História Memories (Version Justin Bieber) - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, mais um capítulo me desculpem os erros e espero que gostem

Capítulo 5 - Memories


"Holland se você está lendo essa carta agora é porque provavelmente eu morri, eu sinto muito minha querida eu queria te contar isso pessoalmene.
Nessa carta vou lhe contar toda a verdade porque provavelmente você não deve está entendendo nada então com essa carta pretendo preencher algumas lacunas que falta para você.

Vou começar falando de como conheci você, isso aconteceu exatamente á quartoze anos, você tinha apenas quatro anos por isso você não deve se lembrar muito bem. Me lembro como se fosse ontem quando você chegou a cozinha junto de sua mãe e a minha chefe.

Sim Holland, você não leu errado eu não sou sua mãe, sinto muito ter escondido isso de você por quartoze anos e só está te contando agora por essa carta.

Continuando, você já era uma menina muito esperta para a sua idade, você chegou a cozinha em que eu trabalhava e correu até mim me pedindo algo para comer e sua apenas observava a cena rindo. Eu a peguei no colo e lidei uma fatia do bolo de chocolate que a pouco eu havia preparado, um tempo depois você voltou para sala.
Nesse mesmo dia só que dessa vez de madrugada acordei com barulhos de tiro e quando fui até a cozinha encontrei Justin filho de meus patrões com você no colo, ele me entregou você e disse que eu tinha que te proteger. Acredita nisso? Um menino de doze anos, teve que amadurecer rapidamente e nem pode brincar como uma criança normal de sua idade faria. Justin me entregou você e pediu para que eu lhe protegesse e foi o que eu fiz, lhe protegi, te dei carinho e amor assim como seus verdadeiros pais fariam.

Por está protegendo você, saímos de Atlanta e viemos para o Brasil onde registrei você como minha filha, você que antes se chamava Holly Grey, agora se chamava Holland Grace.

Há algum tempo atrás, eu descobri que inimigos de seus pais verdadeiros haviam descoberto que você está viva, por conta disso planejei tudo antes que algo acontecesse á você. E fiz um passaporte com seu nome, como Holland , também depositei dinheiro em um banco para você sei que você saberá administrar ele muito bem.
E por fim Holly mas não menos importante, não esqueça meu amor,  eu  a amo muito mesmo não sendo sua mãe biológica."

Com amor, Diana.

E assim eu terminará de ler a carta.
Diana realmente não era minha mãe e os pais que achava que estavam vivos eu descubro que eles estão mortos a quartoze anos.

Memórias torturantes vagueiam através de minha mente e flashes de minha infância passam por minha cabeça me fazendo relembrar de momentos felizes que vivi com Diana, desde meu primeiro dia de aula a último vez que falei com ela em casa antes de eu ir embora e ela morrer.

Fechando meus olhos com força, eu tento lutar contra as lágrimas que descem pela minha face mas é impossível porque cada vez que eu me lembrava de Diana mais lágrimas desciam por minha face.

— Holly tem um cara q... — Avalon entra no escritório e ao ver chorando para de falar e vem até mim preocupada. — O que houve?

— Ela não é minha mãe e meus pais verdadeiros estão mortos.

— O que?! está falando sério?

— Sim olhe — lhe entreguei a carta — Ao mesmo tempo que descobri que ela não é minha mãe, descubro que meus pais verdadeiros estão mortos. Ou seja eu não descobri nada que vá fazer diferença em minha vida. — digo secando minhas lágrimas.

— Sinto muito Holly, eu nunca imaginei.

— Muito menos eu Ava. — me levantei de minha cadeira e sai do escritório encontrando Charles na sala, antes que ele veja me viro seco as lágrimas que ainda caía por minha face e volto a minha postura profissional de hacker.

— O que houve? — Pergunto me virando novamente para ele.

— Bieber — ele diz e eu fico confusa.

— Bieber?

— Bieber o cara que você correu. — esclarece Dani.

— A ta, o que qui tem ele? — pergunto não interessada.

— Ele quer falar com você Holland. — diz Charles.

— Não vou devolver os carros. — digo e me sento no sofá.

— Não é sobre os carros.

— Sobre o que é então? — pergunto me deitando no sofá.

— Eu não sei, ele só pediu que eu encontrasse você e a levasse para vocês conversarem.

— Me dê um bom motivo para fazer isso. — retruco.

— Você pode ser a pessoa por quem ele está procurando a quatorze anos. — ele explica.

