História Memories. - Capítulo 1


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Categorias Death Note
Tags * L_x_oc * : And : * Matsuda_x_oc *
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Palavras 1.644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


<3 <3

Capítulo 1 - Capítulo 1


Capítulo 1

O táxi movia-se lentamente pelas ruas da cidade, buzinando ocasionalmente. Era uma noite sombria, com nuvens escuras pendendo sobre a lua, bloqueando sua luz. Havia poucas pessoas nas ruas, mas tinha um milhão de carros nas estradas. É engraçado como as pessoas são muito preguiçosas para andar, mesmo por alguns minutos em seus próprios dois pés. O motorista do táxi urrou, então disse:

-Mil desculpas por essa gente, eu sei que você está com pressa.

-De jeito nenhum-  Respondeu o chefe Soichiro Yagami, sentado no banco do passageiro dianteiro. -Isso não é um problema.

-O que você quer dizer com que não é um problema?- Exclamou Touta Matsuda. -Temos um compromisso.

-Um encontro que você deveria se calar- Brincou a jovem sentada ao seu lado. Matsuda fez uma careta, mas ficou em silêncio.

A jovem sentada no táxi com os outros dois detetives tinha cerca de 24 anos de idade, com cabelos castanho escuro caído nos ombros: Ela se curvou para dentro elegantemente com sua franja na testa. Tinha grandes olhos negros e penetrantes que possuíam muito mais conhecimento e experiência do que seus anos reais. Usava uma blusa azul-clara com um suéter preto e calças cinzas que cobriam as pernas finas. Olhou pela janela do táxi e tentou acalmar-se. Por quê?? _ Porque a nomeação de Matsuda que antes reclamava, era na verdade uma consulta com L, o maior detetive do mundo.

Nos últimos meses, a policia japonesa tem trabalhado com L na captura de Kira, um novo criminoso com um poder misterioso de matar pessoas sem deixar uma única pista ou rastro sobre ele. Este novo criminoso tem atraído a atenção de L, e agora, L tinha pedido aos de mais membros da Força-Tarefa que tivessem uma reunião com ele, pessoalmente.

Jasmine Tasaki, distraída, bateu com os dedos no joelho direito, imaginando o que os outros membros da Força-Tarefa estavam pensando: O chefe Yagami provavelmente estava procurando uma explicação sobre o atraso, e Matsuda estava se perguntando se deveria ou não obter o autógrafo de L. Mogi, Aizawa e Ukita estavam em outro táxi indo para o hotel , L lhes disse para ir. Matsuda embaralhou em seu assento, então perguntou a Jasmine calmamente, para que o motorista não escutasse.

-Ei, Jasmine, que cor você acha que o L mais gosta?

Escolhendo uma caneta colorida, Matsuda??_Pensou Jasmine. 

-Matsuda, por favor cala a boca!!!- Implorou o chefe Yagami.

-Sim, chefe.- Respondeu apressadamente, e ficou em silêncio mais uma vez.

Incapaz de resistir a um pequeno sorriso, Jasmine sentiu-se orgulhosa do chefe. Ele era como um pai para ela, levou-a quando estava precisando de um emprego  no japão há cerca de um ano. Depois disso, compartilhavam uma infinita ligação paterna entre eles: Soichiro Yagami podia dizer que ela era bastante inteligente, mas ele sempre ofereceu sua ajuda aqui e ali, mostrando o quanto se importava com ela.

Por fim, chegaram ao hotel. Era um lugar grande, com janelas incontáveis. O chefe Yagami pagou o motorista e saiu, acompanhado por Matsuda e Jasmine. Em seguida um outro táxi chegou e Mogi, Aizawa e Ukita se juntaram a eles. Juntos, eles encontraram o quarto onde L estava hospedado. Enquanto tudo isso acontecia, a morena pensava. Quem é? Como é? Quem vai ser?...

Matsu estava tão animado, mas ao contrario de Jasmine, ele dizia seus pensamentos em voz alta: 

-Caras, vocês não acham isto excitante?? Eu mal posso esperar para ver L! quero dizer, é L!! Detetive!!! ELE É O MELHOR DOS MELHORES!!!! Uau ... isso é incrível! Não consigo acreditar que estamos realmente a alguns pequenos passos distante dele!!! Do L! L!! Wow oh wow, oh wow...

-Matsuda, faça-nos um favor e cale a boca- Disse Aizawa, irritado. Matsu corou, envergonhado.

-Aizawa dar-lhe um desconto. Afinal, ele é o novato.- Mogi gargalhou cutucando Matsuda, que apenas corou ainda mais.

-Que tal deixarmos ele sozinho?? Olhe para o rosto dele! L vai pensar que o mesmo é muito anti-social ou algo assim.- Ukita disse suspirando exasperado.

-Ao contrario, ele é exatamente o oposto- Comentou Jasmine, sorrindo para si mesma.

-Calada, Jas.

-Fiquem quietos, todos vocês- Disse o chefe Yagami. As portas do elevador se abriram com um pequeno dling. O grupo saiu do elevador e chegou na frente do quarto.

Um clima extremamente tenso preenchia o corredor. Yagami ergueu a mão direita e bateu na porta. Jasmine prendeu a respiração e não se atreveu a respirar. Uma voz abafada Gritou: -Entre- Abriram a porta que se encontrava destrancada e os membros da Força-Tarefa entraram no quarto, fechando a porta atrás deles. Todos ficaram surpresos com o que viram.

De pé diante deles não estava um homem limpo de gravata e terno, nem parecia o maior detetive do mundo. Pelo contrario, em vez disso, se encontrava um homem alto e pálido, com cabelos negros, espetados e desarrumados, que cobria parte de seus olhos cinzentos e sombrios, seu rosto era fino. O homem magro usava uma blusa de mangas compridas, solta e um par de jeans desabotoados. Não usava sapatos, revelando dois pés ossudos. 

