História Memories And Letters - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Kookv, Taekook, Vkook
Exibições 41
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Slash
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Kalon


Fanfic / Fanfiction Memories And Letters - Capítulo 12 - Kalon

Enquanto te abraçava, tentava me decidir qual o melhor momento para perguntar o que havia acontecido para você estar machucado, tanto psicologicamente quanto fisicamente. Nada fiz, senti que minhas palavras talvez pudessem te machucar mais ainda, fazendo-te relembrar o que você acabara de passar. Depois de um certo tempo, você se pronunciou:

- Desculpa, Kookie.. Não sei por que vim aqui – você disse já voltando a si, recuperando-se da sua recaída. Eu sabia que aquele ainda não era o momento para questionar nada. Aquele momento era muito sensível e eu tinha que ser delicado em minhas palavras.

- Você quer entrar? Minha vó era enfermeira, ela pode fazer um curativo em você – perguntei enquanto descolava o meu corpo do teu, a fim de poder te olhar nos olhos.

- Não, é melhor não – disseste ainda cabisbaixo, fazendo-me falhar na tentativa de te olhar nos olhos.

- Ah vamos, não vai demorar muito – disse enquanto levantava daquela escadaria o teu corpo mole, que fora dominado pela tristeza e pela desmotivação. Sua força motora era quase nula, não sendo possível de reagir contra as minhas forças que te levavam para minha casa.

Entrando em casa, procurei pela minha vó apenas com meu olhar, mas sem sucesso. Resolvi, então, repousar teu corpo no sofá, a fim de procurar por ela. Antes que eu pudesse procurá-la, ela aparece vindo da cozinha.

- Jeon, você já cheg.. – ela interrompeu sua fala ao ver eu colocando esse garoto estranho no sofá de nossa casa - Quem é ele? – perguntou enquanto se aproximava de nós.

- Esse é o filho do Sr. Song, nós trabalhamos juntos – menti, apesar de não por completo.

- Meu Deus! O que houve com ele? – perguntou assim que viu o seu estado alarmante, levando suas mãos à boca por tamanho espanto.

- Eu estava voltando para casa e.. – parei por alguns segundos enquanto engolia o seco, tentando criar uma desculpa convincente na minha mente – no caminho, vi que ele estava sendo espancado por alguns ladrões, então corri em sua direção, fazendo com que os ladrões acabassem fugindo – menti mais uma vez em minhas palavras, apesar de ter sido por um bom motivo para tal inverdade. Quando voltei-me para você, parecia que você estava desmaiado.

- Vovó? – olhei para ela espantado, a fim de querer saber o que havia acontecido com você.

- Rápido, estenda ele no chão – ela disse enquanto liberava o chão para que eu pudesse estendê-lo livremente. Depois de ter feito o que ela mandou, vovó Tsunade pegou suas pernas e as manteve elevadas, fazendo com que eu a olhasse com um olhar de estranheza, sem entender aquilo – É preciso fazer isso para facilitar a circulação de sangue para o cérebro – explicou-me, entendendo minha expressão facial de dúvida.

- O que eu faço agora? – perguntei, tentando não entrar em desespero.

- Preciso que você ventile ele com alguma coisa – ao ouvir isso, olhei em voltar e avistei uma revista que estava ali perto e transformei-a em um abanador. Ficamos ali por alguns poucos minutos até que você acordou, ainda meio inconsciente.

- Vovó, ele está acordando – eu a alertei.

Ela, então, deitou suas pernas e foi até a cozinha pegar um copo de água com açúcar. Enquanto isso, você tentava falar mas eu não deixava.

- Não se esforce, Taehyung. Você vai ficar bem – disse preocupado, voltando meus olhos para a cozinha, querendo saber se minha vó estava vindo logo. Não demorou muito, ela vinha andando às pressas e, ajoelhando-se, pediu para que eu te colocasse sentado. Eu obedeci. Fizemos, então, que você bebesse aquela água, mesmo contra sua própria vontade.

- O que houve? – você perguntou, coçando sua cabeça tentando entender o que estava acontecendo ali.

- Você desmaiou – Vovó Tsunade respondeu por mim. Antes que você pudesse voltar a se pronunciar, ela continuou – Evite falar, você precisa descansar agora, certo?

Você respondeu acenando sua cabeça positivamente. Levei-o, então, para o meu quarto, para que você pudesse dormir. Eu pude supor que, naquela manhã, você não havia dormido quase nada depois de termos conversado no KakaoTalk. Talvez o desmaio fosse por conta do cansaço em excesso. Enquanto eu inclinava teu corpo sobre a minha cama, admirava essa alma confusa que ali estava na minha frente. Era inevitável. Quanto mais eu te conhecia, mais eu ficava curioso sobre sua história, sobre seu mistério, sobre você.

Você, já meio adormecido, se confortou na minha cama, como se já estivesse acostumado em deitar-se nela. Por mais que eu quisesse ficar lá, eu tinha que voltar para resolver com minha vó sobre o que faríamos com você. Contudo, antes que eu pudesse me levantar, vovó Tsunade entrou no quarto com sua caixinha de primeiros socorros e sentou ao teu lado, começando, pois, a fazer curativos em você enquanto estava sonolento. Quando ela terminou, se retirou e eu a segui até a sala, a fim de consultá-la sobre o seu estado.

- Vó, ele vai ficar bem? – perguntei ainda meio apreensivo, mordendo meus lábios inferiores, mostrando-me incapaz de controlar minha preocupação.

- Creio que sim. É bom que você fique com ele. Pode ser que ele acorde meio inconsciente, então ele vai se sentir melhor se acordar próximo de alguém que conhece – ela disse enquanto guardava seu material no armário da sala.

- Tudo bem, então – disse, enquanto me aproximava dela – Obrigado por tudo – continuei, já abraçando ela por tudo aquilo, recebendo um sorriso como resposta.

Ao me retirar do cômodo social, ela me alertou.

- Me avise quando ele acordar. Ele precisa se alimentar, então vou deixar algo preparado.

- Tudo bem, obrigado mais uma vez – falei sincero em minhas palavras. Minha vó sempre se mostrou totalmente disposta a me ajudar em todos os momentos que estive com ela. Sem sombra de dúvidas, ela era o meu anjo da guarda.

Ao entrar no meu quarto, peguei uma cadeira que estava ali perto e aproximei até a cama, a fim de ficar te vigiando mais de perto. Por mais que eu quisesse dormir, não conseguia desgrudar meus olhos de ti. Era viciante demais ter que ver aquele humano intrigante dormir como um anjo. Era, com certeza, uma beleza que ultrapassava o limite de beleza humana. E como você era belo, Kim Taehyung.


Notas Finais


1- Kalon (nome do capítulo) é aquela beleza que vai além da profundidade da pele.


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