— E eu ligo por quê...? — digo debochada.

— É importante Holly — Charles diz e eu reviro os olhos.

— Está bem eu vou, mas só porque sou uma pessoa muito boa então espere um momento irei me arrumar. — ele concordou e antes de eu subir chamei Avalon e Phoebe para virem até meu quarto deixando assim Dani e Charles sozinhos na sala. — Ava irei precisar da sua arma novamente, não sei o que esse tal Bieber pretende fazer. — falei pegando uma roupa de meu closet e logo em seguida tirando meu pijama.

Vesti uma calça rasgada nas pernas e uma camiseta preta da minha banda preferida ONE OK ROCK e depois coloquei meu all star

— Cuidado Holly, não sabemos o que esse cara irá fazer. — disse Phoebe preocupada.

— Não se preocupem, eu me viro se algo acontecer. — digo arrumando meu cabelo em um rabo de cavalo e pegando meu colar com a letra "B" como pingente e o colocando em meu pescoço eu o tinha desde que era criança e não me lembrara como ganhei. Depois Avalon me entrega sua arma e eu a coloco em minha cintura. — Ava conte tudo a Dani e a Phoebe, quando eu voltar esclareço tudo.

— Pode deixar, por favor tome cuidado Holly ligue a pulseira se algo acontecer a você. — diz Avalon e eu aceno confirmando enquanto voltamos ao andar debaixo onde Charles ainda me esperava.

— Vou querer saber de tudo quando eu chegar. — olho para a Dani e a vejo corar. Depois sigo Charles para fora de minha casa e entro em seu carro. — Espero que ele tenha um bom motivo para me tirar de casa ás dez da madrugada. — falo e Charles liga o carro e sai do condomínio luxuoso seguindo em direção as ruas de Atlanta.

— Mas são dez horas da manhã. — diz Charles rindo.

— Até uma hora da tarde eu considero madrugada. — digo bocejando.

— Entendo você perfeitamente. — ele concorda rindo.

— Conhece esse cara a muito tempo? — pergunto entediada.

— Crescemos juntos praticamente.

— Entendo, meu Deus não chega logo não? Puta que pariu esse cara não mora não ele se esconde, lugar longe da caralha. — verbalizo fazendo drama.

— Chegamos — ele avisa.

— Finalmente. — falo enquanto ele estaciona o carro na frente da mansão. Depois que saio o sigo até a casa onde encontramos o tal Bieber e os outros amigos dele que perderam seus carros. — Não irei devolver os carros se é isso que querem de mim. E outra eu espero que você tenha um belo motivo para me fazer sair de casa ás dez da madrugada.

— Precisamos conversar — Bieber diz sério.

— Estou ouvindo. — falo entediada e me sento no sofá de sua sala cruzando as pernas.

— Eu preciso ver algo atrás de sua orelha esquerda.

— O que? Charles você tá de brincadeira? Sério que me trouxe aqui para isso? — me levanto do sofá indignada. — Olhar a minha orelha? Você fumo, bebeu ou fez os dois ao mesmo tempo? Quer saber eu não sou obrigada a aguentar isso to caindo fora. — caminho até a ponta do sofá e antes de chegar perto da porta, flashes distorcidos de lembranças aparecem em minha mente fazemdo-me ficar confusa.

Flashback

— Oi — passei a cabeça pela porta e olhei para o menino lá dentro.

— Oi, quem é você? — seu tom era rude.

— Holly, sua mama pediu pa te chama — falei tomando a liberdade e entrando em seu quarto.

— Minha mama? — questionou ele, em dúvida.

— Sim sua mama, vem Jay

Flashback

— Grace, você está bem? — Charles perguntara. Mas antes que eu pudesse dizer algo minha vista escurece me fazendo cair na inconsciência e antes de apagar totalmente falo.

— Jay. — e assim eu cairá na incosciência por completo.

Ao acordar eu não estava em meu quarto. Provavelmente era a casa de Bieber ainda, me levantei da cama mas tive que sentar novamente pois eu ainda estava meio tonta.

— Que merda foi essa. — murmuro para mim mesma.

— Você desmaiou. — Bieber entra no quarto e eu me assusto.

— Caralho quer me matar do coração, porra eu preciso ir embora — me levanto da cama e Justin me segura antes que eu caia. Novamente me sento na cama e ele senta perto de mim.

— Você pode desmaiar, descanse um pouco. — ele diz. E eu me afasto.

