História Memórias Perdidas - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Originais
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Iris, Kentin, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Violette
Exibições 28
Palavras 1.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Magia, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, essa fanfic começou sendo postada no youtube no canal Lua Gamery, eu sou ela ok? Isso aqui é de minha autoria. Caso queira dar uma olhada vá nesse link:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLSm4vKo5_mmF3r59xrE7_6HtZgQD-IA9v

Não se preocupe muito com spoilers porque eu mudei bastante algumas coisas na fanfic.
Espero que gostem!
Esse capítulo conta sobre o passado dela.

Capítulo 1 - Primeiro Capítulo -- Relembrando maus momentos


Fanfic / Fanfiction Memórias Perdidas - Capítulo 1 - Primeiro Capítulo -- Relembrando maus momentos

Em um passado distante, ou nem tanto:

Lysandre: - Olha, eu não acredito que depois de tudo isso, você ainda tem a cara de pau de vir até aqui dizer isso! Você, Ambre, Chalotte e Li, já humilharam mais da metade do Colégio! E você ainda tem coragem de vir se declarar para mim? Você acha que tem direito de ser amada por mim? Na opinião, você está de parabéns, tem coragem! Mas isso não é tudo, é preciso se ter caráter, e isso é algo que você claramente não tem... Agora até mais Greeny...

Greeny: - Nã-não, eu realmente te amo... Po-por favor, não vá... - (Eu já estava desestabilizada, prestes a desabar) – Eu, eu, eu... Eu faço o que você quiser! Eu irei mudar! Não vá!

Já era tarde de mais... Ele já havia dado as costas para mim e ido em direção ao fundo do corredor, eu cai de joelhos e comecei a chorar. Eu me lembro direitinho desse dia, era um dia chuvoso, poucas pessoas tinham vindo e naquela hora a maioria já havia ido embora, o corredor estava vazio, para minha sorte, eu estava sem chão, Ambre estava doente e não tinha vindo naquele dia, Charlotte e Li tinham saído mais cedo, disseram que iam ir visitar a Ambre e não poderiam ir muito tarde. Eu estava sozinha no corredor, caída em um estado deplorável, me sentindo um lixo.

Levantei-me e fui andando pelo pátio chorando embaixo da chuva, naquela época minha mãe vinha me buscar de carro, ela levava todos os dias nosso cão para passear no parque e aproveitava que eu estava no caminho e já me levava para perto de casa, nesse dia o carro estava na oficina então não daria para ela passear com o cachorro, afinal o parque estaria todo molhado, então ela iria me buscar com o cachorro e já voltaríamos para casa, andar da casa para o colégio e do colégio para casa deveria ser o suficiente como passeio do dia do cachorro. Porém quando eu me aproximei do portão tinha ambulâncias, policiais e um carro todo quebrado batido em um poste rodeado por sangue.

Perguntei o que havia acontecido a um policial e ele me respondeu:

-Aparentemente o motorista estava bêbado e estava dirigindo em alta velocidade na chuva sem controle e acabou batendo no poste atropelando alguém, ainda não identificamos a vitima, estamos tentando remover o carro de cima da vitima agora!

Senti-me muito mal pelo acontecimento foi quando fui me aproximar de volta para o portão e acabei chutando algo.

-Ai, mas o que é... Não, não, não, não, NÃONÃONÃONÃONÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

O policial se aproximou de mim, me estranhou, perguntei se eu estava bem, mas eu não conseguia responder, eu estava chorando demais, o item que eu havia chutado era a medalha da coleira do meu cachorro coberta de sangue. Mostrei ao policial. Ele se assustou e perguntei se eu reconhecia, respondi que sim.

Minha mãe não estava por perto. Meu cachorro claramente morto. Minha mãe havia morrido também? Minhas dúvidas foram esclarecidas ao policial me mostrar o corpo das vitimas para ver se eu reconhecia. Minha mãe e meu cachorro morreram.

Eu perdi meu amor, minha mãe e meu cachorro no mesmo dia. Eu estava acabada, antes de ir para casa dar a noticia fui a uma cafeteria, estava com bastante gente para um dia chuvoso, ninguém me notava isso era bom. Uma mulher veio até mim me perguntou o que eu queria, respondi que queria um café, em seguida ela saiu, pouco tempo depois ela voltou com o café dizendo que caso eu quisesse mais algo era só chamá-la. Depois de um tempo um homem cerca de um ou dois anos mais velho que eu, sentou-se na minha mesa, minha mesa ficava bem excluída de tudo, bem no canto da loja, estranhei isso, foi quando ele começo a falar:

- O que faz uma moça tão bonita excluída assim? Não chore! Um rosto tão bonito deste jeito não pode ficar assim! Eu lhe proíbo de fazer isso! O que te deixa assim tão triste?

- Quem é você para dizer o que eu devo e o que eu não devo? Além disso, quem é você?

- Alguém que irá lhe pagar uma bebida!

Eu recusei falei que ia ao banheiro e quando eu voltasse ele deveria já ter ido, quando voltei, ele ainda estava lá.

