História Mensagem Para Você - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Tinker Bell
Visualizações 376
Palavras 2.789
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Amigos?


Fanfic / Fanfiction Mensagem Para Você - Capítulo 6 - Amigos?


– E aí, garanhão? - Killian comprimentou August assim que ele se juntou a nós, quando estavamos saindo da editora - Resolveu aquela parada?

– Heim? - O desconcerto do nosso amigo era notório - Não sei do que está falando.

– Não acredito que você vai amarelar… - Revirei os olhos e encarei Tinker, que balançava a cabeça negativamente em forma de desprezo.

"Idiotas!"

– Sabe que eu fico admirado com a sua discrição? É, cara, você é tão discreto quanto um elefante colorido de rosa pink! - Booth alertou, dando um soco no ombro de Jones, que riu - E não te interessa o que eu vou fazer ou deixar de fazer.

– Achei que nós éramos parceiros, cara! Estou tentando te ajudar, fazer algo que te impulsione. Não pode guardar esse segredo. - Reclamou Kill em sussurro, recebendo um estreitar de olhos do amigo, que o fez se calar em segundos.

Foi a brecha perfeita para eu entrar no assunto.

– Falando em segredos, vocês não acham que têm algo para nos contar? - Indaguei.

Bell sorriu satisfeita e parou ao meu lado.

– Contar? - O competente administrador de empresas, mas proporcionalmente idiota, namorado de minha amiga, encarou August que estava como os olhos arregalados - Não temos nada para contar, Emma. Ficou doida?

– Quem vai ficar doida sou eu se vocês não falarem de uma vez por todas por quem o Sr. Constituição está apaixonado, e que tantos segredos guardam. - Minha loira favorita pontuou.

– Quem está apaixonado aqui? - Booth perguntou, dando uma risadinha.

Continuei séria e cruzei os braços. Meu amigo me puxou para um abraço, mas eu o empurrei antes que conseguisse me pegar. 

– Não entendo por que não podemos saber. - Reclamei.

– O que levou as duas donzelas a imaginarem tal coisa? - Kill questionava fingindo despretensão, como se fôssemos imbecis.

– Ah, por favor, não menosprezem a nossa inteligência. - Tinker bufou alto.

– Ei, fala baixo. - Jones repreendeu-a, olhando para ambos os lados da rua - Tem hora certa para tudo.

– Hora certa? - Minha amiga indagou - Agora é a hora certa para eu pegar uma tesoura e cortar esse seu cabelo ressecado, isso sim! - Dei uma risada quando o rapaz colocou a mão sobre os cabelos, preocupado com o seu xodó.

– Nem começa, Tinker Bell.

– É isso que vai acontecer se vocês não acabarem com essa coisa ridícula de segredinhos, seu palhaço. - Disse ela, franzindo o cenho.

Mais à frente no quarteirão, um carro buzinava ininterruptamente, logo sendo reconhecido por August.

– Meu padrasto. Salvo pelo gongo! Tchau!

"Salvo o caramba!", pensei. Não tem nada de salvo nessa história. Eu vou descobrir quem é essa garota e porque diabos não podemos saber. E nem era por curiosidade tão somente, mas sim por preocupação com o meu amigo. August sempre foi um cara muito inteligente, e inocente na mesma medida. Ele já tinha feito tanto por mim, que protegê-lo de pessoas de má indole era o meu dever.

– Eu vou indo também. Hoje é dia de academia. - Killian depositou um selinho rápido nos lábios de Tinker e um beijo insosso na minha bochecha, tamanha a pressa em que ele estava de livrar-se de nós.

Nem tivemos tempo de retrucar, ou de tecer qualquer tipo de comentário. Quando demos fé, estávamos sozinhas, plantadas no meio da rua, tremendo por conta do vento gélido que soprava em nossos rostos.

Para melhorar toda a situação, eu estava extremamente nervosa. Além de ter tido aquela reunião com a versão feminina do capeta tentador, devo ter checado meu celular algumas milhões de vezes até chegar na porta da minha casa, e tudo isso graças à besteira que eu fiz na hora do almoço,  quando em um péssimo momento de fragilidade, enviei uma mensagem nível fofa master para o maníaco desconhecido, que havia me deixando em um belo vácuo. Ótimo! Era só o que me faltava: ser ignorada até pelo meu admirador psicopata secreto.

Depois que dei uma severa repreendida em Bell por ela ter aprontado pelas minhas costas, chamando Regina Mills para trabalhar conosco, a platinada não parava de falar sobre como essa jornalista poderia dar um up na Nolan Publications.

