História Mentions - Cellbit (Rafael Lange) - Capítulo 10


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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Aruan Felix, Christian Figueiredo, Felipe Z. "Felps", Flavia Pavanelli, Flavia Sayuri, Gustavo Stockler (Nomegusta), Júlio Cocielo, Kéfera Buchmann, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Lucas Lira (Invento na Hora), Mariana "Satty" Ferreira (Pense Geek), Rafael "CellBit" Lange
Personagens Alan Ferreira, Aruan Felix, Christian Figueiredo, Felps, Flavia Pavanelli, Flavia Sayuri, Gustavo Stockler, Júlio Cocielo, Kéfera Buchmann, Lucas "LubaTV", Lucas Lira, Lucas Olioti, Mariana "Satty" Ferreira, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit, Felipe, Felps, Luba, Lubatv, Mariana Satty, Rafael Lange, Rafael Lange (cellbit), Rezende, Satty, Youtube, Youtubers
Exibições 184
Palavras 1.190
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiii coisas lindas!!!
Muito obrigada pelas visualizações, que são bem maiores que os comentários feat favoritos, mas só de saber que tem gente acompanhando eu fico muito contente! Me contem o que acharam, pf, eu gosto taaaanto de saber! MESMO!
Boa leitura gente linda! *-*

Capítulo 10 - IX


Fanfic / Fanfiction Mentions - Cellbit (Rafael Lange) - Capítulo 10 - IX

POV’S CELLBIT

                Eu não era disso, não mesmo, talvez seja por isso que parecia um caos tudo que eu tinha feito.

Tentei marcar com a Lola o tal jantar mas ela sempre inventava uma desculpa, senti que era por conta da situação chata com a Nah, por isso tinha que encontrar uma forma de agir, afinal era minha última noite aqui.

Cá estava eu, colocando no micro-ondas uma comida congelada que parecia gostosa do mercado. Algo como ‘escondidinho’ ou algo do tipo. Não queria que soasse como um jantar romântico ou algum afim, então tentei evitar ao máximo flores e essas coisas. Uma toalha, duas velas pequenas que me deixavam bem tímido só de pensar tê-las colocado, uma comida congelada, Playstation 2 pré instalado e um brigadeiro de panela que eu tinha pesquisado na internet, parecia bom, eu mesmo tinha feito esse na verdade.

Enquanto eu pensava e repensava se colocava uma música, a porta se abriu. Lola entrou com seus fones de ouvido cantando algo e uma sacola amarela nos braços, me olhou e fez uma expressão desconfiada.

“Ei, tá fazendo o que em pé assim?” – perguntou.

“Assim como?”

“Sei lá, tá de um jeito desconfortável” – ela falou, me analisando da porta, semicerrando os olhos. Fechou a porta atrás de si e se aproximou mais um pouco. – “Velas? Mesa arrumada?” – falou baixo, meio que assimilando.

“Err...” – tossi – “É que tá tendo muitos picos de luz, sabe, aí resolvi deixar as velas caso precise, tenho medo de escuro...” – sabia que eu não conseguiria lidar com aquelas velas. Era romântico demais pra mim – “Hã, você jantou?” – perguntei como quem não quer nada.

“Eu comi uma coisa com o Felps e a Gabs sim, mas sabe que eu não recuso comida, né...” – ela falou, ainda observando as coisas e me deixando sem graça.

“Eu comprei uma coisa congelada que parecia gostosa” – falei, rindo. Até pensei em inventar que fui eu que fiz, mas na hora acabei sendo honesto.

“Me surpreenda com sua escolha, Cellbitos” – ela falou, se sentando na cadeira com pose de gastrônoma. Ri e trouxe a comida que apitava no micro-ondas.

Bon appetit” – falei, com um sotaque francês, fazendo ela dar um sorriso lindo enquanto pegava um pedaço e em seguida colocava para mim também. – “Ah, já ia esquecendo, trouxe sua bebida favorita” – falei e me levantei pra pegar uma Budweiser. Ela pareceu surpresa.

“O que está acontecendo com você, Rafael? Vai me embebedar pra me matar depois?” – arqueou uma sobrancelha enquanto me olhava encher seu copo. Dei uma risada.

“Não seja tola. Isso seria fácil demais. Antes irei tortura-la de forma cruel e despretensiosa.” – falei baixo ela riu e me espetou com o garfo.

“Cadê o Alan?” – perguntou.

“Hã, deve estar com a Maethe...” – falei, fingindo que nem tinha sido eu que o tinha expulsado – “O Felps ficou com a Gabs, certo?” – quis ter certeza.

