História Mentiras do amor - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Visualizações 134
Palavras 3.063
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Lírica, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente!
Voltei com o capitulo
Eu só não postei antes porque eu fiz a merda de não salvar o capitulo depois que eu escrevi
Chorei por um dia.... Não minto😢😢
Mas eu fiz um capitulo maior que o que eu perdi
E melhor que oque eu perdi
To ate orgulhosa

Mas chega de papo
Vamos ao capítulo

Boa leitura📖

Capítulo 3 - Foda-se! To fudida


Rapidamente empurrei as calças dele para baixo junto com a boxer preta, e gemi involuntariamente. Ele era grande o grosso, eu me dei mesmo bem. Passei minha língua por seu pênis semi-ereto, me deliciando com a cena dele endurecendo aos poucos com meu toque. Lambi a cabecinha apreciando o gosto salgado, embora muitas mulheres tenham nojo de chupar um pau, e não gostem de o fazer, eu adoro fazer isso, sentir alguém se desfazer sobre seus toques me faz sentir tão poderosa

Grande, grosso e perfeito, um pau de respeito que merecia ser chupado. Rindo com meus pensamentos chupei seu pau com vontade, ouvindo um som estrangulado vindo por parte dele. Olhei para cima e o cara me encarava com a boca aberta, e os olhos semicerrados. Sorri massageando oque não cabia em minha boca, tudo sem deixar de encara-lo, o observei jogar a cabeça para trás gemendo descontrolado. Aquele gemido foi direto para minha boceta, me fazendo sentir o lugar latejar, e minha calcinha se encharcar mais ainda

Suguei seu pau por mais algum tempo, sentindo seu pré-gozo escorrer pela cabecinha. Aproveitei e suguei com mais vontade e força, recebendo um gemido alto por parte dele

   -Shiuu baby! Não queremos ser pegos... –ele piscou algumas vezes, e por fim assentiu

Sorri sacana, depositando um beijo em seu pau. Enviei minha mão entre meus seios, tirando uma camisinha de emergência de lá. Alya me ensinou a ter sempre uma camisinha para caso esses momentos fossem acontecer, essa mulher é uma pervertida esperta. Ele me encarou surpreso, sorri logo rasgando o pacote com os dentes, deslizando o preservativo calmamente por seu pau maravilhoso

Quando ele já estava coberto, dei um beijinho na base de seu pênis. Me levantei calmamente, erguendo minha saia até a cintura, afastando minha calcinha, o encarando por cima do ombro

   -Me fode...

Ele engasgou, olhando fixamente para a minha bunda, mordi meu lábio quando ele a agarrou forte, e desferiu um tapa sobre minhas nádegas

   -Karalho... –gemeu ele quando empinei minha bunda em sua direção. Sua mão deslizou entre minhas pernas, quase fraquejei quando ele empurrou dois de seus dedos para dentro de mim

   -Isso... –engasguei pendendo a cabeça para o lado

   -Você esta molhada? –sua voz saiu rouca, próximo ao meu ouvido, ne fazendo ficar ainda mais encharcada, e meu clitóris pulsar por atenção

   -Chupar seu pau me deixou pingando... –ele grunhiu. O céus! Ele quer que eu fique ainda mais molhada?. Em um movimento ligeiro, ele agarrou minha calcinha, deu um puxão fazendo o tecido se arrebentar. Jesus! Que quente

   -Foda-se, vou arregaçar sua boceta –rosnou se encostando mais em mim. Logo senti a cabeça de seu pau afastar meus lábios maiores e adentar lentamente em minha entrada

   -Oh... –suspiramos em uníssono enquanto ele adentrava em mim, ate estar completamente dentro, e eu completamente preenchida, sendo arregaçada por aquele pau grosso

   -Porra você é apertada

   -Me arregaça como prometeu –gemi empinando a bunda. Ele agarrou meus quadris com violência, metendo dentro de mim

Mordi o lábio para não gritar entre cada estocada que ele dava, me preenchendo, e saindo logo em seguida

Ambos gemiamos com suas metidas, minha boceta perecia um rio babando em seu pau, e o som dele entrando e saindo de mim me levava a loucura. Eu já podia sentir o cheiro de sexo que se impregnava no lugar aos poucos