– Vai entrar? - Perguntei, interrompendo-a.

– Não. Preciso de um banho.

– Tome banho aqui, oras. Sabia que meu pai instalou um chuveiro que sai luz de led?

– Ahhhh! Não é Ave Maria, mas é cheia de graça, essa criatura!

– Estou falando sério! De acordo com que a água vai saindo, e a temperatura em que está, acende algumas luzes azuis, verde, vermelha, amarela...

– Ow! Mas não, deixa para outro dia. Ainda preciso do chocolate da D. Mary e aproveito para passar a noite toda aqui.

– Ah, é. Tinha me esquecido desse seu desejo pelo chocolate quente da minha mãe. Tem certeza de que não está grávida?

– Deus me livre! Mal consigo cuidar de mim mesma! Não quero uma criança necessitada de carinho e atenção, mas nem fudendo!

– Ok! Ok! Não está mais aqui quem falou. Agora…você está aí tagarelando, tagarelando e ainda não me contou que disgrama de favor é esse que a Sra. Arrogância devia para você.

– Ah, bom…lembra aquela vez que fui participar de uma entrevista no Daily News?

– Aham! Lembro vagamente. Acho que foi na época em que eu estava internada por causa da gastroenterite, não foi?

– Exatamente. Você estava entre a vida e a morte em um leito de hospital comendo gelatina.

– Credo, mulher! - Dei um leve empurrão na loira - Vai, continua.

– Então…naquele dia o prédio e o entorno do jornal estavam abarrotados de gente pelo escândalo que corria da suposta traição da Primeira-Dama. Eu tive que ficar parada um tempo do lado de fora até que o fluxo do entra e sai na portaria diminuísse um pouco. Foi quando eu percebi que um dos letreiros luminosos não estava firme e parecia que ia cair. Dito e feito. Na hora em que uma mulher estava passando bem debaixo dele…pow! Caiu! Como eu já tinha pressentido que algum acidente aconteceria, apenas empurrei o ser humano. E adivinha? A mulher era, ninguém mais, ninguém menos, que Regina Mills.

– Uau! Quer dizer então que você salvou a vida dela?

– Bem coisa de filme, não acha?

– Com certeza! Tão fantasioso quanto. - Ri.

– Mas é verdade. Só que não parou por aí. Nessa de eu tê-la empurrado, um pendrive caiu da bolsa dela. Eu vi no chão depois que Regina tinha agradecido, se recuperado do susto e entrado no Daily. E devia ter algum arquivo muito importante gravado ali, porque quando eu fui atrás dessa mulher para devolver…amiga…ela só faltou beijar na minha boca de tão feliz que ficou. Disse que eu tinha salvado a vida dela por duas vezes e que não sabia como me agradecer. Bom…arrumei um jeito agora de ter a retribuição disso.

– Oh, criatura de Deus, por qual motivo, razão ou circunstância, a senhorita não me contou isso antes? - Indaguei, curiosa.

– Ai, amiga, sei lá. Você estava com um pé aqui e outro no além, fazendo um drama danado por causa da sua dor...O tempo foi passando e eu esqueci. Também nem era algo tão relevante assim. Só fui lembrar desse "favor" que Mills me devia quando comentamos sobre agregar um nome de peso ao staff da editora.

– Entendi… - Comentei, ainda desconfiada.

– Então…tudo esclarecido…vou-me indo.

"Sei não…como diz minha mãe…parece que tem mais caroço no meio desse angú do que se pode imaginar."

Sorri falsamente para Tinker, segurando em seus ombros e encarando aquela imensidão verde que eram os seus olhos.

– Tchau! - Suspirando, fui caminhando portão à dentro, sem ao menos olhar para trás.

Assim que fechei a porta de entrada principal e lancei os meus sapatos longe, fazendo-os cair cada um em um canto da sala, dei uma olhada no meu celular novamente. Nada! Bufei frustrada e joguei o aparelho sobre a mesa de centro. Sabe quando você manda uma mensagem para alguém e, assim que a pessoa começa a demorar na resposta, você já se arrepende fortemente? E então sente aquela dorzinha no coração, aquela vontade gigantesca de estar morta que paira sobre a sua cabeça e você procura o buraco mais próximo para enfiar sua cabeça e nunca mais tirar? Eu estava assim agora. O que deu em mim para mandar uma mensagem daquelas justo no dia que tinha decidido que voltaria a ser a babaca de sempre, eu não sei. Só sei que estou completa e perdidamente arrependida.

