História Memory - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Sehun
Tags Fluffy, Lthy, Luckytohaveyou, Sekai
Exibições 26
Palavras 1.271
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeey pessoas <3 como vão <33 bem, eu espero ^^

E aqui está minha primeira fanfic do projeto, espero que gostem ^^

Capítulo 1 - Capítulo Único


 

Jongin saiu do carro e olhou ao redor. Um suspiro alegre saiu de seu peito ao reencontrar sua antiga cidadezinha, cuja qual continuava tão acolhedora quanto se lembrava. Se espreguiçando, trancou o carro e foi até o portão, o abrindo e, em passos rápidos, foi até a varanda, batendo na porta com ansiedade. Enquanto esperava, contou até dez para que sua mãe finalmente abrisse a porta, e ambos se esmagassem em um abraço apertado.  

 

– Omma, a senhora vai me esmagar. – Reclamou, mas sem tirar o sorriso do rosto enquanto se separava.

 

– Aish, menino ingrato. Você está bem? Andou comendo direitinho? Como anda indo o trabalho? Faz tanto tempo que não nos vemos...

 

– Omma, nos encontramos mês passado em Seul. – Disse, dando um beijo no topo da cabeça da mais velha enquanto entrava na sua casa.

 

– O bom filha à casa torna, não é mesmo? – Disse Namjoon, seu irmão mais velho, do sofá.

 

– O bom filho arranja emprego e uma casa para não precisar ficar enchendo o saco da mãe todo dia. – Retrucou, desviando de uma almofada.

 

– Vocês dois! Não comecem a brigar igual dois galos de briga.

 

– Mas omma! – Ambos disseram em uníssono, antes de começarem a rir.

 

*~*~*~*~*

 

Pela tarde, após sua mãe e seu irmão saírem para irem ao mercado comprar as coisas da casa, Jongin foi ao seu antigo quarto, mexendo nas caixas que estavam jogadas embaixo de sua cama. A primeira coisa que encontrou em uma delas foi uma foto sua em sua primeira apresentação de balé. Abrindo um sorriso, continuou mexendo em suas coisas até encontrar um pequeno caderno azul, com uma letra infantil escrita “Livro de Memórias” na capa. Ao abri-lo, a primeira coisa que encontrou foi uma foto sua com um outro menino, ambos sentados em triciclos e acenando para a câmera. Na descrição: “Melhores amigos sempre!”

 

 

“Jongin ria alegremente enquanto pedalava com rapidez. Ao seu lado, o alguns meses mais novo tentava o alcançar, ambos já com suor molhando suas camisas e seus cabelos.Quando finalmente pararam, o mais velho se jogou na grama da sua casa, sendo seguido pelo outro. Os dois estavam ofegantes da corrida e do Sol acima.

 

– Eu vou querer um sorvete de chocolate. – Disse, ofegante, voltando a rir enquanto o outro o empurrava.

 

– Hyung!”

 

 

Abrindo um sorriso carinhoso para a memória, voltou a folhear o caderno. Mas... Quem era aquele menino?

 

 

“Já era noite de Halloween. Jongin estava vestido com seu traje completo de pirata e corria pela rua até a casa de seu amigo. Amigo esse que já o esperava na porta, com os braços cruzados e um beicinho, o que tornava sua fantasia de vampiro completamente cômica.

 

– Você demorou muito! Parece minha irmã se arrumando. – O mais velho revirou os olhos.

 

– Vamos logo, quero pegar muitos doces hoje! – Antes que saíssem correndo, a mãe do outro os chamou.

 

– Hey, meninos, que tal uma foto? Digam doces ou travessuras. – Passando uma mão pelo ombro do outro, abriu um sorriso enorme antes de dizerem ao mesmo tempo:

 

– Doces ou travessuras!”

 

 

A foto desse dia estava colada com figurinhas de Batman nas pontas, o que o lembrou que o personagem favorito dele era o homem-morcego... Mas mesmo assim, ele continuava não lembrando seu nome. Um sentimento de nostalgia e saudades inundava seu peito, num desespero mudo para o encontrá-lo. Virou mais algumas páginas.

 

 

“Ambos estavam no parquinho, perto da casa deles. Já haviam se cansado de brincar com os caminhões e carrinhos que haviam ganhado de natal naquele ano.

 

– Hyung. – Chamou o outro, balançando no balanço ao seu lado. O dia estava nublado, mas nada que denunciasse alguma chuva por vir.

 

– O que foi? – Perguntou, distraído enquanto olhava o formato das nuvens.

 

– Você já ouviu falar em amor? – Pensou por alguns segundos.

 

– Tipo... Amor de mãe?

 

– Também, mas... É mais igual aquelas novelas e filmes que a gente assiste, sabe?