Quase chegando ao ne clímax, querendo chegar ao fim, levei minha mão por entre minha pernas, estimulando meu clitóris. Ele deve ter notado, pois suas investidas ficaram mais urgentes, e seus gemidos cada vez mais altos. Ele empurrava seu pau rápido e forte, grunhindo em meu ouvido. Logo senti minha vagina se contrair sobre deu membro, o apertando

   -Porra... –ele grunhiu empurrando seu pau com certa dificuldade para dentro de mim de novo, já que eu estava mais apertada por conta do futuro orgasmo

Não demorou muito para eu conseguir sentir seu pau ficando mais duro e mais grosso dentro de mim, e quando ele empurrou com forca, atingindo meu ponto G, eu vim com força, sendo logo acompanhada por ele

Senti sua cabeça se descansar sobre minhas coras, enquanto ele arfava. Não minto que estava do mesmo jeito, ainda extasiada, e minhas pernas estavam bambas, e eu sentia que em pouco tempo elas falhariam comigo

Quando me senti mais segura e calma, empinei minha bunda na intenção de empurra-lo para longe. Ele se afastou, e seu pau deslizou para fora de mim, oque foi uma lastima

Abaixei minha saia, e peguei um pouco de papel higiênico para me limpar. Me virei logo depois para enfrenta-lo, ele tirou o preservativo, deu um nó e jogou no lixo, vestiu sua boxer e suas calças de volta. Sorri me aproximando e tocando em seu peito

   -Você foi incrível... Muito obrigada

   -Hum... A senhorita também –fiquei por longos instantes encarando seus velos olhos cor de esmeraldas, ate que me lembrei de Plagg, oque me fez acordar de imediato ao lembrar que o deixei sozinho, e que agora ele poderia estar preocupado com minha demora. E eu precisava sair antes que ele viesse atrás de mim

O soltei com um ultimo suspiro e sai. Voltei para o meu assento, parando quando vi a aeromoça quase enfiando os peitos na cara de Plagg. É, não sei porque achei que ele estaria preocupado ou que viria atrás de mim, ele parecia bem ocupado prestando atenção nos peitos daquela mulher

Fui ate eles, e parei atrás dela. Cruzei os braços e bati o pé para chamar a atenção deles. Ambos voltaram sua atenção para mim, a aeromoça parecia assustada, já Plagg sorria com divertimento

   -Oi amor, você demorou –disse Plagg com um divertimento só dele. Arquei a sobrancelha, observando a aeromoça de cima a baixo. Ela era ruiva leitura e gostosona, mas Plagg não parecia tão interessado nela assim

   -Vejo que teve companhia enquanto eu estava fora

   -Uhn... Senhora... –ela alternava o olhar entre Plagg e eu, aparentemente sem saber oque fazer

   -Gloria só estava sendo atenciosa perguntando se eu não precisava de nada

   -E você precisa? –ele riu

   -Não no momento

   -OK –ela correu para longe e ri, sentando em meu assento, sendo seguida por Plagg que ria de forma escandalosa junto a mim

   -Não a achou atraente? –indaguei

   -Ela era muito gostosa, mas não quero transar com alguém em um banheiro de avião. Obrigada

   -Porque não? É uma experiência muito divertida e excitante

   -Divertida?... Excitante?... –ele arqueou a sobrancelha, me dando uma boa olhada. Com certeza eu estava muito descabelada, com o batom borrado, e com cara de quem foi bem fodidia. Oque eu fui na verdade –oque você fez Cheng?

   -Ah meu caro amigo inocente. Muitas coisas, todas envolvendo sexo, um gostosão, e um banheiro de avião, você sabe, coisas proibidas para menores de 18 –falei piscando para ele

   -No banheiro? Em um avião? Sério Cheng? Com quem? Como foi?

   -Não faço ideia! Mas ele era gostoso e sabia dos movimentos –sorri maliciosamente

   -Movimentos?

   -É! Movimentos para fazer uma mulher feliz, e ajudar ela a gozar da forma certa –pisquei e ele gargalhou

   -Você é uma pervertida! –acusa acusa impressionado

   -Nunca neguei isso -dei de ombros

   -Só não espero que seja um conhecido

   -Duvido muito. Estamos em um avião indo para Paris, duvido que eu veja esse cara novamente

Oque devo admitir seria uma pena, pois adoraria ve-lo, e foder com ele de novo

(...)