– Algum problema, filha? - Minha mãe perguntou, sentando-se ao meu lado no sofá, mantendo um olhar preocupado sobre mim - Parece um pouco tensa.

– Eu fiz uma merda muito grande. - Falei, sem me dar conta de que quem ouvia era a rainha das fofocas e da curiosidade.

– Que tipo de merda?

– Ah, mamãe, nada demais. É que eu tinha, digamos, brigado com uma pessoa, na verdade, nem me importo com ele e jurei que nem conversaria mais. Mas aí, mais cedo, quando eu tive um rompante de carência e sensíbilidade, mandei uma mensagem um pouco... - Fiz uma pausa dramática e engoli em seco, antes de continuar - …diferente do modo como eu costumo agir e agora essa pessoa não me responde, me deixou no vácuo.

– É impressão minha ou você está apaixonada, filha?

– Não! Não, mãe! Nada à ver! Eu, heim? Que horror! - Bufei alto - É só uma pessoa que eu conheço, quer dizer, não conheço, na verdade. É uma dessas amizades virtuais, pronto!

– E o que exatamente você disse que incomoda tanto que não tenha tido resposta? - Ela perguntou, curiosa.

– Ele fez umas brincadeiras de mal gosto e eu pedi para que não falasse mais as merdas que andava falando, e disse que estava começando a me acostumar com ele.

– Não foi tão ruim assim, mas deixou transparecer que você gosta dele. - D. Mary murmurou, dando de ombros.

– Mentira! Acostumar-se não significa "gostar".

– Emma, eu não sei todo o contexto. Estou opinando com base no que acabou de me contar, e dessa forma, está sim parecendo que gosta dele. O ruim foi não ter tido um retorno. Mas de duas, uma. Ou ele também gosta de você e está com vergonha de dizer, preferindo ignorar a sua mensagem e se calar, ou ele a está ignorando porque não tem coragem de dizer que não sente o mesmo por você.

– Pois é, D. Mary Margaret. Fiz o maior papel de trouxa e descobri da pior maneira possível que até um desconhecido me detesta!

– Calma, Emma! Ele vai mandar mensagens logo, logo. Relaxa! - Minha mãe tentava me consolar - Deve estar fazendo um doce.

– E por que inferno esse infeliz faria doce? - Indaguei.

– Não faço idéia. Agora…se é um desconhecido, por que está tão preocupada com isso? Achei que não se importava, que você nem ia mais falar com ele.

– Mudei de idéia. - Dei de ombros e minha mãe riu.

– O que foi?

– Nada!

– Acho que…vou tomar um banho e dormir para ver se esqueço o dia de merda que tive.

– Não vai nem jantar?

– Não sei. Estou sem fome. - Levantei, após dar um beijo em sua testa, seguindo para o andar superior.

É claro que a noite seria longa em demasia, como quando você quer muito que algo acabe e o tempo continua a andar como uma tartaruga manca.

Tomei meu quente e relaxante banho, vesti um pijama largo e nada sensual, seguindo para debaixo das cobertas com um dos meus livros preferidos em mãos: O Alquimista, do Paulo Coelho. Pus-me a ler os primeiros parágrafos da obra, quando senti meu celular vibrar ao meu lado. Gelei. Quase pulei de felicidade, mas é claro que não o fiz, pois a mensagem não era exatamente de quem eu queria que fosse. Na verdade, era apenas minha melhor amiga dizendo que em cinco minutos estaria em frente a minha casa para irmos rever a prima do Kill na entrada da cidade. Só aceitei porque eu sabia que se ficasse em casa alimentando aquela expectativa ia acabar pirando.

Kathryn era uma mulher extremamente bonita. Devo acrescentar que o que ela tem de bonita, tem de irritante. Só de pensar na voz aguda preenchendo meus tímpanos me dava vontade de morrer. Essa é a palavra certa: morte. Foi exatamente nisso que eu pensei quando uma loira alta, de cabelos tão lisos quanto os de uma japonesa, abriu os braços com um sorriso maravilhosamente falso e me apertou em um abraço.

– Hanna, que saudade! - Ela disse enquanto eu tentava me desvenciliar dos seus braços compridos.

– É Emma! - Falei quando consegui alcançar certa distância, demostrando o alivio por livrar-me do sufoco.

– Isso! - A intragável meneou afirmativamente com a cabeça e sorriu - Jimmy!

– Tinker. - Minha amiga platinada corrigiu, sem animação, dando dois beijinhos no rosto da outra.

– O meu nome você lembra, não é, priminha querida? - Killian perguntou, sorrindo.

Olhei para Bell, que revirava os olhos, assim como eu.