— Eu estou bem é apenas um mal estar. — digo e ele se aproxima de mim levanta sua mão e tenta acariciar minha face porém me afasto antes que ele complete tal ato.

— Holly...

— Como sabe meu apelido? — o questiono levantando da cama dessa vez me apoio no criado mudo que há do lado da cama.

— Holly vamos conversar, tenho muitas coisas para te falar.

— Olha sinto muito mas você deve está me confundindo com sei lá quem. — verbalizo e com um pouco de dificuldade caminho até a porta do quarto mas antes que eu possa abrir a porta e sair, ele fala algo que me surpreende.

— Diana.

— Como conheceu minha mãe? — digo soltando a maçaneta e me viro pra ele.

— Sente-se e vamos conversar.

— Me de um bom motivo para falar com você.

— Apenas escute o que eu tenho a lhe dizer. Por favor?

— Seja breve eu não tenho todo o tempo do mundo para desperdiçar com você.

— Eu procurei você por quartoze anos Holly, nunca desisti de lhe encontrar — ele dizia e eu o ouvia atentamente.

— Bieber eu não sei se você sabe mas eu lhe disse que não tenho todo o tempo do mundo para desperdiçar com você então por isso seja breve e resuma a história.

— Há quartoze anos atrás seus pais vieram do Brasil a Atlanta para pedir ajuda aos meus pais pra te proteger, acontece que nesse mesmo dia só que de madrugada tanto quanto os meus pais foram assassinados os seus também foram, sobrevivendo assim somente nós dois Holly. — ele começará a falar e novamente flashes de lembranças distorcidas apareciam em minha mente.

Flashback

— Jay — o chamo tentando abrir a porta de seu quarto. Assim que ele abriu a porta eu sorri ao vê-lo.

— O que foi Holly? — perguntou ele um pouco rude fazendo assim o meu sorriso desaparecer.

— Nada diculpa — fiz menção de voltar para a sala, porém ele me impediu pegando-me no colo e depois entrou no quarto, e se sentou na cama comigo em seu colo.

— Desculpe, o que você quer Holly? — ele sorri brevemente, tentando se desculpar pela sua atitude grosseira.

— Tá bavo comigo? — pergunto meio tristonha.

— Não pequena, por que eu estaria?

— Não sei — bocejo e ele sorri.

— Com sono? — pergunta

— Uhum — murmuro, meus olhos piscavam,  já querendo fechar.

— Durma e amanhã podemos brincar o que acha?

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—Fuja com Holly daqui e a proteja a todo custo, eu vou logo depois. Agora vá.

— Jay, Holly com medo — eu dizia tremendo.

— Vai ficar tudo bem eu prometo a você — ele me olhou nos olhos.

— Justin... — Diana o chamou, apavorada com a situação assim como eu.

— Vá Diana e a proteja — ele pediu mais uma vez, desta vez, mais sério.
Ela apenas assentiu e me tomou em seus seus braços. Antes que as pudéssemos ir embora,ele tirou o cordão que estava em seu pescoço e o colocou no meu tentando fazer eu me sentir mais protegida.

Flashback


— Você se lembra? — perguntou ele esperançoso. E eu olhei para sua face sentindo uma lágrima descer por meu rosto, mas antes que mais lágrimas pudessem descer á sequei rapidamente.

— Jay? — perguntei e ele assentiu confirmando. Os segundos seguintes lágrimas caíram por minha face e ele me abraçou tentando me consolar.

— Eu estou aqui, a partir de agora eu nunca mais vou deixar você sair de perto de mim lhe prometo. — prometeu ele me abraçando enquanto eu chorava em seu peito.

Já recuperada de meu choro, ele me enche de perguntas, querendo saber o que fiz esses anos todos longe dele.

— Terminei o ensino médio, e bom estou trabalhando a alguns anos.

— O que exatamente você faz? — ele me questionara curioso.

— Digamos que eu trabalho com computadores. — falo e quando dou por mim me lembro da arma de Avalon que estava em minha cintura — Cadê a minha arma?

— Eu tirei da sua cintura e guardei.

— Me devolva. — verbalizo me levantando da cama e esquecendo completamente da garota que lhe demonstrava sentimentos segundos atrás.

— Holly...

— Não vou dizer novamente Bieber.

— Está bem, espere um estante. — ele se levantou confuso da cama e depois abriu o criado mudo e pegou a arma e a me entregou, peguei de sua mão e a coloquei novamente em minha cintura.

