História Mente Criminosa - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Mistério, Suspense, Terror
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Palavras 2.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Comecei o capítulo como se fosse de trás pra frente, fazendo uma retrospectiva de tudo que aconteceu...Enfim espero que gostem e tals

Capítulo 7 - Eu não fui a heroína, eu fui a destruição


    Talvez eu estivesse predestinada a isso, a sofrer dessa forma, a sofrer de um modo que ninguém deveria sofrer em toda a vida. Eu ainda  não acreditava que em meus braços tinha uma das pessoas que eu mais amava, eu não acreditava que ela tinha morrido e a culpa era minha, ela estava com os olhos ainda abertos então eu pus meus dedos em cima e os fechei delicadamente enquanto minhas lágrimas escorriam de meus olhos fazendo eu me odiar por ter feito isso, por ter confiado em  mim mesma como se eu tivesse força para para-ló,como se eu pudesse ser uma super heroína. 

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ÀS onze horas da manhã acordei e fui direto fazer minhas higienes e depois tomar um belo café da manhã, comecei a arrumar meus livros quando recebi a mensagem da Savannah.

Savannah: Você disse que viria hoje me ajudar com as rosas.

EU: Meu deus e mesmo!Esqueci chego ai em meia hora.

Savannah: Vem com uma roupa bem fresquinha porque está um calor da tristeza.

Eu: Okay .

Desligo a tela do celular e coloco uma blusinha preta soltinha ,um short jeans escuro e coloco chinelos azuis claros. Corro o mais rápido que posso e ainda sim não fui tão rápido para evitar que Savannah brigasse comigo, Ela me da uma leve bronca por ter esquecido e como eu era uma péssima corredora, sim ela brigou comigo por que eu não sei correr bem. Ouvi tudo calada  e me segurando para não rir,  fomos até a estante onde estava as rosas,cada uma mais linda que a outra, mas a que mais me chamou atenção foi um ramo de flores delicadamente azuis. Antes que eu pudesse fazer algum e pergunta em relação as flores Savannah me entregou luvas de jardinagem, uma pa e disse que tínhamos que retirar as mudas e colocá-las em novos vasos. 

-Pra que isso?-Pergunto enquanto coloco as luvas de Borracha.

-Para o casamento do Sr. Blanke, a esposa dele está maluca por causa dessas tulipas, então minha mãe precisava de uma ajudinha extra aqui na floricultura.-ela diz comecando o trabalho.

-Ata!Nossa são muitas flores-Digo ja retirando algumas mudas e colocando nos vasos.

-Tô falando ela ta ficando maluca, mas é bom pros negócios da minha então. Por que reclamar?-Ela diz rindo e me fazendo rir.

Passamos muito tempo conversando e arrumando centenas de vasos até que pela glória de Deus os acabamos tudo e fomos comer, o que vou maravilhoso porque eu estava faminta. Fomos até a lanchonete do Luke uma das melhores da cidade, pedi um ex-bacon e ela pediu um cheddar completo, assim que os lanches chegaram começam os a comer.

-Como você pode!Como você ousa gostar de tomate- Digo fazendo cara é nojo para ela que estava a mastigar um tomate.

-Meu Deus!Como você ousa não gostar de tomate, ele é maravilhoso-Ela diz jogando a minha pergunta contra mim.

-Como? Simples!Eles tem uma pelinha nojenta que quando você morde se rompe causando um aspecto estranho na boca, ele também tem aquelas sementinhas horríveis além de ter esse gosto esquisito e nada saboroso.-Digo levantando uma das minhas sobrancelhas.

-So você mesmo-Ela diz rindo da minha cara e dos meus argumentos.

-Hahaha..pode rir!mas vai chegar um dia que toda a existência humana perceberá que os tomates são horríveis e amargos-Digo dramaticamente fazendo graça.

 -So você- Ela diz rindo enquanto eu começo a rir junto.

Voltamos a floricultura e então a mãe de Savannah Liz começa a falar sobre as flores até que eu pergunto sobre a azulzinha que eu tinha vista da última vez.

-Essa aqui é uma Hortensia, ela são uma das poucas flores que são naturalmente azuis, assim como os lírios.

-Ata!elas são lindas. com esse tom delicado de azul-Digo admirando as flores.

-Segundo a Cultura japonesa flores azuis significam amor, respeito, gratidão e admiração-Ela diz sorrindo enquanto caminha até o balcão.

-Eu gosto das rodas vermelhas!elas são vibrantes, chamativas e um pouco ferozes- Savannah diz indo em direção ás rosas.

-So você mesmo-Digo rindo da cara dela. 

Passei o dia inteiro com ela e quase perdi a hora do jantar, corro pra casa do mesmo jeito. Ao chegar la percebo que minha mãe está de saída então pergunto:

-Vai a onde?

-Vou me encontrar com o  Adam-Ela diz colocando um anel no dedo.

-De novo? quer dizer parece que o negócio está ficando sério-Digo levantando as sobrancelhas.

-Não exagere, estamos so nós conhecendo ainda vai demorar muito pra chegar a isso - ela diz tentando disfarçar sua alegria.