– Como esquecer esse rostinho lindo? - Questionou ela, dando um abraço apertado no meu amigo, que caiu em uma gargalhada alta.

– Eu sei. Sou inesquecível. - Ele brincou.

Kathryn o soltou dos seus braços e foi ao encontro de August que também a comprimentou com beijos. A insuportável passava a mão por todo corpo do meu amigo, que parecia estar adorando a situação.

Como eu imaginei, ela usava uma blusa decotada até quase o umbigo, um short curto e largo, e um batom tão vermelho que imaginei que tivesse roubado das coisas de Tinker. Minha amiga pareceu notar isso também.

– Bonito o seu batom. - Elogiou ela, recebendo em troca um sorriso de orelha a orelha da "priminha".

– Eu sei. Eu amo, amo, amo esse batom! - Ela falou, batendo palmas enquanto repetia a palavra "amo".

"Se arrependimento matasse, eu estaria na minha décima encarnação. Antes tivesse ficado em casa sofrendo de ansiedade, do que aqui aturando um projeto de patricinha de filme da Disney."

Kathryn estava aparentemente muito empolgada com a visita surpresa e falava sem parar em como passar alguns dias em Nova York seria, segundo ela, totalmente maravilhoso. Toda vez que ela se mexia enquanto falava, seus peitos quase saltavam da blusa, o que me incomodava um pouco. Em certo momento, vi que não era só a mim que o silicone da moça tirava a atenção, estavam todos meio que alternando o olhar entre os olhos e o decote. Decote, olhos. Olhos, decote.

"Por Deus, isso não pode ser confortável!"

– Eu vou sentir tanto a sua falta, Kiki. - Ela fez um biquinho triste enquanto Jones franzia a testa por conta do apelido detestável.

"Quantos anos essa garota tem, cinco?"

– Eu também vou sentir saudades, Kat. Uma hora no Maine não é o suficiente para colocar as fofocas em dia. - Ele sorriu e passou a mão pelos cabelos da loira.

– Eu também sentirei sua falta, priminha. - Debochado, August concordou, imitando o gesto do amigo. - Todos vamos, não é, meninas?

– Aham! Claro! - Respondemos em uníssono.

– Ai, Hanna, que fofa!

– Emma. - Corrigi.

– Isso! - A doida falou, aproximando-se de mim - E você...Tinker! - Ela completou - Tinker e Emma, duas fofas! Cuidem dos meus meninos, ok? - Nós duas assentimos, sorrindo.

– Vou vomitar. - Sussurrei para Bell, que deu uma risadinha.

Eu não sei dizer quanto tempo passou até que toda aquela conversa desagradável continuasse. O que sei dizer é que, quando finalmente chegou a carona que levaria Kathryn de volta para o inferno do qual ela tinha saído, senti vontade de acender uma vela para Nossa Senhora das Pessoas Insuportáveis. Minha amiga parecia querer o mesmo, pois quando a loira virou-se pela última vez para dar um tchauzinho que balançava todo seu corpo - principalmente seus seios - ela soltou um suspiro de alivio.

– Ah, garotas, ela não é tão ruim assim. - Killian comentou, abraçando Bell por trás.

– Na verdade ela é ótima. - Booth pontuou.

– Vocês só pensam com a cabeça de baixo, não é? - Comentei, revirando os olhos.

– E vocês são muito ciumentas, nem tentam disfarçar. - Rebateu "Kiki".

Tinker teria respondido algo totalmente sem sentido, mas August a interrompeu para dizer que iria ao "banheiro", vulgo matagal, sendo acompanhado por Jones.

Sentei no banco de trás do carro e estiquei as pernas e os braços, espreguiçando-me. Suspirei e joguei a cabeça no encosto, fechando os olhos. No meu bolso, o celular vibrou, fazendo-me pular quase no banco do motorista.

[21h32]

Número Desconhecido: oi, desculpa a demora, eu tava meio ocupado.

[21h33]

Número Desconhecido: aliás, a resposta é sim, eu prometo desde q vc me prometa 1 coisa também.

Minha mão tremia tanto enquanto eu segurava o celular, que eu não sabia se era de frio ou nervosismo. Olhei para os lados e não encontrei Bell em lugar nenhum. Respirei fundo e comecei a digitar.

[21h35]

Euzinha: O que?

[21h36]

Número Desconhecido: n leve a vida tão a sério vai ficar com rugas antes da idade

[21h38]

Euzinha: Certo.

[21h39]

Número Desconhecido: amigos?

[21h40]

Euzinha: Amigos :)

 



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