História Menos de um Mês - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Jimin, Lemon, Longfic, Suga, Vhope, Yaoi, Yoonmin
Exibições 26
Palavras 2.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Outro cap, espero que gostem
Ps: eu sei que algumas falas podem conter erros, mas eles são propositais. Eu sempre procuro escrever falas do jeito exato que as personagens falam, mesmo que isso signifique escrever errado
Ps2: frases em itálico sempre serão pensamentos ou lembranças do protagonista
Desejo uma boa leitura a todos, e beijos do Titio Sirius!

Capítulo 3 - Falsas Verdades


 -E lá vem ele, senhores! Com vocês, o sempre atrasado... Suga!

 Não demorei mais de dez minutos para chegar lá, mas ainda assim estava atrasado. Encontrei os meus amigos no lugar de costume – descansando em uma mesa, ao lado do lago, no parque do bairro. Jin, como sempre, estava com os pés em cima da mesa, chamando a atenção de todos; V estava ocupado demais para me notar, escrevendo freneticamente em seu celular; e Hope estava observando o lago com uma cara fechada. Não conseguia ver Jungkook em lugar algum.

 -Você sempre me idolatrou, Jin? – respondi – Ou começou depois que eu peguei a menina que você nunca conseguiu?

 -Quer dizer a ladra? – ele deu uma de suas infames piscadas – Acredite, não pegaria nem mesmo se quisesse. Não estou a fim de perdeu nenhum tostão.

 -Eu sei. – acertei a sua cabeça quando me aproximei dele – Me deve duzentas pratas.

 -Eu? Não fui eu quem te roubou, Suga.

 -Não se faça de engraçadinho comigo.

 -Ora, vamos. Não foi um encontro ruim, foi? – a malícia era clara no seu olhar – Soube que ela gostou, principalmente do final.

 -Eu também teria gostado. Se não estivesse bêbado e duro, já que me roubaram.

 -Mas, pelo menos, uma pessoa se divertiu.

 A voz de Hope me chamou a atenção. Quando me virei para ele, notei que estava com uma cara carrancuda e me retribuía o olhar com pouco caso.

 -Hope...

 -Não começa, Suga. Você me disse que estava em casa.

 -E eu estava!

 -Às onze horas? Ninguém acreditaria nisso, Suga.

 Por vezes, odiava o quão burro eu podia ser, e em quão ruins as minhas desculpas podiam se tornar.

 -Bom...

 -Não, não tava. – ele virou o olhar, focando alguém do outro lado da rua – Seu olhar já te denuncia.

 -Hope...

 -Não, Suga. Não quero saber.

 Puxei uma cadeira, colocando-a de trás para frente, e me sentei do lado de Hoseok, quase me deitando sobre a mesa.

 -Posso ser sincero?

 -Posso acreditar nessa sinceridade?

 -Olha, Hope... Não, eu não te chamei. Por um simples motivos... Primeiro, por que a cadela da Min Suh fez questão de sair sozinha comigo. – lancei um olhar irritado para Jin – se eu soubesse o quão puta ela poderia ser...

 -Eu só lancei a isca, meu amigo. Se a comida estava envenenada, culpe a tua gula.

 -...Eu nunca teria ouvido ela. Mas eu estava... bêbado do baile.

 Quase falei algo do qual me arrependeria. Com o canto dos olhos, notei que Taehyung ainda estava absorto com o seu celular, então não estava encrencado. Hope me lançou um olhar duvidoso, que continuei encarando, torcendo para que o meu olhar estivesse revelando a sinceridade que esperava.

 Se estava ou não, não sei dizer. Mas pela expressão que Hope fez, ele entendera o significado.

 -Eu vi você tomando algo que não era ponche mesmo, e realmente achei tudo aquilo curioso. Só não sabia que...

 -É, é. Pois é. – não queria que ele continuasse falando, por medo de que revelasse algo. Hope tinha um histórico de revelar as minhas cagadas antes da hora – Eu não estava sã, como disse. Se estivesse, teria ligado pra você, mesmo que isso significasse perder um encontro. Sabe que você é mais importante que essas vadias.

 Afaguei os seus cabelos, e recebi um sorriso tímido em resposta. Com isso, soube que estava perdoado – pelo menos, dessa vez.

 -Que bonitinho. – Jin comentou – Suga e Hope, um amor eterno. Me diz, já levou ele pra sua cama, Suga?

 -Não. A sua mãe sempre tá lá, por isso não consigo levar mais ninguém.

 Isso rendeu risadas, até mesmo dele, mas o celular de Hope apitou em seguida, e toda a atenção do garoto se voltou ao eletrônico.