- Aham!Acredito em Você -digo ironicamente.

-Okay!Chego ás dez- ela diz indo até a caragem é pegando o carro.

-Tchau mãe!Te amo!-Digo me despedindo.

-tchau minha filha!Também te amo muito-Ela diz saindo com o carro em uma velocidade tanto quanto contida.

Volto para a sala e coloco a tv no canal Sony, está passando Once Upon A Time, começo a prestar atenção até que meia hora depois o alarme da cozinha toca, levo um susto e então o telefone toca, atento e então dizem:

-Aqui é ta empresa do alarme de segurança, recebemos um alerta de que sua porta foi aberta violentamente!-Uma voz diferente diz.

-Sim!O que aconteceu?-Pergunto ainda assustada.

-Precisamos da sua senha para reiniciar o sistema- A pessoa fala.

-Você..Você tentou arombar a minha porta!Eu não vou te dar a senha.-Digo assustada correndo para trancar a porta da cozinha.

-É você tem razão!Mas será que eu ja entrei?- Assim que ele diz isso escuto um barulho na janela e então corro para a sala novamente e tranco a mesma.

-É!menina esperta!agora so mais uma pergunta!você me trancou fora ou dentro da sua casa?- Ele diz me fazendo arrebiar por inteira.

Deixei o telefone cair, abri a porta da frente e corri o mais rápido que pudi, sem olhar pra onde estava indo, aquele homem aquela coisa tinha total controle sobre mim, eu estava descabelada,trêmula e totalmente apavorada simplesmente por uma ligação.

Corri o máximo que pude até bater em alguém, olho para cima com os olhos apavorados, as maos trêmulas e o corpo fraco, era Dylan que assim que me viu soltou uma piadinha assim:

-Se perdeu da mamãe?.

Não o respondi, estava muito assustada e apavorada com  um misto de raiva e pavor por causa do acontecimento, não estava bem para responde-lo a altura. Assim que olhei no fundo de seus olhos ele viu que não estava brincando, colocou seu braço sobre meu ombro e me guiou para cafeteria, então so ai me perguntou delicadamente:

-O que aconteceu?

-Tinha alguém....Tinha alguém tentando invadir minha casa- Digo gagueçando.

-Como assim? você viu eles entraram?Quer que eu va la com você?-Ele fala eufórico.

-Não!Eu não quero voltar!Por favor não me faz voltar não!-Digo pegando involuntariamente nas mãos dele.

- tudo bem!Eu espero aqui com você-Ele diz olhando para nossas mãos que estão juntas.

Ele compra um café pra mim e me da sua  jaqueta, o que me faz pensar no porque desse menino estar me ajudando, será que ele é algum tipo de anjos protetor ou coisa assim?. Evito pensar em algo porque toda vez que tendo e sobre aquele maltido homem que me vem a cabeça, pego meu celular e vejo que tem mensagens da savannah, ignoro.

-Obrigada!de verdade-Digo olhando para Dylan.

-Não precisa agradecer!Basta ficar me cobrindo no café até ás oito e tudo certo- ele diz me fazendo rir e rindo também .

-Mas tudo bem! Não tem problema- Ele diz me olhando profundamente e fazendo com que eu Veja a profundidade que a em seus olhos por conta das horas não dormidas.

-Se precisar de algo eu também posso de ajuda-Falo olhando para ele do mesmo jeito.

Ele não diz nada so esboça um leve sorriso que me tranquiliza e me faz pensar que so talvez, indo contra qualquer lei do universo Dylan não fosse tão badboy quanto eu pensei. Meus desvaneios são interrompidos pelo toque do meu celular, e savannah novamente então resolvi atenter.

-Alo!Já ta com saudade de mim?-Pergunto fazendo gracinha 

-Olá Hayle-Aquela mesma voz diz me fazendo tremer!

-O que você ta fazendo?-Pergunto totalmente desperada e apavorada. 

ao perceber a alteração na minha voz Dylan pergunta quem é, mas eu não respondo, simplesmente continuo perplexa ao telefone.

-Você achou que correr ia fazer você se sentir segura?-Ele diz de maneira ameaçadora. 

-Não machuca ela!Eu to implorando!-Digo gritando no telefone.

-Você tem uma chance de salva-lá-Ele diz colocando o telefone no viva voz- Ela vai lhe diz o que ela consegue ver.

-Hayle!E... o que está acontecendo?-Ela diz chorando-Porque ele ta fazendo isso comigo?? me ajuda Hayle.

-Digo o que você vê!se não eu farei questão que não veja mais nada.-Ele diz me aterrorizado e fazendo com que Savannah solte um grito de medo.

-Eu vejo árvores, plantas e eu vejo terra..Nos estamos na-Ele tira do viva voz antes que eu possa ouvir o resto.

-Como assim??onde vocês estão? não a machuque!-Digo implorando enquanto as lágrimas escorrem dos meus olhos

-Você tem uma meia hora Hayle!Tic tac-Ele diz desligando o telefone .

eu não iria deixar ele machucar ela, não poderia deixar isso acontecer, não com ela, não com a minha melhor amiga. Antes que eu me mova Dylan me para e diz:

-Você não sai daqui enquanto não me explicar.

