História Memories of a Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bts, Jung Hoseok, Jungkook, Você
Visualizações 13
Palavras 1.520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um cap cheiroso para vocês.

* Recomendo alguma musica sad que vocês gostem *

Chorosa estou >.<

Capítulo 3 - Irei matá-lo


Fanfic / Fanfiction Memories of a Love - Capítulo 3 - Irei matá-lo


POV Hoseok
Vejo s/n fechando os olhos. Saio da sala bufando. Sou impedido por uma mão em meu braço, viro para trás e vejo Seulgi com um sorriso cínico em seus lábios. Me afasto da mesma e continuo o meu caminho, sinto passos atrás de mim, viro-me abrupto e faço a garota bater em meu peitoral. Ela acaricia meu peito, e se aproxima dos meus lábios.


Vamos para casa, oppa. _ Falou manhosa. - Eu quero carinho.


Por um momento eu pensei em aceitar, mas quando eu ia reponde-la, a imagem de s/n veio em minha mente, fazendo-me negar apressadamente o que a minha garota queria naquele momento.


Eu não posso, tenho que cuidar de alguns papeis da s/n. _ Me viro para sair. - Me desculpa.


Por quê está ajudando tanto aquela garota? _ Se põe em minha frente. - Você mesmo quem fez isso com ela.


Fala baixo. _ Suspiro cansado. - Depois conversamos sobre isso.


Saio do corredor, deixando Seulgi sozinha, ele parecia irritada. Entro em meu escritório e pego mais alguns papeis. Começo a ler a papelada onde falava sobre o estado da s/n naquele hospital. Sua memoria não tinha tempo determinado para voltar ao normal, e isso fazia-me à voltar meus pensamentos para aquele dia, o ultimo dia em que ela me amava. Minha cabeça doía. Levantei-me e saio pela porta. Fui até o quarto da s/n, e lá estava ela, dopada como sempre. Um aperto em meu peito se fez presente quando a mesma chamou por meu nome. Ela estava inconsciente. Aproximei-me de sua cama e a fiquei olhando, seu rosto estava horrível, tinha olheiras fundas e estava mais magro. Seu corpo estava marcado por conta das agulhas.


O que eu fiz... _ Balbuciei. - Me perdoa, s/n.


D-doutor? _ Assustei-me quando a garota segurou minhas mãos. - E-está tudo bem? _ Ela questionava com dificuldades.


Me desculpa...


Eu estou bem. _ Me pus de pé rapidamente. - Você deve descansar agora.


Eu não quero descansar. _ Começou a chorar. - Eu quero ir para casa, por favor.


Suas pequenas mãos buscaram as minhas, meu corpo gelou quando a mesma entrelaçou nossos dedos. Ela soluçava enquanto tentava se acalmar, seu corpo se moveu, tentando ficar em pé. Foi uma tentativa falha, já que o mesmo estava fraco. Olhou-me a ultima vez, soltando meus dedos. Virou-se para o outro lado e se cobriu com o edredom.


Me desculpa. _ Murmurou. - Não queria fazer isso.


Sentei-me na cama e acariciei seus cabelos, desembaraçando seu fios lisos. Eu não sabia como agir perto dela, era como se eu a machucasse mesmo ela não lembrando de quem eu era. Ela era sensível, como eu pude fazer isto com ela. Sai dos meus devaneios quando a garota me chamou.


Doutor? _ Ditou seca.


Sim? _ Parei de alisar seus fios. - O que foi?


Pode me deixar sozinha? _ Questionou indiferente. - Quero espaço.


Você está bem, senhorita? _ Pressionei os lábios. - Precisa de alguma coisa?


A garota se calou por um momento, fazendo-me ficar frustrado.


Eu pareço bem para você, uh? _ Questionou em deboche. - Se eu estivesse bem, eu não estaria nessa droga de hospital agora, o senhor sabe do meu estado. Mas por ainda vive me perguntando se eu estou bem? Eu quero ir embora desse inferno, por quê não me ajuda?


Aquelas palavras atingiram-me em cheio, fazendo-me ficar furioso pelo seu ato. Vejo-a se virar para mim, com um sorriso falso em seu rosto enquanto dava um pequeno riso nasal. Olhei em seu rosto e a fuzilei com olhar de raiva. Peguei em sua destra e tirei a agulha sem nenhuma delicadeza de seu braço, fazendo a mais nova gritar de dor. Agora o seu braço esquerdo, repetindo o mesmo ato. A garota tentava me empurrar, mas era em vão. Soltei seus braços que agora estavam sangrando minimamente. Levantei da cama e tirei o edredom do seu corpo, expondo suas manchas no corpo, fitei seu corpo por alguns segundos, antes de pega-la em meu colo.


O-o que está fazendo? _ Choramingou. - Me solta!