 -Olha cara, eu não queria falar nada, mas... péssima escolha, ainda mais com tantas gostosas solteiras por aí.

 Aquela fora a minha vez de rir.

 -Kim Seokjin, você não presta.

 -Obrigado. Eu tento.

 -Abram alas para as batatinhas!

 Só depois de ter gritado para meio mundo é que consegui reconhecer Jungkook andando até nós, lutando para carregar três cestas com batatas fritas.

 -Aleluia! – Jin gritou em resposta – Comprou essas batatinhas aonde? Na China?

 -Sabe, você podia reclamar menos e me ajudar mais. O que acha, Jin?

 -Nah. Prefiro ver o seu desespero em carregar essas cestinhas.

 O barulho chamou a atenção de V e de Hope. Jin continuou rindo da cena, mas Taehyung correu até Jungkook para ajudá-lo a carregar a comida.

 -Na próxima você não come, Jin. – ele disse, enquanto depositava as batatas na mesa.

 -Vou sim. Eu que pago uma!

 -Não interessa. Não se lembra da nova regra do grupo? Sem ajuda, sem recompensa.

 -Isso parece coisa de mãe, V. Anda passando muito tempo com o Hope para pegar a política educada do garoto?

 V não se importou, mas Hope, por algum motivo, desviou o olhar. Olhando com mais atenção, notei que um pequeno rubor apareceu nas bochechas do garoto, mas apenas por alguns segundos. Jin estava muito ocupado queimando a boca com batatas para notar, mas aquilo despertou a minha curiosidade.

 Decidi que teria uma conversa profunda no primeiro momento que estivesse a sós com Hope.

 -Então, Suga... – V me chamou, abrindo alguns pacotes de ketchup para despejar nas batatas de uma das cestas – Não quer contar em detalhes o que aconteceu ontem?

 Desviei o olhar, fingindo ter minha atenção voltada na comida, mas o foco dos três em mim me forçava a falar.

 -Não tem muito o que contar. – disse, levando uma das mãos à cesta da direita. Sempre que nos encontrávamos lá, Jin e V compravam três cestas de batatas. Uma vinha com queijo; outra era lotada de ketchup; e uma terceira permanecia sem nada além do sal. Aquela era quase sempre inteiramente minha – Fui ao baile com a garota. Dançamos. Nos divertimos. Vocês estavam lá, viram tudo. – fiz uma pequena pausa apenas para comer uma batata, quase queimando a língua – Depois disso, levei ela pra uma boate, no centro. Não sei até que hora ficamos por lá. Só lembro que levei ela pra casa depois disso e... bem... nos divertimos. Lembro de ver ela saindo de casa, não sem antes roubar o meu dinheiro na cara dura, e então capotei. Nada mais.

 -Nada mais? – Jin bateu com as mãos na mesa, algo que sempre fazia quando estava excitado com algo – Ela me disse que você não foi nada menos que excelente!

 -Jin, eu sempre sou excelente nisso. Entenda.

 -Ui. Desculpa aí. Não sabia que estava falando com o rei do sexo.

 -Não se preocupe. Qualquer dia desses eu te dou algumas aulinhas.

 Isso desencadeou algumas outras risadas, e então me lembrei de outra coisa.

 -Hoseok! – ele me olhou, curioso – Eu soube que hoje vai ter uma boate animada. Onze horas, aqui no centro. Topa?

 Ele ficou em silêncio por alguns instantes, pensativo, enquanto comia. Por fim, respondeu:

 -Melhor não. Tenho prova amanhã, e tenho que estar preparado.

 -Você não teve prova anteontem?

 Ele hesitou.

 -Tive. Mas meu professor pediu outra. Sabe como uma faculdade pode ser, né?

 -Sei...

 Mantive meu olhar, mas ele desviou sua atenção de volta à comida. Aquilo era suspeito. Primeiro, ele brigou comigo pois não o convidei para uma balada, e em seguida, nega outro convite, e com uma desculpa esfarrapada. Hope estava me escondendo algo, isso era óbvio. Mas decidi não forçar. Ao menos, não enquanto aqueles dois estivessem ali.

 -Tudo isso está muito divertido, mas eu tenho que ir. – Jin se levantou, sorrindo para todos, e pegou a cesta de batatas repleta de ketchup – Ainda estamos em uma quinta feira, e diferente de vocês, eu trabalho. Tae, depois me atualiza sobre o negócio? – ele confirmou com a cabeça – Ótimo. E Suga, vê se não leva nenhuma outra prostituta ladra pra sua casa, beleza?

