assombrada para ele, olha em volta do descampado onde estavam, não havia ninguém, ela virara para ele lentamente, com os olhos esbugalhados.

Estava tão assombrado quanto minha mãe, meu pai fizera magia? Ele era feiticeiro? Mas não havia registo dele em Hogwarts, ele havia verificado por tudo quanto era livro, como é possível?

– Você é feiticeiro…

– Isso não foi muito bonito de se dizer…srta Gaunt…- Ele franze o cenho, claramente não estava acreditando, olhando com descrença, tinha tido a mesma reacção quando soubera.Isso os tornara mesmo que involuntariamente parecidos. Que raios estava me comparando a ele, argh!!

– Não estava lhe falando mal …sr. Riddle…mas fez magia, me fez cair para trás…- Ela parecia fascinada, tentando explicar pacientemente o facto de ter encontrado outro feiticeiro tão perto dela.

– Magia? Mas minha mãe diz que isso é histórias…de contos de fadas.

– Não é não! Magia existe… e eu posso provar…

– Como assim?...- Ele parecia descrente, mas mesmo assim curioso, era palpavel a sua curiosidade a léguas.

Ela coloca sua mão direita no joelho dele que sangrava, este contivera um gemido de dor, ela  coloca sua mão esquerda perto do tornozelo que estava ensanguentado, ai que ele grita de dor, mas não desviara-se ao ver os olhos culpados que ela lhe lançava.

Ela fecha os olhos, uma luz ofuscante sai de suas mãos, tornando-se em leve brilho perolado, ele sente o seu sangue ferver por segundos e seu osso mover-se do local , o que lhe arrancara um grito afogado, quando ele vai a ver, seu tornozelo e seu joelho estavam limpos, ele mexe a perna e já não doíam pelos vistos.

Ele olha agora assombrado para ela, de boca extremamente aberta. Olho minha mãe ,curioso e com uma sensação de orgulho, ela já fazia magia poderosa em pequena, ela era realmente poderosa, não era por nada ,uma descendente de Slytherin.

– Que…que você fez ?

– Magia…curei seu tornozelo e seu joelho..

Ela dizera com um belo sorriso, com um quê de orgulho no seu feito.

Tom olhava para ela, com uma cara de fascínio , abrindo um leve sorriso de aprovação, olhando-a com mais atenção em todos os seus detalhes.

_ A propósito me chamo Mérope Gaunt, não sou somente…a Gaunt.

– Obrigada…srta. Merope, meu nome é Tom Raven Riddle…com que então o que eu fiz…foi magia,  não foi só vento, foi magia ?

O entusiasmo dele era bem palpavel, ao que Merope libertara um leve riso, assentindo.

– Nome bonito…Sr. Tom…e sim, não havia vento não poderia ser…você é feiticeiro…

Olhava aquele garoto que de futuro seria meu pai, não se parecia nada, com o que eu vi na noite que o conheci quando tinha dezasseis anos, o garoto gostava de magia..mas chamara-o de aberração naquele dia?.

 Havia algo que não encaixava ali, definitivamente e isso fizera sua curiosidade aumentar de tamanho.

Atrás dele, viera um garoto com a mesma cor de cabelo de sua mãe, a memória era confusa, mas ele parecia meio sujo e com uma expressão sádica no rosto.

– Onde você esta, Meropezinha…? Tem medo de que …te aconteça o mesmo que com a cobra…seu aborto… –A ultima palavra saira com tanto nojo, que era impossivel não notar. Tom notara que Merope tremera de pavor, quando voltara os olhos para ele, que agora ele reparava era de um tom de azul bem escuro.

– Você precisa sair daqui…sr. Tom…

– Mas porque ?- ficou olhando a menina com ar assustado.

–Os rumores da minha familia, não são infundados…é o  meu irmão…- Seu tom de voz era incrivelmente baixo.- Vai por favor, senão ele faz mal …a você e a mim…

Tom olha uma última vez para ela, estava claramente com pena e na dúvida de a deixar ali, mas o olhar insistente e suplicante dela, olhando para o longe e vendo um vulto.

_Se cuide…- Ela assentira rapidamente e isso fizera-o sair em seguida, decidira pensar no cenário de sua casa para sair dali o mais rápido possivel,  fecha os olhos, e de repente a cena muda, estávamos em frente da mansão dele e o seu sussurro era bem audivel a ele.

_Oh..eu amo magia...

Meu pai que pensava ser um trouxa imundo… era feiticeiro… como era possível? Raven?.O nome do meio dele era Raven. Não sabia disso.

As cenas acabaram, ficou tudo escuro ….”

 

Retirara a cabeça da penseira, olhando meio atónito para a mesma. Como era possível?

Quando ele pesquisara em Hogwarts não havia registo de nenhum Riddle que pisou em Hogwarts como era possível? Que mais ele não sabia?

Definitivamente, ele agora não podia não saber que mais escondia o passado dos seus pais.

Ele precisava saber.


Notas Finais


<3


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