O táxi parou em frente a uma casa enorme. Sério, aquilo era enorme, definitivamente não era uma casa mas sim uma mansão. Uma mansão no estudo bem clássico com varias janelas de dois andares, a tipica casa dos sonhos americanos, só não tinha a cerquinha branca ao redor do lugar, que era substituida por paredes enormes, que se assemelhavam a muralhas, e um portão com um segurança observando quem entrava e quem saía

   -Você cresceu aqui?

   -Sim –ele disse enquanto tirava as malas do carro e se encaminhava para a entrada da casa –pronta?

Esfreguei minha mão onde estava o anel que foi da minha mãe, pedindo que aquilo fosse mais fácil do que eu esperava

   -Pronta demais, para uma mulher que está sem calcinha –Plagg gargalhou

Ele achou simplesmente hilário que o cara com quem transei no banheiro do avião tinha rasgado minha calcinha. Devo admitir que eu também achei no final, imaginando que ele havia saído do banheiro depois com ela. Pelo menos ele tinha uma lembrança minha, já eu, apenas a lembrança do melhor sexo que já tive na vida

   -Vamos entrar logo –assim que minha frase foi finalizada a porta se abriu, revelando uma senhora elegante, de cabelos platinados e olhos azuis claros, semelhantes aos meus

Ela soltou um guincho e logo abraçou Plagg de forma desajeitada por ele ainda estar com as malas em mãos. Mas logo nossas malas estavam no chão, e Plagg girava a senhora platinada no ar

   -Mamãe!

   -Meu bebê –chorou ela apertando Plagg com tanta força que eu podia ouvir ele respirar pesadamente. Ri baixinho tentando não estragar o momento. A senhora pareceu ter ouvido, pois logo se soltou do filho de forma rápida

   -Mãe, essa é Marinette Dupain-Cheng, minha noiva –ela guinchou novamente, passando os olhos entre mim e Plagg, por fim parando nas tatuagens expostas em meus braços

   -Prazer Senhora Agreste –estiquei a mão esperando um aperto, mas recebi uma abraço de volta

   -Me chame de Amélia, é um prazer Marinette –ela sorriu– mas perdão... Noivos? –arquei as sobrancelhas encarando Plagg, eu já tinha arrumado a ideia, e o anel, agora era com ele. É sua família meu chapa, se vira!

Ele com toda certeza entendeu meu olhar, pois olhou sua mãe com um sorriso, com certeza o famoso sorriso que todo filho usa para sair de uma encrenca

   -Mamãe, foi uma coisa meio de impulso. Sinto muito não ter lhe informado sobre isso antes. Mas eu tinha que ser rápido, ou outro roubaria a Mari de mim –ele disse sério. Tive que me segurar muito para não cair na gargalhada

   -Oh certo. Depois vocês me contam melhor toda essa história, vou querer saber como, quando, e onde isso aconteceu. Mas vamos para dentro, todos estão com saudades Plagg, e tenho certeza que vão adorar te conhecer Marinette

   -Já estão todos ai? –ele pegou as malas do chão, seguindo sua mãe para dentro da casa

   -Todos exceto Adrien, ele teve que fazer uma vaivém rápida para outro lugar, mas volta hoje, na verdade já deve estar chegando

Ele assentiu mesmo que Amélia não pudesse ver. Ao entrarmos na casa suspirei. O lugar era tão magnifico por dentro, quanto era por fora. Muito bem decorado, e com um ar aconchegante e familiar. Logo no hall de entrada podia se ver uma escada que dava para outras duas, que seduzi levar ao segundo andar, provavelmente o andar dos quartos. Plagg parou antes que adentrassemos mais na casa

   -Mãe vou colocar as malas no meu quarto, apresente a Mari para o resto do pessoal –olhei em pânico para Plagg, ate que senti sua mãe agarrar meu braço

   -Claro querido

Filho da...

