História Memory Kill - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Assassina, Desejo, Força, Fúria, Luta, Vingança
Visualizações 0
Palavras 3.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Desejo


- "Memorias vão e vem em minha mente, é como se estivesse no meio de um caos bem maior que o dia em que perdi meus amigos e familiares, mas não dói tanto quanto. "

Vega decide fugir e deixa vários de seus servos para distrai-la ou até mesmo finalizar o serviço, porém com as habilidades dela foi fácil derrotar todos, o curioso foi o que ocorreu após vencer todos com a espada que estava portando.

Rigel não sabia o que estava acontecendo e nem o por que eu estava vendo aquelas imagens em sua cabeça, depois de algum tempo a intensidade com que elas apareciam foram diminuindo e aos poucos pôde se levantar. Quando pegou sua espada novamente notou uma leve chama azul. Partindo dali com muitos ferimentos daquele combate, dessa vez Vega não conseguiu segui-la, devido ao seu estado grave.

Ela andou durante um longo período e logo após achou uma cidade com poucos moradores e com aspecto de abandonada e logo avista uma casa que chama sua atenção por parecer mais velha que todas as outras porem abaixo funcionava um estabelecimento pequeno, um restaurante.

Ela decida passar a noite ali e ou alguns dias até que possa se mover mais depressa. Subindo por uma caixa de lixo localizada ao lado de fora, ela vai escalando como pode e com certa dificuldade até adentrar ao quarto. Inicialmente dá uma breve olhada ao seu redor e tudo realmente parece abandonado e para a ocasião o lugar perfeito. Logo cai no chão e adormece ali dizendo:

- Droga, eu mal consigo me mover por cauda daquela técnica, Sattari tem razão, eu realmente sou inútil para essas coisas...

Rigel passa ali cerca de sete dias e então vai em busca de mais resposta e agora ela possuía um símbolo e o nome de quem procurava, o único problema agora é que durante os sete dias passados nesse lugar, ela tentou verificar se alguém conhecia esse nome, porém não obteve resposta, era como se não existissem evidencia desse ser.

Então decide ver Sattari mais uma vez, ela queria entender o que aquela espada tinha de especial e por que aconteceu aquele estranho fenômeno após a luta contra Vega e seus servos.

No decorrer do caminho ela encontra um grupo de soldados conversando sobre o Vega, cerca de seis exatamente, sobre o guerreiro que havia derrotado o mesmo, também ouviu boatos sobre o guerreiro que havia deixado ele em uma situação difícil. Rigel então prepara um ataque contra esses guerreiros, mas dessa vez ocorreu algo diferente. Ao puxar a espada, uma chama azul maior que a anterior já presenciada por ela envolve todo o seu corpo e sente algo como uma grande quantidade de energia dentro de seu corpo, o suficiente para derrotar todos com uma velocidade anormal e incrível. Quando acabou com todos, notou algo que não pode ver com clareza da última vez. Todos estavam de fato mortos, mas não havia corte da lamina e nem sangue em lugar algum, gerando mais dúvidas e acaba sofrendo o mesmo efeito de antes, acabando no chão vendo várias e várias imagens de dor e sofrimento.

Como na outra vez, aos poucos foi passando e ela conseguiu se levantar novamente, com pensamentos um pouco confusos:

- O que é essa espada? Por que toda vez que há uso eu acabo no chão?

Ela põe um sobretudo, que a cobria até a cabeça para não chamar atenção e parte ao encontro de Sattari na esperança de entender os mistérios por traz desse artefato.

Na metade do caminho encontra um ser que parece muito inexperiente aparentemente:

- Você deve ser a pessoa que conseguiu ferir o Vega por um golpe de sorte. Estou certo?

- Não sei do que você está falando.

- Será mesmo que não sabe garota?

- É melhor você sair do caminho, não quero lutar com você moleque.

- Hahaha, de fato você é muito engraçada, mas não vou cometer o mesmo erro que o Vega. É melhor estar preparada. Eu sou aquele que vai tirar essa ideia de que você é forte da sua cabeça. Eu sou Mira.

Rigel então mesmo contra vontade de lutar, talvez pelo fato de quem estar à frente ser bem mais novo e aparentar ter 14 anos, se prepara para o combate.

Mira então ativa uma habilidade que parece soltar raios de seu corpo e o deixa mais veloz que um ser humano comum. Ainda assim ela não acha dificuldade alguma em bloquear a ate desferir ataques conta o mesmo, porem um fato começou a ocorrer.

Durante a árdua batalha entre os dois, é perceptível que seu oponente estava aumentando sua velocidade, e tenta se adaptar, mas estava ficando cada vez mais difícil. Enquanto trocavam golpes Mira a questiona:

- Não está aguentando mais minha velocidade?