— Não precisa ficar desse jeito Holly, não irei lhe fazer mal.

— Uhum. — murmuro.

— Sente-se vamos continuar a conversar. — ele diz porém antes que eu diga algo meu telefone toca e prontamente o atendo.

~Phone On~

— Grace.

— Holly temos problemas. — diz Dani assim que atendo.

— Fala.

— Estão tentando invadir o bluewhite.

— Eu vou acabar com o filha da puta que está tentando fazer isso.

— Pode vim para cá?

— Eu estou longe de casa, antes de eu chegar ai eles vão conseguir invadir e nós vamos perder o site.

— O que vamos fazer então?

— Não se preocupe, eu darei um jeito, agora preciso ir nos falamos depois.

— Está bem.

~Phone Off ~

— Preciso de um notebook ou um computador qualquer seu. — digo para Justin porque afinal ainda não me acostumei a chama-lo de Jay ou Justin tanto faz.

— Vamos para o meu escritório. — saímos do quarto e descemos para a sala depois seguimos para seu escritório onde assim que entro pego seu notebook e lá hackeio bluewhite, depois vou olhando o site para ver se está tudo certo com o site e mando um email para Dani avisando sobre o site, e quando já está tudo bem vasculho as janela que o hacker sem perceber deixou aberta até que chego ao seu verdadeiro endereço de IP então rastreio o aparelho que a pessoa usará para tentar hackear bluewhite e vejo que a pessoa está no mesmo lugar onde estou.

— Você tem um amigo hacker? — pergunto a Justin que me confirma que sim. — Me leve até ele. — pego seu notebook e saímos do escritório seguindo para sala onde encontro um de seus amigos com um notebook na mão. Coloco o no sofá.

— Esse é o Chris. — Bieber diz e o tal Chris se levanta do sofá que estava e coloca o notebook na mesa de centro.

— Quem é essa? — ele pergunta a Bieber mas antes que ele fale algo me apresento.

— Holland Grace, mas pode me chamar de Holly. — falo e ele se espanta.

— E... — antes que ele possa dizer algo, dou um murro em seu nariz com toda minha força e o faço cambalear para trás desnorteado. Sem entender nada Justin me puxa para trás mas antes que ele possa me segurar dou uma cotovelada em seu estômago o fazendo soltar meu braço. Seu outro amigo me observa assim como Charles mas faço menção para que não se aproximem se não eu faria o mesmo com eles ou até mesmo pior.
Caminho até Chris e o pego pelo colarinho de sua camiseta e o jogo no chão não sem antes dar outro murro em seu nariz dessa vez tendo certeza que quebrei seu nariz.

— Tenta invadir meu site de apostas de novo e eu prometo a você que não será só o seu nariz que eu irei quebrar. — falo e depois o chuto no meio das pernas acertando seu membro e fazendo ele urrar de dor.

— Não me segure da próximo vez ou será pior para você. — verbalizo para Bieber que se aproxima de mim. Depois me sento no sofá que coloquei o notebook de Bieber.

— Você tentou hackear o bluewhite? — Charles pergunta rindo de Chris que com dificuldade levantava do chão.

— Que isso sirva de aviso, porque da próxima vez eu não vou pensar duas vezes em acabar com você. — afirmo para ele que se senta no sofá a minha frente. Bieber se senta ao meu lado, pega minha mão entrelassando nossos dedos. Sorrio quando ele acaricia minha mão com seu polegar.

— Se acha que vou lhe devolver o carro está muito enganado. — falo e deito minha cabeça em seu ombro. — Que horror isso tá muito gay. — solto sua mão e levanto minha cabeça de seu ombro. — Preciso ir pra casa.

— Tudo bem, levo você. — ele diz e eu me despeço de Charles e o outro amigo dele.
Saímos de sua casa e eu entro em seu carro digo meu endereço e ele segue em direção ao condomínio luxuoso que eu, Dani, Phoebe e Avalon moramos. Meia hora depois chegamos a minha casa e descemos do carro para nos despedir.

— Irá voltar? — ele pergunta.

— Você quer que eu volte? — pergunto sorrindo pra ele.

— Sim — ele diz e se aproxima de mim fazendo eu encostar meu corpo no carro. Ele pega em minha cintura e antes que ele possa me beijar, beijo seu rosto e me afasto dele.

— Tchau Jay. — digo e depois entro em casa.

Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, obrigada a quem favorito e comento, nos falamos no próximo capítulo.


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