 -Eu te odeio, Seokjin.

 -Eu sei.

 Com uma piscada e um sorriso, ele se retirou. Continuamos em silêncio por mais um tempo, comendo, quando V disse:

 -Bom. Tenho que passar no comércio. Minha mão pediu para comprar algumas coisas. – ele se levantou – aceitam vir comigo?

 -Não. – Hoseok também se levantou – Logo vai dar o meu horário de faculdade. Melhor ir pra casa e tomar um banho antes disso.

 -Eu posso te acompanhar, se quiser. – levantei-me também – Não tenho nada pra fazer mesmo.

 Hope me encarou com desconfiança.

 -Você não tinha aquela entrevista de emprego...?

 -Tá falando daquele emprego como atendente? – dei o meu costumeiro sorriso sapeca – A entrevista estava marcada pra ontem, cara.
 

***
 

 -Tá tudo bem com o Hope?

 V me encarou, sem me responder de primeira. Alguém bateu no meu ombro, mas não consegui reconhecer a pessoa, e ela não havia se desculpado comigo. Ninguém nunca era educado naquela cidade, e já havia anos que sabia disso. Mesmo assim, sempre me irritava quando situações como aquela aconteciam.

 -O que quer dizer?

 -Ele parece... assustado. Ou cauteloso. Como se estivesse escondendo algo. Não notou isso?

 -Não... – Seu olhar ziguezagueava por entre as lojas, enquanto ele procurava algo – Acho que você está notando coisas demais.

 -Como assim?

 -Bom... o número de brincadeiras que o Jin anda fazendo com você está aumentando cada vez mais. – ele me mandou um breve olhar antes de continuar – Talvez você esteja começando a ver segredos em pessoas que não têm por medo de que elas também vão te causar alguma brincadeira sem graça.

 A opinião dele fazia um pouco de sentido, mas aquilo não era verdade. Hope nunca dizia não à uma balada, mesmo quando tinha alguma prova no dia seguinte. Além disso, ele havia me dito que a última prova que fizera, dois dias antes, era a última do bimestre.

 -Vejo que a faculdade de psicologia lhe caiu bem, Taehyung. – ele sorriu com o comentário – Mas você está errado. Eu conheço o Hope. Sei te dizer quando ele está agindo estranho, e ele está. Ele me escondeu algo, só não sei o que. E, sinceramente, não quero saber. Tudo que quero é a certeza de que ele vai ficar bem.

 -Você poderia me dar a certeza de que você vai ficar bem, não acha?

 Hesitei com a pergunta. Ele não poderia querer dizer o que pensava que queria.

 -O que quer dizer com isso, V?

 Mas ele não precisou responder para que eu confirmasse. A minha hesitação sempre antecedia alguma mentira ou enganação minha, e não importava o quanto tentasse, nunca conseguia superar esse péssimo hábito.

 Quando Taehyung depositou sobre mim o seu olhar repreensivo, não tive coragem de olhá-lo nos olhos.

 -Você sabe o que quero dizer, Suga. Eu te vi ontem, quando você foi lá fora pra se encontrar com ele.

 Meu sangue congelou naquele mesmo instante, e senti uma pontada de apreensão passando pelo meu corpo. Eu suspeitava de que alguém havia me visto, mas esperava que fosse apenas impressão minha.

 Aparentemente, não era.

 -Eu realmente não sei o que...

 -Chega, Suga! Já deu! – ele me segurou pelo braço e me empurrou até a parede mais próxima, me pressionando contra ela – Você sabe bem do que eu estou falando. Você se encontrou com ele. – ele se aproximou mais, quase se encostando em mim, e sua fala passou a ser um simples sussurro. Isso atraiu diversos olhares repreensivos, mas naquele momento, o único olhar que realmente me intimidava era o de Taehyung – Você se encontrou com a escória do Monster mais uma vez.

 Eu não respondi, o que apenas confirmou o ato.

 -Eu não consigo acreditar, Suga! – ele se afastou, levando as mãos à cabeça, e começou a andar em círculos – Quantas vezes eu já te disse pra você parar com isso? Você nunca me escuta!

 -Você não entende, V...

 -Não, Suga, você quem não entende. Na primeira vez que você fez negócios com ele, você foi preso. Se lembra disso?

 -Eu me lembro melhor que você, V. Afinal, fui eu quem foi espancado, lembra?

 -Eu não poderia esquecer, Suga. Droga, nós somos seus amigos. Todos nós. Eu, o Hope, o Kook... até mesmo o Jin, por mais que não pareça. E você faz uma coisa dessas com a gente.