Não! Não vou xingar essa mulher adorável que acabei de conhecer. Mas vai ter volta

Vi ele rindo enquanto sumia pelas escadas. Amélia fez um pequeno tour comigo pela casa antes de me apresentar ao pessoal da família. Como ultimo local do tour, ela me levou a sala, onde todos estavam conversando animados, mas assim que adentramos o cômodo um silêncio constrangedor se alastrou

Senti meu rosto esquentar. Havia dois homens, um senhor um pouco mais baixo que Plagg, de olhos verdes e cabelos amarelados. Pela descrição e pela idade aparente, deduzi que aquele era o pai do Plagg. E embora aparentasse estar na casa dos 50, ele era bonitão, charmoso e bem cuidado. O outro era mais novo, mas idêntico ao mais velho, e parecia ser apenas poucos anos mais velho que Plagg, com certeza era o que ia se casar, Félix

A moça com certeza a noiva, Bridgette, tinhas olhos verdes claros, quase azuis, e cabelos negros meio azulados como os meus. Ela tinha feições miúdas, oque lhe dava o ar de delicadeza

   -Pessoal, essa é Marinette Dupain-Cheng, noiva do Plagg –antes de ser anunciada, todos me olhavam curiosidade, agora me olhavam com confusão

   -Noiva? Mas pensei... –seu pai começou, mas parou pigarreando, e notei que Amélia o olhava incisivamente– É um prazer Marinette

   -Igualmente senhor Agreste –sorri discretamente

   -Me chame de Gabriel, querida –pediu ele serenamente. Assenti

   -Ola Marinette –Félix me comprimentou com um sorriso. Bridgette me encarava com o nariz franzido, e parecia um pouco chateada com minha presença

Isso não é bom

Acenei timidamente para Félix, logo me voltando para a noiva

   -Parabéns pelo casamento. Deve estar ansiosa

   -Sim. Obrigada, Cheng –disse fazendo questão de pronunciar meu sobrenome com nojo

Nada bom, pra mim e pra você vadia...

Derrepente o som de passos pisando duro ecoou pela local. Todos nós nos voltamos para a entrada da sala, de onde surgia um Plagg super irritado, e logo pude notar o porque

Atrás dele o seguindo, vinha uma ruiva deslumbrante, cabelos longos com cachos, e olhos castanhos quase negros, e um corpão... Quase me senti intimidada por ela, quase. Ela podia ser muito gostosa, mas eu sou mais

Plagg se apressou vindo até mim, e me abraçou pela cintura. A mulher parou de forma abrupta, me encarando quase me fuzilando

   -Quem é ela Plagg?

   -Minha noiva, Marinette –ela me olhou de cima a baixo, e riu por fim

   -Isso é alguma piada?

   -Eu não vejo ninguém rindo Tikki –Plagg disse sério. Ela bufou, respirei profundamente tentando encarnar minha puta interior

   -Ah, essa é a Tikki Mozão? –Plagg me apertou mais em seus braços, depositando um beijo em minha testa

   -Ela mesma –ri baixo

   -Oh... Por um momento eu tinha me preocupado, mas vejo que não precisava –falei doce, seus olhos se estreitaram para mim

   -Oque quer dizer? –ela colocou as mãos na cintura, suspirei fingindo limpar algo em meu ombro

   -Ah nada demais. Só achava que teria uma rival quando eu viesse para cá, mas te olhando agora, vejo que não é grande coisa –segura o recalque baby

   -Sua pu...

   -Tikki precisamos conversar –Bridgette guinchou antes que ela tivesse oportunidade de terminar a frase. Ela foi ate a ruiva e agarrou seu braço, a levando para outro lugar longe dali. Escondi meu rosto no peito de Plagg, para tentar disfarçar minha risada. Recebendo outro beijo na testa logo sem seguida

   -Então, estão com fome ? –perguntou Amélia tentando aliviar a tensão que havia ficado no cômodo

   -Eu poderia comer, só preciso me refrescar um pouco

   -Claro querida, vá em frente, estamos esperando Adrien mesmo

   -OK, obrigada Amélia. Foi um prazer conhecer todos vocês –murmurei e Plagg me levou para fora da sala, indo em direção ao quarto dele

Ele me mostrou onde era o quarto de Félix, dos seus pais, a sala de música, e o sótão que levava ao velho quarto de Adrien. Ele tinha seu próprio apartamento, assim como todos, mas Amélia se recusava a se desfazer dos quartos dos filhos

