História Meow, My Princess - Capítulo 30


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Alyno, Ladynoir, Marichat
Visualizações 27
Palavras 1.214
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bonjour.
SÓ VAI TER CAPÍTULO SEMANA QUE VEM! A minha feira de ciências é no sábado e o meu grupo não fez nada ainda por que as nossas professoras não tinham falado nada até agora e a semana inteira vou ficar até mais tarde na escola fazendo trabalho com o grupo. SE EU CONSEGUIR e só SE eu posto um na segunda ou terça.
Prestem atenção:
A partir desse capítulo as coisas vão começar a ficar mais sérias, tipo palavrão, cenas de lutas e sangue, etc.

Capítulo 30 - You do something.


MEOW MY PRINCESS

— Alex?

— Eu mesmo. E você? Quem diria qu-

— Cale-se! Não diga nada, — puxei-o e o deixei sentar. — as pessoas não são confiáveis.

— Oh, sim. Entendi. — chamou o garçom e pediu um milk shake de chocolate. — Mas por que me chamou?

— Quero sua ajuda. Ele já levou todos, só sobraram eu, você, Bee e a Volpina. E o kwami da Bee foi levado junto, então tecnicamente somos só eu, Volpina e você.

— Eu quando encontrar esse cara vou dar lhe um soco bem dado no olho!

Isso era algo errado. Mas sinceramente, eu tenho vontade de fazer a mesma coisa.

— Depois falamos disso. Precisamos de um plano, não podemos invadir lá sem nada.

— Tem alguma idéia, presidente?

— Ainda não. — ignorei o que disse e pensei em algo. — Talvez eu tenha um.

— Qual?

Lhe contei o que precisava saber, não confiava nele totalmente, então contei meu plano superficialmente. Só dele saber já é um grande risco a correr e não podia me arriscar.

— Como vai o Adrien? — senti o nojo quando proferiu o nome do meu gatinho.

— Ele vai ótimo, não que te interesse. E a Lila? — cuspi as palavras e sorri friamente.

— Melhor que nunca. — ele sorriu do mesmo jeito. E tive vontade de bater nele.

— Eu tenho que ir. Chloé e eu vamos dar uma volta por aí. — menti e fingi mandar uma mensagem para a Chloé.

Levantei da cadeira e sai em direção a Torre Eiffel. Tudo tinha haver com aquela torre, os vilões, os heróis, Hawk Moth, eu.

Hawk Moth! É isso. Ele só pode estar por perto. Eu não sei o por que mas essa torre tinha algo essencial para ele. Eu vou descobrir o que é. Pode ter certeza. Vi um brilho em uma das "pernas" gigantes de metal fixadas no chão, me aproximei e apertei a coisa.

Escutei um estrondo e me virei. Vinha de algum lugar perto. Eu tinha o perdido. Mas eu sabia aonde estava. Hawk Moth se escondia, e esse mecanismo todo era a Torre.

Bati a mão na testa e peguei o celular, liguei para a Chloé — dessa vez de verdade —.

"Marinette?

— Chloé. Ainda bem que atendeu! Você não vai acreditar no que eu descobri. Eu se-

Eu sou uma covarde. Um monstro. Me sinto repugnante, se me olhasse no espelho acho que vomitaria! Eu fugi. Eu vou fugir. Eu-u-

— Cale-se! — gritei e me acalmei um pouco antes de terminar. — Desculpe. Ouça-me, você não é nada disso. Eu te entendo. Mesmo. Eu sei como é se sentir sozinha, sem motivos para comemorar ou sem amigos para celebrar. Você hoje..Era eu ontem.

 O primeiro ano do fundamental. Foi o melhor ano da minha vida.

— Mas foi o pior da minha. Estava me sentindo mal, minha ex-melhor amiga tinha se afastado e me trocado. Eu fui zoado pelos garotos do sétimo ano quase todos os dias.

 Eu não facilitei nada, ex-melhor amiga.

— Pode ter certeza. Eu tinha fugido de casa e, me perdido. Eu tinha me arrependido tanto. Foi nesse dia que encontrei a Alya. E tudo, tudo, tudo mesmo, voltou aos eixos.

Eu já quis me matar. Uma vez.

— Hmm — foi o único som que saiu da minha boca, eu estava chocada. Mas essa é a hora errada. — Por que não fez?