-Eu preciso ele ta com a savannah!-Grito.

-Quem é ele?-Ele pergunta-Você tá me assustando.

-Você tem que confiar em mim!Eu explico depois!Eu preciso do seu carro-digo correndo até o estacionamento.

-Okay-Ele diz me seguindo.

Nós corremos até o carro, mandei Dylan colocar o pe no acelerador e não parar a não ser que fosse um caso de morte, procurei no Google lugares onde ela poderia estar então encontrei uma enorme estufa, onde tinham vários setores que foi abandonado a muito tempo, mandei Dylan ir pra la e no caminho expliquei toda aquela história maluca e cheia de psicopatia

Enquanto ele falava de como isso não fazia sentindo e como seria mais lógico chamar a polícia, fiquei ali pensando.Ela não poderia morrer!Não poderia deixar isso acontecer,não com ela, não com a pessoa que sempre me protegeu, eu tinha que protege-la agora.Não tirava o olho do relógio, assim que chegamos na entrada vi que aquele era o lugar perfeito era afastado, silencios e deserto, era muito ingrimi e tinha muito mato então descemos do carro e entramos no Mato, olhei o relógio mais uma vez e faltavam Dez minuto. 

Corri o mais rápido que pude então quando chegue tive uma surpressa, não tinha uma estufa so, eram três estufas diferentes cada uma em uma direção oposta. Falei pro Dylan olhar em uma enquanto eu olhava a outra, vasculhei a primeira em que eu entrei toda e entao eu encontrei uma faca enorme suja de sangue o que me fez pensar no pior até que o telefone tocou de novo.

-Você está demorando!Faltam quatro minutos-Ele diz de um  jeito apavorante.

-Eu sei a onde você está!isso acaba aqui-Digo pegando o facão e correndo em direção direção outra estufa.

Corro o mais rápido que posso, vejo que ele ainda está na linha, então ele diz:

-Diga adeus Savannah.

-Não!-Grito enquanto corro.

-Eu vou ser misericordioso e deixar você falar suas últimas palavras- Ele diz colocando no viva voz.

-Eu vejo as flores azuis e vermelhas!Aquelas que nos amamos!diga à minha mãe que eu a amo e que me perdoe-Ela diz.

-Não...não por favor!-Digo sentindo as lágrimas descerem

-Seu tempo acabou!-Ele diz-Corra melhor da próxima vez.

-NÃO...NÃO -grito enquanto corro mais desesperadamente do que nunca.

Desmorono ao ouvir o som da faca entrando e rasgando a carne de Savannah, ele a matou e eu estava ali!A poucos metros de distância, e mesmo assim não fui o suficiente para salvá-la. Quando chego na porta daquela maltida estufa, a abro na esperança que não fosse nada grave e que eu pudesse salva-la,mas ela estava coberta de sangue, ainda viva coloquei a jaqueta do Dylan pra tentar estancar mas não funcionou. Ela so disse:

-Diz pra minha mãe que eu amo ela e eu amo você Hayle!-Ela diz pausadamente.

-Eu também te amo Savannah!me perdoa por não ter conseguido te salvar-Digo chorando enquanto tento estancar aquele maldito sangue que não para de escorrer

Ela faz um sinal de possitivo e então, o último suspiro sai e ela se vai, dou um grito quando percebo tal coisa eu estava em prantos, Dylan chegou e tentou me afastar do corpo dela, mas eu não queria deixa-la não assim, ele ligou pra Polícia enquanto eu chorava e pensava que talvez eu pudesse ter salvo  vida dela,mas eu não podia.Não era a heroína que ela necessitava, eu fui a destruição dela.Fechei seus olhos delicadamente enquanto chorava e pedia perdão, assim que os policias chegaram me afastaram do corpo ou pelo menos tentaram, eu gritava,berrava e fazia de tudo para não deixa-la, so deixei ela ir quanto a ambulância chegou, A mãe da Savannah chegou no local aos prantos e me abraçou.Ficamos ali chorando e nós abraçando, a culpa era minha, e eu estava querendo consolar ela.Eu estava enconsolavel imagina uma mãe que perde uma filha por causa de um assasino, que nem ao menos tem motivo pra tamanha crueldade. 

Dylan me levou de volta pra casa, quando chegamos la ele desceu do carro abriu a porta pra mim e me abraçou!Não disse nada, mas aquele gesto me fez desmoronar, eu recomecei a chorar e a falar o quanto era  minha culpa, até que ele me segurou pelos ombros me olhou nos olhos e disse:

-Você tentou salva-lá!E você a amava.A culpa não foi sua e sim daquele maníaco!nós vamos acha-lo e fazer com que ele pague.-Ele diz enxugando minhas lágrimas delicadamente.

não falo nada so o abraço de novo, depois dou tchau entro. Minha mãe está em casa e me olha com aquele olhar cheio de lágrimas e tristeza nós duas sentamos no chão e passamos a noite chorando.


Notas Finais


Espero que gostem e Tchau tchau😘Beijão ....Desculpe qualquer erro ortográfico.


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