 -Você fala como se fosse o fim do mundo...

 -A notícia foi parecida! E se tivesse sido somente uma vez, eu poderia até deixar passar, mas... pelo amor, Suga. Você já passou muitas noites enjaulados, cara, e muitas outras em clínicas. Você já lutou muito contra isso, e agora resolve voltar com elas?

 -Eu não resolvi voltar, V! – as palavras dele me acertavam como facas, mas mesmo assim não pude controlar a raiva – Você não sabe como é a vida de um viciado. Merdas acontecem.

 -Mesmo? E por quê, Suga?

 -Porque...

 Mas eu me calei. Como sempre. O resto da frase morreu em minha garganta e desapareceu.

 Eu me odiava por aquilo. Queria poder conversar com ele, contar tudo. Mas não podia. Não conseguia. Tudo que pude fazer foi abaixar o olhar e me preparar para o que quer que estivesse por vir.

 -Olha, Suga... me desculpa. Eu não quero brigar com você. Não quero trazer mais merda pra sua vida. Mas para e olha o que você tá fazendo. E pensa. Você não tá só destruindo a sua vida.

 Uma punhalada no peito teria doído menos do que aquela frase.

 -Eu estou. Não tente pensar que você está comigo, porque não está, V. Ninguém nunca está.

 Mas a frase não saiu mais alta do que um sussurro, e morreu no ar antes que qualquer outra pessoa pudesse tê-la escutado.

 -O que disse?

 -Nada, V. Nada. Eu só... – levei as mãos ao rosto e inspirei forte. Não queria criar uma briga com ele. Não ali. Não de novo. Não depois do favor que ele me fez – Esquece. Me desculpa, está bem? Eu prometo que não vou fazer de novo. Foi uma recaída, nada mais. Eu juro que não vou voltar.

 Mas as palavras doeram mais do que pensei ser possível. Aquilo não foi somente uma recaída, e nem mesmo fora a primeira nas últimas semanas. Naquele momento, tudo que conseguia pensar era no pequeno saco plástico repleto de pó que havia deixado guardado em uma das caixas debaixo da minha cama – ou, ao menos, era onde eu esperava que estivessem. Pensei em como seria caso não tivesse escondido o saco de verdade, mas a possibilidade me assustou demais para que continuasse pensando.

 Por favor, V, me desculpe... mas acredite em mim, somente dessa vez. Juro que vou te recompensar se o fizer. Não vou permitir que a sua fé em mim seja em vão.

 O garoto continuou pensando por mais um tempo, sempre me encarando. Talvez ele soubesse que estava mentindo. Talvez não. Independente da verdade, me agarrei à esperança de que ele acreditaria no que estava falando e que não começaria outra briga.

 -Você promete?

 -Prometo. – Só espero que possa me perdoar por essas mentiras, Taehyung.

 -Tudo bem. Ainda estou decepcionado e bravo contigo, mas se você jura que usou somente ontem... posso acreditar em você, Suga. Mas espero que não me decepcione mais uma vez.

 Permiti que um pequeno sorriso aparecesse em meu rosto.

 -Obrigado, V. De verdade. Não vou decepcionar o meu herói outra vez, te prometo isso.

 Ele sorriu, mas parecia mais confuso do que elogiado com o comentário.

 -Herói? Puxa, eu... obrigado. Mas não sabia que era o seu herói, Suga.

 -Mas é claro que é. Quem mais acreditaria no que digo? Quem mais me ajudaria a arrumar um colega de quarto?

 Seu olhar de felicidade e confusão passou a ser totalmente de desentendimento.

 -Colega de quarto? O que quer dizer com isso?

 -Quero dizer exatamente isso, oras! V, não me venha com gracinhas, tentando provar que eu estou ficando paranoico. Isso não tem graça.

 -Mas... Suga, eu realmente não sei do que você está falando.

 -Ora, vamos. Do garoto que você mandou lá pra casa hoje de manhã, pra dividir o apartamento comigo. Aquele tal de... Park Jimin, eu acho.

 -Bem... Suga... – seu olhar passou a ser de total preocupação – Eu não conheço nenhum Park Jimin.

 Pela segunda vez seguida, meu sangue congelou. Medo e raiva começaram a me dominar, pensando em como havia acreditado naquele garoto e em como pude deixa-lo sozinho em minha casa. Antes mesmo que pudesse notar, estava correndo em direção à minha casa, esbarrando em quem quer que estivesse a minha frente.

 Me desculpe, V. Vou achar uma maneira de te recompensar por isso. É uma promessa.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...