- Vou terminar de tomar meu café e já irei embora, já que você não quer ir eu vou.

Terminei de tomar o café, quando eu acordei eu ia chamar a garçonete eu apaguei e não me lembro de nada que aconteceu depois, só me lembro de que acordei em um lugar escuro e toda doída, quando me levantei bati minha cabeça. Eu estava dentro de uma caçamba de lixo, sangrando com outras roupas. Eu havia sido sequestrada, abusada sexualmente e acredito que tentaram me matar. Eu acho que ele colocou algo no meu café enquanto eu estava no banheiro. Eu assumi que fui abusada porque já estava anoite e estava sangrando por certos lugares, eu era virgem. Fiquei traumatizada, procurei algo na caçamba para me cobrir, peguei um pano negro e alguns laços e improvisei um vestido.

Fui direto para casa, eu estava meio perdida de começo, mas logo me encontrei estava meio longe e ia demorar um tempo, no caminho fiquei imaginando uma desculpa para o meu pai pela demora, pelo jeito que eu estava vestida e por uma maneira de tirar meu irmão da sala para poder contar para meu pai e para a Íris. Meu irmão é seis anos mais novo que eu e sete anos mais novo que a Íris, minha irmã.

Quando cheguei em casa eles começaram a me perguntar pela mamãe e o cachorro, pelo meu atraso e pelas minhas roupas. Para minha sorte meu irmão já estava dormindo, estava realmente muito tarde:

- Eu demorei porque a mamãe e o Torf foram atropelados e eu passei um tempo chorando no banheiro e quando notei já estava bem tarde então eu ia vir para casa, mas eu molhei toda a minha roupa com a chuva então eu fui a uma loja comprar outra, deixei a outra roupa em um lixo, não me lembro de onde...

De repente eu voltei a chorar e desabei no chão. Eles me consolaram, mas eles também estavam chorando o que dificultava muito tudo isso. Eles entenderam que eu havia comprovado que eram eles, ou seja, havia visto os corpos. Depois disso me tranquei no meu quarto e passei muito tempo pensando, não fui á Sweet Amouris no dia seguinte, nem a Íris foi ao de volta para a seu dormitório. Íris estudava em outro colégio, ela vinha e passava seus domingos e segundas aqui, pois nesses dias ela não tinha aula, junto com sábado que ela passava com seus amigos de lá. O clima em casa ficou pesado, fomos ao enterro da mamãe e todos voltamos ás nossa rotinas normais, menos eu.

Eu continuei trancada no meu quarto, entrei em depressão. Comecei a emagrecer, depois de muito tempo sem repintar o meu cabelo ele voltou a ser ruivo. Eu o pintava frequentemente de loiro, sempre que me olhava no espelho me sentia mal, pois foi aquele rosto que atraiu aquele cara, eu tinha uma pinta no rosto. Eu a arranquei com as minhas unhas. Hoje eu vejo isso como uma coisa ridícula, automutilação. Eu gritei, gritei muito e sangrou por muito tempo, ficou uma cicatriz que eu não tratei muito bem e está no meu rosto até hoje.

Depois de algum tempo meu nós mudamos de cidade deixamos meu irmão para a minha tia cuidar, ela é irmã da minha mãe, explicamos para ela toda a situação. Ela é bem rica e poderia cuidar muito bem do meu irmão. Eu espero que ele não ache que foi abandonado ou coisa do gênero...

E foi assim que eu me traumatizei, entrei em depressão e perdi minha virgindade, minha mãe, meu cachorro, um amor, meu chão e minha vida.

Mas agora eu voltei, não querendo sentir nada e muito mudada.

Íris voltou para cá um pouco antes de mim, meu pai vai trabalhar na cidade vizinha, vou morar em um pequeno apartamento, próximo ao da Íris. Meu pai trabalha viajando sempre para nos sustentar, mas Íris também trabalha para se sustentar e eu vou tentar arranjar um emprego. Todo mês meu pai nos manda 70 reais para cada, para ajudar nas despesas.

E é isso...

Eu sou Greeny Remembering, tenho 17 anos e acabei de me mudar para uma cidade aonde já vivi, a partir de hoje volto á estudar na Sweet Amouris e a morar na cidade que me matou! Aqui eu sou praticamente uma zumbi...


Notas Finais


Bom espero que tenham gostado. Sim ela sofreu. E não, não acabou.
Era só isso acho, espero que tenham gostado, acredito que esse não foi um capítulo muito pesado...
Acredito que eu já tenha lido coisas piores...

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Eu estarei postando essa fanfic somente aqui, então caso veja em algum outro lugar por favor, me avisar.

Obs.: Caso eu comece a postar em outro lugar irei avisar antes.

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Eu não sei de onde eu tirei essa imagem, então caso essa imagem seja sua me desculpe, me avise e lhe darei seus devidos créditos, ou caso você saiba a fonte.

Obs.: Eu saio salvando imagens que me podem ser úteis no futuro em uma pasta, achei essa imagem nessa pasta...


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