Por que eu percebi que tinha pessoas aqui que valiam a pena lutar por elas, que por mas que eu não visse existem pessoas que se importam comigo. Ainda bem que eu não fiz.

Por que não continua para lutar por essas pessoas? Elas não valem mais a pena?

 Claro que valem. Quem não vale aqui sou eu, Marinette. Eu sou um problema. Eu sou sempre o problema. Por mas que fuja dele, ele não foge de mim e isso é complicado, sabe?

— Como eu sei..Mas isso não se trata do problema em si, mas sim na solução dele.

Eu não sei.

— Sabe sim. Você fez algo. O que fez?

Eu liguei para o Nathanäel. Passagens estão compradas, o vôo é ainda hoje. 20:40.

— Não vai desistir? Eu preciso de você aqui! Do seu apoio. Quem vai me ajudar a salvar todos? — perguntei incentivando-a.

 Não sei. Só sei que não sou eu. Eu não queria decepciona-la, mas eu só sei fazer isso.

— Chloé...Por favor. Mude de idéia. Ainda dá tempo, você consegue. Por favor.

 Eu não consigo. Não me peça isso. Eu vou para a Califórnia. Nada e nem ninguém vai mudar isso. É sério. Para mim não dá. Okay?

— Nada vai fazer você mudar de idéia?!

Não. Nem um milagre. Aceita que dói menos. Com o tempo tudo vai melhorar.

— Achei que fosse minha amiga.

 Eu sou.

— Achei que tinha mudado, continua como antes. Má. Egoísta. Eu te ajudei. Mas..

Marinette! Não fale essas coisas.

— Tenha uma boa viagem á Califórnia."

Desliguei a ligação e olhei o céu escuro, olhei o horário no meu celular, 18:45, ela ainda tinha tempo para mudar de idéia, tomara que mude. Andei apressada até a casa do mestre.

— Achei que não voltaria tão cedo. — O Wayzz disse comendo um pedaço de torta.

— Eu preciso treinar. Não podia estar mais despreparada e agora sozinha. Vamos!

Ele sorriu e pegou um bastão, — não sei como, já que era maior e mais pesada que ele — e me entregou. O encarei confusa e ele me mostrou uma porta. "Entre" ele disse.

Meu consciente disse "Não" e eu entrei.

— Feche os olhos, eu vou venda-lá.

Obedeci as ordens dele e ele amarrou a venda no meus olhos. Procurei a maçaneta com as mãos e abri a porta. Ouvi passos.

Levantei o bastão na altura do peito e me posicionei. Não sabia quem estava ali.

— Como vai, bug? — sorri abertamente.

— Ótima. E você, Alex? — senti a batida no meu braço. Revidei batendo no — que eu acho que seja — seu joelho. — Parece bem.

— É eu estou ótimo. Mas você não.

Desviei de uma pancada e passei a perna por cima de sua cabeça. Bati o ante-braço no bastão o impedindo e doeu.

— Tenha certeza que estou bem. — bati o bastão na sua canela e ele gemeu de dor.

— Sabe de uma coisa da qual eu não me conformo? Que uma garota como você, tenha ficado com o Adrien. Não dá para acreditar.

— O que quer dizer com "uma garota como eu"? — perguntei aflita, a resposta que me daria não é a que eu ansiava escutar.

— Uma vadia, horas. Não é o que você é? Uma vadia pobre e idiota? 

Empurrei o bastão em sua costela e puxei a venda do meu rosto. Encarei o sangue escorrendo de sua boca e toquei a minha com os dedos. Não queria faze-lo sangrar. Para-lo?

Era isso que eu queria. Eu queria para-lo.

— Vai se fuder, Alex. Seu filho da puta.

Eu nunca falo palavrão. Mas hoje não deu. Eu não aguentei. Mas era verdade.

— Caralho! — ouvi ele gritar e eu sai batendo a porta na cara dele.

— Os jovens de hoje não tem educação?

— Ele começou. Tchau, Wayzz.

— Boa noite.

Sai andando em direção a minha casa. Ainda teria que fazer o jantar, e montar um plano. Tinha que me virar sozinha agora.

Como o Adrien faz falta!

— Marinette. — virei em direção a voz.

Engoli em seco e arregalei os olhos.

Marina?



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