- Pode vir com tudo.

- Garota eu admiro seu desejo de vingança.

- O que você sabe sobre mim?

- Não sei nada, mas esse olhar que você possui, por traz desses lindos olhos azuis eu vejo um sofrimento e uma chama de ódio incontrolável que você tenta disfarçar diariamente.

- Você não sabe de nada. CALA A BOCA.

- Vamos acabar logo com isso, estou entediado e já vi que está próximo do seu limite. Se me permite... ONDUS- TEMP- UM

Então uma forte quantidade de raios envolve Mira e de dentro dessa poderosa técnica sai uma pessoa completamente diferente de personalidade, mas manteve algo semelhante ao seu oponente de agora a pouco, era como se ele tivesse envelhecido e adquirido experiência em um piscar de olhos. Rigel se pergunta o que aconteceu em seus pensamentos.

- Deve estar se perguntando quem sou eu. Certo?

- O que você fez? Sinto que não só sua a aparência mudou como sua força e sinto um pouco mais de cautela em você. Que técnica é essa?

- Essa é a habilidade que mais me destaco, na verdade essa é minha única habilidade. Já derrotei pessoas muito mais fortes que eu apenas com um único golpe.

- Como isso é possível?

- Você já perdeu esse combate, mas antes de acabar com isso eu irei explicar. Meu poder funciona como uma extensão de força, se eu tentar ativar muito tarde em um combate isso pode me custar metade da força que tenho e ser fatal para mim, mas em base, eu sempre ativo na hora certa. Outra limitação, é que não consigo ativar minha habilidade com cem por cento de minha força, ou seja sem ter lutado, preciso estar com exatos setenta a setenta e cinco por cento de zetur. Bem, chegando a ativação com sucesso eu posso trocar e lugar com quem serei daqui há vinte, quarenta, sessenta e setenta anos à frente, trazendo comigo toda experiencia e habilidades que possuo na época .

- Droga.

Rigel tenta fugir, mas cai ao chão após receber um forte golpe.

Mira então chega próximo e diz:

- Você não pode me vencer. Entende agora? Você é apenas um grão de poeira.

Rigel, sem poder se levantar ergue um pouco sua cabeça e olha para seu oponente, tenta de todas as formas mexer mais alguma parte de seu corpo, mas não consegue.

- Você... você.... Eu vou acabar com todos vocês.

- Tsk. Olhe seu estado garota, com um golp...

- Eu vou matar todos vocês, essa corja, esse mundo precisa se libertar, eu vou ser a liberdade o a passagem para isso, mas farei com que todos os responsáveis paguem em dobro.

Rigel sem forças vai fechando seus olhos enquanto vê a expressão de seu oponente que não parecia mais tão confiante quanto antes. Aquelas palavras haviam de alguma forma afetado Mira.

Enquanto a imagem de seu oponente desaparecia diante de seus olhos aos poucos, uma pessoa familiar surge com uma pressão de zetur esmagadora.

- EVO Anseris.

A voz era conhecida para Rigel mas a enorme presença, não era. Tudo aconteceu muito rápido e quando recobrou a consciência, viu que estava sendo carregada por alguém, mas ainda não pode distinguir quem era, talvez pelo fato de ainda estar atordoada pelo golpe e então volta a ficar inconsciente.

Quando desperta vê que estavam em casa e que Sattari estava ali preparando algo e pergunta:

- O que aconteceu?

- Você perdeu o combate.

- Como eu vim parar aqui?

- Felizmente, eu apareci para te salvar.

- Como você o derrotou?

- O ataque foi realmente forte. Lembro de você falando coisas enquanto trazia você para cá.

- Você não respondeu a minha pergunta Sattari.

- Eu sei.

Então percebe algo incomum no comportamento de Sattari, onde parecia estar desapontada.

- Me desculpe, eu deveria ter fugido antes, mas eu pensei que poderia vencer.

- Você não precisa achar nada Rigel. Se eu não tivesse chegado a tempo, estaria morta.

- Eu sei, mas essa espada. Essa espada me dizia de alguma forma que poderia vencer.

- De fato poderia vencer, mas contra aquele oponente, era tudo ou nada.

- Me desculpe mais uma vez, serei mais cuidadosa.

- Certo, agora coma antes que esfrie.

- Tudo bem.

- Ah, o luar está realmente lindo hoje. Você lembra como era lindo os céus de Solary's?

- Felizmente eu lembro. Essa é algumas de poucas memorias que ainda me restam.

- Foi em uma noite assim que seu pai Azir, me mostrou essa espada e me disse onde estava. Me deu a importante missão de proteger você, caso algo acontecesse.

- O que é essa espada?

- Essa espada, é uma arma espiritual. Não atinge a forma física das coisas, ela atinge diretamente a alma e com isso quando sua lamina atravessa um ser vivo, não há corte, não há sangue, não há evidencias.