“Na verdade eles me expulsaram de lá com toda aquela agarração” – ela riu e eu também. –“Bem, é gostoso, afinal” –falou e eu concordei com a cabeça.

“Eu trouxe uns jogos de ps2, pensei que a gente poderia...” – comecei a falar.

“SIM! Nossa, eu AMO ps2. Você é demais!” – ela me interrompeu com empolgação, dando mais umas garfadas na comida em seguida.

Terminamos de comer e a conversa estava bem divertida. Juntamos os pratos e deixamos eles na geladeira pra não precisar lavar, ela saiu correndo em direção ao sofá e se jogou no mesmo, pegando o console secundário.

“Tá brincando que nem vou precisar lutar pelo meu console?” – perguntei surpreso.

“Na verdade eu sempre preferi o segundo, não sei porquê...” – ela falou enquanto olhava os jogos que eu havia trazido. – “A gente podia aproveitar pra gravar um vídeo, né?”

Concordei e peguei a câmera, posicionando-a no rack, não ficaria com uma boa filmagem ou um bom áudio, já que nem era pra ser um vídeo para o canal e sim para nos divertirmos, mas como tinha como juntar os dois aproveitaríamos, caso ficasse ruim era só não colocar no ar.

Começamos jogando Mario Word, depois jogamos Soulcalibul, Mortal Kombat – o qual levei uma surra, inclusive – e finalizamos com Need For Speed onde virei o jogo pra mim, isso tudo com algumas boas pausas para ir na cozinha correndo pegar uma colher de brigadeiro, que tive que comer antes pra ela aceitar provar, já que, segundo ela, poderia estar envenenado ou com pedaços de merda dentro. Era a tarde mais divertida que eu passava em muito, muito tempo. A hora voou e logo a campainha tocou, deduzimos que eram nossos colegas de quarto, porém achei estranho o fato deles não terem entrados sozinhos.

Abri a porta e dei de cara com a Nah Cardoso, estava muito bonita e perfumada, abriu um sorriso largo ao me ver abrindo a porta.

“Aí está você!” – ela falou – “Como não me mandou nenhuma data, resolvi vir de surpresa mesmo pra você ser obrigado a vir” – ela deu uma risadinha me deixando sem graça.

“Anh, é que agora eu...” – comecei a tentar me justificar. Tinha acabado de jogar com a Lola, mas mesmo assim estávamos conversando despretensiosamente sobre jogos e nos divertindo. Era até sem lógica larga-la assim, do nada.

“Ah, Rafa, por favor! Amanhã você vai embora, eu só quero umas horinhas com você.” – ela falou, com a expressão pidona.

“Anh, claro...” – falei, completamente desnorteado com a situação, mas sem querer parecer grosseiro. Eu realmente não sabia como agir nisso – “Onde vamos?” – perguntei. Eu sei que a Nah era muito bonita e interessante, mas estava sendo bem desconfortável essa situação.

“Ah, vamos dar uma volta no Ibirapuera! Não sei...” – ela falou, cumprimentando a Lola de longe com a cabeça, que estava se retirando da sala com uma colher de brigadeiro na boca, desviando o olhar.

“Ok, eu vou só pegar minha carteira e celular, só um minuto” – falei e fui atrás da Lola que tinha entrado no quarto, ela estava posicionando o fone no ouvido e mexia no celular enquanto sentava na cama. – “Lola?” – perguntei e ela me olhou como quem diz um ‘?’ – “Vai ficar chateada se eu for? Ela tá pedindo ajuda com o canal tem um tempo, não tenho nem como sair dessa...” – comecei a falar e ela me interrompeu.

“Por quê ficaria? Na verdade é até bom, eu tenho um encontro com o Pc. Pelo menos você não fica sozinho enquanto eu saio.” – ela falou e eu a observei, surpreso, em seguida concordando com a cabeça.

“Pc Siqueira? Certo.” – falei e fui pegando minhas coisas na cômoda e saindo do quarto, - “Aproveite bastante sua noite.” – soltei e olhei pra ela novamente, que mexia no celular com os dois fones agora no ouvido, sem me dar importância. Bati a porta do quarto antes de sair.

Ela tinha um encontro bem na minha última noite aqui? Com o Pc Siqueira? Senti uma raiva me invadir de imediato.

A Nah estava sentada no sofá mexendo no celular, abaixou o mesmo e me olhou com um sorriso.

“Preparado para se divertir horrores, Rafael Lange?”

“Sim. Vamos.” – respondi, sorrindo da forma mais gentil que minha cara permitiu, afinal, ela estava fechada desde que Lola havia dito que sairia.


Notas Finais


OOOO vai embora não!!! deixa seu comentário com o que achou aí embaixo, vaaaaaai! CUSTA NADA!!
:*


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