Isso era tão fofo

Ao entrar no quarto do Plagg, não me surpreendi ao ver milhares de pôsteres de bandas antigas que quase ninguém mais conhecia. A cama era enorme, e haviam vários tipos de jogos espalhados pela quarto, assim como alguns violões e guitarras pendurados na parede. O típico quarto masculino

   -Belo quarto

   -Obrigada -ele sorriu

Deitei em sua cama olhando para o teto começando a rir em seguida. Havia um poster enorme de uma morena com mega peitos. Plagg deitou ao meu lado olhando a imahem

   -Bons tempos

   -Você é muito pervertido

   -Falou a mulher que transou com um desconhecido no avião –rebate irônico

   -Ah... Se você tivesse visto aquele homem teria feito o mesmo

   -Que isso mulher, me respeita–ri me virando de lado para o encarar, ele fez o mesmo

   -Oque ela fez? –ele grunhiu sabendo de quem eu estava falando

   -Me esperava no quarto nua –ri– não é engraçado Mari

   -Desculpe –suspirei tentando ficar o mais séria possivel– Então, oque você fez?

   -Primeiro eu quase tive uma taquicardia, depois fiquei excitado, mas depois joguei as roupas dela que estavam no chão nela, e sai do quarto para ela se vestir. Quando ela disse que estava descente entrei, deixei nossas malas, e fui para a sala com ela me seguindo

   -Que viadão bonito! –falei rindo

   -Para Mari isso é sério mesmo

   -Ta desculpa Plagg... –falei rindo baixo– Ela realmente quer você de volta

   -É oque parece... E eu quero ela de volta...

   -Eu sei

   -Sabe –ele semi-cerrou o cenho. Sorri

   -Claro! Você a quer, mas também quer um pedido de desculpas, afinal ela te machucou profundamente

   -Isso. A propósito, você foi perfeita lá em baixo –rimos em uníssono

   -A cara dela foi ótima

   -Mozão é? –ele moveu as sobrancelhas, e eu bufei

   -Você prefere bebê?

   -Não, mozão está ótimo. Mas agora você precisa de um apelido também

   -A não!! Odeio apelidos

   -Pichuquinha?

   -Nem pensar

   -Bombomzinho?

   -Vai ser doce no cu do inferno

   -Docinho?

   -Nenhuma chance, no infer...

   -Sexy?

   -Eu sou sexy, poderia me acostumar com esse

   -Ok, sexy vamos descer e enfrentar a fera?

   -Claro. Mas eu realmente preciso colocar uma calcinha

Ele riu e saiu do quarto. Peguei minha mala a colocando sobre a cama. Escolhendo uma calcinha qualquer que estivesse a fácil alcance. Vesti rapidamente e sai do quarto, sendo guiada por Plagg para de volta a sala

Ao chegarmos, vi Amélia agarrada a alguém. Todos estavam sentados, inclusive Tikki que estava ao lado da noiva cochichando algo com ela. Plagg disse que ela seria madrinha, ou dama de honra eu acho, então ela devia ser muito amiga de Bridgette

   -Ah meu bebê...

   -Mãe, você me viu ontem –ele murmurou, sua voz saiu abafada por conta do abraço de Amélia. Ri baixo, mas meu riso os fez se afastar. Meu riso logo morreu e gelei quando aqueles olhos verde esmeralda se caíram sobre mim

Agarrei o braço de Plagg com força, enfiando as unhas em sua pele. Ele me encarou um pouco preocupado, mas antes que pudesse dizer algo, sua mãe se pronunciou

   -Adrien, essa é Marinette, noiva do Plagg –os olhos verdes de arregalaram

   -Noiva?... –ele rosnou baixo, alternando seu olhar entre mim e Plagg

Oh merda, de todos os homens gatos, loiros e de olhos verdes do mundo, eu tinha que foder justo com o irmão do Plagg

To fudida



Notas Finais


Bom gente foi isso
Espero que tenham gostadogostado
Desculpem os erros

15 comentários e eu volto com o próximo capitulo (sei que vocês conseguem^^)

Fovoritem e digam oque acharam

Bjs da Sun😘😙
Ate a próxima
Bye


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