Ignorei-a e comecei a caminhar. Sai do quarto com s/n em meu colo chorando de dor. Caminhava em passos lentos até a saída do hospital, Seulgi me viu e logo começou a me seguir. Passei pela porta do lugar e fui para a calçada. Olhei em volta e soltei s/n dos meus braços. A mesma tentou ficar em pé, mas caiu no chão assim que firmou seus pés no mesmo. Soltei um sorriso debochado, assim que a brasileira  olhou para mim com uma cara de choro.


Por quê está fazendo isso comigo? _ Perguntava-me. - Eu não consigo andar...


Você não queria ir embora, senhorita? _ Cuspi as palavras. - Agora você pode ir!


Vejo Seulgi rindo da garota a minha frente caída, junto-me a minha menina e começo a rir. S/n me olhava triste e decepcionada. Escuto um soluço, e lá estava ela chorando como um bebê. Sua cabeça estava baixa, e suas mãos apoiadas no chão, era um verdadeiro bebê aprendendo a engatinhar. Ri mais ainda quando a mesma tentou pela ultima vez se levantar e caminhar. Mas novamente, caiu no chão como um pano velho. As pessoas que passavam por ali, a olhavam com desprezo, e algumas com dó da situação.


Eu te odeio!


Foi a ultima palavra de s/n, antes de vê-la deitando no chão com os olhos fechados. A morena ao meu lado ria como se aquilo fosse à coisa mais engraçada de se ver. Olhei ao corpo jogado no chão, o mesmo estava com varias marcas, e seu braços sangravam. Seu corpo estava mais fino, e seu rosto irreconhecível. Senti-me culpado por fazer aquilo com ela, e mais uma vez, eu estava sendo a dor da mesma. Suspirei derrotado e caminhei em direção dela. Peguei seu corpo e coloquei em meus braços, Seulgi olhava-me com desdém, mas não me importei.

   Voltei para o quarto, e coloquei s/n deitada na cama. Coloquei as agulhas novamente em seus braços, e a cobri. Seus batimentos estavam fracos assim como sua pulsação. Sentei-me em sua cama e um nó formou-se em minha garganta. Peguei em sua mão e apertei fortemente, e logo me pus a chorar. Minhas lágrimas caiam no edredom branco, molhando o mesmo. E cada vez mais, seus batimentos cardíacos iam ficando fracos.
                                                                     (...)


Eu estava em casa, deitado ao lado de Seulgi, a mesma ficava falando varias coisas provocativas em meus ouvidos. Mas eu apenas a ignorava. Eu estava preocupado com s/n, ela estava fraca. Ver sua pulsação daquela forma fez um medo crescer em meu peito. E se eu a perdesse? E se ela me odiar para sempre agora? Não posso deixar isso acontecer. Vou trazer-la para morar comigo, é isso o que vou fazer!


Amor, no que tanto pensa? _ Sussurra Seulgi. - Eu quero carinho, oppa.


Não estou com vontade hoje. _ Respondi seco. - Vamos dormir.


Me viro na cama e pressiono meus olhos. Tento dormir, mas o sono não vinha. Estava com um pressentimento, e não era algo bom. Levantei-me lentamente da cama, não queria acordar Seulgi e a mesma me encher de perguntas. Vesti meu tênis e sai em passos lentos do quarto, fui para sala e peguei um casaco que estava pendurado perto da porta. Sai de casa e fui em direção ao hospital, não era muito longe, então decidi ir a pé mesmo. Demorei apenas 15min até chegar no local. Olhei para o prédio e havia algumas luzes acesas. Um deles era o quarto da s/n. Suspirei e entrei no prédio, peguei o elevador e fui para o 12º, andei pelo extenso corredor até chegar no quarto 112.


S/n... _ Sussurro assim que adentro o quarto. A minha menina estava inconsciente, e ao seu lado havia um homem alto e pálido. O mesmo me olha e logo se levanta. Comecei a soar frio assim que vi seu rosto.


S-senhor Kim? _ Curvei-me imediato. - O-o que faz aqui?


Quem fez isso com ela? _ Questionou com raiva. - Quem fez isso com a minha filha!?


O homem a minha frente estava desesperado pelo estado de sua filha, e quem não estaria? Ele passava as mãos em seus fios lisos, puxando-os fortemente enquanto encarava-me como se estivesse pedindo ajuda.


Eu não sei, Sr. Kim. _ Minto. - Não sabemos quem fez isso com ela.


Onde você estava quando isso aconteceu? _ Olhou-me nos olhos. - Você não iria a proteger de todos?


Eu a protegi de todos. Menos de mim mesmo Sr. Kim...


Eu estava em plantão. Me desculpa! _ Ditei cabisbaixo. - Eu deveria ter ficado com ela naquele dia.


O senhor a minha frente apenas assente e olha para sua filha. A mesma ainda tinha seus batimentos fracos, e sua pele estava mais pálida que o normal. Engoli seco quando o homem olhou-me com desconfiança, mas logo bufa e sussurra em meu ouvido, fazendo meu coração parar por um momento.


- Eu irei mata-lo aquele que fez isso com a minha filha, e não importa-me quem seja. Ele terá a sua punição por isso!
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3

* Musicas sads *


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