História Mente: Sua melhor Arma - Capítulo 7


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ficção, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Como prometido o cap de hj vai ser mais legalzinho.
boa leitura, desculpa pelos erros ortográficos e até lá em baixo.

Capítulo 7 - Uma missão


Saí da sala sem saber o que pensar, fui para meu quarto ver o que eu deveria levar, abri meu guarda-roupas, minha sapateira, tudo, fiz uma lista (amo listar coisas, qualquer coisa) que envolvia todos os meus livros, todas as minhas roupas, meus calçados, meus ursos, minhas bonecas (eu as daria para Iza), meus itens de beleza e tudo mais que eu poderia levar, tudo que fosse meu eu levaria, não ficaria um quadro sequer com foto minha, deixaria no máximo um foto com meu irmão e com meu padrasto, para eles nunca se esquecerem de mim.
  Continuei a lista, colocando várias outras coisas muito inúteis, mas eram minhas. Estava bem concentrada, quando lembrei que ainda teria um mês para treinar duas pessoas: Laura e Phamela. Comecei a me organizar mentalmente para saber como avançar os treinos sem que Flávia percebesse, eu sinceramente não precisava estudar, bastava dar uma lida nos livros e pronto, sabe, pessoas superdotadas são assim.

  Liguei para Phamela e perguntei se ela viria no dia seguinte, ela afirmou e eu disse que ela não precisaria de livros para a aula de amanhã, pois iriamos treinar.

 

  Agora minha preocupação era saber onde eu estudaria.
  Liguei para meu pai e ele me disse que perto da casa dele tinham duas escolas de ensino fundamental: C.E.F. 04 e Centrinho. Pesquisei pelas duas escolas. A tal C.E.F. 04 era a escola da minha premonição, então eu teria de estudar naquele lugar, quem sabe seria lá que eu conheceria as três pessoas que faltavam para minha premonição se realizar.

....

 ----------DIA SEGUINTE---------

 

  _ Phamela, faz um esforço, você vai conseguir!!! – tentei fazer com que minha professora bloqueasse a mente dela sem minha ajuda

   _ Eu não consigo! – falou fazendo careta
  Pisquei para Laura, ela sabia o que devia fazer.

  Com um beicinho, uma carinha de anjo e um pouco de enrolação Laura conseguiu convencer Phamela de tentar até conseguir bloquear a própria mente. Menina esperta essa Laura.

  Tendo feito Pham treinar até se cansar era a vez de Laura. Ela só tinha que aprender a ficar calada e não fazer ninguém se matar, porque a menina só pensa em morte, ela é um death nothe ambulante. Sai matando todo mundo, e por pura coincidência ela precisa só de quarenta segundos para convencer a pessoa.

  Conversar com a Laura requer além de uma mente muito vazia, um bloqueador, se eu não estivesse com o bloqueador físico não sei se teria conseguido sair viva do treino, em vinte minutos eu quase surtei e me matei umas cinquenta vezes, mas sempre Pham calava a boca da Laura antes do pior acontecer, essa guria é fogo, já gostei dela.

 

....

  Assassinas fora do lar, quatro horas da tarde, morta fome, cansada tanto fisicamente (quase se suicidar cansa, viu?!) quanto mentalmente. LASCADA DE SONO!

  Nem comi e fui dormir. Sim, fiquei 24 horas sem comer, já sou até acostumada, quando não tem ninguém em casa e a Lorena não me liga me obrigando a comer eu fico o dia inteiro sem me alimentar. Mas não se preocupe, taí uma vantagem de ter mente desenvolvida, pra eu morrer fisicamente, antes eu tenho de falecer minha mente, ou seja, mesmo que eu cometesse suicídio eu não morreria, e o único jeito de morrer mentalmente é ficar sem usar os dons por um mês aproximadamente.

  Voltando ao assunto, quando acordei eram meia noite e meia, e a Flávia me chamou para conversar, não sabia qual era o assunto, mas só de saber que eu teria de falar com ela eu já me estremecia.


  _ Seu pai telefonou – avisou Flávia quando eu entrei na sala de reuniões
  _ Que ele queria? – bocejei – era algo sobre minha mudança?
  _ Sim, ele conseguiu uma vaga matutina pra você naquela escola lá.
  _ Só isso? – fingi desinteresse, mas por dentro tava pulando
  _ Sobre sua mudança sim, mas tem outra coisa – agora ela ficou séria – meus guardas me avisaram que não te viram pegar no caderno nenhuma vez, só viram você conversar com a professora e  com a irmã dela, por algum acaso, você está treinando elas?
  _ Não, é que hoje a aula foi só oral mesmo – menti, ela tentou invadir minha mente, mas eu a bloqueei antes que isso ocorresse
  _ Ok, dispensada, pode ir dormir, mas coma algo antes – afirmei e saí

 

  Ela acreditou no que eu disse, eu não creio nisso, calma, Brasil!

  Antes de me dirigir ao meu quarto para dormir novamente dei de cara com meu padrasto, ele me entregou uma maçã e disse que tinha uma missão para mim no dia seguinte.

....
  _É para matar, mas do seu jeitinho, como você preferir, tiros, suicídio, afogamento, ou o seu favorito: queimado. – falou meu padrasto com um sorrisinho de psicopata no rosto
  _ Mas o Senhor nunca pede para eu matar alguém que não faça parte da sua missão policial, o que houve? Eu posso saber?
  _ Bom, picados da história você pode. – respondeu fingindo pensar
  _ Então... Conte-me esses picados. – falei gesticulando, amo gesticular, dá mais drama pra vida, e eu amo dramas, e também vidas, mas vidas dramáticas eu amo mais.
  _ Bom, esse cara, o Robson, era um amigo meu da polícia, muito gente-boa. Até que, um dia ele e sua mãe se conheceram, e sabe sua irmã que vai nascer? Ele quem ajudou sua mãe a fazer. Eu estou com ciúmes? Sim, mas também estou com a razão e tenho um bom motivo para querer a morte dele. – falou com calma, eu nem acreditava que meu padrasto conseguia ser sanguinário
  _ POR ISSO? SÓ POR ISSO? – falei com voz alterada
  _ E você ainda diz só? Ele engravidou sua mãe, e era meu melhor amigo, desde o preparatório para a polícia agente se conhece, e olha que eu trabalho faz 20 anos. Você vai fazer isso ou não? Vai matar ele por mim? Ou terei eu mesmo de fazer isso?
  _ Eu mato, ok, mas ainda não concordo com tal missão, só vou fazer isso porque estou com saudade de tocar uma pele gelada, sabe, cinco dias sem matar ninguém.
  _ Essa é minha garota, merece até uma metralhadora ponto nove! – eu preferia um abraço, mas ok, eu também gosto de armas.

  Agora eu teria de me preparar pra matar um sujeitinho que foi só mais um dos amantes de minha mãe, se o Adalto for matar todos os caras que ficaram com minha mãe depois dele ter se casado com ela já não existira metade da população mundial de homens. Na única vez que consegui entrar na mente da minha mãe rastreei o nome de pelo menos trinta ex-amantes dela. Fazer o que se minha mãe é biscate.

 


Notas Finais


Boooommm é isso, até um próximo cap, obrigada pela leitura.
Bjs queridos Humanos!


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