- Isso explica tudo.

- Pela sua expressão você já teve essa experiência.

- Sim. Há outra coisa também...

- Você também percebeu imagens em sua cabeça correto?

- Como você sabe disso?

- Bem, essa também é uma habilidade que com o passar dos anos essa espada adquiriu. Você verá todas as memorias da pessoa que matou em sua mente, 5 minutos após o combate.

- É doloroso.

- Imagino. Mas não conseguir pensar em nada melhor para que conseguisse respostas e alcançar seu objetivo rapidamente.

- Obrigado. Ficarei com ela. Posso te pedir um favor?

- Qual?

- Me mostre aquele poder, o seu EVO.

- Hum... parece que agora você lembra. Tudo bem. Mostrarei a você.

As duas partem para um local aberto, e Sattari diz:

- .

e de fato era uma. Sentiu- se uma forte pressão de zetur por Rigel que encontrava um pouco de dificuldades para respirar. Não foi só o poder de Sattari que havia mudado, como a uma fera prestes a atacar e essa pressão toda estava concentrada em um só alvo. Rigel então entende o nível em que esta, que ainda falta muito para ser forte, mas também percebe que ali onde está não pode mais aprender nada. Ela diz:

- Nossa! Realmente é incrível. Agora eu entendi.

- Sinto muito por ter escondido isso de você.

- Eu entendo. Você não queria gerar falsas expectativas para mim.

- Você está certa.

- Obrigado mais uma vez e por ter me explicado como essa katana funciona.

- .

- O que disse?

- Esse é o nome dessa katana.

- Vou guardá-la com minha vida, e farei bom uso.

- Eu sei que vai, boa sorte minha garota.

- Obrigada Sattari.

Com um abraço as duas se despedem uma da outra, e Rigel assim parte mais uma vez vestindo seu sobretudo e levando algumas coisas em um pequeno arranjo que simulava algo como uma bolsa.

Rigel anda durante alguns dias, dormindo em locais sem chamar atenção, pelas sombras, e sem conversar com ninguém, sem matar ninguém, ela tentava organizar os pensamentos que já haviam sido passadas para ela por meio da katana e se manteve nessa rotina por cerca de 30 dias. Atualmente se encontra em uma vila esquecida pelo mundo e escondida de tudo e conhecida como Ceti.

Certo dia, percebe que infelizmente não tem mais comida e a agua que tem consigo é muito pouca, não havia locais perto onde poderia abastecer seu recipiente, um generoso dono de uma loja então percebe alguém sentado e parecia ter andado muito sentado em frente a sua loja, como se estivesse descansando um pouco e vai até esse alguém:

- Olá, boa noite.

Rigel olha para o estranho falando com ela sem responder, e segura sua espada de maneira a armar um ataque surpresa. O Dono da loja então continua:

- Bem acho que você não tem muitos amigos, olha sobrou um pouco de comida no meu restaurante, e tenho um pouco de agua também, se quiser abastecer pode entrar e ficar à vontade.

Ela sem dizer nada se levanta e vai até o estabelecimento e se senta em uma das mesas. De alguma forma ela sentiu que o dono era uma boa pessoa, mesmo sem confiar em ninguém atualmente.

O senhor então se apresenta a ela:

- Eu me chamo , mas pode me chamar só de Al. Como você se chama?

- Me chamo Azulli Rigel.

- Azulli- san, é um belo nome.

- Obrigada.

- Bem eu vou esquentar a comida para você. Se quiser você pode tomar um banho la em cima no quarto 2, ele está vazio e acho que está melhor que todo o meu estabelecimento. Pode utilizar umas das roupas caso não tenha nenhuma com você. Acho que deve servir.

Rigel então aceita e convite. Depois de algum tempo, ela desce para comer, vestindo uma longa camisa cor de rosa com um urso e um shorts também cor de rosa.

Al então diz:

- Realmente ficou bem em você.

- Obrigada.

- Bem eu também ainda não comi nada e sinceramente comer sozinho todos os dias é solitário. Se não se importar.

- Não, de maneira alguma, eu agraço a hospitalidade.

Então os dois começam a comer e falar um pouco do que fazem ou faziam respectivamente, mas algo bem superficial, somente para manter uma conversa. No final da refeição, Rigel pergunta a Al:

- Você tem uma filha?

- Bem, sim. Diz Al com um sorriso, mas com olhar triste.

- Ela está viajando?

- Sim. Ela está viajando, para muito longe. Mas não mais nesse plano.

- Me desculpe, eu não devia ter perguntado.

- Não. Está tudo bem. Isso ocorreu há alguns anos.