Havia algo sobre esse homem, que afirma ser L, que lembrou Jasmine de uma certa pessoa.

 Mas quem?

 Ela simplesmente não conseguia lembrar. Certamente, se ela tivesse conhecido alguém com este nome, certamente lembraria.

Estou errada??

Antes que pudesse entender seu pensamento, o chefe falou:

-Sou Soichiro Yagami, chefe da Força-Tarefa da polícia japonesa.- Ele mostrou sua identificação e emblema da policia. Matsuda, Aizawa, Mogi, Ukita e Jasmine fizeram o mesmo.

-Hmm ...- Resmungou o homem. Então levantou a mão direita com o dedão para cima e o indicador para frente, lembrando do formato de um revolver, e surpreendeu novamente o grupo com um pequeno -*BANG*.

-Que raio foi aquilo??- Aizawa perguntou em voz alta.

-Se eu fosse Kira, todos vocês estariam mortos agora.- Comentou L.- Kira precisa de um nome e rosto para matar. Por favor, não dê seu nome e rosto tão facilmente no futuro.- Ele virou as costas e se arrastou para o quarto ao lado, dizendo: - Por favor, sintam-se confortáveis e desliguem seus celulares, eles me irritam quando tocam e eu estou falando.

 Enquanto Jasmine desligava seu celular, ela começou a analisar cada coisa sobre esse L.

O jeito que ele andava: estranhamente curvado.

A forma como ele parecia: bem, não é uma visão muito impressionante, mas ele parecia saber MUITO.

A maneira como ele falou: voz monótoma, muito comum para os detetives da Wammy´s.

Não há nenhuma duvida sobre isso, Pensou ela, é ele...  se acomodou em um dos sofás posicionados ao redor de uma pequena mesa de café e ouviu as teorias de L sobre como Kira reagiria a 100 agentes da FBI que chegavam ao Japão para encontrá-lo ... Ou algo assim. Pela primeira vez em sua carreira, não estava prestando atenção. Ela só queria falar com esse homem, L, ou Ryuzaki, a sós.

Finalmente, ela teve sua chance. Depois de um tempo, L anunciou:

-Precisarei ter uma conversa privada com cada um de vocês, apenas para ter certeza de que Kira não está entre nós.

-Então vc está dizendo que não confia em nós??- Perguntou Aizawa de forma bastante agressiva.

-Não, ele tem o direito de nos questionar, pense nisso, sabemos que Kira tem acesso a informações policiais classificadas, então é muito provável que ele seja um de nós.- Disse Yagami. - Eu vou primeiro.

-Muito bem, por favor, venha comigo, Sr. Yagami.- Disse L, que se levantou do sofá e caminhou para o outro quarto onde fechou a porta.

-Bem, tudo o que temos que fazer agora é esperar. - Disse Ukita, cruzando as pernas e os braços.

-Nossa, isso é tão empolgante! - Exclamou Matsuda alegremente.

-Você está animado sobre tudo, Matsuda, vc não pode nunca ser sério??- Disse Mogi, alimentando-se de um cookie.

-Aff, basta deixá-lo ser ele mesmo, isso ajudará aliviar o estresse. - Disse Aizawa, franzindo o cenho.

-E porque vc está tão triste, Aizawa? -Perguntou Jasmine, servindo-se de um copo de chocolate quente.

-L não confia em nós, então por que devemos confiar nele? Talvez Ide estava certo, talvez também não devemos confiar neste cara.- Antes de partir para o hotel do departamento de policia, Ide deixara a Força-Tarefa, afirmando que não estava disposto a arriscar mais a vida, e que não seria de muita ajuda.

-Devemos confiar em L, Aizawa! Ele é o melhor existente! -Exclamou Matsuda encorajado.,

Nesse ponto, a porta da outra sala se abriu e o chefe Yagami fez um gesto para que Matsuda viesse.

-Ele quer ver vc agora.

-Me deseje sorte! -Matsuda disse, nervoso, fechando a porta atras dele.

O chefe Yagami sentou-se e afrouxou um pouco a gravata. Mogi comentou:

-Bem, isso foi rápido.

-Ele parecia confiar em mim, acho que fiz um bom trabalho. - Brincou Yagami, embora sua voz estivesse um pouco trêmula.

-Que tipo de pergunta ele lhe fez? - Perguntou Aizawa, curioso.

O chefe Yagami mordeu o lábio e respondeu:

-Ele não quer que eu diga nada sobre a nossa conversa, ele quer mantê-la confidencial entre ele e eu.

Aizawa zombou e ficou em silêncio.

*-*-*-*-*

Quando Matsuda voltou para o quarto, Ukita foi o próximo. Depois dele Mogi, então Aizawa. Finalmente, foi a vez de Jasmine. Ela mal podia esperar. Se levantou, forçando-se a não correr, abriu a porta para o outro quarto e, em seguida, fechou-a atrás dela. Estava agora em um quarto pequeno e vazio,  com duas cadeiras posicionadas em frente a uma mesa redonda. No topo da mesa continha um bolo de morango com cobertura que inclui chantilly. L estava sentado em uma das cadeiras, segurando uma colher e comendo o bolo com prazer. Ele olhou pra ela e fez sinal para o bolo.

-Vc quer um pouco??

ignorando a pergunta, Jasmine aproximou-se da cadeira vazia.

-Nós precisamos conversar.

-Sim, eu concordo. - Disse L enquanto abaixava a colher. - Nós precisamos conversar.

  

 


Notas Finais


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