 

– Ah... Sei. O que tem ele?

 

– Você... Você já beijou alguém? –  Mesmo não o olhando, sabia que ele estava corado.  Jongin também sentiu seu rosto esquentar.

 

– Eu já beijei minha mãe na bochecha. Por quê?

 

– Não, hyung. Não assim. – Viu o outro pular do balanço e seguir em sua direção, apoiando as mãozinhas em seus ombros e aproximando seu rosto do seu, deixando um leve selar em seus lábios. – Assim. – Sentindo os lábios formigarem e o estômago se retorcer, pôs as mãos sobre a boca, com os olhos arregalados.

 

– O-o que...

 

–  E-eu tenho que ir agora. Até amanhã, hyung! – Antes que pudesse falar algo, o outro pegou suas coisas e saiu correndo, deixando Jongin com um sorriso bobo.”

 

 

Sorriso bobo esse que inundava seu rosto, com o sentimento quente inundando seu peito, com um carinho há muito não sentido. Ah Deus, precisava o encontrar imediatamente.

 

 

“– Hyung,o que você vai ser quando crescer?– Jongin riu, se esticando.

 

– Vou ser alto, ué! – Continuou rindo apesar dos empurrões do outro.

 

– É sério! Jonginnie!

 

– ‘Tá bom, ‘tá bom, eu entendi. – Mostrou a língua, mas logo se pôs a pensar, franzindo o cenho em concentração, enquanto o outro lhe olhava em expectativa.

 

– E então?

 

– Acho que vou ser... Dançarino! – O moreno se levantou, rodando nas pontas do pé igual havia aprendido na escola de balé. – Quando for embora, vou estudar, viajar o mundo, comer um monte de coisas legais, conhecer um monte de gente legal e ajudar a minha omma a pagar as contas dela. Ah, e comprar uma fábrica de sorvete só pra mim, ai eu vou poder... – Parou no meio do discurso, vendo o outro fungar. Preocupado, se agachou a sua frente. – O que foi?

 

– Então é verdade, não é? Você vai embora. Você... Você vai se esquecer de mim, não é? Vai conhecer outras pessoas e me deixar de lado pra sempre. – Comprimindo os lábios, o abraçou com força.

 

– Não fale assim. Eu nunca vou te esquecer, Sehunnie.”

 

 

Se levantou em um pulo. Sehun! Havia se lembrado. Sehun era seu melhor amigo e, inconsequentemente, seu primeiro amor. Correndo atrapalhadamente escada abaixo, pôs os sapatos de qualquer jeito e saiu rapidamente para a rua, seus passos o guiando para a casa tão conhecida.

 

 

“– Sehun, por favor, não chore! – Sentiu seu peito apertar e seus olhos arderem enquanto abraçava o outro. – Eu vou voltar, eu prometo.

 

– Mas Jonginnie, quem vai brincar comigo agora? – O outro lamentou fungando.

 

– Lembra daquele caminhão que eu te dei? Brinque com ele quando sentir minha falta, e se lembre de que eu sempre vou estar com você, mesmo estando longe. – Disse e se afastou, limpando as lágrimas do outro com sua blusa. Quando ouviu seu pai o chamando, se virou e deixou um beijo demorado na testa do mais novo. – Até mais, Sehunnie.

 

– Até mais, Jonginnie. – O outro acenou em lágrimas enquanto o outro ia embora.”

 

 

Parando ofegante na frente da casa, tocou a campainha diversas vezes. Se apoiando na cerca para recuperar o fôlego, sentiu uma mão fria o tocar no pescoço. Pulando de susto, olhou para o homem parado ao seu lado.

 

– Procurando alguém lá dentro? – O estranho perguntou. Ou não tão estranho assim. Sentindo lágrimas começarem a inundar seus olhos, abriu um sorriso e abraçou o outro. – Se-senhor?

 

– Sehunnie! – Foi o que conseguiu dizer antes do outro o abraçar de volta com força.

 

– J-Jonginnie? E-eu...

 

– Shiu. – Se separou, olhando para a cara de espanto do outro se transformar em alegria. – Me desculpe por demorar. Tanto por demorar a voltar quanto para lembrar.

 

– Lembrar o que? – O outro questionou, vendo o moreno se aproximar. – J-Jongin, o que... – Foi calado com um selar de lábios demorado.

 

– Demorar tanto para lembrar da melhor coisa que já me aconteceu em todo esse tempo. Conhecer você. – E ambos sorriam.

 

 


Notas Finais


SKKSDHNFKHFJWKERLFPOGIJNDKF Dels ficou tão pequeno ;-; pqq

Enfim
espero que realmente tenham gostado <33

Tema:
25. Que seja em torno de lembranças da infância.


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