Al conta o ocorrido a:

- Íamos passar as férias dela em uma pequena ilha que ela sempre gostou quando era mais nova, mas infelizmente ela adoeceu no primeiro dia. Era uma doença que medico nenhum sabia explicar, tentamos de tudo, todos os tratamentos, mas no final o médico me disse que ela só tinha alguns dias a mais e eu fiquei desesperado, eu queria que ela fosse feliz, então eu decidi tira-la de da internação e passar os últimos dias dela fazendo as coisas que ela gosta... era bem difícil manter um sorriso sabendo da verdade.

- Sinto muito.

- Tudo bem. Diz Al, levantando- se e virando de costas em direção as escadas, parecendo secar as lagrimas. Então ele diz:

- Depois de todos esses anos ainda é difícil contar isso sem me emocionar, desculpe por não ficar mais, vou descansar um pouco, boa noite, Azulli- san.

- Obrigada Al, boa noite.

Rigel logo sobe as escadas tambem para o quarto e deitada na cama somente com seus pensamentos acaba adormecendo.

"É sempre assim, todos os dias, esgueirando- se nas sombras e por mais que tente alcançar a luz, mais distante pareço estar dela. Uma voz, um grito de socorro que nunca é atendido. Ainda tento resgatar o pouco de minha alma, minha vida, meu passado, tento reviver as poucas memorias que estão trancadas em algum lugar de minhas memorias, incansavelmente quando não aguento mais estar sozinha, tento despertar, mas uma força maior me convence que a escuridão é o meu lar e lá irei viver e apodrecer para sempre. Se for um sonho, por favor me acordem..."

Rigel desperta no meio da noite:

- Novamente esse sonho?

Ela se levanta e pega sua espada, e sai para verificar as redondezas atrás de algumas pistas, vestindo algo como um short jeans, blusa branca, bota preta, envolta de um sobretudo deixando amostra apenas os olhos como de costume.

Ao amanhecer Rigel retorna ao restaurante ainda antes de Al abrir e vê que ele já havia preparado um completo café da manhã para ambos. Passando pela porta ela esboça uma reação de espanto com leve ar de conforto. Al então pergunta:

- Não vai se sentar? A comida vai esfriar.

Rigel se senta e diz:

- Obrigada.

- Disponha e coma à vontade.

- Obrigada.

- Bem sei que não é de falar muito, principalmente com um estranho, mas ao sair à noite pelas redondezas, tenha cuidado, esse lugar não é conhecido por ser bom para se viver.

- Tudo bem, eu serei cuidadosa.

- Ah sim, as roupas ficaram ótimas em você. Imaginei que serviriam, afinal parece ter quase a mesma estatura que minha filha.

- Você tem uma foto?

- Tenho sim.

Retirando um pingente do bolso e abrindo lentamente ele entrega em suas mãos.

- O nome dela é Hanna.

- Sua filha parece muito com você.

- Sim. Mas tem o jeito da mãe dela. Diz Al sorrindo.

- O que houve com sua esposa?

- Não é uma história muito agradável também e sinceramente, não gosto de recordar, mas para resumir, ela morreu dando a Luz a Hanna.

- Hum.

Quando termina sua refeição, agradece a Al:

- Obrigada por tudo, mas tenho que ir.

- Garota, sei que não tenho nada a ver com sua vida, mas queria te dar um conselho.

- O que é Al?

- Sei que está determinada a alcançar seu objetivo. Mas não deixe que isso acabe com seu presente.

- O que quer dizer?

- Você terá que descobrir isso sozinha.

- Obrigada Al.

- Se precisar de um lugar novamente, não hesite em voltar, a casa sempre vai estar aberta para você.

- Está bem.

- Leve isso com você. Minha esposa tinha a cópia da chave dessa casa, mas como não está mais aqui, quero que leve com você, assim pode ficar aqui mesmo que eu não esteja.

- Vou guardar comigo.

Rigel parte rumo a próxima cidade e para encurtar a longa caminhada decide ir por um vale que estava logo depois de uma pequena floresta. E sem dificuldades a mesma chega até o local. Uma cidade totalmente diferente da que estava, um campo de confinamento e repleto de soldados, então a mesma se mistura dentre os moradores e sai perguntando sobre o cara chamado Zaniah, mas ninguém soube responder, nem mesmo as pessoas que conheciam soldados e tinham parentes trabalhando para o exército souberam dar informação alguma que pudesse ajudar no paradeiro dessa pessoa, era como se o nome fosse algo inventado. Até que chega a um local onde haviam alguns soldados e um fato curioso é que todos possuíam roupas com um símbolo parecendo círculo feito a pincel de maneira que mostrasse força, e havia um símbolo ao meio com três pontas em preto e até então desconhecido por todos, mas podia- se ver o pânico no olhar dos habitantes.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...